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O PAPEL DO PROFESSOR NO PROCESSO DE INCLUSÃO DO ALUNO COM TRANSTORNO DE ESPECTRO AUTISTA

Pedagogia

Conhecer melhor sobre o TEA (Transtorno do Espectro Autista), evidenciar as possibilidades e desafios no processo de inclusão dos alunos, destacar a importância dos professores nesse processo e relatar sobre os benéficos do professor conhecer os aspectos pedagógicos na educação infantil em relação a inclusão.

índice

1. Resumo:

Este é um trabalho de conclusão de curso de licenciatura em pedagogia, com o objetivo de usar a pesquisa bibliográfica como metodologia, e tratara a importância do professor durante o processo de inclusão de alunos com transtorno do espectro autista, porem também trará a importância do diagnóstico precoce e a intervenção de profissionais, para então assim acontecer de forma satisfatória o desenvolvimento da criança, principalmente no âmbito educacional.

Traz reflexões em relação a importância da escola se adequar e buscar capacitação de seus profissionais para que essa inclusão venha de forma somatória não somente para a instituição e sim ambas as partes. Pois a inclusão não é somente que o aluno com deficiência consiga o direito de ir e vir, e sim que ele venha ser incluído em um lugar que se adapte a ele para o bem-estar dele, e que ele se sinta acolhido por todos sem se sentirem discriminados, e que aconteça a homogeneidade na escola, e na sociedade. Então esse trabalho relatara sobre o processo de inclusão e aprendizagem além das necessidades educacionais especiais.

Palavra-chave: professor, educação inclusiva, autismo, desenvolvimento, deficiências.

ABSTRACT:

This is a final work for a degree in pedagogy, with the objective of using bibliographic research as a methodology, and will address the importance of the teacher during the process of inclusion of students with autism spectrum disorder, but it will also bring the importance of diagnosis and intervention of professionals, so that the child's development occurs in a satisfactory way, mainly in the educational sphere.

It brings reflections on the importance of the school adapting and seeking training of its professionals so that this inclusion comes together not only for the institution, but for both parties. Because inclusion is not just that students with disabilities have the right to come and go, but that they are included in a place that suits them for their well-being, and that they feel welcomed by everyone without feeling discriminated against, and that there is homogeneity in school and society. Therefore, this work will present an account of the inclusion and learning process beyond special educational needs.

Keywords: teacher, inclusive education, autism, development, disability.

2. INTRODUÇÃO:

A inclusão dos alunos com autismo na escola vai muito além de integrar eles na sala de aula, não é apenas encontrarem uma forma dele estar em sala ali, em muitas situações os despreparo da escola, que parou de certa forma no tempo em relação a se atualizarem no contexto social e inclusivo, acabam cometendo muitos erros em relação à os alunos que precisa de um apoio de um segundo professor e somente isso, e que nada mais necessitam para que essa inclusão ocorra e isso acaba gerando transtorno na vida dessa criança, pois a inclusão está muito além desse segundo professor.

Está na escola, conhecer e ampliar as informações sobre a inclusão desses alunos e saber que o investir em cursos de aperfeiçoamento e capacitação dos professores e das pessoas que ali trabalham, e não somente na infraestrutura em si, e sim como deve se trabalhar a melhor forma para que esses alunos se sintam acolhidos e aconteçam uma homogeneidade entre todos na escola

2.1. PROBLEMA:

A falta de orientação dos professores e da escola em relação aos alunos com necessidade especial, já que muitas das vezes acham que a inclusão desses alunos será resolvida apenas com o segundo professor. Porem além do segundo professor, a escola como um todo tem de estar preparada para a adaptação desses alunos, para que se sintam acolhidos de forma mais natural possível e se sintam bem no local de ensino.

A questão norteadora desse trabalho traz com ela o qual é real importância do professor na inclusão do aluno com autismo?

2.2. JUSTIFICATIVA:

Apresentar um relato sobre o desempenho de alguns professorem em relação a inclusão de alunos com transtorno de espectro autista dentro da educação infantil, sendo assim com esse trabalho vir a incentivar, não somente os alunos acadêmicos, mas todos aqueles que buscam um norteamento dentro da área de educação, nessa parte da inclusão de alunos que necessitam de um olhar diferenciado, porem tratados da mesma forma que os demais alunos típicos. Além do norteamento também motivar a realizar novas experiências com esse conhecimento, tanto pessoais quanto profissionais.

2.3. OBJETIVOS:

2.3.1. Objetivos gerais:

Relatar a importância do professor no processo de inclusão do aluno com transtorno do espectro autista, além de abordar mais sobre o assunto em relação sobre o que é o autismo e seus sintomas, além de possíveis tratamento.

2.3.2. Objetivo específicos:

Conhecer melhor sobre o TEA (Transtorno do Espectro Autista).

Evidenciar as possibilidades e desafios no processo de inclusão dos alunos.

Destacar a importância dos professores nesse processo

Relatar sobre os benéficos do professor conhecer os aspectos pedagógicos na educação infantil em relação a inclusão.

3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:

3.1. O que é transtorno do espectro autista (TEA)?

O transtorno do espectro autista é uma disfunção neurobiológica o qual o indivíduo já nasce com essas características. Segundo o (dsm-5,2014, p.31):

Transtorno do espectro autista caracteriza-se por déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, incluindo déficits na reciprocidade social, em comportamentos não verbais de comunicação usados para interação social e em habilidades para desenvolver, manter e compreender relacionamentos. Além dos déficits na comunicação social, o diagnóstico do transtorno do espectro autista requer a presença de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Considerando que os sintomas mudam com o desenvolvimento, podendo ser mascarados por mecanismos compensatórios, os critérios diagnósticos podem ser preenchidos com base em informações retrospectivas, embora a apresentação atual deva causar prejuízo significativo.

E tem uma repercussão muito grande tanto na parte social o qual o interagir com outras pessoas, a falta de percepção delas juntamente a ele e o não olhar nos olhos e até mesmo dará atenção ao seu redor, quanto na parte de comunicação, pois acontece um desvio na fala da criança vindo a acontecer uma regressão nesse processo de comunicação e acaba prejudicando esse indivíduo no dia a dia dele, além da comunicação e do interagir social da criança em algumas ocasiões podem apresentar comportamento repetitivos e estereotipados.

O autismo é definido como um transtorno complexo do desenvolvimento, do ponto de vista comportamental, com diferentes etiologias que se manifesta em graus de gravidade variados (GADIA, 2006).

3.2. Como e feito o diagnóstico e quais são os sintomas do TEA?

O diagnóstico ele é clinico e de verificação comportamental da criança, apesar de muitos pais só conseguir perceber o comportamento da criança quase com os dois anos de idade, a suspeita desse diagnostico pode ser percebida até mesmo pelos seis meses da criança, por exemplo quando estão mamando não olham nos olhos das mães, (mas o olhar não e apenas o correr dos olhos nos olhos da mãe e sim por segundos que seja a observando), até mesmo não tendo percepção e conhecimento da presença dela, quando você quer brincar com ela , e ela não responde a brincadeira ela não sorri, não dá atenção aos objetos que venham apresentar a ela , simplesmente ela desconhece tudo que acontece ao redor dela. E com o passar do tempo o desenvolver da comunicação principalmente da fala dessas crianças, antes dos dois anos elas já usam palavrinhas soltas, mas na intenção de se comunicar com só pais ou com outras pessoas e por exemplo as crianças com dois anos já estão juntando palavrinhas com verbos já estão formando pequenas frases para contar coisas, para perguntar as coisas, para compartilhar com os pais as coisas. Para (MELLO, 2007, p. 16). ¨Autismo é uma síndrome definida por alterações presentes desde idades muito precoces, tipicamente antes dos três anos de idade, e que se caracteriza sempre por desvios qualitativos na comunicação, na interação social e no uso da imaginação¨. Nesse caso a interação a comunicação e não somente repetido as palavras, os números, repetindo também as músicas ou frases de filme, do desenho. Essa interação de comunicação significa perguntar, responder, compartilhar as coisas, até mesmo o que está se aprendendo entre as pessoas. Nesse caso a fala precisa ter a função de se comunicar.

Outro sintoma e o movimento repetitivo o parar para olhar folhinhas se mexendo o abrir e fechar portas e gavetas várias vezes, o girar de rodinhas e até mesmo das mãos, ficar buscando brilhos intensos. Porém a observação é feita tanto com brinquedos e com o corpo, através da repetição de movimentos sem função. 

Já através da imitação, o qual paras as crianças típicas é natural quando pedimos para bater palminhas piscar os olhos e até mesmo colocar a língua para fora elas tendem a repetir o que fazemos porem para as crianças com TEA, elas até podem fazer, porém já é mais difícil, e quando fazem é somente ser for do interesse delas, geralmente elas tendem a não dar importância elas ignoram e continuam fazendo o que elas querem.

O interagir com outras crianças, compartilhar experiências por mais poucas que sejam mais mesmo assim compartilhar entre elas, e não somente fazer ou brincar sozinho do lado de outras crianças, a interação vem da relação do se entenderem e do contado durante a brincadeira. Para (FOSTER, 1999, p.256) os “[…] autistas podem apresentar condutas evitativas da comunicação com o outro, ativos ou passivos, como por exemplo: rechaço do contato humano em geral ou de alguma pessoa em particular”

As crianças com TEA tem dificuldades para perceber emoções, quando se estão felizes, triste, ou até mesmo bravos em determinadas situações, elas não compreendem um exemplo é quando estamos tristes ou até mesmo chorando com alguma situação, geralmente elas não percebem e podem rir nesse tipo ocasião pois tem dificuldade para discernir a sutileza dessa determinada emoção.

O diagnóstico clinico, não é fechado apenas por um profissional e sim por uma equipe multidisciplinar que irão trabalhar no processo de investigação além do comportamental para poder entender se a criança faz parte do transtorno do espectro autista ou não, os tipos de especialista que juntos podem fechar esse diagnósticos são o neuropediatra e o neuropsicólogo  ,o neurologista ,fonoaudiólogo ,um psiquiatra da infância e da juventude e um psicólogo, além desses também juntamente com um terapeuta ocupacional.

3.3. Qual o tratamento para o TEA?

 O diagnóstico precoce é fundamental pois quanto antes o tratamento for iniciado mais chance a criança terá de se desenvolver e ter qualidade de vida. Segundo JERUSALINSKY, 2017, p. 33 “é preciso sim detectar dificuldades para intervir a tempo favorecendo a constituição, […] o melhor diagnóstico para encaminhar a uma intervenção precoce é, ‘não está bem’ e ponto”. E cada criança possuí um tipo de acompanhamento especifico já que cada um é individual, e dentro do TEA também possuem os graus de desenvolvimento do transtorno, por isso que cada criança é individual, e exige a participação da família e de uma equipe de profissionais multidisciplinar o qual todos eles têm que ter o mesmo objetivo para que o tratamento funcione naquela criança.

Geralmente o tratamento é em paralelo envolve os médicos e fonoaudiólogos, para desenvolver a fala e a comunicação, terapeuta ocupacional, psicólogo não somente para a criança mas para a família também para aprender a lidar com esses tipos de situações e problemas do dia a dia, além dos pedagogos e professores e fisioterapeutas para determinadas ocasiões.

São tratamentos propostos para essas crianças:

Atividades física também e importante para a criança e a natação e um dos esportes mais indicados e importantes para que a criança comece a praticar logo no começo, pois desenvolve um trabalho corporal completo. Pois ela ajuda na estimulação motora proporcionado pelo ambiente aquático, ela ajuda na melhora da coordenação física, do equilíbrio, flexibilidade e lateralidade, e da orientação espacial e corporal. De acordo com Teixeira (2009), ¨a prática regular de atividade física acompanha-se de benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Do ponto de vista musculoesquelético, auxilia na melhora da força e dos tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações¨.

Os tipos de tratamentos que existem para as crianças que tem autismo são geralmente uma combinação de abordagem comportamentais, como a análise do comportamento aplicada (aba que é uma ciência de origem da Análise do Comportamento), que possui uma series de programas que ajuda a desenvolverem na interação social, cognitiva e incentivar os comportamentos positivos, dentro da aba existem técnicas que ajudam a incentivar o passo a passo do aprendizado tanto individual quanto em grupo que ajudam no desenvolvimento da comunicação e dos comportamentos.

Equoterapia é um método terapêutico usado o cavalo como métodos de ganho a nível psíquico e físicos, contribui para o desenvolvimento da força muscular, o relaxamento, e aperfeiçoamento da coordenação motora e o equilíbrio, além de ajudar na autoconfiança na autoestima e na socialização. ¨O recurso à equitação terapêutica para crianças com perturbações do espetro do autismo tem crescido na literatura dos últimos anos, onde um terapeuta manipula vários aspetos do cavalo, a fim de alcançar determinados objetivos individualmente traçados para a criança¨. (MAGALHÃES, 2014)

Tratamentos com cachorros, que ajudam tanto na socialização quanto na redução da ansiedade e auxiliam também na melhora da linguagem corporal. ¨A simples presença do paciente em um local com o animal, já aguça a observação, promovendo a atenção e uma maior interação da criança com o cão e da criança com outras pessoas ao seu redor¨ (SANTAMARÍA, 2013)

Musicoterapia que contribui para acréscimos de competências e desenvolvimento tanto de habilidades quanto o intelectual além de favorecer o emocional das crianças com TEA. ¨Por se tratar de uma intervenção que utiliza os sons, a voz, o corpo e instrumentos, a musicoterapia tem papel preventivo, atua no desenvolvimento e restaura funções e potencialidades do indivíduo¨ (ANJOS et al., 2017)

Arte ela ajuda no desenvolvimento sensorial da criança e amplia a capacidade de abstração, ajuda na criatividade, sensibilidade e afetividade além da organização interna.

Nenhum desses tratamentos por si só vai substituir o tratamento médico e psicoterápico porem esses tipos de tratamento em paralelo aos outros, eles irão potencializar as melhoras. O tratamento medicamentoso por sua vez, ele e feito por prescrição de um médico da área como um neuropediatra ou um psiquiatra infantil. Quando os tratamentos terapêuticos e os sintomas comportamentais e não estiverem sendo minimizados e continuem trazendo comprometimento no desenvolvimento e na qualidade de vida dessas crianças, é dado o início a esse tratamento porém temos que entender que não existe remédio para a cura do autismo, porem esses antipsicóticos, depressivos, ansiolíticos ou estimulantes e estabilizadores de humor podem ajudam a controlar a agressividade, autoflagelação, ansiedade, insônia a agitação, irritabilidade ajudando assim a criança a ter uma melhor concentração e potencializando o rendimento tanto pedagógico e escolar quanto nas terapias ocupacionais . ¨O tratamento farmacológico é uma opção para amenizar comportamentos consideráveis indesejáveis¨ (MESQUITA & PEGORARO, 2013)

3.4. Autismo tem cura?

Não, autismo não tem cura porem com os tratamentos indicados em multidisciplinariedades pelos médicos e os outros profissionais envolvidos, podem levar a uma atenuação do quadro clinico da criança dando assim a minimização dos sintomas do transtorno, dando uma qualidade diária quantitativa na vida dessa criança.

3.5. O que inclusão social?

Podemos dizer que a inclusão e um conjunto de medidas que se direciona a todas as pessoas que se sentem excluída da sociedade, ou seja essas medidas existe para que se incluam todas as pessoas de modo que todos se sintam iguais perante a lei a sociedade entre mais. A exclusão ela pode se ocorrer de várias formas sendo ela: étnica, econômica, gênero, patológica e até mesmo sexual (devido as suas orientações sexuais).

Essas medidas vêm para que possamos abri a mente em relação a que todos possuímos direitos assim como deveres dentro de uma sociedade, porem a questão em si não e somente em relação a esses direitos e sim em relação a aceitação, ao respeito em si.

Segundo o Professor de Sociologia, Francisco Porfírio os exemplos de inclusão social:

  • Cotas em universidades públicas e concursos públicos para negros e indígenas oriundos de escolas públicas e para estudantes de escolas públicas em geral;
  • Inclusão de deficientes físicos ou portadores de atrasos cognitivos em escolas regulares;
  • Programas de assistência social a pessoas de baixa renda e pessoas em situação de vulnerabilidade social, como moradores de rua;
  • Programas de profissionalização de jovens oriundos de famílias carentes;
  • Programas de assistência psicossocial e profissionalização de homossexuais, transexuais e travestis;
  • Acessibilidade para portadores de necessidades especiais, como cegos, surdos e cadeirantes, em espaços públicos ou espaços coletivos geridos pela iniciativa privada, além da acessibilidade em calçadas e passarelas do passeio público.

Geralmente esse trabalho de inclusão e dado a campanhas sociais a nível de igualdade, muitas reflexões sobre a diversidade, empresas contratando pessoas com essas diversidades principalmente pessoas que possuam alguma deficiência, já que a inclusão reflete bem nessa parte, pois para um pessoa deficiente se virar bem dentro da sociedade, a sociedade tem que se adaptar em questão de infraestrutura viabilização de fácil acesso, para que as pessoas que possuam qualquer tipo de deficiência consiga exerce seu direito de ir e vir com facilidade assim como pessoas típicas conseguem.

3.6. A inclusão no contexto escolar:

No contexto escolar essa inclusão no esta somente em alunos com deficiência, e sim em um todo, pois a exclusão não acontece somente assim, acontece desde os alunos que não tem sucesso durante sua jornada nos estudo, alunos com poucos recurso para investir em educação, já que a parte econômica também influencia essa exclusão, um exemplo seria, quando o professor sugere que seu aluno possa ir a um museu, ou a um zoológico por exemplo, alunos que tem condições, com certeza terão condições financeiras para poder ver de perto essas sugestões, mas os alunos que não possuem essas condições? Fazem como?

Segundo ABENHAIM, Evanir (2005): “A educação de cada povo (...) é construída a partir de a possibilidade de cada um participar do processo educativo, favorecendo a socialização do saber, as relações sociais, a incorporação de valores, as decisões sobre a qualidade de vida e a conscientizarão sobre a preservação da vida no planeta”.

A inclusão no contexto escolar visa o professor adaptar esses tipos de situações para a realidade da comunidade escolar, como visitas a museus por exemplo. Hoje em dia através a realidade virtual podemos proporcionar esses tipos de experiência na escola, através da internet, zoológico através de parcerias entre escolas, ônibus para transportar esses alunos, para que todos possam fazer esse passeio e essa visita juntos e ao mesmo tempo, de forma igualitária a esses lugares.

Pois muitas vezes alunos abandonam a escola por ter de trabalhar e ajudar no sustento da casa.

Quando acontecem dessa forma não podemos chamar de inclusão e sim de integração do aluno, pois a inclusão está em como os alunos que estejam misturados de forma homogênea digamos assim dentro da sala de aula e dentro do ambiente escolar e isso sem descriminação de cor, raça, gênero, deficiências e situações econômicas. Para Pabis e Martins (2014, p. 10):

[...] numa mesma sala de aula encontramos alunos oriundos dos mais diversos segmentos sociais, com diferentes condições econômicas, descendentes de diferentes etnias, e até aqueles cujas famílias participaram dos movimentos que se desencadearam no Brasil após redemocratização do país. Entre estes movimentos podem-se destacar os dos afrodescendentes, dos homossexuais, gays e lésbicas, a reivindicação de espaços e direitos pelos portadores de necessidades especiais, dentre outros.

 Por isso que quando se trata ao certo de inclusão escolar, não e apenas o fato de todos ter como chegar dentro da escola, dentro da sala de aula. Martins (2012, p.35) relata que:

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Não basta, porém, apenas oferecer aos alunos o acesso à escola. Necessário se faz ministrar um ensino que seja de qualidade para todos, que atenda às reais necessidades dos educandos. Em outras palavras, deve existir abertura para um trabalho pedagógico efetivo com a diferença presente nos educandos, em geral.

E muitas vezes isso não acontece por acomodações tanto da escola quanto dos professores. Pois para incluir os alunos nas escolas temos que pensar nas diversidades deles.

3.7. O papel do professor frente a inclusão dos autista na educação infantil.

O papel do professor nesse processo de inclusão do aluno com transtorno de espectro autista, é muito valioso, é um papel determinante, pois o professor que irá determinar como deve ser feito esse processo de aprendizagem desse aluno, a melhor forma para dar esse suporte a ele, pois quando um professor assume uma classe ele pega para si a responsabilidade do ensinar, e não somente a alunos típicos.

Nóvoa (1995, p.25) afirma que, “A formação do professor não se constrói por acumulação (de cursos, de conhecimentos ou de técnicas), mas sim através de um trabalho de reflexibilidade crítica sobre as práticas e de (re)construção permanente de uma identidade pessoal. Por isso é tão importante investir na pessoa e dar um estatuto ao saber da experiência”. Por isso o professor não deve apenas deixar aquele aluno para o professor de apoio cuidar especificamente dele, e sim buscar mais conhecimento sobre o transtorno, e não só o transtorno do espectro autista, e sim todos os outros tipos de especialidades o qual outros alunos com diferentes transtornos e síndromes irão passar no decorrer da vida, dentro de uma sala de aula. Por isso a necessidade desse professor se ir buscar conhecimento nessa área, através de cursos leituras e conversas com outras pessoas que já passaram por esse processo com sucesso, e assim trabalhar em conjunto com o professor de apoio para melhor atender esse aluno que deve ser incluído no ensino infantil.

A criança autista ela tem uma forma diferente, única de ver o mundo, podemos dizer que elas veem o mundo de forma mais bonita, com todos seus significados, essa criança cria um mundo só para ela, por isso até que eles têm essa falta de interação social com outras pessoas, levando assim a um déficit social e de comunicação, já que o autismo afeta uma parte do cérebro de processos de informações, ou seja a parte da comunicação.

Porem essa é uma das características que uma criança com autismo tem, por exemplo o não olhar no olho, esses são parte de um comportamento estereotipados ou seja são movimentos repetitivos sem função social e até mesmo a persistência de ações durante um período de tempo.

Devido a esses desafios de interação social, o professor deve conhecer o seu aluno, já que o autismo possui graus de gravidade, tanto é que devido a isso o autismo e classificado como “espectro”, por esses níveis de gravidade que cada aluno tem, e através de estudo que foram comprovados que se a intervenção com essa criança não for feita de imediata, ela pode sim regredir para graus mais elevados do transtorno.

De acordo com Lopez (2011, p. 16),

Professores, orientadores, supervisores, direção escolar, demais funcionários, famílias e alunos precisam estar conscientes dessa singularidade de todos os estudantes e suas demandas específicas. Está tomada de consciência pode tornar a escola um espaço onde os processos de ensino e aprendizagem estão disponíveis e ao alcance de todos e onde diferentes conhecimentos e culturas são mediados de formas diversas por todos os integrantes da comunidade escolar, tornando a escola um espaço compreensível e inclusivo.

Porém o desafio do professor não está somente frente ao aluno, e sim a escola que muitas das vezes possuem uma falta de estrutura no ensino básico padrão, e por muitas das vezes eles alunos não permanecem nessa escola, sejam esses alunos com qualquer tipo de deficiência. Já em algumas escolas essas barreiras estão sendo ultrapassadas, pois estão investindo em recursos tanto de estrutura quanto a capacitação de professores, gestores, e os demais que ali trabalham. Facilitando-as assim no recebimento desses alunos com necessidades especiais. Sendo assim as escolas que não possuem essas estruturas, podemos se dizer que estão fazendo a exclusão de aluno, já que sem as adaptações necessárias, esses alunos que possuem a deficiência, não terão acesso ou terão que lidar com muitas barreiras ao longo de sua passagem na rede de ensino.

Pois até mesmo antes de pensar como ira ser o ensino dessa criança, temos que pensar em como essa criança ira chegar até a sala de aula.

Porem a inclusão ela acontece de modo que, as diferenças desses alunos elas venham a ser igualada aos demais, tendo os mesmos direitos que todos, apesar de necessitarem sim de um professor de apoio para poder intermediar esse processo. Pois diante dos desafios de aprendizagem o professor de apoio tende a adaptar o conteúdo para que aquele aluno venha a superar a dificuldade perante ao processo de ensino. 

Segundo Santos (2008, p.30),

O nível de desenvolvimento da aprendizagem do autista geralmente é lento e gradativo, portanto, caberá ao professor adequar o seu sistema de comunicação a cada aluno. O aluno deve ser avaliado para colocá-lo num grupo adequado, considerando a idade global, fornecida pelo PEP-R, desenvolvimento e nível de comportamento. É de responsabilidade do professor a atenção especial e a sensibilização dos alunos e dos envolvidos para saberem quem são e como se comportam esses alunos autistas.

A escola e um ambiente muito estimulante principalmente para crianças que tem TEA, porém não somente a quantidade de estimulo e sim a qualidade deles, pois não adianta somente ter um ambiente que estimule, se o professor não sabe trabalhar esses estímulos com a criança, e isso não somente as crianças especiais e sim a alunos típicos digamos se assim.

Felício (2007, p. 25), “É importante salientar que, para se educar um autista é preciso também promover sua integração social e, neste ponto, a escola é, sem dúvidas, o primeiro passo para que aconteça esta integração, sendo possível por meio dela a aquisição de conceitos importantes para o curso da vida”. A escola para essa criança e importante para seu desenvolvimento tanto educacional quanto psicológico , já que pois que essa criança tenha as característica do TEA, sendo feito a intervenção e  trabalhando com ela esses estímulos, irá ampliar sua interação social, pois muito pensa que por que a criança com autismo tenha as características, ela não podem interagir com outras pessoas, sim elas interagem e convivem bem entre si porem tudo é questão de ser trabalhado ,por isso a escola e fator importante para ela ,e o professor preparado para direcionar essa criança.. Sendo assim o professor é um elemento importante, para (OLIVEIRA, 1997, p.26) “É processo de intervenção de um elemento intermediário numa relação; a relação deixa, então, de ser direta e passa a ser mediada por esse elemento”. Porém o objetivo que a escola deve ter não só a parte psicológica da criança a ser desenvolvida e sim a parte educacional, em relação a sua aprendizagem. A escola favorece a criança com autismo já que é um ambiente saudável e diversos, e isso ajuda o aluno a desafiar-se no seu cotidiano, quando por exemplo os coleguinhas interagem, chamam para participar de brincadeiras, nesses ambientes ele encontram diversos tipos de surpresas do cotidiano e isso ajuda essa criança a lidar e ter maior flexibilidade nas suas ações. Por isso devemos levar em consideração o papel do professor, pois e através da mediação feita por ele que pode-se dar essa interação, e sendo assim incluindo esse aluno aos poucos e auxiliando-o nessa adaptação dentro da rede de ensino.

4. METODOLOGIA:

A metodologia usada para esse trabalho será através de pesquisa exploratória através de livros impressos, artigos científicos, sites confiáveis, devido a isso essa pesquisa está fundamentada teoricamente com ajuda dos autores e pesquisadores renomados na área da educação e também na área da saúde já que abrange para a parte da disfunção neurobiológica.

Trentini e Paim (1999, p.68) afirmam que “a seleção criteriosa de uma revisão de literatura pertinente ao problema significa familiarizar-se com textos e, por eles, reconhecer os autores e o que eles estudaram anteriormente sobre o problema a ser estudado”.

A organização desse trabalho será dividida em quatro tópicos o qual o primeiro tópico relatara sobre o que autismo e seu sintomas e possíveis tratamentos.

Já o segundo tópico relatara sobre o que, e qual importância da inclusão social dentro da sociedade em que vivemos, e também dentro de um contexto escolar principalmente.

E em seguida no terceiro tópico sobre o papel do professor frente a inclusão social e as crianças com transtorno do espectro autista.

E o último tópico trará a metodologia e os resultados e discussões juntamente com minhas considerações finais.

5. RESULTADOS E DISCUSSÕES:

A educação inclusiva dos alunos com autismo não se refere apenas a integração dentro da sala, pois é necessário que a escola e principalmente a professora dentro dela, consiga derrubara as barreiras para que consiga assim prosseguir em frente como o processo de aprendizagem desses alunos, para (GLAT, 2007, P.20):

A educação inclusiva significa um novo modelo de escola em que são possíveis o acesso e a permanência de todos os alunos, e onde os mecanismos de seleção e discriminação, até então utilizados, são substituídos por procedimentos de identificação e remoção das barreiras para a aprendizagem. Para tornar-se inclusiva a escola precisa formar seus professores e equipe de gestão, e rever as formas de interação vigentes entre todos os segmentos que a compõem e que nela interfere.

Toda criança ou aluno tem o direito de estar dentro da sala de aula independentemente da sua necessidade especial, sendo ela autismo ou entre as demais existente. Sem discriminações ou apenas aceitar alunos que possua uma deficiência mais “baixa” digamos assim.

De acordo com Santos (2008, p.18) pensar em inclusão parte do pressuposto “de que inclusão é a ideia de que todas as crianças têm direito de se educar juntos em uma mesma escola, sem que esta escola exija requisitos para o ingresso e não selecione os alunos, mas, sim uma escola que garanta o acesso e a permanência a todos os seus alunos”.

A organização institucional, estar sempre se atualizando em relação aos seus métodos de ensino, se adequando conforme seu tempo pois Rodrigues (2013, p.14) relata que:

[...] a escola é uma entidade que tem por função principal educar e ensinar, de modo organizado, uma população com características próprias de idade, de saberes e de experiências. A escola deve responder, no contexto do seu tempo, ao desenvolvimento dos seus destinatários que são os alunos, de acordo com o processo de educação ao longo da vida e tendo em conta a sua plena inserção na sociedade.

Para construir uma escola de todos e para todos é, portanto, também preciso ajudar na inclusão educativa e social dos alunos que têm particularidades e modos de aprendizagem diferentes das do modelo padrão esperado pela escola. Por vezes, esta precisa de refazer os seus objetivos e vencer a distância entre a linguagem das teorias pedagógicas inovadoras e revolucionárias e as práticas escolares muitas vezes conservadoras e antiquadas [...]. Rodrigues (2013, p.15).

E qual seria o papel do professor na inclusão dos alunos?

O professor tem um papel importante, já que é através dele que acontecera esse processo educacional entre esses alunos que precise de um apoio, pois Zampieri; Souza; Monteiro (2008, p.4) afirma que “temos convicção de que o professor é uma peça muito importante no conjunto que movimenta todo o sistema educacional”. Pois e através deles que essa mediação entre o saber e a dificuldades do autista e de outras crianças que precisam de apoio e feita.

Talvez a resposta para isso seria a importância do governo em investir nas escolas tanto na infraestrutura quanto na formação continuada dos professores cada vez mais, Martins (2012, p.33) relata que:

A formação dos profissionais de ensino, porém, de maneira geral, não se esgota na fase inicial, por melhor que essa tenha se processado. Para aprimorar a qualidade de ensino ministrado pelos profissionais de ensino em geral, nas escolas regulares, atenção especial deve ser atribuída também à sua formação continuada.

Já que todos sabemos que o aprender nunca e demais, ainda mais quando se fala em relação a educação infantil, a inclusão sendo ela tanto social quanto escolar e a modernização o buscar mais conhecimentos tanto para compartilhar, como também saber lidar com situações do dia a dia para poder sai da zona de conforto, e buscar sempre a melhor forma para se transmitir esse saber.

De acordo com SASSAKI, (2002, p. 22).

O professor inclusivo prepara suas aulas e desenvolve suas atividades em sala de aula, respeitando a diversidade humana e as diferenças individuais de seus alunos. Acrescentando a isto o cuidado de propiciar condições para o atingimento dos objetivos individuais, o professor leva em consideração também a participação ativa dos alunos em todos os aspectos da vida escolar

O professor deve tentar viabilizar a melhor forma de condições de seu trabalho, por isso analisar cada caso de seus alunos para que assim sejam respeitadas suas diferenças, e conseguindo assim de ambas as partes o melhor aproveitamento e rendimento escolar de seu aluno especial.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Através do desenvolver desse trabalho de conclusão de curso, conclui a importância do diagnostico logo no começo para que intervenção seja feito de imediato para que a criança se desenvolva e obtenha seu equilíbrio e sua qualidade de vida. E que o quão é importante os pais e a escola saber acolher essa criança para que ele se sinta incluso e que se sinta com o tratamento ofertado a ele e igual aos demais não rebaixando essa criança ou a deixando de lado, para que assim ela interaja com os demais, por mais que seja dentro de suas limitações.

E qual a importância da escola investi em infraestrutura, além de cursos e orientações, não somente aos professores e sim todos que ali trabalham desde a direção até mesmo os serventes. Pois para que essas crianças se sintam confortável e necessário a participação de todos em conjunto.

Pois o a inclusão não vem somente através de incluir o aluno em sala de aula, e sim a escola e a sociedade em si, se reformular para atender essas crianças especiais.

Foi muito prazeroso para mim, desenvolver esse trabalho em especifico pois aumentou meu conhecimento e minha compreensão e determinadas situações além de me direcionar para os caminhos específicos em que devo me orientar nessas situações quando estiver em sala de aula, já que por enquanto minha situação não somente com o aluno em questão e sim com todo os demais, e somente em observações e convívio fora da sala de aula, e foi por esse convívio com eles, a pouco mais de quatro anos em que trabalho na escola, não como professora ainda porem como cozinheira, sendo através desse trabalho com contato direto com as crianças que me direcionou e plantou em mim essa semente sobre o lecionar com os pequenos, me levando assim a buscar o curso com licenciatura em pedagogia e a complementação em educação especial. Por isso falo o quão a convivência com eles ou o desenvolver na pratica dos estágios, é sim de mera importância para o nosso crescimento pessoal quanto profissional, e que é importante para o nosso autoconhecimento.

7. REFERÊNCIAS:

ABENHAIM, Evanir. Psicologia e Direitos Humanos – Educação Inclusiva – Direitos Humanos na Escola. Casa do Psicólogo. 2005.

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Publicado por: Dácielly Kallian Paes Ribeiro

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