O ALTO ÍNDICE DE HIV NA TERCEIRA IDADE

Saúde

Evidências que levam os idosos a tornarem-se susceptíveis e vulneráveis ao HIV/AIDS, como a carência de informações, preconceito ao uso de preservativos, diagnósticos tardios, políticas de prevenção e capacitação profissional.

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1. RESUMO

Atualmente no Brasil, o crescimento da população da terceira idade está em ascensão, com o crescente aumento da expectativa de vida. Os medicamentos de disfunção erétil tem estimulado a vida sexual do idoso, tornado estes vulneráveis a ser infectados pelo HIV/AIDS. Outros importantes fatores que expõem essa população ao HIV/AIDS são a falta de informação sobre o assunto, o preconceito contra o uso do preservativo, diagnósticos tardios e falta de ações preventivas voltadas para esse grupo, bem como, a falta de capacitação profissionais na área de atendimento a esta fração da população. Com o alto índice de idosos infectados por HIV/AIDS é preciso estabelecer políticas públicas e estratégias para prevenção do HIV/AIDS. Essas estratégias de prevenção são caracterizadas pela identificação dos componentes envolvidos na transmissão destas doenças. Uma revisão sistemática da literatura foi realizada, tendo como ferramenta norteadora, material já publicado sobre o tema; livros, publicações periódicas e artigos indexados nos mais importantes bancos de dados na área da saúde como DATA SUS, SciELO, PUBMED, MINISTÉRIO DA SAÚDE, BIREME, BVS, entre outras fontes de referências. Com isso, o estudo descreve algumas das evidências que levam os idosos a tornarem-se susceptíveis e vulneráveis ao HIV/AIDS, como a carência de informações, preconceito ao uso de preservativos, diagnósticos tardios, políticas de prevenção e capacitação profissional; sendo esta compilação de informações uma ferramenta útil para que os profissionais e gestores de saúde repensem sobre suas práticas e direcionarem investimentos nesta área do conhecimento. Diante deste cenário, os objetivos deste trabalho foram estudar o alto índice de HIV/AIDS e a vulnerabilidade da população da terceira idade, conhecer o perfil epidemiológico e a incidência do HIV/AIDS na população da terceira idade no Brasil, desde o ano de 2003 a 2013; buscando contribuir nas elaborações futuras de medidas de prevenção ao HIV. Conclui-se então que faz-se necessário que a enfermagem desenvolva seu senso crítico, sistemático, holístico, reflexivo e humanizado.

Palavras Chave: HIV, AIDS. Terceira Idade.

2. INTRODUÇÃO

A epidemia do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e Síndrome da Imunodeficiência Humana Adquirida (AIDS) na população da terceira idade no Brasil, tem surgido como um conflito adverso de saúde pública, atualmente, por meio de duas crescentes: aumento da notificação de novos casos de contágio do HIV após os 60 anos de idade e a sobrevida de indivíduos infectados pelo (HIV)1. Segundo o Estatuto do Idoso (Lei n. 10.741, de 1.º de outubro de 2003), idoso é a pessoa com idade igual ou superior a 60 anos2.

“O HIV é um retrovírus com genoma RNA, da família Retroviridae e subdivisão da família Lentivirinae. Refere-se ao grupo dos retrovírus citopáticos e não-oncogênicos. O HIV utiliza para reproduzir uma enzima denominada transcriptase reversa, responsável pela transcro RNA viral para uma cópia DNA, integrando-se ao genoma do hospedeiro3.”

A AIDS é uma enfermidade crescente, que significa uma dificuldade da saúde atual com característica pandêmica e grave. As pessoas contaminadas pelo HIV progridem para um intenso mau funcionamento do sistema imunológico, à forma que são extintos os linfócitos T CD4+, uma das fundamentais células-alvo do vírus. O calculo de linfócitos T CD4+ é um significante marcador dessa imunodeficiência, usada tanto na apreciação do tratamento e prognóstico quanto em uma das descrições de caso de AIDS, com finalidade epidemiológica4.

“O HIV pode ser transmitido pelo sangue (via parenteral e vertical), esperma, secreção vaginal (via sexual) e leite materno (via vertical). O indivíduo infectado pode transmitir o HIV durante todas as fases da infecção, risco esse proporcional à magnitude da viremia, principalmente na infecção aguda e doença avançada, cujo reservatório é o homem4.”

O grande número de AIDS em idosos tem constituído um assunto bastante debatido atualmente, e traz vigilância por parte dos profissionais de saúde, devido ao impulso apresentado nessa população e para a coletividade5. Pesquisas indicam que 74% dos homens e 56% das mulheres casadas têm sexualidade ativa após os 60 anos. A crescente sobrevida dos idosos brasileiros convivendo com HIV/AIDS e a disponibilização a medicamentos para distúrbios ou disfunções eréteis, prorrogam o vigor sexual de idosos, seguramente contribuem para o aumento de casos em pessoas com mais de 50 anos6.

O número de pessoas no país, acima de 60 anos, está em franco crescimento, segundo a Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios (PNAD), realizado em 2012 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). As pessoas com mais de 60 anos são hoje 12,6% da população, ou 24,85 milhões de indivíduos – em 2011, sendo representada em 2002 por apenas 9,3% da população. O maior componente desta faixa populacional é representado por mulheres (13,84 milhões) e de pessoa que vivem em áreas urbanas (20,94 milhões). Agregado a esse acontecimento, abrange o acelerado avanço da Medicina e da tecnologia, que beneficiam o envelhecimento mais saudável da sociedade, com melhor qualidade de vida, prorrogando sua atividade sexual7.

O total de casos de AIDS, em pessoas com mais de 60 anos, notificados ao Ministério da Saúde, em toda à população brasileira na década de 80, era de apenas 240 em homens e 47 em mulheres. Na década de 90, verifica-se um total de 2.681 homens e 945 mulheres em toda a população. Do primeiro caso, nessa população até junho de 2005, o total de casos passou para 4.446 em homens e 2.489 em mulheres, lembrando que esses dados apresentados foram somente de casos notificados8.

Há modificação na qualidade sexual dos homens idosos em conseqüência das medicações terapêutica para auxiliar a dificuldade de ereção presentes no mercado a partir da década de 90, oferecendo um desempenho sexual mais intenso. Estudos mostram que, embora às mulheres tendem a diminuir a frequência de atos sexuais por conseqüencia da menopausa, continuam com atividade sexual ativa e têm problema em adequar o uso do preservativo com os companheiros9.

O Ministério da Saúde mostra que apenas 37,5% das pessoas com atividade sexual ativa, maior de 50 anos, usam regularmente o preservativo com casuais companheiros. Em presença deste fato, profissionais de saúde apresentam dificuldade em associar a AIDS aos idosos10.

O descompromisso dos profissionais da saúde em relação à sexualidade da população idosa, torna um obstáculo, uma inconveniência em enfrentar esse desafio, em aconselhar ou propor novos conhecimentos sobre tal assunto. Frente à comunidade e aos profissionais de saúde, creem que idosos se abstém, ou não têm capacidade em garantir uma vida sexual ativa e/ou freqüente, descartando essa população como um grupo de risco significativo em relação ao HIV/AIDS. Portanto, não promovem, não requisitam exames, testes e pesquisas clínicas periódicas, a fim de diagnósticos de HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis para pacientes dessa faixa etária acima de 50 anos, favorecendo um diagnóstico tardio, favorecendo assim o aumento da epidemia11.

Não obstante, somente o conhecimento é incapaz, impossibilita a alterar, a debater o comportamento e o paradigma da pessoa, mas fornecendo uma especial atenção relacionada a capacidade e ao conhecimento a técnicas seguras, evitando e o mantendo afastado da contaminação pelo HIV. É imprescindível analisar perspectivas socioculturais e psicológicas para diminuir riscos e vulnerabilidades, em idosos não contaminados quanto aos que já estão12.

Ante esta equipe de profissionais não capacitados para lidar com idosos portadores do HIV/AIDS, torna-se necessário estudos por parte desses profissionais, especialmente enfermeiros, comprometidos na prevenção de agravos, promoção da saúde, no cuidado da coletividade e no processo de saúde-doença. Enfermeiros necessitam permanecer atentos, quanto ao esforço na educação em saúde, campanhas, tratamento ativo na intervenção para a população da terceira idade. Principalmente em idosos com HIV, há um elevado grau de distúrbio psicológico, enfatiza uma atenção especial12.

Diante dos conhecimentos disponíveis na literatura, resolve-se pesquisar e analisar essa contextura, objetivado a delinear o perfil dos idosos contaminados pelo HIV, descrever a modificação do aspecto epidemiológico quantitativamente, a distribuição dos fenômenos de saúde/doença e seus fatores condicionantes e determinantes do HIV/AIDS no Brasil, fornecendo fundamentos direcionados à implementação de conceitos profiláticos a essa classe populacional e subsidiar na informação dos profissionais que os atendem13.

3. MÉTODOS

Este estudo é caracterizado revisão bibliográfica sistemática relativa ao tema, utilizando-se palavras-chave relacionadas ao assunto. As fontes de pesquisa foram as bases de dados nacionais (SciELO, BVS, LILACS, Ministério da Saúde, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios, entre outros), além de bancos de teses e dissertações, numa análise crítica e ampla das publicações correntes nesta determinada área de conhecimento, publicados entre os anos de 2003 a 2013.

“A revisão da literatura é uma parte vital do processo de investigação. Envolve localizar, analisar, sintetizar e interpretar a investigação prévia (revistas cientificas, livros, resumos, artigos científicos, etc.) relacionada com a sua área de estudo. A revisão da literatura é indispensável não somente para definir bem o problema, mas também para obter uma ideia precisa sobre o estado atual dos conhecimentos sobre um dado tema, as suas lacunas e a contribuição da investigação para o desenvolvimento do conhecimento14.”

4. DISCUSSÃO E RESULTADOS

Conforme o Estatuto do Idoso (2004), no Cap. I – Do direito a Vida, art. 9º. “É obrigação do Estado, garantir à pessoa idosa a proteção à vida e à saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam um envelhecimento saudável e em condições de dignidade15.

De acordo com a Política Nacional do Idoso, Lei nº. 8.842, de 04 de janeiro de 1994, regulamentada pelo Decreto nº. 1948, de 13 de julho de 1996, “o idoso tem direito a receber atendimento por profissionais capacitados e reciclados pelos Recursos Humanos nas áreas de geriatria e gerontologia, priorizando assim, o atendimento que lhe é garantido, através da capacitação e especialização”16.

No Brasil, a AIDS insurgiu em um aspecto grave de Saúde Pública, com o crescente número do vírus circulante na sociedade em geral. Dos eventos historiados da doença, 2,1% é de idosos, um aspecto de conhecimento que está aumentando e estabelece a predominância da contaminação ao ato sexual sem proteção. Algumas apresentações são assinaladas para os crescentes casos achados nessa população: o acréscimo de notificação do contágio pelo HIV após os 60 anos de idade e sobrevida de pessoas que vivem com o vírus10.

No início da década de 80, foram notificados 287 idosos soropositivos, de toda a população brasileira. Até junho de 2005, contudo, o total de casos passou para 6.935, ou seja, após 25 anos, tivemos um aumento de 6.648 casos registrados na população idosa brasileira, despontando uma rápida propagação da disseminação deste dano10. Como observado no gráfico da Figura 1.

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Casos de AIDS no Brasil (faixa etária de 13 a 19 anos e > de 60 anos)- 1985 a 30/06/2008

Frequencia

> 60 anos de idade 13 a 19 anos de idade

Gráfico 1 – Casos de AIDS no Brasil (faixa etária de 13 a 19 anos e maiores que 60 anos de idade) período de 1985 a 30/06/2008. Fonte: Brasil (2009)17.

A implicação da vigilância de HIV/AIDS focado nas especificidades desse grupo, na rede de Atenção Básica, auxílio da mobilização de instituição da coletividade civil e do potencial profissional, para realizar tarefas preventivas exclusivas para idosos, articulação intra e intersetoriais para a segurança de acréscimo e prosseguimento da eficiência na saúde3.

Em diversos estudos, nota-se que a predominância de contaminação pelo HIV na terceira idade se dá pela transmissão heterossexual. Esse fato pode ser imposto como obstáculo entre os companheiros para a adoção de conceitos preventivos (a mulher com medo de perder o cônjuge provedor ou despertar desconfiança a respeito de sua lealdade cede à determinação masculina de fazer sexo sem preservativo). No entanto, o preservativo é mencionado como a forma mais aceita de prevenção pelos idosos, seu uso limita-se às relações sexuais com desconhecidos ou desconfiança quanto à fidelidade do parceiro. Outros importantes fatores limitantes são as dificuldades encontradas onde os idosos veem os preservativos primeiramente como uma medida contraceptiva, não preventiva para DST’s/ HIV e a demora no diagnóstico, nesta faixa etária18.

Pesquisas feitas com idosos portadores de HIV despontou que esta contaminação é diagnosticada posteriormente em uma extensa averiguação e ou por eliminação de outras patologias, pois a AIDS nesta população específica se manifesta por sinais e sintomas que freqüentemente são confundidos com os de outras afecções, contribuindo assim para o diagnóstico tardio. Outros autores citam também que, por receio, os profissionais médicos não requerem exames para a sorologia para o HIV de imediato, e que os idosos se qualificam isentos, imunes ao vírus9.

O incentivo, o apoio ao indivíduo idoso portador do vírus HIV ou que convive com AIDS é de responsabilidade dos agentes de prevenção de saúde e familiares, sendo encarado por eles como uma oportunidade significante. Indivíduos portadores HIV/AIDS na sociedade encaram vários problemas, pois não tem conhecimento de seus benefícios e direitos adquiridos em leis e resoluções municipais e federais. Apresentam problemas de locomoção de acordo com o quadro clínico apresentado, sofrem preconceitos, desconhecem a necessidade em permanecer se prevenindo utilizando o preservativos masculino e feminino19.

Todos esses fatores os deixam mais vulneráveis. Saber como “apoiar e aconselhar” é uma demanda das lideranças. O apoio comunitário é fundamental, mas deve-se lembrar que as pessoas que vivem com HIV/AIDS precisam de atendimento específico, como os grupos de apoio e às ONGs (Organizações Não Governamentais) e redes que oferecem aconselhamento e acompanham o tratamento médico e psicológico19.

O choque do diagnóstico do HIV acontece depreciativamente a cerca da emoção, do afeto, das amizades dos indivíduos em seu convívio familiar e social, bem como a debilidade funcional20. Especialistas no tema, ao conceituar qualidade de vida, afirmam que não existe um acordo específico sobre o que a constitui. Uma análise determina a soma das circunstâncias da saúde a uma diversidade de particularidades, como meio-ambiente, inclusão prática na sociedade, obtenção constante de recursos econômicos, relacionamentos, tempo para trabalho e lazer21.

“A avaliação funcional, preconizada pela Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, é fundamental e determinará não só o comprometimento funcional da pessoa idosa, mas sua necessidade de auxilio. Pode ser compreendida como uma tentativa sistematizada de avaliar de forma objetiva os níveis no qual uma pessoa está funcionando numa variedade de áreas utilizando diferentes habilidades. Representa uma maneira de medir se uma pessoa é ou não capaz de desempenhar as atividades necessárias para cuidar de si mesmo. Caso não seja capaz, verificar se essa necessidade de ajuda é parcial, em maior ou menor grau, ou total. Usualmente, utiliza-se a avaliação no desempenho das atividades cotidianas ou atividades de vida diária3.”

O diagnóstico após a exposição ao vírus do HIV à doença pode ou não ter aparecimento clínico logo após o contágio, por isso, faz-se importante que o profissional de saúde saiba conduzir a verificação laboratorial após a desconfiança de risco de infecção pelo HIV. Assim, deve-se considerar o fato de que, com os testes atualmente disponíveis, o tempo indispensável para que a sorologia anti HIV torne-se positiva é de 06 a 12 semanas, após o contato com o vírus, com um ciclo médio de quase 2 meses. Esse tempo, abrangido entre a obtenção do contágio e a descoberta da soroconversão, é titulado de janela imunológica ou biológica. Os testes empregados proporcionam, comumente, níveis de até 95% de soroconversão, nos primeiros 6 meses após a transmissão22.

“Soroconversão é a positivação da sorologia para o HIV acontece quando o sistema imunológico produz anticorpos em quantidades detectadas pelos testes sorológicos. Janela imunológica intervalo entre o início da infecção e a possibilidade de detecção de anticorpos, por meio de técnicas laboratoriais22.”

5. CONCLUSÃO

Com o aumento da expectativa de vida da população brasileira para 74,6 anos, tornando a população brasileira mais idosa e contando com as novas tecnologias para prolongar a vida sexual desses idosos, cresce também o número de idosos infectados pelo HIV/AIDS.

Devido ao aumento progressivo do número de idosos contaminados com o HIV/AIDS, nota-se a necessidade de estudar este novo contexto, com objetivo de capacitação e de avaliação do desempenho profissional no atendimento e na promoção da saúde dessa população.

A capacitação desses profissionais de saúde, possibilitará que um número maior de pessoas idosas sejam orientadas corretamente sobre o assunto. Deve lembrar-se que o idoso deve ser acolhido sem discriminação, independentemente de sua condição, atividade profissional, orientação sexual ou estilo de vida. Essa população deve ser observada com atenção desta forma, incluídos em programas e ações de promoção e prevenção das DST/HIV/AIDS.

A falta de informações referentes à qualidade de vida dos idosos portadores de HIV/AIDS é notória nas áreas da saúde, pois não há divulgação nos meios de comunicação, como televisão, rádio, internet, entre outros, referente à prevenção e forma de contágio.

Ainda representa um grande tabu para a população em geral e também para os profissionais de saúde, o sexo e DST/AIDS na terceira idade. Os profissionais de saúde apresentam grande dificuldade em abordar essas questões em seus atendimentos, ou mesmo entender que esta doença não é passível de acometimento na população desta faixa etária.

O marco referencial para implementar ações de prevenção está baseado na avaliação das vulnerabilidades individuais, sociais e programáticas nas quais os sujeitos estão inseridos2. A partir da avaliação das vulnerabilidades, o profissional que lida com pacientes na terceira idade, pode conduzir um processo de oferta de aconselhamento, testagem e orientações de prevenção para que o idoso, usuário dos serviços de saúde, possa incorporá-las em sua vida cotidiana. Estas ações desenvolvidas principalmente pelos enfermeiros, têm como finalidade orientar melhor a comunidade sobre a adoção de práticas que minimizem ou eliminem essas vulnerabilidades.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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5. Andrade, H.A.S; Silva, S.K; Santos, M.I.P.O. AIDS em idosos: vivências dos doentes. Belém/PA, 2010.

6. BRASIL. Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília, 2006.

7. BRASIL. Ministério da Saúde. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD. Brasília, 2013. Disponível em: < http://www.institutovidaecarreira.com.br/index.php/2013/09/27/pnad-populacao-idosa-no-brasil-cresce-vive-mais-e-comeca-a-usar-a-internet/>. Acessado em: 05/04/2014.

8. Gomes, S.F; Silva, C.M. da. Perfil dos idosos infectados pelo HIV/AIDS: uma revisão. VITTALLE, Rio Grande, 2008.

9. Godoy, V.S; Ferreira, M.D; Silva, E.C; Gir, E; Canini, S.R.M.S. O perfil epidemiológico da aids em idosos utilizando Sistemas de informações em saúde do datasus: Realidades e desafios. USP, Ribeirão Preto/SP, 2008.

10. Nunes, M.O; Silva, M.A. da. Qualidade de vida de idosos portadores de HIV/AIDS no Brasil. Goiânia/GO, 2012.

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13. Gomes, S.F; Silva, C.M. da. Perfil dos idosos infectados pelo HIV/AIDS: uma revisão. VITTALLE, Rio Grande, 2008.

14. Bento, A. Como fazer uma revisão da literatura: Considerações teóricas e práticas. Revista JA (Associação Académica da Universidade da Madeira), nº 65, ano VII (pp. 42-44). ISSN: 1647-8975, 2013.

15. BRASIL. Estatuto do Idoso. Senado Federal Secretaria Especial de Editoração e Publicações Subsecretaria de Edições Técnicas. Brasília, 2004.

16. Brasil. [Estatuto do idoso (2003)]. Estatuto do idoso: Lei nº 10.741, de 1° de outubro de 2003 e legislação correlata. – 5. ed. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2010.

17. ARONSON, Wilson; BRITO, A. M.; SOUSA, Valdiléia; Viver com AIDS na terceira idade. 2006. Disponível em:. Acesso em: 23/04/2014.

18. Garcia, G.S; Lima, L.F; Silva, J.B; Andrade, L.D.F; Abrão, F.M.S. Vulnerabilidade dos Idosos frente ao HIV/AIDS: Tendências da Produção Científica Atual no Brasil. Recife/PE, 2013.

19. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e AIDS. Manual de Prevenção das DST/HIV/Aids em Comunidades Populares. Séries Manuais nº 83, Brasília, 2008.

20. MIRANRA, D.A.M.de; PAIVA, P.E; ROCHA, B.A.M da. AIDS NA TERCEIRA IDADE: UMA REVISÃO DE LITERATURA NO PERÍODO DE 2002 A 2012. Goiás, 2013. Disponível em: http://fug.edu.br/2010/pdf/tcc/aids%20na%20terceira%20idade%20uma%20revisao%20de%20literatura%20no%20periodo%20de%202002%20a%202012.pdf. Acessado em 20/04/2014.

21. Campos, M.O; Neto, J.F.R. Qualidade de vida: um instrumento para promoção de saúde. Rev. Baiana de saúde. Bahia 2008. Disponível em: < http://stoa.usp.br/lislaineaf/files/-1/19150/qualidade-vida-instrumento-promocao-saude.pdf>. Acessado em 10/04/2014.

22. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. – 6. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2005. Disponível em: < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vig_epid_novo2.pdf>. Acessado em 10/04/2014. 


Publicado por: FREDERICO BACELAR MOURAO

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