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Conceito e indicação dos fitoterápicos nas síndromes da obstrução dolorosa pela medicina tradicional chinesa ou doenças osteomusculares segundo a medicina ocidental - Revisão bibliográfica

Saúde

Os fitoterápicos e o seu estudo científico pela medicina chinesa, como também da medicina ocidental, visando seus conhecimentos e domínios tanto na atuação, como no grau de potencialidade das substâncias dos fitoterápicos.

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1. RESUMO

A medicina tradicional chinesa e medicina ocidental abordam conceitos diferentes com relação à indicação dos Fitoterápicos na Síndrome Bi pela medicina tradicional chinesa ou doenças osteomusculares pela medicina ocidental. Para a medicina chinesa os fitoterápicos são de grande importância com potencialidades diferentes de acordo com as características de cada tipo de lesão, ou seja, a Síndrome da obstrução Dolorosa que para a medicina chinesa são doenças que acometem: músculos, tendões e ossos, têm em suas características peculiaridades diferentes uma da outra, que obriga a indicação correta dos fitoterápicos de acordo com as características das patologias a serem tratadas, esses detalhes dos fitoterápicos baseam-se em: sabor, essência, temperatura e local de ação (órgão) e indicação. Já para a medicina ocidental é importante apenas às indicações sobre as ervas, pois, a medicina do ocidente não detêm conhecimentos aprofundados das características detalhadas dos fitoterápicos e nem estudos correlacionando as ervas medicinais com detalhes especifico de cada lesão osteomusculares como assim é chamadas as doenças acometidas em músculos, tendões e ossos pela medicina ocidental. Fica claro, que os conceitos de ambas as medicinas são totalmente diferentes, como também, a preocupação nos detalhes da indicação dos fitoterápicos com relação a cada tipo de doença musculoesquelética. Portanto, o presente artigo vem expor conceitos diferentes, mas, com intuito de unificar os conhecimentos de ambas: Medicina Tradicional Chinesa e Medicina Ocidental.

Palavras-chave: Fitoterápicos, Síndrome da obstrução dolorosa, Osteomusculares, Medicina Tradicional Chinesa, Medicina Ocidental.

ABSTRACT

Traditional Chinese medicine and Western medicine approach different concepts regarding the appointment of Herbal Medicines in Bi syndrome by traditional Chinese medicine or musculoskeletal diseases by Western medicine. For Chinese medicine herbal medicines are of great importance with different potential according to the characteristics of each type of injury, ie Painful obstruction syndrome that for Chinese medicine are diseases that affect: muscles, tendons and bones, have in its characteristics different peculiarities of each other, which requires the correct indication of herbal medicines according to the characteristics of the diseases to be treated, these details of herbal tab is based on: flavor, essence, temperature and site of action (organ) and indication. As for Western medicine is only important indications about herbs because the Western medicine does not hold in-depth knowledge of the detailed characteristics of the herbal nor studies correlating the medicinal herbs with specific details of each musculoskeletal injury as well is called the affected diseases in muscles, tendons and bones by Western medicine. It is clear that the concepts of both medicines are totally different, but also the concern details in the statement of herbal medicines in respect of each type of musculoskeletal disease. Therefore, this article is to expose different concepts, but with the intention of unifying the knowledge of the two: Traditional Chinese Medicine and Western Medicine.

Keywords: Herbal, painful obstruction syndrome, musculoskeletal, traditional Chinese medicine, Western medicine.

2. INTRODUÇÃO

Essa pesquisa baseia-se numa revisão bibliográfica que aborda os conceitos e indicação dos fitoterápicos no tratamento de doenças osteomusculares, tanto sobre os preceitos da Medicina Tradicional Chinesa com da Medicina Ocidental.

É abordado os fitoterápicos desde o seu conhecimentos científicos pela medicina chinesa, como também, atuação incipiente da medicina ocidental, visando que ambas, tem em seus conhecimentos domínios totalmente opostos, tanto na atuação como no grau de potencialidade das substâncias dos fitoterápicos.

As patologias aqui exploradas serão de sintomas iguais em ambas às medicinas, porém, com características e conceitos diferentes, assim, relatadas as mesmas.

Portanto, a indicação dos fitoterápicos para as patologias osteomusculares, como assim, é compreendida pela medicina Ocidental ou Síndrome da Obstrução Dolorosa, segundo os conceitos da medicina tradicional chinesa, serão indicados os fitoterápicos para essa patologia de acordo com sua essência, sabor, local de ação, dose e função (indicação) de acordo com cada medicina.

É com esse objetivo que será elaborado este artigo cientifico, onde será relatado o conhecimento de duas medicinas: Chinesa e Ocidental, onde serão expostos os seus conceitos em um único tema.

3. ORIGEM E EVOLUÇÃO DOS FITOTERÁPICOS PELA MEDICINA CHINESA

A origem do uso dos fitoterápicos como fonte de tratamento e saúde, vem desde os tempos primórdios em que as atividades produtivas da sociedade primitiva, estavam mais presentes ao cultivo de alimentos e ervas (NOLETO e LING, 2009).

A utilização da natureza para fins terapêuticos vem ao longo dos tempos, sendo usados pelas civilizações antigas e atuais dos produtos das plantas, dos minerais e dos animais. A fitoterapia é uma terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais, sem a utilização de substâncias isoladamente, ainda que de origem vegetal. O termo fitoterapia foi dado à terapêutica que utiliza os medicamentos cujos constituintes ativos são plantas ou derivados vegetais (MINISTERIO DA SAÚDE, 2012).

A terapia com medicamentos de vegetais é relatada há muito tempos em todo o mundo, inclusive pela medicina chinesa, tibetana e indiana-ayurvédica (medicina tradicional indiana), pois, documentos antigos relatam que a medicina ayurveda podem ser talvez, a mais antiga das medicinas, inclusive mais do que a chinesa (MINISTERIO DA SAÚDE, 2012).

Todo início da prática em fitoterapia é antiga, e umas delas é a medicina tradicional chinesa que tem em seus documentos relatos da prática de provar cem tipos de ervas pela pessoa lendária de Shen Nong, como um marco muito importante e histórico (NOLETO e LING, 2009).

O processo prático da evolução da fitoterapia chinesa levou um longo tempo, e precisou de contribuição de diversas dinastias chinesas de modo diferentes, onde foi marcada por 10 grandes períodos históricos: I – A obra farmacêutica mais antiga que fundamentou a base da teoria da Matéria Medica, que registou 365 substancias, período Pré-dinastia Quin por volta de 200 a.c.; II – A primeira obra da Matéria Medica que classifica as substâncias de acordo com características naturais das substâncias, período por volta de 500 d. c.; III – A primeira obra que trata dos métodos de prepara substâncias no período da Dinastia Wei Jin e Dinastias Sul e Norte, com autoria de Lei Xiao.; IV – A primeira obra da Matéria Medica, cuja revisão foi organizada sob orientação da autoridade governamental por volta de 659 d. c.; V - A obra que determinou a classificação das substâncias em dez efeitos medicinais, e também, aplicação da placenta humana como remédio de tonificação, que foi por volta de 713 a 714 d.c.; VI – As duas obras gêmeas resultadas da revisão da Matéria Medica e organizadas por autoridade governamental, obra mais antiga impressa à máquina; VII – A obra mais representativa da Dinastia Song, cuja composição foi feita por iniciativa particular que foi escrita em 1082 d. c.; VIII – A primeira obra especializada em nutrição (regras ortodoxas para alimentação e dietética), foi compilada em 1330 d. c. IX – A mais gigantes obra medicinal “Vem Cao Gang Mu” (compêndio da Matéria Medica), considerada enciclopédia Chinesa no século XIV, obra composta por 52 volumes, foi realizado por volta de 1578 d. c.; X – As obras mais importantes sobre matéria Médica na Dinastia Qing são: “Bem Cao Gang Mu Shi Yi” (Os suplementares ao compêndio da Matéria Medica), no período 1765 e concluída em 1803. “Bem Cao Bei Yao” (A essência da Matéria Medica), muito utilizada pelo povo; XI – O primeiro grande dicionário da farmácia chinesa é o “Zhong Gou Yi Xue “ (Grande Dicionário da Farmácia Chinesa), escrito em 1935. XII – As obras mais importantes e conhecidas do período contemporâneo são: Farmacopeia da República Popular da China, Anais da Matéria Medica Chinesa, Coleção Nacional das Ervas Medicinais Chinesa, Dicionário da Matéria Medica Chinesa (NOLETO e LING, 2009).

4. PREPARO E ETAPA DOS FITOTERÁPICOS NA MEDICINA CHINESA

4.1 Recolhimento das substâncias de origem vegetal segunda a medicina chinesa

O recolhimento deve ser efetuado quando os princípios ativos da substância medicinal estiverem mais enriquecidos (NOLETO e LING, 2009).

  • Substâncias de plantas inteiras: Algumas devem ser recolhidas na fase inicial do florescimento ou na fase do botão da flor e são recolhidas acima da raiz (NOLETO e LING, 2009).

  • Folhas: Na fase do botão ponto para abrir ou na fase de florestamento (NOLETO e LING, 2009).

  • Flores: No período do florescimento, como a flor abrir uma atrás da outra, a sequência deve ser de acordo com o florescimento (NOLETO e LING, 2009).

  • Frutas e sementes: Algumas têm que ser recolhida quando amadurecidas, outras, antes do amadurecimento (NOLETO e LING, 2009).

  • Raiz ou tubérculo: São recolhidas no início da primeira ou no final do outono (NOLETO e LING, 2009).

  • Casca ou substâncias semelhantes à casca: Devem ser recolhidas geralmente na primavera ou verão (NOLETO e LING, 2009).

4.2 Preparação dos fitoterápicos segunda Medicina Chinesa

Tem o objetivo de limpar ou depurar as substâncias permitindo a trituração, fragmentação ou o corte em pedaços (NOLETO e LING, 2009).

  • Com auxilio da água: encharcar a substância em água ou em outros líquidos com intuito de amolecer, refinar substâncias (NOLETO e LING, 2009).

  • Sob efeito do fogo: implica em tostar ou torrar a substância, fazendo com que as substâncias tornarem quebradiças e brandas em suas ações medicinais (NOLETO e LING, 2009).

  • Ação direta ou indireta do fogo: para transformar de consistência dura para fofa ou quebradiça (NOLETO e LING, 2009).

  • Colocar na cinza (brasa): as substâncias envolvidas em massa de farinha ou papel molhado até a massa de farinha ou papel ficar carbonizado (NOLETO e LING, 2009).

  • Ação da água com o fogo: cozinhar a substância em água pura ou em certo tipo de molho, afim de, reduzir a toxicidade ou reforçar sua ação medicinal (NOLETO e LING, 2009).

5. A NATUREZA DAS SUBSTÂNCIAS CHINESAS

A natureza medicinal das substâncias chinesas têm sua importância no conhecimento teórico e farmacêutico resultante das sintetizações das experiências baseadas na teoria da medicina chinesa, é importante adquirir conhecimento das ervas cada vez mais correto e comprovado, para atingir um nível de formular uma teoria (NOLETO e LING, 2009).

Conforme a teoria da medicina tradicional chinesa, as doenças são provenientes do desequilíbrio entre Yin e Yang, que resulta em excesso ou deficiência causada pela desarmonia entre órgão e vísceras, como também, o Qi, o Xue e o Jin Ye (NOLETO e LING, 2009).

É pela atuação das ervas medicinais que as funções dos órgãos e vísceras serão equilibradas, atingindo o objetivo de corrigir as relações patológicas de excesso e insuficiência entre o Yin e Yang (NOLETO e LING, 2009).

5.1 As quatros energias

O intuito dessa etapa é de aquecer o que está frio, como também, esfriar o que esta quente, pois, as substâncias medicinais (ervas) de natureza quente para tratar doenças de síndrome de frio, como também, as doenças de síndrome de calor com ervas medicinais de natureza quente (NOLETO e LING, 2009).

Quando mencionado a natureza das quatro energias das substâncias, declara-se, que o efeito terapêutico que as substâncias exercem sobre o corpo do paciente, ou seja, é com relação às características patológicas, se é de frio ou de calor, e não significando frio ou calor no sentido físico (NOLETO e LING, 2009).

  • Liang (fresca)

  • Han (fria)

  • Wen (morna)

  • Re (quente)

5.2 Os cincos sabores

Os cincos sabores nem sempre correspondem rigorosamente às respectivas funções, pois, substâncias de mesmo sabor podem possuir diferentes funções, por isso, os sabores medicinais às vezes sofre certo limite (NOLETO e LING, 2009).

  • Xin (picante)

Predominante do órgão Pulmão e tem efeito de dispersar e mover (NOLETO e LING, 2009).

  • Xin San (picante dispersivo) – dispersar fatores exopatogênicos.

  • Xin Xing (picante e movente) – mover o Qi (energia) e mover o Xue (sangue).

  • Derivados

Xin Run (umedecente), Xin Zao (secante), Xin Kai (desobstrutivo).

  • Desvantagem

Xin San (picante dispersivo) tem propriedade de secura forte, facilmente consome o Qi e prejudica o Yin.

  • Gan (doce)

Predominante do Baço e tem efeito de tonificar, harmonizar e abrandar (NOLETO e LING, 2009).

  • Gan Bu (tonificante): tonifica e nutrir.

  • Gan He (harmonizante): harmoniza o Zhong Qi, ou seja, harmoniza as funções do baço e do estômago, como também, de outras substâncias.

  • Gan Huan (abrandante): Abranda as urgências e acalma a dor, reduz intoxicação e enfraquece a ação violenta de outras substâncias.

  • Desvantagem

A propriedade doce e é travosa e viscosa e favorece facilmente a umidade, sendo prejudicial a função do baço, além disso, é um bom umedecedor para doenças de secura.

  • Suan (ácido)

Predominante do Fígado e tem função de reter (apertar) e adstringente.

Adstringi o suor e o Qi, como também, retêm a diarreia, hemorragia, esperma e leucorreia, podendo ainda reter urina numa incontinência (NOLETO e LING, 2009).

  • Desvantagem

O sabor ácido pode reter patógenos, por isso, não deve ser utilizado em pacientes que sofrem de síndrome de patógenos de excesso.

  • Ku (amargo)

Predominante do Coração e pode drenar, secar umidade e firmar (NOLETO e LING, 2009).

  • Ku xie (amargo de drenagem)

    • Tong Xie (drenagem laxativa): drena o fogo por evacuação fecal.

    • Jiang Xie (impedir e drenar a invasão do Qi que sobe): tem a função de descender o Qi.

    • Qing Xie (Qing Re Xie Huo): eliminar o fogo, função antipirética.

  • Kui Zao (amargo para secar): usa-se para tratar síndromes de umidade.

  • Ku Han Zao Shi (amargo frio para secar umidade) trata calor úmido.

  • Ku Wen Zao Shi (amargo morno para ser umidade) trata frio úmido.

  • Ku Se (amargo adstringente) firma o Yin do Rim, pois, o efeito de reforçar o Yin não resultado direto do sabor amargo, mas sim o resultado indireto do efeito em drenar o fogo.

  • Xian (salgado)

Predominante do Rim e drena jiao inferior, amolece e dissipar nódulos, além, de ter boa penetração no Rim, como também, induzindo outras substâncias a penetrarem no Rim para curar doenças (NOLETO e LING, 2009).

  • Outros sabores:

  • Insípido (prolongamento do doce)

Sem sabor nenhum, tem a função de favorecer exsudação e diurese.

  • Adstringente ou travoso (prolongamento do ácido)

É um sabor ácido alterado, tem função adstringente, igual ao ácido.

  • Aromático (tem a função do picante)

Estimula a função do baço, como também, realiza a atividade dispersiva e movente, com objetivo de desobstruir orifícios, e também, eliminar ou afastar cheiros nocivos ou enjoativos.

6. CONCEITO DE DOENÇAS OSTEOMUSCULARES “SÍNDROME DA OBSTRUÇÃO DOLOROSA” PELA MEDICINA CHINESA

Nas síndromes da obstrução dolorosa são acometidos os canais musculares que causam dor, flacidez e rigidez muscular, como também, os de conexões que gera estagnações nas articulações (MACIOCIA, 2005). Essas síndromes Bi aguda e incipiente, como também, o trauma e lesão por esforço repetitivo, são patologias apenas de canais e não de órgão internos, pois, para que acometam os órgãos internos entrariam na face crônica (MACIOCIA, 2007).

A síndrome de obstrução dolorosa é proveniente da deficiência do Qi de nutrição e de defesa, porém, é devido o espaço entre a pele e os músculos estar aberto permitindo, portanto, que o Vento, Frio e Umidade, penetrem na deficiência, causando obstrução do Qi que fica estagnado, gerando como consequência, estagnação do Sangue (Xue) (MACIOCIA, 1996).

Essa síndrome indica dor, sensibilidade ou formigamento dos músculos, tendões e juntas, devido à invasão de fatores patogênicos externos (MACIOCIA, 1996).

A Síndrome por Calor é proveniente de qualquer uma das síndromes (vento, frio e umidade), pois, quando o fator patogênico externo se transforma em calor no interior, dando origem à síndrome do tipo calor, especialmente pela Deficiência do Yin, que é caracterizada por dor e calor, vermelhidão e inchaço das juntas, limitações do movimento como também dor severa (MACIOCIA,1996).

Já a Síndrome Óssea que ocorre apenas em casos crônicos e se desenvolve a partir das síndromes (vento, frio, umidade e calor), pois a obstrução persistente das juntas pelos fatores patogênicos gera retenção de fluidos corpóreos, que vai se transformando em mucosidade e obstrui as juntas e os meridianos. Isto irá gerará: atrofia muscular, inchaço e deformidade dos ossos das articulações, devido à forma extrema de mucosidade que se transformou em síndrome do interior, onde irá afetar os músculos, juntas e meridianos, como também, órgãos interno (MACIOCIA,1996). Em texto relata ainda, que em quadros prolongados dessas síndromes, causará o desenvolvimento da obstrução na circulação do Qi, Sangue e Fluidos corpóreos causados pela mucosidade, e como consequência a estase de Sangue que causará rigidez articular e nos tendões dor devido o sangue estagnado não nutrir e umedecer os tendões. Portanto dois órgãos importantes então envolvidos nessa síndrome óssea são eles: Fígado (responsável pela nutrição dos tendões pelo seu sangue que na sua deficiência gerará dor e rigidez nas juntas) e o Rim (responsável em nutrir os ossos e que em sua deficiência causará deformidades e mucosidade nas juntas).

A síndrome Bi, assim chamadas pelos chineses que apresenta sintomas de dor, sensibilidade ou formigamento, proveniente da obstrução da circulação do Qi e do Sangue nos meridianos, causados por invasão externa de Vento, Frio ou Umidade (MACIOCIA, 1996). Ainda em texto, relata que a invasão dos fatores climáticos externos ocorre devido a uma deficiência preexistente e temporária do Qi e do Sangue do corpo, permitindo que o vento, frio e umidade penetrem.

As patologias dos canais musculares são: dor muscular, rigidez ou fraqueza, porém, caso seja de agentes patogênicos por vento: Rigidez e dor migratória; caso seja por frio: dor mais intensa, contração e espasmos; caso seja: por umidade: peso e inchaço nos músculos (MACIOCIA, 2007). Ainda em texto relata que, as patologias dos canais de conexões são: caso seja de vento a dor articular migra de uma articulação para outra; caso seja por frio a dor é intensa na articulação, e dificilmente incapacita para estender ou abrir os membros, caso seja por umidade gera dor e inchaço em uma articulação.

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7. INDICAÇÃO DOS FITOTERÁPICOS PARA A SÍNDROME DA OBSTRUÇÃO DOLOROSA PELA MEDICINA TRADICIONAL CHINESA

Em geral a indicação dos fitoterápicos pela medicina chinesa para tratamento das síndromes da obstrução dolorosa é, selecionada de acordo com suas características medicinais que possam expelir o Vento, dispensar o Frio e eliminar a umidade (MACIOCIA, 1986).

O objetivo da indicação dos fitoterápicos pela medicina tradicional chinesa consiste em expelir os fatores patogênicos que invadiram os Meridianos e eliminar a estagnação local resultante de Qi e do Sangue nos Meridianos, pois, o tratamento da Síndrome da Obstrução Dolorosa incipiente é, por definição, um tratamento de Meridiano, em que, envolve o tratamento dos órgãos internos apenas secundariamente (MACIOCIA, 1996). Ainda em texto, relata que a síndrome da obstrução dolorosa crônica é a única que é preciso, também, em atenção especial tratar os órgãos internos.

Para cada objetivo de tratamento com fitoterápicos é preciso ter em mente, que ao tratar a síndromes Bi expelindo os fatores patogênicos de forma primária, secundariamente os órgãos serão também, tratados da seguinte forma: tratar o Sangue (isto é, o Fígado) pela síndrome do Vento, tonificar o Fogo (isto é, o Yang do Rim) pela síndrome do Frio, como também, fortalecer o Baço/Pâncreas no caso da síndrome de Umidade (MACIOCIA, 1996).

Para os quadros crônicos pela Síndrome da Obstrução Dolorosa, é preciso atuar, tanto na etapa de expelir os agentes patogênicos, como também, de tratar os órgãos internos para cada caso (MACIOCIA, 1996).

7.1 ​​​​​​​Fitoterápicos chinês

  • Tratamento com ervas para Síndrome Bi por Vento

Para que se possa tratar a Síndrome da Obstrução Dolorosa do tipo Vento, é preciso expelir em primeiro lugar o vento (para eliminar o Vento tem que tratar o sangue, pois, se for harmônico o vento será extinto) e secundariamente dispersar o Frio e eliminar a umidade, como também, nutrir o sangue (MACIOCIA, 1996).

  • Bai Shao

Parte utilizada: Raiz

Sabor: Amarga e Azeda

Temperatura: Levemente refrescante

Local de ação: Fígado e Baço/Pâncreas

Dose: 5 a 15g em decocção e 1000mg a 2500mg em pó ao dia.

Funções: Tonifica o Xue.

Promove a circulação de Xue e para a dor.

  • Bai Ji Tian

Parte utilizada: Raiz

Sabor: Doce e Picante

Temperatura: Amornate

Local de ação: Fígado e Rim

Dose: 5 a15g em decocção e 800mg a 1600mg em pó ao dia.

Funções: *Tonifica o Rim e fortalece o Yang.

*Fortalece os ossos e articulações.

*Dispersa o vento umidade os meridianos

  • Dang Shen

Parte utilizada: Raiz

Sabor: Doce

Temperatura: Amornante

Local de ação: Baço e Pulmão

Dose: 10 a 15g em decocção e 1000mg a 2500mg ao dia.

Funções: Restabelece o Qi do Pulmão e o Qi defensivo.

Promove o metabolismo dos líquidos orgânicos e reduzir

os edemas.

Estimula a produção e a circulação de Qi e Xue.

Tonifica o Qi do Baço.

  • Tratamento com ervas para Síndrome Bi por Frio.

A síndrome por Frio, primeiramente tem que dispensar o Frio (Se o calor se move, o Frio vai, e a circulação correta remove a dor) e secundariamente expelir o vento e secar a umidade, e ainda tonificar o Fogo (Yang do Rim) (MACIOCIA, 1996).

  • Du Zhong

Parte utilizada: Casca do caule

Sabor: Doce

Temperatura: Amornate

Local de ação: Fígado e Rim

Dose: 5 a15g em decocção e 800mg a 2400mg em pó ao dia.

Funções: Tonifica o Yang Fortalece o Rim.

Tonifica o Fígado e o Rim

Fortalece os ossos e tendões

Auxilia na circulação de Qi e Xue

  • Dang Shen

Parte utilizada: Raiz

Sabor: Doce

Temperatura: Amornante

Local de ação: Baço e Pulmão

Dose: 10 a 15g em decocção e 1000mg a 2500mg ao dia.

Funções: Restabelece o Qi do Pulmão e o Qi defensivo.

Promove o metabolismo dos líquidos orgânicos e reduzir

os edemas.

Estimula a produção e a circulação de Qi e Xue.

Tonifica o Qi do Baço.

  • Shu Di Huang

Parte utilizada: Raiz

Sabor: Doce

Temperatura: levemente morna

Local de ação: Rim, Fígado e Coração

Dose: 10 a 30g em decocção ao dia.

Funções: *Tonifica o Yin o Xue.

*Tonifica o Rim e a essência.

  • Tratamento com ervas para Síndrome Bi por Úmidade.

Para a síndrome por Umidade deve-se secar primeiramente a umidade (se a Terra é forte, a Umidade vai, se o Qi é forte não há formigamento que é um sintoma da umidade) e secundariamente também, expelir o Vento e dispersa o Frio, e ainda tonificar o Baço/Pâncreas (MACIOCIA, 1996).

  • Bai Ji Tian

Parte utilizada: Raiz

Sabor: Doce e Picante

Temperatura: Amornate

Local de ação: Fígado e Rim

Dose: 5 a15g em decocção e 800mg a 1600mg em pó ao dia.

Funções: *Tonifica o Rim e fortalece o Yang.

*Fortalece os ossos e articulações.

*Dispersa o vento umidade os meridianos

  • Dang Shen

Parte utilizada: Raiz

Sabor: Doce

Temperatura: amornante

Local de ação: Baço e Pulmão

Dose: 10 a 15g em decocção e 1000mg a 2500mg ao dia.

Funções: *Restabelece o Qi do Pulmão e o Qi defensivo.

*Promove o metabolismo dos líquidos orgânicos e reduzir

os edemas.

*Estimula a produção e a circulação de Qi e Xue.

*Tonifica o Qi do Baço.

  • Shu Di Huang

Parte utilizada: Raiz

Sabor: Doce

Temperatura: levemente morna

Local de ação: Rim, Fígado e Coração

Dose: 10 a 30g em decocção ao dia.

Funções: *Tonifica o Yin o Xue.

*Tonifica o Rim e a essência.

8. CONCEITO DE DOENÇAS OSTEOMUSCULARES PELA MEDICINA OCIDENTAL

As doenças musculo esqueléticas são doenças que acometem músculos, tendões, cartilagens, articulações e ossos. As extremidades ósseas das articulações são revestidas por uma cartilagem articular não vascularizada, que é nutrida pelo líquido sinovial secretado pela membrana sinovial vascularizada nas cincos articulações: joelho, punho, esternoclavicular, temporomandibular e acromioclavicular (CORRIGAN e MAITLAND, 2000). Ainda em texto, relata que a dor e a incapacidade podem ser associadas à perda dos movimentos acessórios, em geral, decorrente de uma lesão nos tecidos moles circundantes.

As articulações de um membro podem ser consideras um elo de uma cadeia, onde tem sua movimentação responsável pelos músculos cuja ação é integrada pelo sistema de ligação, que durante essa ação podem ser geradas grandes forças internas junto às articulações como um braço de alavanca distal e proximal (CORRIGAN e MAITLAND, 2000). Em texto, menciona ainda que a dor músculo-esquelética pode advir de alterações em outras partes do sistema de ligação que pode mostrar alguma anormalidade em outra parte da cadeia como: rigidez articular, tensão ou fraqueza e anomalias posturais, como também, o alinhamento como deformações no joelho e no pé.

As lesões musculares têm em sua característica alteração morfológica e histoquímica que por sua vez causa déficit funcional no segmento afetado que pode ter sido causado por trauma, excesso de calor ou frio, agente miotóxicos, isquemia, distrofia, inflamação e contração muscular PAI (1994), BROOKS, FAULKNER, OPITECK, (1993). As lesões musculares podem ser provocadas por fatores extrínsecos como contusões muscular e intrínsecos que são: cãibras, contraturas e estiramentos ou rompimento de fibras (COSTA, KATTAN, LOPES et al., 1995). Já a distinção muscular aguda é causada por uma sobrecarga dinâmica de um músculo tanto concêntrica como excêntrica ou por um estiramento excessivo passivo de um musculo (ARMAND, CHARBONIER, DELLA et al., 2003).

Após a lesão muscular as fibras apresentam degeneração, edema e hemorragia que é observado nas primeiras horas após trauma, onde também, é visto atividades normais das células entre o segundo e terceiro dia pós a lesão, ao trigésimo dia observa-se nas periferias alguns vestígios de funções celulares (MINAMOTO e SALVINI, 2002).

Quando causa uma lesão, as fibras musculares ficam contraídas possivelmente por causa do aumento do influxo de cálcio que só vem desaparecer 24 horas após a lesão (ENGEL, FRANZINI, 1994). Em texto, ainda relata que toda lesão muscular causa um edema que por sua vez propicia uma compressão na fáscia, ocasionando uma necrose. Por esse motivo enfatiza o tratamento imediato que proporcionara oportunidade de regeneração e recuperação adequada dessas fibras que receberá o suprimento sanguíneo adequado para que aconteça uma retirada de células lesadas.

Quando se fala na lesão causada pela funcionalidade muscular esquelética discutisse a sua estrutura: proprioceptiva, pela inervação motora, pela carga mecânica, pela realização de ciclos de estiramento/encurtamento e pela mobilidade das articulações. Quando se tem uma alteração de um desses fatores, desenvolve-se imediatamente de forma drástica uma atrofia (APPELL, 1986).

A perda de forças dos músculos ocorre parcialmente ou de acordo com a perda de massa muscular, sabendo que a falta de força é uma característica da atrofia do músculo que pode ter intervenção nessa etapa da lesão (LU, HUANG, CARLSON, 1997), (COHEN, BOGIN, CHECHICK et al., 1999), (DESCHENES, GILES, MCCOY et al., 2002). Numa Lesão muscular acontece uma diminuição de força que retorna 50% ao terceiro dia após lesão, 80% ao décimo quarto dia e retorno total até os 30 dias (BROOKS, FAULKNER, OPITECK, 1993).

É bastante comum à incidência de recidivas de lesões musculares que por sua vez traz diminuição da força tênsil do tecido cicatricial, e também, diminuição de força e flexibilidade em outros músculos (LARSSON, LI, BERG, et al., 1996).

A regeneração muscular depende do tamanho da lesão, pois uma lesão que afeta poucas fibras musculares, pode se obter uma boa reparação tecidual se caso vier ser tratada a tempo, e a reabilitação pode ter eficácia em duas a três semanas dependendo do caso, mas se o tratamento não for adequado à regeneração muscular pode demorar e alterar as propriedades viscoelásticas do músculo (BROOKS, FAULKNER, OPITECK, 1993), (LARSSON, LI, BERG, et al., 1996).

Cada lesão em determinado tecido tem suas características de causa. Segundo Ranney (2000, p.8):

“Músculos: Dilaceração da junção músculo-tendão como resultado de grande carga (excêntrica); Tendão: Microrrupturas (tendinite) resultantes de grande carga (o termo “peritendinite” é, de fato, mais apropriado, pois a inflamação está no tecido conjuntivo circundante); Nervo: Espessamento sinovial (tenossinovite) resultante de fricção hipóxia resultante de compressão do suprimento sanguíneo por músculos/tendões.”

Por tanto, para cada tipo de tecido e localidade se dá uma definição a lesão acometida como: tendão (tenossinovite, peritendinite), músculo (mialgia de trapézio ou antebraço) nervo (síndrome do hipotênar do túnel do carpo, síndrome do martelo, doença de Raynaud) ossos e cartilagens (Osteoartrose do quadril ou acromioclavicular) tecidos desconhecidos ou inespecíficos (síndrome da tensão cervical, e outras lesões musculo esqueléticas) (RANNEY, 2000).

9. VISÃO DA MEDICINA OCIDENTAL SOBRE FITOTERÁPICOS

A ótica da medicina ocidental é constituída em pensamentos puramente lógicos, como também, lineares e de causas e efeitos devidos os pensadores gregos e a influência por Descartes. Todo pensamento cientifico ficou restritos apenas as pesquisadores que detinham dos conhecimentos científicos e não eram misturados com o conhecimento da população como o da medicina chinesa (BOTSARIS, 1995).

Portanto, a medicina ocidental foi constituída puramente em busca de causas e efeitos, sem a mínima preocupação com achados isolados com o todo, além dessa forma de pensar, é uma medicina que buscou um rápido aprimoramento da tecnologia como forma de conciliar com os seus diagnósticos clínicos (BOTSARIS, 1995).

Devido à medicina ocidental deter seus conhecimentos apenas nas universidades, onde busca estudar variáveis únicas e suas influências sobre os pacientes, pois, os conceitos de etiologia referem-se à causa única das doenças e ai a influências de Pasteur como precursor da idéia de que a doença sempre é devido a algo externo, como também, o pensamento de compartimentar cada vez mais, tornando-se um conjunto de superespecialidades e técnicas especificas altamente sofisticada (BOTSARIS, 1995). Com esse conhecimento deixa a medicina ocidental cada vez mais subdividida, deixando de lado o ser como um todo, deixando de lado problemas de saúde simples de ser compreendido devido esse tipo de pensamento cientifico (BOTSARIS, 1995).

São por essas diretrizes que dificultam a medicina ocidental aprofundarem e unirem seus conhecimentos com os conhecimentos da medicina oriental, principalmente a introdução dos fitoterápicos a medicina ocidental como um instrumento importante para sanar doenças, pois, para introdução de fitoterápico é preciso não apenas saber a sua indicação, mas, para melhor ação dessas ervas é preciso ter conhecimento da natureza de suas substancias como: sabores, temperaturas, locais de ação, como também, das características da patologia a ser tratada se é: Exterior, Interior, Quente, Frio, Cheio, Vazio, Yang e Yin. No ocidente está fase de introdução de fitoterápico a tratamento clinico esta ainda em passos lento, pois, estar na fase de organização, além, da opção pela planta medicinal ter um retorno muito mais barato sem interesse para as grandes empresas ocidentais (BOTSARIS, 1995).

10. INDICAÇÃO DOS FITOTERÁPICOS NAS PATOLOGIAS OSTEOMUSCULARES PELA MEDICINA OCIDENTAL

A medicina ocidental baseasse na prescrição dos fitoterápico apenas pela sua indicação, pois, não importância sobre as características das substâncias (BOTSARIS, 1995).

Fitoterápicos Brasileiro

  • Garra do Diabo

Parte utilizada: Raiz

Dose: 5 a 12g em decocção e de 1000mg a 2500mg em pó ao dia.

Funções: Artralgias

Mialgias

Neuralgia

Artrite

Artrose

  • Erva Baleeira

Parte utilizada: Folha

Dose: 4 a 9g em infusão e de 800mg a 1600mg em pó ao dia.

Funções: Dores musculares

Artralgias

Lombalgias

Artrite reumatoide

Edemas nos membros inferiores

11. CONCLUSÃO

O presente estudo evidenciou que as medicinas: Tradicional Chinesa e a Medicina Ocidental no que diz respeito aos fitoterápicos com atuação em doenças acometidas em músculos, tendões e ossos, mostra não divergência, mas, um maior conhecimento e atuação da medicina chinesa sobre o assunto.

A preocupação da medicina chinesa de como e onde atua cada substância das ervas medicinais, deixa evidencias não apenas por seus detalhes na hora de tratar síndrome Bi, mas, pelo grande conteúdo de estudos científicos e práticos com os fitoterápicos há milênios.

A segurança que reflete a medicina chinesa em detalhar de características de cada erva e suas vias de atuação, como também, a temperatura e sabor, são esses detalhes que enriquece essa medicina, fazendo com que ela seja um das medicinas que maior conhece ervas medicinais e as utiliza em prática como opção primária ou secundária para tratamento dos seus pacientes.

Quando abordada a medicina ocidental sobre os fitoterápicos em relação a atuação nas doenças osteomusculares, obtemos poucas informações cientificas, pois, a medicina ocidental pouco investe em pesquisas sobre o assunto e nem se preocupa com detalhas das ervas medicinais e nem com detalhes das patologias quando é indicado algum fitoterápico.

No entanto, é de grande valia o conhecimento de ambas as medicinas, mesmo com tantas diferenças, ambas nos proporcionam conhecimentos específicos válidos de suas de seus pontos de vista cientifico.

12. REFERÊNCIAS

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RANNEY, D.. Distúrbios Osteomusculares Crônicos Relacionados ao Trabalho. Traduzido do Original Chronic Musculoskeletal Injuries in the workplace copyright. 1997, 1 ed., Roca, São Paulo, 2000. 


Publicado por: JOSÉ CASSIANO FERREIRA NETO

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