O papel da enfermagem na abordagem ao paciente oncológico em estado terminal

Enfermagem

Papel do técnico de enfermagem na ajuda no tratamento oncológico, compreensão da vivência do paciente durante a hospitalização.

índice

1. RESUMO

O câncer é uma doença que atinge pessoas de todas os sexos, idades, culturas e situações sócio- econômicas; está entre as principais causas de morte, causando um impacto psicológico na percepção da sexualidade, imagem pessoal e autoestima. Logo é um assunto de bastante importância a ser debatido com vista a melhores ações na assistência. Assim esse estudo foi realizado com o objetivo de mostrar como o técnico de enfermagem pode ajudar no tratamento oncológico, mesmo que o cuidado seja paliativo. O presente trabalho poderá contribuir para melhor compreender a vivência do paciente durante a hospitalização e que o técnico de enfermagem pode não só fazer seus deveres e obrigações, como tratar o paciente de forma mais humanizada, dando dignidade não só ao paciente como também a sua família, informando dos procedimentos que serão ministrados no paciente. A metodologia usada foi uma revisão de literatura dos livros de oncologia e de bancos de pesquisas do mesmo assunto como:SUS e INCA.Conclui-se que o estudo evidenciou o que é o câncer, como ele se desenvolve,como pode ser tratado e como o técnico de enfermagem pode colaborar com o tratamento, além de reforçar o quanto é importante o preparo do técnico para saber lidar com os vários tipos de carcinomas que existe e com a morte.

Palavras-chave: Enfermagem,oncologia,assistência de enfermagem

RESUMO

El cáncer es una enfermedad que afecta a personas de todos los géneros, edades, culturas y socio- económico; es una de las principales causas de muerte, causando un impacto psicológico sobre la percepción de la sexualidad, la imagen personal y autoestima. Por lo tanto, es un asunto de importancia para ser debatidas con miras a mejorar las acciones de cuidado. Este estudio fue realizado con el objetivo de mostrar cómo la enfermería técnico puede ayudar en el tratamiento oncológico, incluso si el tratamiento es paliativo. El presente trabajo podrá contribuir a comprender mejor la vivencia del paciente durante la hospitalización y que el técnico de enfermería puede no sólo hacer sus deberes y obligaciones, como tratar al paciente de forma más humanizada, dando dignidad no sólo al paciente, sino también a su familia , Que se refiere a los procedimientos que se dicten en el paciente. La metodología utilizada fue una revisión de literatura de los libros de oncología y de bancos de investigación del mismo tema como: SUS e INCA. Se concluye que el estudio evidenció lo que es el cáncer Como él se desarrolla, cómo puede ser tratado y cómo el técnico de enfermería puede colaborar con el tratamiento, además de reforzar cuán importante es la preparación del técnico para saber manejar los diversos tipos de carcinomas que existe.

Palabras clave: Enfermería, oncología, asistencia de enfermería

2. Introdução

O câncer é uma doença em que as células se dividem de forma incontrolada e dividem o tecido do corpo. O número de mortes no Brasil por conta de câncer aumentou em 31% desde 2000 (OMS,2017) e a estimativa para o biênio (2016-2017) é que 596 mil casos venham ser diagnosticados no Brasil (INCA,2016).É uma doença crônica nas maioria das vezes e que muitas das vezes pode ser evitada.

Mundialmente o câncer que mais mata é o pulmonar, no Brasil fora os de pele melanoma,os mais comuns é o câncer de próstata nos homens e nas mulheres o câncer mama.A falta de exames regulares da parte da população faz com que esses números só aumentam e quando o câncer é diagnosticada está em estágio avançado,impedindo a reversão do mesmo.

Neste trabalho vamos apresentar o câncer,seus tipos e de que forma a enfermagem influencia no tratamento dos pacientes terminais.De como o preparo dos profissionais fazem toda a diferença e o quanto é importante a humanização neste momento delicado da vida do cliente.

Acreditamos que a boa preparação do técnico de enfermagem, faz com que o paciente tenha o seu sofrimento contido e que apesar do momento doloroso,com um bom cuidado ele pode viver os melhores (últimos) dias da sua vida,mesmo sendo num hospital.

Esse trabalho é importante pois dará uma atenção não somente aos ensinamentos básicos da enfermagem,mais se tratará de como devemos se portar no estado final de uma vida,período no qual muitas as vezes é ignorado por recém-formados na profissão e friamente tratado pelos mais antigos.

O técnico de enfermagem, que oferece cuidados,também é um ser humano comum e passa por dificuldades,tem seus momentos ruins e emoções,etapas que devem ser superadas para dar um bom suporte a seus pacientes.

Que esse trabalho de conclusão de curso venham ajudar a outros profissionais de saúde na assistência a seus pacientes e que eles venham aprender a se portar psicologicamente diante de pacientes terminais.

Revisão de Literatura

Cicely Saunders foi um enfermeira e assistência social e se formou em medicina aos 40 anos para estudar sobre cuidados que eram dispensado perante a morte de um paciente.Esses cuidados são conhecidos com cuidados paliativos,apesar de ser pouco falado é muito importante não só no câncer como em qualquer doença crônica.

Estudos de pesquida da enfermeira Marchioro aponta que os estudantes de enfermagem não estão preparados para lidar com a morte do paciente e por isso deve ter um estudo maior sobre a tanatologia.

O câncer (e qualquer doença crônica) atrelado aos cuidados paliativos faz uma enorme diferença dos pacientes e dos seus familiares e por isso a importância de todos os profissionais de saúde,por mais que não querem se especializar na área saber como aborda um paciente nos seus últimos momentos de vida.Uma boa abordagem faz com que o paciente se vá com o sentimento de que fez tudo o que queria,como se seus desejos tivessem sido realizado.

A forma de administrar os sentimentos deve ser observado pelo profissional,afim de não prejudicar ele e nem o paciente que está sob seus cuidados.

3. Resultados

Todos os autores e estudos pesquisados entram em comum acordo,não tendo divergência alguma do assunto pesquisado.A uma concordância em afirma que precisasse preparo para lida com a morte dos profissionais de saúde e que não precisa ver a morte como algo ruim.Que todo paciente merecer dignidade ao fim da sua vida e que a equipe de saúde tem total responsabilidade a partir do momento que o paciente está dentro do hospital ou usuflui de algumas das modalidades do cuidado paliativo.

O profissional é ser humano e por isso tem suas emoções,ela devem ser conhecidas pelo psicólogo do trabalho ,com intuito de saber como o profissional está passando em relação ao paciente que de alguma forma tem sofrido a vista dele.

A oncologia,o profissional de saúde e os cuidados paliativos (isoladamente) precisam está em sintonia,sem esquece que um dia aceleração ou adiamento da morte termina e é preciso saber lidar com ela para que o profissional consiga dar suporte a família.

3.1. O que é Oncologia

A oncologia é uma especialidade médica que lida com tumores e com câncer.A palavra Oncologia tem origem em duas acepções, na palavra grega “onkos” (onco) que significa massa,volume,tumor e no termo “logia” que significa estudo,por tanto oncologia é o estudo dos tumores.

A oncologia está voltada para a forma como o câncer se desenvolve no organismo e qual é o tratamento mais adequado para cada tipo de câncer.No Brasil a Oncologia também é chamada de Cancerologia.

Apesar de aparentar ser um,existem mais de 200 tipos de câncer e ele também pode ser conhecido com neoplasia.

O oncologista é o médico que cuida do tratamento do câncer, ele se ocupa da abordagem geral, do cuidado com o paciente e da prescrição de tratamentos sistêmicos como  a quimioterapia,radioterapia e terapia biológica.

O estudo da Oncologia se expandiu fazendo que se torna algo bem complexo,o que acabou fazendo com que vários profissionais agregassem a equipe na especialidade.No tratamento de um paciente oncológico,faz parte da equipe: médico oncologista,nutricionista, serviço social,psicologia,radiologia,fisioterapia entre outros profissionais.

O tratamento oncológico é bem individualizado e por isso a importância de ter vários profissionais envolvidos no tratamento. Quando possível a equipe trabalha com o objetivo de o paciente alcançar a cura, para dar a eles novamente um lugar na sociedade.Se a cura não é possível o oncologista traça um plano no qual haja uma remissão satisfatória da doença,fazendo com que se prolongue os dias de vida do paciente com qualidade e sem efeitos de doença.

O cuidado paliativo é fundamental para o paciente oncológico. Ele serve tanto para os que buscam a cura, mas serve principalmente para os de estágio terminal.A oncologia trata a doença,o cuidado paliativo trata o sofrimento que a pessoa passa durante a progressão da doença,ele também controle a doença e de certa forma,mesmo que a pessoa esteja perto do fim,ele colabora para que os últimos dias sejam de bom grado para o paciente.

3.2. Tipos de câncer

Existem mais de 200 tipos de câncer,por isso vamos expor aqui os tipos mais comuns de câncer no Brasil.Vamos descrever abaixo,os tipos mais comuns de carcinomas que encontramos no território brasileiro:

  • Câncer de mama

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (2017) a cada ano 28% das mulheres no Brasil são diagnosticadas  com câncer de mama.É descoberto geralmente depois dos 35 anos e após os 50 anos.Para conseguir um bom diagnóstico é preciso fazer uma mamografia.Alguns evoluem rápidos,outros nem tanto.

  • Colorretal

Esse câncer na sua maior parte surge nos homens,o tumor acomete o intestino grosso e o reto.Esse câncer é tratável e pode ser diagnosticado, uma maneira de prevenir o aparecimento dos tumores seria a detecção e a remoção dos pólipos antes deles se tornarem malignos.

  • Câncer de estômago

Também conhecido com câncer gástrico,há três formas que os tumores podem se manifestar no estômago: adenocarcinoma, linforma e leiomiossarcoma,o adenocarcinoma é o maior responsável pelos tumores,aparecendo em 95% dos casos (INCA,2016).

  • Boca

É o câncer que afeta lábios e o interior da cavidade oral. Dentro da boca devem ser observados gengivas, mucosa jugal (bochechas) palato duro (céu da boca) e língua (principalmente as bordas), assoalho (região embaixo da língua). O câncer do lábio é mais comum em pessoas brancas e ocorre mais frequentemente no lábio inferior.

  • Pele Melanona

O melanoma cutâneo é um tipo de câncer de pele que tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e tem predominância em adultos brancos. Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a 30% de todos os tumores malignos registrados no País, o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão, apesar de ser o mais grave devido à sua alta possibilidade de metástase.

Figura 1 – Estimativas de câncer no Brasil

3.3. Formas de tratamento

O tratamento oncológico é sempre muito individualizado. É importante observar as necessidades e possibilidades terapêuticas de cada paciente com câncer. O tratamento pode ter intenção curativa ou paliativa (alívio dos sintomas, com vistas a uma melhora da sobrevida e da qualidade de vida). Pode ser feito por cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, de forma isolada ou combinada, dependendo do tipo celular do órgão de origem e do grau de invasão do tumor. Ou seja, as variações são muitas.

No caso de câncer terminal,como não a cura,permanece apenas a opção dos cuidados paliativos.De acordo com  OMS, "cuidados paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais".

4. O paciente oncológico

O paciente oncológico não tem apenas um problema físico, quando ele adoece as emoções a mente também é alterada. O emocional e a mente precisam está bem para que o paciente possa se recuperar mais rápido ou tenha um final de vida mais agradável.

A mente, o corpo e o coração são um só, ou seja,quando um altera os outros são afetados e por isso a equipe de saúde deve tratar os três como um só,deve se observar quais são as crenças do paciente, suas emoções e de que forma ele resolve seus problemas emocionais.

Cada cliente tem a sua história, num termo mais comum para nós da saúde, tem sua “anamnese” cronológica a ser considerada, incluindo características culturais,religiosa e social.A equipe de saúde,em especial o técnico (por passar mais tempo com o paciente) deve querer saber de tudo do paciente sem medo para que ele possa ter um acompanhamento mais completo possível.

Para ter esse diagnóstico completo da vida do paciente a equipe composta para ele é dividida em três aspectos: do corpo (médico, enfermeiro, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional); da mente (psicólogo, psicoterapeuta, psicanalista, psiquiatria); e sociais (assistente social, voluntário).

Alguns hospitais incluem voluntários para que eles venham ser o ombro amigo do paciente, já que nem todos confiam na equipe de saúde ou tem problema de se abrir com os mesmo. A participação dos voluntários depende do paciente e de sua família.

Outra pessoa que tem o papel muito importante na vida do paciente oncológico é o cuidador, ele é a ligação entre o paciente, a família e a equipe de saúde. Geralmente os cuidadores são contratados ou pode ser família, vizinhos ou amigos.

O baque com a família está relacionado com longos períodos de hospitalizações, internações,consultas,terapias agressivas,dificuldade de separação na família,a dificuldade de aceitar o diagnóstico do ente querido,dor e sofrimento.

Figura 2 – Paciente na quimioterapia

Fonte: Site SOS Enfermeiro

4.1. Família do paciente oncológico

A família sofre por causa do câncer e uma das coisas que a enfermagem enfrenta é a questão da verdade. Os familiares sempre pedem para não contar ao paciente que ele tem câncer, mas de acordo com a doutora Ana Claudia Arantes (2013), o paciente sempre sabe que está doente, e o trabalho da equipe de enfermagem é facilitar essa comunicação de paciente-familiar sobre a doença.

Quando as pessoas estão com câncer elas sabem que estão com uma doença gravíssima e que estão com sua vida em risco, então para os que estão ao redor não adianta querer fingir que não sabe, porque o paciente sabe do seu estado e não suporta que as pessoas fiquem fingindo que está tudo bem.Quando se sabe que a vida está em risco,o paciente da mais valor a sua vida e quando as pessoas ao seu redor ficam querendo fingir que é uma coisinha de nada,ficam afirmando que vai melhorar ,ela se entristece pois sabe que não é assim que funciona.

 A enfermagem deve orientar os familiares do paciente e dar suporte quanto a dúvidas do tratamento,procedimentos e até mesmo (em caso terminal) quanto tempo o ente querido tem.A família tem que procurar se alimentar bem,fazer as refeições normais,cuidar dos sentimentos,pois quando alguém da família fica doente é algo muito difícil e eles tem que entender que com os sentimentos nos lugares poderão enfrentar melhor os altos e baixos da doença e principalmente saberão lidar com a depressão,tristeza e angústia do parente doente.

Pode parecer inadequado, mas indicar aos familiares a fazer exercícios físicos e tirar um tempo para si ajuda muito, já que os exercícios ajudam a liberar as energias (porque não a raiva?) e tirar um tempo para si,seja fazer as unhas,ir ao cinema ou fazer uma massagem ajudar a desestressar.Tirar esse tempo é importante,pois te dará a eles mais energia para cuidar da pessoa que eles amam.O câncer trás como “efeito colateral” sentimentos confusos e de difícil compreensão não só para o cliente,mas também para todos os membros da família.

Apesar de até o presente momentos falarmos da família ao todo,sempre tem um parente que fica mais próximo do paciente e ele merece uma atenção especial,porque além de está acompanhando de perto todo o sofrimento do seu ente querido,está captando o sofrimento do mesmo,o que se não for observado pode gerar um cansaço emocional.Em casos infantis a hospitais que oferecem assistência psicológica,pois a criança é reflexo dos pais,se os pais estiverem com medo,ela também ficará,mas se estiverem bem,a criança ficará bem e assim ficará mais fácil de se recuperaram.

Figura 3 – Terapia familiar

4.2. Cuidando do paciente em quimioterapia e radioterapia

O tratamento do câncer é um dos componentes do Programa Nacional de Controle do Câncer (MINISTÉRIO DA SAÚDE) e os métodos mais usados para o tratamento oncológico é a quimioterapia e a radioterapia.

A quimioterapia é o tratamento que utiliza agentes químicos no tratamento de tumores malignos e geralmente ela entra no planejamento do tratamento das pessoas que não tem condições de fazer uma abordagem cirúrgica ou radioterapia.É um dos procedimentos mais comuns na onco e é usado atingindo todas as células do organismo.O primeiro objetivo é destruir as células malignas e manter as células normais,mas quase sempre a diferença dessas células é pequena, devido isso e o alto grau de toxicidade,surgem os indesejáveis efeitos colaterais que são intensos e deixa seus pacientes frágeis.

Para recorrer a quimioterapia é preciso saber de como está o tumor além da extensão do mesmo, além das condições físicas do paciente.Alguns tumores são totalmente excluídos com a quimioterapia por exemplo:linfomas,leucemias,tumores de infância e testículos.Quando a quimioterapia é feita para método paliativo,ela reduz o tumor, estabiliza o quadro clínico e garante uma melhor qualidade de vida.

É preciso saber as condições clínicas do paciente para esse tipo de tratamento visando sempre a assistência humanizada e segura. Para avaliar melhor o paciente é usada escalas e índices internacionais,as mais conhecidas são escala ECOG (Eastern Cooperative Oncology Group) e o mais utilizado no Brasil é a KPS (Karnosfsky) segundo o Livro do Aluno- Oncologia (2002).

Tabela 1 – Índices Ecog e Karnosfsky

As drogas usadas na quimioterapia é usada na ação a nível celular,o que interfere no crescimento e na divisão celular.Cada droga age aonde o tumor está dividindo as células,podendo alterar a divisão das células,tornando o tratamento mais eficaz quando descoberto precocemente,pois o tumor ainda está pequeno.

Os quimioterápicos agem mais agressivamente nos tecidos com alto grau de multiplicação e diferenciação celular,os tecidos normais de multiplicação são os mais afetados pelos efeitos colaterais.

Tanto em homens quanto em mulheres, o principal efeito colateral que ocorre quando se submete a quimioterapia é nos níveis hormonais.

Nas mulheres pode ocorrer a menopausa precoce e a queda de cabelo que ocorre devido os quimioterápicos que atingem os folículos pilosos, responsável pela produção do cabelo Nesse momento a enfermagem humanizada deve entrar em ação fazendo atividades que mostram para a paciente que com ou sem cabelo ela continua bonita.

Já nos homens causa impotência sexual, o que impede do pênis ficar ereto já que com o tratamento a circulação de sangue fica menor nessa parte.

Já na radiologia os efeitos colaterais são basicamente os mesmo,porém a diferença da radio para quimio é que a radioterapia usa raios ionizantes num determinado local ,ou seja,os efeitos só acontecem na parte que está recebendo a radiação,ela também atinge as células normais.Ela pode ter objetivos curativos quando o tumor é localizado e sensível ao tratamento,como por exemplo o linfoma de Hodgkin.

Ela também pode ser usada em método paliativo,com o objetivo de diminuir a dor em alguns tipo de metástase, como no caso da metástase óssea de qualquer tipo de tumor.

5. As emoções da equipe de enfermagem

A equipe de enfermagem é a que passa mais tempo com o paciente e em algumas ocasiões  inevitavelmente acabam se criando vínculo com o mesmo.Porém a um certo despreparos com os recém-formados e isso de certa forma prejudica,tanto o paciente quanto o profissional.

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Para se cuidar de pacientes oncológicos,requer do funcionário que ele esteje em dia com sua vida pessoal,caso contrário se ele não consegue cuidar de si, como irá cuidar de uma pessoa que tem pouco tempo de vida?

Segundo VIVES (1991),o profissional de que trabalha no serviço de oncologia está exposto no dia a dia de seu trabalho a situações geradoras de conflitos,sendo eles: as frequentes perdas por morte,as pressões que impõe o modelo médico tradicional de responsabilidade em relação a cura e a duração de vida,o contínuo convivo com doentes graves e com a tristeza e angústia dos familiares e o convivo frequente que acaba criando laços.

O envolvimento da equipe de enfermagem com o paciente oncológico tem o lado bom e o lado ruim.

Por exemplo,para profissionais que prestam o cuidado paliativo (para melhorar a qualidade de vida do paciente e ter uma morte digna) quase sempre é doloroso,por mais que ele saiba a situação real do paciente,ele espera,cria esperança de que a situação possa se reverter e nem sempre é isso o que acontece.De certa forma,o funcionário sente falta do paciente, que o faz ficar de luto por alguns dias,mesmo que só internamente.Lendo algumas pesquisas,vi que a profissionais que se esquivam dos pacientes,fazem o procedimento e saem logo,com o propósito de não se envolver.Talvez para ele seja bom,mas já não é legal para o paciente,pois pode ficar a impressão de que o câncer dele pega e o seu estado emocional fica pior do que já estava.

O lado bom de se envolver emocionalmente com o paciente é que o profissional dá a sua integralidade para o paciente e tentar de todas as formas cuida dele da melhor maneira possível,porque de alguma forma conseguiu absorver a dor e o sofrimento do cliente.

Alguns se envolvem tanto que ficam receosos de fazer procedimentos invasivos e isso de certa forma atrapalha o tratamento do paciente,pois o procedimento pode doer porém faz parte do processo e o mesmo não pode se retardado.

A reação dos profissionais de saúde mostra o quanto divisor é cuidar de pacientes oncológicos, o equilíbrio é essencial para a equipe de saúde ou caso contrário,o profissional pode relacionar a morte do doente com suas emoções,além de acabar levando os problemas do paciente para sua casa e assim causando problemas na sua vida.

Segue abaixo uma pesquisa feita pela enfermeira Noeli Marchioro Liston Andrade Ferreira (Universidade Federal de São Carlos – SP) mostrando o que é gratificante e o que é difícil para alguns da equipe de saúde que trabalha com pacientes oncológicos:

Quadro 1 – Pesquisa de reações da equipe de saúde perante pacientes oncológicos

O fato de muitos profissionais não saberem lidar com pacientes oncológicos é devido as instituições que muita das vezes ensina os procedimentos, mas não falam como lidar com a melhora ou piora do paciente.São quesitos importantes que não podem ser ignorados,o que uma vez acontecendo isso,faz com que muitos quando se deparem com tal situação,se envolve demais ou peça demissão do hospital por não saber lidar com tamanha situação.

Podemos sim se envolver com o paciente emocionalmente a partir do momento que não levamos isso para o lado de fora do hospital e deixamos afetar aos nossos familiares, podemos se envolver a partir do momento que o ato de se entregar ao paciente,colabore com a recuperação dele ou com o final de sua vida.A razão e a emoção devem andar juntas,equilibradas,dando ênfase a um dos dois quando o momento pedir, sem exageros.

À medida que o tempo passa no tratamento e o paciente percebe que o seu momento  está chegando ao fim, o cuidado paliativo passa a ser a coisa mais importante pra ele, pois  não pode perde tempo porque tem pouco tempo de vida,o cuidado paliativo tem absoluta noção da importância do pouco tempo de vida que o paciente tem e por isso ele (paciente) vai fazer o que quer e não o que o médico quer.

5.1. Cuidados paliativos

De acordo com a OMS (atualizado em 2002), "cuidados paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais".

O cuidado paliativo oferece assistência de pessoas que tem doenças graves e incuráveis e que essa doença pode leva-las a morte. O cuidado paliativo cuida do sofrimento que a doença está causando,existe o sofrimento familiar,social e espiritual.Quando se está no final da vida é natural as pessoas a avaliarem e muita das vezes o paciente não tem com quem dividir as suas reflexões,o cuidado paliativo oferece o controle do sofrimento e promove a qualidade de vida e prolonga o tempo de vida do paciente.

A equipe de cuidados paliativos é multiprofissional para lidar com todos os sintomas do paciente,ela é composta por:

  • Médico oncologista
  • Enfermeiro
  • Técnico de enfermagem
  • Psicólogo
  • Assistente social
  • Fisioterapeuta ocupacional
  • Capelão

O eixo do ser humano é a espiritualidade, pois é a forma que ele consegue se relacionar consigo mesmo e por isso o capelão compõem a equipe de cuidados paliativos,ele está treinado para lidar com qualquer tipo de religião,porém,quando paciente quer algo mais profundo,ele pode chamar seu líder espiritual.

Todos esses profissionais além de sua formação inicial, precisam ter especialização em cuidados paliativos,tanto teórica quanto prática,porque os cuidados paliativos exigem conhecimento não só das doenças em si,como das reações dos pacientes,de acordo com a doutora geriatra e especializada em cuidados paliativos Ana Paula Arantes,ela diz que

“.É uma formação de grande complexidade e na especialização você aprende a cuidar dos sintomas.Não se pode olhar o paciente como um câncer avançado e sim como o ser humano que tem todas as dimensões que precisam aflorar para ele sair pela porta da frente,sem sofrimento.A morte deve ser considerada uma etapa importante e todo mundo merecer ser bem cuidado nessa fase.A pessoa não fica doente sozinho,pois a família está inserida nisso também.O profissional de saúde tem que ter um algo a mais para trabalhar no cuidado paliativo,ele tem que saber cuida da vida dele,se a vida física, família, financeira não está bem,você não vai conseguir fazer cuidado paliativo das pessoas,pois não vai ser nesse lugar que você vai encontrar sentido pra sua vida.Talento,vocação e auto cuidado é essencial para fazer cuidados paliativos.”.

Para fazer cuidados paliativos o profissional deve saber que uma pessoa com câncer tem vários tipos de dores e ele precisa diferenciar uma a uma, para oferecer a melhor orientação ao paciente.

Existe a dor crônica, o paciente vive com dor diariamente e isso trás angústia,perde funcionalidade,o paciente se isola e por isso é preciso dar atenção para o paciente.O fato dele falar que está acostumado com a dor não quer dizer que ele esteja bem psicologicamente e por isso a importância da humanização.

Já a dor emocional é a dor mais importante que deve ser acompanhada, pois ela pode causar grande impacto no seu tratamento.

A maioria dos pacientes oncológicos pode ter dor por causa da doença, dor por causa do próprio tratamento, algumas dores podem persistir no paciente curado porque pode ser sequelas do tratamento da doença.Tem que saber o tipo da dor e a causa, para poder corrigir o que pode corrigir.

A dor oncológica  pode ser controlada e isso depende da causa da dor,tem causas que não são reversíveis.Na maioria dos causas o controle da dor é medicamentoso.

Existem algumas modalidades de cuidados paliativos:

  •  Ambulatorial: quando a pessoa tem condições de frequentar um consultório,é o paciente que está na ponta e tem uma perspectiva de meses ou anos de vida.
  • Visita domiciliar: o paciente que não consegue ir ao ambulatório, está fraco porém está estável.
  •  Enfermaria de cuidados paliativos: paciente que tem descompensação e está numa piora de respiração, está com dor.
  •  Hospice: quando o paciente está em estado de terminalidade (pode ser de meses, semanas ou horas),o hospice serve para quando o familiar não tem condição de cuidar mais do familiar doente,pode levar ele para lá.O paciente sempre fica acompanhado de algum familiar e tem a disposição a equipe completa.

Os cuidados paliativos são cuidados que na sua maioria,os que mais usam são os mais favorecidos economicamente..

No livro Bioética e Longevidade Humana é citado uma frase da enfermeira, médica e assistente social Cicely Saunders, que foi a pioneira dos cuidados paliativos. Essa frase retrata exatamente como o profissional de saúde deve se portar diante dos pacientes que recebem cuidados paliativos:

“Ao cuidar de você no momento final da vida, quero que você sinta que me importo pelo fato de você ser você, que me importo até o último momento de sua vida e, faremos tudo que estiver ao nosso alcance, não somente para ajudá-lo a morrer em paz,mas também para você viver até o dia de sua morte.”

Figura 4 – Primeiro hospice no mundo fundado por Cicely Saunders.

5.2. A morte e a enfermagem

Algo inevitável que sempre estará presente na vida do técnico de enfermagem é a morte. Muito são surpreendidos quando logo no seu primeiro dia de trabalho, tem como pedido de superiores arrumar um corpo ou quando vê famílias sendo avisadas com a notícia da morte de um familiar.Assim como o nascimento tem suas etapas, a morte também tem as suas que são:

  • NEGAÇÃO: Quando a vítima ou doente não acreditam que suas vidas estão em risco.
  • RAIVA OU FÚRIA: Quando a vítima e ou doente constatam quando as suas vidas estão em riscos, a tendência é sentirem raiva e indignação contra o agressor ou a doença.
  • NEGOCIAÇÃO: Quando o sentido de sobrevivência bate, eles buscam a barganhar com o agressor ou com Deus as suas vidas.
  • DEPRESSÃO: Quando eles notam que não haverá barganha e o quadro mortal não pode ser revertido, a vítima ou doente entram em estado de depressão, chorando e analisando as suas fragilidades e os seus problemas pessoais.
  • ACEITAÇÃO: Quando não há mais nada a fazer, a vítima ou doente atinge o estado de resignação, aceitando a morte,independente de suas vontades.

Diga-se de passagem, a negação é a parte mais comovente do processo, uma vez que o ser humano naturalmente está pronto para ganhar mais nunca para perder.

Quando o técnico de enfermagem se deparar com uma situação dessas, o melhor a ser fazer é escutar os familiares,pois o que podemos fazer de melhor nesse momento é ouvir a sua dor e melhor do que isso e passar confiança,falando que fizeram de tudo para não acontecer o ocorrido. O que não podemos fazer é evitar contato por não saber o que dizer, tomar cuidado com o que fala é essencial, pois uma palavra mal colocada pode piorar a situação do familiar.

O técnico de enfermagem deve encarar a morte como um complemento da vida,muitos encaram a morte como algo destrutivo e isso precisa ser conversado,de preferência em sala de aula para ser visto com outro ponto de vista.As pessoas por saberem da morte,a veem como um problema e por isso essa visão errada (Elias,2001).

Quando a morte é súbita os estágios dela,não são tão visíveis,quando o paciente é terminal os processos são mais aparentes não só nele como na sua família.Quando eles recebem a noticia o estágio de negação aparece e logo surge aquela expressão “não,não pode ser verdade!”

e nesse momento a melhor estratégia que o técnico de enfermagem pode tomar é oferecer apoio e conforto com a presença dele,compreender esse momento é essencial para ajudar os familiares a lutar.

A fase que precisa de mais cuidados é a depressão, pois o paciente se convence da sua situação e se prepara para deixar o mundo.É essencial que nesse momento deixe o paciente falar tudo que ele está sentindo,lembrando que é sempre deixá-lo mais com a família,geralmente as pessoas quando estão prestes a morrer,falam coisas que elas nunca falaram a vida toda e é como se fosse o direito,morrer com o pensamento de que falou tudo que tinha que falar.

A outras formas de morrer,como por exemplo a ortotanásia, mistanásia,distanásia e eutanásia.

A ortotanásia procura respeitar o bem está da pessoa dando lhe a dignidade de morrer,já a mistanásia é a morte social e é mais frequente nos países em desenvolvimento,intervenção médica fútil para prolongar a vida de um paciente que tenha um prognóstico reservado é papel da distanásia e a eutanásia abrevia a vida em razão do sofrimento por uma doença terminal,resaltando que a eutanásia é proibida no Brasil.

É impossível conhecer o homem sem lhe estudar a morte, porque, talvez mais do que a vida , é na morte que o homem se revela. É nas suas atitudes e crenças perante a morte que o homem exprime o que a vida tem de mais fundamental (MORIN,1997).

Mas que conhecido,o homem se conhece na hora da morte,ele vê de fato em que convecções que talvez durante toda sua vida acredita,ele repensar a vida,afetos, valores e sua visão de todo o mundo.

O estudo da tanatologia é essencial para os profissionais de saúde,pois explica a morte e assim mostra uma compreensão melhor da mesma.

6. Metodologia

Esse trabalho foi feito com pesquisas e bibliografias que falavam do assunto,buscando conhecer profundamente como o paciente terminal se sente,quais são suas dificuldades,emoções e como o profissional da enfermagem deve se portar diante de tantas situações sem alterar ou misturar sua vida pessoal com o trabalho

Para melhor entendimento do tema,este trabalho foi criado a partir de  pesquisas com equipes de saúde,quadros de estimativas e dados que foram retirados das estatísticas do INCA que ajudou a ver o quantitativo de pessoas que tem câncer e que acabam entrando em estágio terminal.

A construção da pesquisa foi feito com base em cartilhas, artigos,publicações já publicados na internet e outros bancos de dados como Ministério da Sáude e OMS.

7. Análise de dados

Essa pesquisa da OMS aponta que no biênio de 2016-17,596 mil brasileiros serão diagnosticados com câncer no Brasil e no mundo 8,8 milhões morrem de câncer.Os cuidados paliativos não devem ser feitos só em pessoas com câncer terminal,mas em qualquer paciente que esteja com uma doença crônica.Um dos responsáveis pela má preparação dos profissionais de saúde em relação a morte,são as escolas e faculdades de ensino que tratam o assunto como tópico e não como algo que será frequente no trabalho dos futuros formados.A morte é vista como algo ruim,porém,ela não é algo ruim e sim um complemento da vida.Assim como o nascimento tem suas fases a morte também tem a suas e independente com alguém aconteça é preciso entender que fazer parte da vida.As emoções são pra ser vividas com pelos profissionais de saúde,mas com equilíbrio para que isso não afeta o seu emocional e não atrapalhe a sua conduta profissional.

8. Conclusão

Este trabalho possibilitou de uma forma geral como o câncer é gerado,como ele é tratado e como o técnico de enfermagem pode ajudar o paciente e a sua família num complemento da vida que é a morte.Ele vai permitir a como o profissional de saúde pode lidar com um momento aparentemente tão cruel da vida dos pacientes no qual ela se esforçar para tratar bem e se recuperar.

De modo geral, profissionais não sabem lidar com a morte e por isso ficam divididos se devem ou não se envolver com o paciente.O resultado deste trabalhou mostrou que não é errado se envolver,porém tem que haver equilíbrio para que as dificuldades do trabalho não venham se misturar a vida pessoal do profissional.O fato de se envolver emocionalmente com o paciente faz com que ele venha saber mais do paciente e assim dá um atendimento melhor e personalizado para o cliente.

Ao fazermos esse trabalho,vimos que é possível sim lidar com a morte e da uma boa assistência no momento tão infeliz de uma família.Vimos que uma boa preparação facilitae influencia nos últimos momentos de um paciente oncológico e com estudo podemos fazer a diferença na vida dos pacientes e seus familiares.

A oncologia é algo complexo e merecer entrega de todos os profissionais que compõem a equipe para ajudar da melhor maneira possível o paciente.Ela mostra que o homem pode mandar no câncer e não câncer mandar na vida da pessoa,dando esperança ao paciente que está em estado oncológico não é o fim da vida e que os tratamentos estão ai para provar isso.

As questões éticas, morais e religiosas não podem ser ignoradas no tratamento do paciente,pelo contrário devem ser super consideradas por fazer parte da vida do paciente e essas questões sendo conhecidas e manejadas pela equipe de saúde faz diferença na vida e na recuperação do paciente.

Os profissionais de saúde são seres humanos e também devem ser cuidados quando ajudam pacientes terminais.Tudo que eles vivem na vida desses pacientes influencia na vida deles seja de forma positiva ou negativa e quando afeta de forma negativa merecer ter atenção para que isso não leve a um choque emocional e consequentemente a mudança de especia alidade.

A morte é uma das certezas da qual nascemos e por ser visto como algo ruim para maioria das pessoas, não é surpresa que muitos profissionais vejam da mesma forma.Por isso a importância do estudo da tanatologia em todas as áreas da enfermagem,o estudo dela ajuda na compreensão da morte e na mudança de ponto de vista sobre a mesma.O apoio da equipe de saúde é fundamental para as famílias dos pacientes oncológicos.

Este assunto é muito importante e merece abordado frequentemente em todas as rodas,aulas e pesquisas de enfermagem.A morte é algo marcante e as famílias que foram cuidadas por profissionais de saúde que se preparam neste assunto,ficaram eternamente gratas por esses profissionais.

Nesse sentido, a utilização de pesquisas permite aos estudantes de enfermagem ter uma maior noção de como é lidar com a morte (já que ainda não lidam diretamente com isso no estágio) e assim ficam preparados (teoricamente a principio) para lidar com algo tão delicado com a morte.

9. Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Ações de enfermagem para o controle do câncer:uma proposta de integração ensino-serviço.3.ed.Rio de Janeiro,2008.

ELIAS, N. A solidão dos moribundos:seguido de envelhecer e morrer. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2001

Governo de São Paulo. Livro do Aluno – Oncologia São Paulo:Fundap 2002

INCA.Estimativas 2016.Disponível em: http://www.inca.gov.br/estimativa/2016/. Acesso em 26/06/2016

Marchioro Liston Andrade Ferreira, Noeli, A difícil convivência com o câncer: um estudo das emoções na enfermagem oncológica. 1994. 20f. Dissertação de Mestrado – Universidade Federal São Carlos, São Paulo, 1996.

MORIN, Edgar. O Homem e a Morte. Rio de Janeiro: Imago Editora. 1997.

Onco Guia.Cuidados Paliativos.Disponível em:www.oncoguia.org.br/conteudo/cuidados-paliativos/137/50/ Acesso em: 21/06/2017

VIVES, J. F. Atitude do profissional de saúde em frente ao câncer: um estudo comparativo entra estudantes e profissionais de enfermagem. Madrid, Prensa Universitária, 1991.

WHO. Early Cancer Costs Disponível em: http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2017/early-cancer-costs/en/. Acesso em:22/06/2017

 

Por Célia  Regina  Lisboa  Pousa,

Iza Jeane Araújo  Albuquerque e

Shyrley Gleice Mathias de Souza.


Publicado por: Shyrley Mathias

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