Topo
pesquisar

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA DOR ONCOLÓGICA

Enfermagem

Conhecer a capacidade de discernimento do enfermeiro em pacientes oncológicos, descrever os cuidados realizados pelo enfermeiro em pacientes oncológicos e descrever a atuação da enfermagem em relação a família do paciente.

índice

1. RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo descrever a realidade vivenciada pelo profissional de enfermagem com pacientes oncológicos com dor. A dor é um sintoma decorrente de várias doenças existentes. Existem várias formas para definir a dor. A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, que está associada a uma lesão atual ou de potencial expressa e cabe o enfermeiro ter uma percepção do nível de dor acometido. O presente artigo tem como objetivo apresentar uma revisão metodológica descritiva com abordagens qualitativas relacionada a capacidade de discernimento do enfermeiro em pacientes oncológicos ao conceito de dor e das dimensões identificando os cuidados realizados pelo enfermeiro em pacientes oncológicos. Foram realizadas pesquisas bibliográficas a partir de um rastreamento feito em diversas fontes secundárias sobre o tema a mim escolhido, essa pesquisa tem caráter informativo para enfatizar a importância da atuação do enfermeiro na dor oncológica. Tendo como finalidade esclarecer por meio de teses, informar a importância do enfermeiro na prevenção da dor e de realizar um tratamento humanizado aos pacientes oncológicos e seus familiares, com essas informações foi realizado uma análise onde enfatizei alguns pontos importantes como a percepção da família em relação enfermeiro x paciente, dificuldades na adesão do tratamento e a dor que relativa para cada paciente.

A dor é um sintoma de alta prevalência em pacientes com câncer e prejudica significativamente a qualidade de vida. A dor não tratada é um fator determinante da qualidade de vida, comprometendo-a e diminuindo a atividade do paciente, interferindo no apetite, sono, humor e levando à perda de autocontrole, podendo alterar a adesão ao tratamento além de ser uma processo traumatizante para os familiares que precisam de todo apoio nesse momento, : Em pacientes oncológicos, a dor é um problema que envolve muitas pessoas: o paciente e a família, médicos, enfermeiros, autoridades de saúde e autoridades de educação médica, uma vez que, até certo ponto, todos sofrem, se não tratada adequadamente. O profissional de enfermagem deve estar apto buscando sempre se manter atualizado exercendo uma educação continuada mesmo depois de formado para manter um autoconhecimento para sua segurança e para guiar a sua equipe.

Palavras-chave: Câncer; Dor Oncológica; Enfermeiro; Paciente; Qualidade de vida.

ABSTRACT

El presente trabajo tiene como objetivo describir la realidad vivenciada por el profesional de enfermería con pacientes oncológicos con dolor. El dolor es un síntoma derivado de varias regiones. Hay varias formas de definir el dolor. El dolor es una experiencia sensorial y emocional desagradable, que está asociada a una lesión actual o de potencial expresa y corresponde al enfermero una percepción del nivel de dolor acometido. El presente artículo tiene como objetivo una revisión metodológica descriptiva con abordajes cualitativos relacionados con la capacidad de discernimiento del enfermero en pacientes oncológicos al concepto de dolor y las dimensiones identificando los cuidados realizados por el enfermero en pacientes oncológicos. Se realizaron investigaciones bibliográficas a partir de un rastreo de varias fuentes secundarias sobre el tema a mí escogido, esa investigación tiene carácter informativo para enfatizar la importancia de la actuación del enfermero en el dolor oncológico. Con el fin de esclarecer por medio de tesis, informa la importancia del enfermero en la prevención del dolor y de realizar un tratamiento humanizado a los pacientes oncológicos y sus familiares, con esas informaciones se realizaron un análisis donde enfatizé algunos puntos importantes como la percepción de la familia en relación enfermero x paciente, dificultades en la adhesión del tratamiento y la media para cada paciente.

El dolor es un síntoma de alta prevalencia en pacientes con cáncer y perjudica la calidad de vida. El dolor no tratada y un factor determinante de la calidad de vida, comprometiéndola y disminuyendo la actividad del paciente, interfiriendo sin opetitario, sueño, humor y llevando a la pérdida de autocontrol, pudiendo convertirse en un proceso para el tratamiento además de ser un proceso Los enfermeros de salud, las enfermeras, las autoridades sanitarias y las autoridades de educación médica, ya que, hasta cierto punto, todos sufren, no tratadas adecuadamente. El profesional de enfermería debe estar apto buscando siempre mantenerse actualizado ejerciendo una educación continua incluso después de de hecho para configurar un autoconocimiento para su seguridad y para su equipo.

Palabras clave: Cáncer; Dolor Oncológico; enfermera; paciente; Calidad de vida

2. INTRODUÇÃO

O carcinoma é uma enfermidade motivada pelo crescimento atípico e desregrada das células acometendo pessoas de todos os sexos, idades, culturas e situações socioeconômicas, está dentre as basais razões de morte, acarretando em um choque mental na perspicácia tanto da sexualidade, conceito pessoal e do amor próprio, de uma postura muito expressiva.

Multiplicando ligeiramente, estes interstícios tendem a serem bem hostis e invasivas, deliberando a concepção de tumores malignos, que acometem se ligeiramente para distintas regiões do corpo, as origens do carcinoma são modificadas, podendo ser exteriorizadas e internas ao organismo estando interrelacionadas. Ainda que neoplasma acometa aglomeradas faixas etárias, sua maior aversão está relacionada, especialmente, aos fatores extrínsecos, como: o clima, em particular a ocupação, dieta, estresse e hábitos de vida.

O paciente e cuidadores devem ser preparados pelo enfermeiro, de forma tanto verbal como na escrita, sobre o tratamento farmacológico deve se atentar para o seguinte critério: indicação, dosagens, intervalo entre a ingestão das doses e os possíveis efeitos colaterais para que haja uma resposta coesa e suscetível.

Portanto, o enfermeiro tem um papel fundamental na importância e no tratamento deste paciente para que haja uma melhor qualidade de vida.

O Enfermeiro precisa saber identificar a presença da dor avaliando seu paciente e confiando nas queixas descritas por ele, é imprescindível que o profissional envolvido tenha um olho clinico e rápido na identificação da dor já que profissionais e pacientes possuem concepções diversas da dor e nem sempre são possíveis de observar porque existem pacientes que se adaptam ao seu quadro clínico devido ao esgotamento corporal e mental do tratamento da doença. Entre outros princípios de tratamento farmacológico aconselha-se o uso sequencial de analgésicos conforme a veemência do quadro álgico, aumentando-se a potência do analgésico de acordo com a intensidade da dor.

A escala analgésica da dor da Organização Mundial de Saúde (OMS), divide os medicamentos analgésicos em três degraus distintos, defende, por exemplo, a utilização inicial de fármacos não opioides, seguindo-se os opioides de baixa potência e os opioides fortes, dependendo do aumento da intensidade da dor.

Como a dificuldade no estado emocional do paciente pode influenciar a percepção da dor? O estado emocional do paciente pode ser influenciado devido ao aumento ao da ansiedade, causando um comprometimento maior ainda em seu estado geral dificultando ainda mais as abordagens emocionais da dor como um facilitador emocional causado pela dor. A quantificação da dor apresenta dificuldades devido a associação das sensações de dor como um conjunto de fatores motivacionais, emocionais e culturais apesar disso é fundamental a mensuração da dor para avaliar e tratar o efeito da dor.

Uma das razões significativas para escolha desse tema é devido á importância de ser um cuidado humanizado que visa a promover o bem-estar do ser fragilizado não é só administrar drogas é exercer o ato de cuidar procurando a evolução significativa do paciente. O cuidar é uma relação de afetividade que se configura num ato de responsabilidade, atenção, preocupação e envolvimento com o cuidador e o ser cuidado. Cuidar é evidenciar o problema tendo um olhar clinico e ágil. Observando sempre as atitudes do paciente, não deixando ele sozinho, amenizando o sofrimento dele através da terapia medicamentosa e do cuidar. Dar aconchego físico e apoio psicológico além de trata-lo como ser humano.

O objetivo geral desse trabalho é acadêmico, com finalidade de avaliar a dor em pacientes oncológicos no planejamento do autocuidado, enfatizando a atuação do enfermeiro nessa área. Como objetivos específicos são conhecer a capacidade de discernimento do enfermeiro em pacientes oncológicos; descrever os cuidados realizados pelo enfermeiro em pacientes oncológicos e descrever a atuação da enfermagem em relação a família do paciente.

O presente estudo, foi realizado uma pesquisa bibliográfica a partir de um rastreamento feito em diversas fontes secundárias, por meio do computador com acesso à internet, consultando diversas teses sobre o assunto, essa pesquisa tem como finalidade caráter informativo para enfatizar a importância do enfermeiro no alivio da dor do paciente oncológico foram diversas teses encontradas no início foram selecionadas por nome, após foi observado que deveria ser usado somente aqueles que tivessem ligação direta com o tema proposto. Portanto tive como finalidade avaliar todas teses que relatavam a atuação do enfermeiro no processo da dor oncológico e atuação do enfermeiro com a família de pacientes oncológicos, as fontes de dados utilizadas foram: Scielo, google acadêmico e Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde.

A busca bibliográfica compreendeu o período de 1990 a 2016. Com todas essas informações foi realizado uma análise onde foi enfatizado alguns pontos importantes como a percepção dos profissionais de saúde referente a atuação na dor oncológica, dificuldades no processo do tratamento devido dores e cansaços devido quimioterapias e radioterapias, situações diversas ocorridas com pacientes oncológicos.

3. DOR ONCOLOGICA NA VISÃO DO ENFERMEIRO

Nos últimos anos se tem observado diversos casos sobre tratamento de câncer, ao falar nesse assunto na maioria das vezes já é pensado um tratamento cansativo, doloroso e estressante tanto para o paciente quanto para seus familiares. Portanto o enfermeiro tem como responsabilidade deixar esse tratamento mais tranquilo e humanizado para o paciente e consequentemente aos seus acompanhantes. A dor começou a realmente ser estudada após a II Guerra Mundial devido ao crescimento do conhecimento relacionada a anatomia e fisiologia humana e modos para investigar a dor.

Pesquisas demonstram que a percepção e o modo de reagir diante a dor variam entre os pacientes mesmo aqueles que tenham a mesma doença, no mesmo estágio de avanço, localização e etc e que cada um tem seu modo de lidar com ela, podendo causar diversos graus de sofrimento, essas diferenças podem ser aspectos de diversos motivos como história de vida do indivíduo, sexo, raça, cultura enfim, são diversos os meios que podem alterar o modo o qual o paciente lida com sua dor, portanto o enfermeiro deve estar ciente que a dor é relativa para cada indivíduo e principalmente em pacientes oncológicos devem ser tratado de formas únicas, jamais comparando a dor de um paciente com a do outro, um fator importante que influencia na sensação dolorosa são os sentimentos e experiências emocionais do paciente como mágoa, luto, angústia podendo aumentar ou até diminuir a sensação da dor, ou seja a reação do estímulo doloroso é individual depende do estado físico e emocional do paciente podendo alterar ou não sua evolução.

De acordo Silva e Zago (2001) os pacientes podem passar por dois tipos de dor, a dor aguda e a dor crônica, a crônica é definida diante seu tempo de duração como meses por exemplo, a crônica é frequente em pacientes oncológicos e pode ser devido ao tumor que nele se estabelece, metástase, devido terapias como radioterapia, cirurgia e quimioterapia além de poder estar associada a causas psicossociais.

Segundo Rangel e Telles (2018) o sucesso diante a terapia da dor no paciente oncológico baseia-se principalmente no diagnóstico do mecanismo da dor (inflamatório, neuropático, isquêmico, compressivo) e consequentemente do diagnóstico da síndrome dolorosa preponderante, somente assim poderá ser feito uma terapia correta para o alivio dessa dor.

Para se ter um tratamento efetivo para essas dores o contato paciente e profissional de saúde é fundamental, para que o mesmo entenda seu quadro clínico e saiba implementar medidas analgésicas e avaliar a eficácia do tratamento para essa dor, o enfermeiro deve realizar a escala de dor para cada paciente, onde o mesmo irá enfatizar a dor e o local que está sendo acometida, somente assim a enfermagem poderá passar ao médico uma mensuração da dor do indivíduo por meio da triagem, para que seja prescrito um medicamento de acordo com a dor estabelecida.

A participação de enfermeiros em pesquisas relacionadas a dores crônicas juntamente com equipes multidisciplinares auxilia na melhora na ampliação e desenvolvimentos de conhecimentos sobre estratégias inovadoras para o cuidado com o paciente acometido pela dor. O modo como o enfermeiro se comunica com o paciente e entre sua equipe é uma forma de melhorar o tratamento dado.

O tratamento com pacientes de dor crônicas são extremamente sérios é as vezes são negligenciados pelos profissionais de saúde, porém o enfermeiro deve atender cada paciente de modo que atenda as dores relatas pelo mesmo, realizando tratamentos humanizados tanto para seus pacientes como para seus familiares.

Uma avaliação da dor inadequada pode fazer com que seja perdido relatos importantes referente a evolução da doença do paciente, podendo dificultar o manejo no sintoma da dor, isso somente reforça a importância que os profissionais de enfermagem devem reconhecer todos os sinais de dor e saber mensurar diante relatos e escalas para intervir corretamente no alívio, a enfermagem é a equipe que tem o maior contato com seu paciente diante um tratamento hospitalar, participando de suas rotinas, informando familiares sobre evoluções no tratamento o paciente é 24 horas assistenciado por algum profissional da enfermagem, o paciente e seus familiares acabam relatando suas dores, sofrimentos e dúvidas contribuindo para o conforto e auxiliando do tratamento e evolução.

Diante algumas pesquisas tratar alguém com dor não é necessariamente tirar a dor por completo, em pacientes oncológicos em fase terminais por exemplo os remédios na maioria das vezes não fazem o efeito esperado, porém cabe ao enfermeiro fazer com que esse momento seja menos doloroso ao paciente e seus entes, saber ouvir o paciente e familiares, proporcionar o conforto diante reais possibilidades, informar os motivos o qual ele está sentindo aquela dor naquele momento, passar confiança e manter uma humanização ao indivíduo pois diante a dor qualquer palavra mal interpretada pode afetar o psicológico do paciente, a dor oncológica ocorre em mais da metade dos pacientes acometidos pela doença e pode se manifestar em todos estágios da doença.

Para o controle da dor é necessária uma abordagem multiprofissional e os enfermeiros tem um grande destaque por conviver com mais tempo com o paciente tendo uma melhor noção de quando o tratamento está surgindo efeito, o enfermeiro pode precisar de treinamentos específicos em dor e analgesia para que o mesmo tenha um conhecimento técnico mais aprimorado do conceito e tratamento da dor, deixando enfatizado que os enfermeiros sabem da importância de um tratamento eficaz para o alivio doloroso do paciente.

O profissional de enfermagem tem uma maior empatia por seus pacientes, fazendo com que seja prestado um tratamento ainda mais eficaz e humanizado, respeitando os valores do paciente, o cuidado humanizado vai além da administração de drogas, mas estar atento a intercorrências, ter habilidade, ética e tentar amenizar o sofrimento durante o tratamento seja por meio de analgesia ou por apoio psicológico.

A enfermagem na maioria das vezes está mais “aberta” para atender os pacientes respeitando suas crenças, culturas e éticas, ´pensando em um tratamento que seja tranquilo para o cliente e seus familiares, hoje podemos ver que a preocupação no tratamento do câncer não é somente a cura, mas que o paciente tem uma qualidade de vida ativa e que seu tratamento seja realizado da melhor forma possível.

A desinformação dos enfermeiros sobre como lidar com a dor pode fazer com que o tratamento seja mais traumatizante para o paciente, é necessário que os enfermeiros estejam cientes da sua importância diante a dor de um paciente, podendo ser avaliado por diversas formas, por escalas de dor, controle de sinais vitais e sinais de dor, o enfermeiro tem habilidade e estudo para realizar uma mensuração correta da dor criando modos para que esse alívio seja alcançado.

Para realizar o tratamento de um paciente oncológico é necessário conhecer o mesmo por completo, entender o que ele precisa naquele momento e o que está causando esse incomodo, o enfermeiro tem baseamento técnico suficiente para poder auxiliar no tratamento, pois além de ser necessário um estudo específico da fisiologia humana é necessário um conhecimento pessoal do paciente e na maioria das vezes o enfermeiro é o que tem maior contato com o paciente diante aos outros colegas de trabalho.

A enfermagem tem um papel importante na trajetória terapêutica do paciente, pois é ela quem recebe os pacientes, avalia e realiza procedimentos para o tratamento, observa necessidade de acompanhamento psicológico, sendo o principal elo entre profissionais de saúde e paciente, o enfermeiro tem como responsabilidade reconhecer e intervir nos casos de pacientes portador de algum tipo de câncer, principalmente na rede básica de saúde, com isso os enfermeiros necessitam de conhecimentos na área oncológica para lhe dar atendimentos adequados ao paciente, na visão do enfermeiro o tratamento de câncer é dos tratamentos mais cansativos porém é o que mais lhe ´é gratificado, pois é nesse momento que ele pode aprimorar sua assistência em saúde e criar um elo entre paciente, família e equipe para alívio e avanço do tratamento, falta de profissionais qualificados na equipe de saúde acaba impactando na evolução terapêutica do paciente enfatizando ainda mais a importância do enfermeiro durante o tratamento do cliente. Pacientes com câncer vivenciam desconfortos que acarretam impacto emocional adverso. Desta forma, é necessário incentivar estudos que investiguem estratégias de enfrentamento eficazes à redução da dor e do sofrimento nas diferentes fases da doença (Caponero et al., 2004).

Caponero, Santos e Naylor (2004) discutem o impacto emocional adverso do câncer sobre os pacientes e ressaltam a dor como uma variável agravante deste quadro clínico. Os pacientes passam por desconfortos desde os exames diagnósticos até as terapêuticas convencionais, que produzem limitações físicas (mutilações, deformidades), sociais (perdas materiais, dinheiro) e psicológicas (ansiedade, medo da morte). Em um estudo realizado em 2010, no gráfico a baixo podemos ver a importância de alguns indicadores que aliviam a dores oncológicas.

Tabela 1 - Principais fatores que aliviam a dor

Fonte: (ALVES et al., 2011)

Gráfico 1 – Fatores que agravam a dor

Fonte: (ALVES et al., 2011)

Em relação aos gráficos se nota que as dores psicológicas também alteram no tratamento da dor e cabe ao enfermeiro estar atento aos sinais impostos pelo seu paciente para que seja evitado qualquer tipo de intercorrência que possa alterar o tratamento do mesmo.

4. ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NO ALÍVIO DA DOR ONCOLOGICA

No ano de 1960, foi definido que dor seria uma sensação e a Organização Mundial de Saúde (OMS) completou informando que seria uma experiência sensorial e emocionalmente desagradável e essa definição é usada até hoje.

Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

Entre os fatores que influenciam a sensação da dor, os sentimentos e as experiências emocionais como mágoa, tristeza, angústia e culpa. Ou seja, a reação a um estímulo doloroso é diferente para cada pessoa e depende do estado físico e emocional do paciente em situação de dor.

Existem dois tipos de dor que podem ser vivenciadas por paciente, a dor aguda e dor crônica, a crônica é definida de acordo com seu tempo de duração, frequentemente é esse tipo de dor que pacientes acometidos pelo câncer tem, podendo ser devido ao tumor ou por metástases por exemplo e em algumas situações ela pode ser atingida devido causas psicossociais.

De acordo Silva e Zago (2001), para se ter um tratamento apropriado a dor é necessário que o relato da experiência dolorosa vivida pelo paciente seja explicado corretamente aos profissionais de saúde sendo fundamental para a compreensão do quadro álgico, implementação de medidas analgésicas e avaliação da eficácia terapêutica.

No tratamento de pacientes com dor crônica é preciso considerar diversos motivos que interagem no processo, a importância de analisar e entender a dor como decorrente desses fatores, e não isoladamente, visto que o objetivo do tratamento é a reabilitação global do indivíduo e não apenas corrigir um dos aspectos isolados de sua expressão sintomática, nesse sentido, a avaliação da dor, pelo profissional, é o ponto fundamental para o planejamento do tratamento e do cuidado.

Em 1990 a Oncology Nursing Society criou uma posição referente a dor do paciente oncológico definindo objetivos para o tratamento, considerações éticas e recomendações.

De acordo Silva e Zago (2001), na assistência de enfermagem suprir as necessidades fisiológicas e psicossociais se destaca a necessidade de os enfermeiros contribuírem para o avanço da assistência ao paciente oncológica com dor crônica.

Enfermeiros envolvidos nas pesquisas sobre dor crônica e as medidas terapêuticas, com participação dos médicos e pesquisadores de outras áreas é significativo para o desenvolvimento de conhecimento e de estratégias inovadoras para o cuidado do paciente (DA SILVA; ZAGO, 2001).

Em um estudo realizado em 2008, informou que a enfermagem compreende a importância da avaliação correta da dor do paciente e que cuidados vai além da administração de analgesias, os cuidados envolvem a capacidade de compreender o sofrimento do o outro (WATERKEMPER; REIBNITZ; MONTICELLI, 2010).

Estudos comprovam que a dor, quando não aliviada, limita o paciente nas atividades de vida diária, altera o apetite, o padrão de sono, a deambulação, a movimentação, o humor, o lazer, as atividades profissionais, sociais e familiares. Nos doentes com câncer a dor pode desencadear frustração, processo depressivo, isolamento social e familiar, exacerbação do medo e da dor. (DA SILVA; PIMENTA, 2003).

Ao se deparar com paciente relatando dores é necessário que a enfermagem tenha conhecimento da real mensuração da dor, buscando características e realizando escalas de dor corretamente.

Conforme tabelas abaixo se pode concluir as características das dores e prejuízos causados nos pacientes.

Tabela 2: Descrição das características da dor e dos prejuízos dela advindos existentes nos prontuários e das características relatadas pelos doentes. São Paulo,

1999.

Fonte: (DA SILVA; PIMENTA, 2003).

Tabela 3: Prejuízos advindos da dor existentes nos prontuários e os relatados pelos doentes. São Paulo, 1999.

Fonte: (DA SILVA; PIMENTA, 2003).

O tempo para o atendimento para alívio da dor do paciente é imprescindível para que o mesmo tenha um conforto diante o tratamento.

Tabela 4: Distribuição do relato dos doentes sobre a satisfação com analgesia e o tempo de espera para o atendimento após a solicitação de um analgésico. São Paulo, 1999.

Fonte: (DA SILVA; PIMENTA, 2003).

Para se ter um alívio efetivo da dor é necessária uma analgesia correta de acordo com a escala de dor do paciente e relatos pós analgesia, conforme tabela abaixo é possível saber a satisfação analgésica do paciente referente ao alívio da dor.

Tabela 5: Distribuição da satisfação com analgesia recebida comparada à intensidade de dor relatada pelos doentes. São Paulo, 1999.

Fonte: (DA SILVA; PIMENTA, 2003).

A queixa de dolorosa deve ser investigada durante toda a internação. A avaliação a dor inclui a caracterização do local, da intensidade, da frequência, da duração e da qualidade do sintoma, e deve ser registrada em instrumentos desenvolvidos pela instituição (DA SILVA; PIMENTA, 2003).

Segundo Da Silva e Pimenta (2003), a investigação da satisfação com a analgesia é parte dos protocolos de dor e analgesia e é considerada como um indicador de qualidade pela American Pain Society. Estudos evidenciam que o doente hospitalizado com dor não aliviada tende a avaliar negativamente todos os demais serviços durante sua internação.

A equipe de enfermagem tem todo conhecimento técnico para se ter um alívio correto da dor, alívio das dores oncológicos aos pacientes também é um modo de tratamento humanizado, todo paciente tem o direito de ser tratado bem e ter pessoas capacitadas para seu atendimento.

O alívio da dor é uma ação da equipe multidisciplinar, porém a enfermagem é a única equipe que está 24 horas por dia atendendo o paciente podendo ter uma noção maior se a medicação está ou não fazendo efeito ao paciente, além do fato que alivio de dor não é apenas analgesia e sim ouvir e saber a mensuração da dor de cada paciente, cada paciente tem uma percepção da dor e para se ter um tratamento correto é necessário que a equipe de saúde esteja ciente disso.

A enfermagem é a equipe que está na maioria do tempo atendendo o paciente ela deve ser responsável pelo atendimento e suprimento da dor oncológica realizando os testes e escalas necessárias para que seja proporcionado um bem-estar e conforto ao paciente.

5. ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM EM RELAÇÃO AOS FAMILIARES DOS PACIENTES

A preocupação com a compreensão da dor crônica do paciente oncológico tem crescido cada vez mais nos últimos anos junto aos recursos terapêuticos para alívio da dor, mas a dor ainda permanece sem uma resposta satisfatória (DA SILVA; ZAGO, 2001).

A atuação da enfermagem no alivio da dor é limitada devido à falta de conhecimento sobre interver na dimensão afetiva ou expressiva, com isso o cuidado é prestado baseado no modelo médico (DA SILVA; ZAGO, 2001).

A família de do paciente com câncer é a principal fonte de apoio para o paciente em tratamento de câncer o câncer deve ser tratado como problema de questão familiar, a família é afetada pela doença e o dinamismo familiar acaba afetando o paciente em tratamento, podendo causar uma depressão por exemplo, conviver com o câncer requer um trabalho adaptativo ou acomodação para transtornos e mudanças na família (SANCHEZ et al., 2010).

Segundo Sanchez et al. (2010), os familiares e amigos são um tipo de suporte essenciais e frequentemente utilizados para ajudar nos cuidados diretamente ou indiretamente ao paciente, seja auxiliando no cuidado do mesmo como no auxilio doméstico por exemplo.

Para se termos uma assistência humanizada ao paciente oncológico e seus familiares é necessário realizar algumas atitudes onde todos poderão compartilhar seus sentimentos, identificar áreas que com potencial maior de criação de problemas, auxiliar os familiares a identificar locais de ajuda sendo dentro ou não do âmbito familiar, fornecer informações de formas claras e objetivas, esclarecer dúvidas, auxiliar nas soluções de problemas relacionado ao tratamento oncológico fazer com que o paciente e seus familiares se sintam acolhidos diante um momento traumatizante para eles (COSTA; FILHO; SOARES , 2003).

As pessoas na maioria das vezes precisam se sentir protegidas, seguras e saber que podem contar com alguém para compartilhar suas experiências de forma menos dolorida e com menos sofrimento para que possam se sentir mais acolhida (DE SOUZA; SANTOS, 2007).

Segundo De Souza e Santos (2007), a enfermagem não deve apenas promove a saúde dentro do âmbito hospitalar, mas também procurar compreender o sentimento alojado em cada pessoa portador de uma doença crônica, como o câncer.

Na maioria das famílias uma pessoa é a responsável pelos cuidados do paciente oncológico, esse familiar é chamado de cuidador familiar na maioria das vezes é ele quem se sente mais abatido diante uma piora do paciente por exemplo, devido passar mais tempo com ele do que o restante dos familiares.

A família cuidadora precisa de dois tipos de apoios sociais, um é o apoio emocional que é afeto, companhia, aconselhamento etc, e o apoio diário que é mais focado na orientação de problemas (SANCHEZ et al., 2010).

A enfermagem deve realizar o auxílio aos cuidadores lhe fornecendo apoio e educação apropriados sobre a doença, auxílios no tratamento mantendo o cuidador informado sobre a patologia, oferecer apoio psicológico e se mostrar útil aos familiares é a fase mais importante no início do tratamento com o paciente (SANCHEZ et al., 2010).

A família ao vivenciar a “experiência do câncer” ela enfrenta diversos sentimentos tristes, agoniantes e dolorosos, passando por um processo chamado

“experiência do adoecer em família”, sendo um momento difícil tanto para o paciente acometido pelo câncer como para seus familiares que passam juntos pelos mesmos sentimentos, sentem medo e a expectativa da morte, afinal cuidar de pessoas que fazem tratamento quimioterápico acaba trazendo dores e sofrimento, principalmente quando o paciente é alguém muito próximo (DE SOUZA; SANTO, 2007).

Também é muito complicado para os familiares vivenciar todas as transformações que a doença pode causar em seu parente se tornar mais fragilizado, sentindo dor e submetido a diversas intervenções frente a eles que o acompanham dessa etapa difícil do tratamento (DE SOUZA; SANTO, 2007).

Segundo De Souza e Santos (2007), é extremamente importante que os profissionais de saúde que atuam na área oncológica ofereçam um suporte emocional e orientações quanto aos objetivos e efeitos do tratamento para os familiares, além do seu papel técnico relacionado ao manuseio das drogas, a enfermagem deve atuar como multiplicadores de informações corretas a respeito do tratamento quimioterápico tanto para o paciente como para seus familiares.

De acordo com a agressividade do tratamento proposto ao paciente oncológico a família irá se sentir abatida e com dúvidas buscando a equipe de saúde para se comunicar, principalmente a enfermagem pois é ela quem presta assistência diária ao paciente quimioterápico.

A enfermagem que atende paciente oncológicos deve estar preparada para atender o cliente e a família em diversas extensões das crises, seja física, emocionais, sociais, culturais e espirituais (DE SOUZA; SANTO, 2007).

Segundo De Souza e Santos (2007), cabe a enfermagem a ajudar o paciente e seus familiares a enfrentar o impacto do câncer principalmente da quimioterapia, informando sobre sua agressividade, seus efeitos colaterais e tóxicos, permitindo a toca de expressões e sentimentos explicando e fornecendo informações de forma clara a respeito da doença e a importância da continuidade do tratamento.

Ao se deparar com uma patologia como o câncer o envolvimento familiar é inevitável, a família é a principal instituição social em que o indivíduo inicia suas relações afetivas, cria vínculos e internaliza valores, a família passa por diversos sentimentos na convivência com o paciente oncológico, portanto é necessário que seja reconhecido que tanto familiares quanto os pacientes estão sujeitos a passarem pelos mesmos sentimentos como, por exemplo, o medo da quimioterapia e dos efeitos colaterais da mesma (DE SOUZA; SANTO, 2007)

A família pode não estar preparada para assumir o cuidado e com isso precisa ser informada sobre a patologia e o tratamento e receber instruções sobre habilidades técnicas para realizar os cuidados no domicílio, o apoio social é um meio que a enfermagem pode fornecer uma melhoria da qualidade de vida das famílias do paciente oncológico criando um fortalecimento e mantendo o bem-estar familiar (SANCHEZ et al., 2010).

Segundo Sanchez et al. (2010), conhecer as necessidades de apoio que são ditas pelos familiares do paciente oncológico, formas de intervir e programas podem auxiliar na compreensão do cuidado e favorece planejamento de ações adequadas para a necessidade de cada família.

Alguns cuidadores familiares relatam que gostariam de uma assistência maior da equipe de saúde para auxilia-los a realizar ações específicas como o uso de estratégias farmacológicas para o alívio da dor oncológica (SANCHEZ et al., 2010).

Portanto os familiares cuidadores devem estar devidamente cientes sobre o que eles têm autonomia ou não para fazer.

A sobrecarga psicológica em cuidadores de um familiar com câncer principalmente em estágio avançado possibilita o surgimento de algumas doenças psicológicas como a síndrome do pânico sendo necessário intervenções imediatas para que a comunicação entre o cuidador e profissional de saúde seja mais efetiva principalmente sobre a necessidade de serviços em saúde mental tanto ao paciente quando ao seu cuidador, o cuidador de paciente oncológicos acabam se descompensando com o passar do tempo, pois eles se esforçam para cuidar do paciente, assumir tarefas domésticas, auxiliar a família, cuidados das responsabilidades financeiras e suportar o estresse do tratamento e isso acaba causando alterações psicológicas ao cuidador e deve ser devidamente acompanhado junto à equipe de saúde(SANCHEZ et al., 2010).

Quando a família de um paciente acometido pelo câncer tem crianças e pessoas idosas nos primeiros dias os familiares tem a vida transtornada, porém tentam parecer para crianças e idosos uma rotina mais normal possível para manter o otimismo, esse tipo de família precisa de um acompanhamento especial por parte da enfermagem, fornecendo apoio psicológico para conseguir liderar a família e auxiliar nos cuidados com o paciente.

Quanto mais informado sobre o estado do paciente, sobre os efeitos colaterais do tratamento de quimioterapia por exemplo e sobre como controlar esses efeitos melhor será a adesão ao tratamento tanto ao paciente quando aos seus familiares, para ele a quimioterapia é um processo doloroso e cansativo para seu ente querido e se não explicado com clareza pode causar danos futuros (DE SOUZA; SANTO, 2007).

Segundo De Souza e Santos (2007), ao prestar atendimentos aos pacientes oncológicos, os cuidados vão além de normas técnicas, ele envolve companheirismo, confiança, relacionamento paciente e enfermagem, empatia tanto com o paciente quanto aos seus familiares são necessários em alguns momentos entender linguagens não-verbal, entender as necessidades fisiológicas e emocionais dos mesmos proporcionando conforto e segurança para que a família e o paciente possam conviver melhor com esse momento difícil de uma forma mais tranquila o cuidar é criar uma meta de recuperação, prevenção, manutenção e promoção da saúde do indivíduo em sua integralidade e singularidade, respeitando a dor do mesmo e de seus familiares.

A equipe de enfermagem é a equipe que está mais próximo do paciente e seus familiares durante 24 horas por dia e isso pode auxiliar no modo como a enfermagem deve lidar com eles, mantendo o diálogo e ouvindo todas as dúvidas deles, pois a enfermagem não é apenas normas técnicas e sim promoção de saúde e educadora, portanto é dever da enfermagem auxiliar a família e o paciente referente a patologia e o tratamento a ser seguido.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A dor oncológica na visão da enfermagem é algo não específico pois cada paciente tem uma resposta para a dor e cada um a sente de formas diferentes e para se ter um acompanhamento correto e para se ter o alívio da dor de acordo com a realidade de cada paciente.

A equipe de enfermagem é a equipe que está a maioria do tempo com o paciente conhecendo seus sinais e desconfortos antes que qualquer outra pessoa da área hospitalar, ao se deparar com a dor oncológica é necessária uma mensuração correta e de conhecimento sobre o alívio das dores após farmacoterapia, a dor é relativa para cada pessoa e cada pessoa deve ser tratada da forma em que lhe causar alívio e diminuía a dor.

Além do auxílio na diminuição da dor oncológica e enfermagem é quem a família recorre no meio desse momento turbulento no qual estão passando a enfermagem é conhecida como uma ponte de conhecimento entre o paciente, tratamento e família, as pessoas na maioria das vezes precisam se sentir protegidas, seguras e saber que podem contar com a enfermagem para desabafar e ter um apoio psicológico.

7. REFERÊNCIAS

ALVES, Vanessa Souza et al. Conhecimento de Profissionais da Enfermagem sobre Fatores que Agravam e Aliviam a Dor Oncológica. 2011. Disponível em: <http://www.inca.gov.br/Rbc/n_57/v02/pdf/07_artigo_conhecimento_profissionais_en fermagem_fatores_agravam_aliviam_dor_oncol%C3%B3gica.pdf>. Acesso em: 19 mar. 2018

Caponero, R., Santos, R. L., & Naylor, C. (2004). Cuidados paliativos. In Guimarães, J. R. Q. (Org.) Manual de oncologia (pp. 717-120). São Paulo: BBS. COSTA, Cleonice Antonieta; FILHO, Wilson Danilo Lunardi ; SOARES , Narciso Vieira . ASSISTÊNCIA

HUMANIZADA AO CLIENTE ONCOLÓGICO: reflexões junto à equipe. 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/reben/v56n3/a19v56n3>. Acesso em: 10 abr. 2018.

DA CRUZ, Fernanda Strapazzon; ROSSATO, Luciana Grazziotin. Cuidados com o Paciente Oncológico em Tratamento Quimioterápico: o Conhecimento dos

Enfermeiros da Estratégia Saúde da Família. 2015. Disponível em: <http://www.inca.gov.br/rbc/n_61/v04/pdf/04-artigo-cuidados-com-o-pacienteoncologico-em-tratamento-quimioterapico-o-conhecimento-dos-enfermeiros-daestrategia-saude-da-familia.pdf>. Acesso em: 20 mar. 2018.

DA SILVA, Yara Boaventura; PIMENTA , Cibele Andrucioli de Mattos. Análise dos registros de enfermagem sobre dor e analgesia em doentes hospitalizados. 2003. Disponível em: <https://www.revistas.usp.br/reeusp/article/view/41346/44917>. Acesso em: 09 abr. 2018

DA SILVA, Lili Marlene Hofstätter; ZAGO, Márcia Maria Fontão. O cuidado do paciente oncológico com dor crônica na ótica do enfermeiro. 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rlae/v9n4/11482>. Acesso em: 10 abr. 2018.

DE SOUZA, Maria das Graças Gazel; SANTOS, Fátima Helena do Espírito. O Olhar que Olha o Outro...: Um Estudo com Familiares de Pessoas em Quimioterapia

Antineoplásica. 2007. Disponível em: <http://file:///C:/Users/oh365/Downloads/Familia-Cancer%20(1).pdf>. Acesso em: 10 fev. 2018.

FERREIRA, Flávia dos Santos; SANTOS, Juliano dos; MEIRA, Karina Cardoso. Conhecimento de enfermeiros residentes sobre o manejo da dor oncológica: estudo transversal. 2016. Disponível em: <http://file:///C:/Users/oh365/Downloads/5439-31134-1-PB.pdf>. Acesso em: 20 mar. 2018.

RANGEL, Odilea; TELLES, Carlos. Tratamento da dor oncológica em cuidados paliativos. 2012. Disponível em: <http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.asp?id=324>. Acesso em: 20 mar. 2018.

SANCHEZ, Keila de Oliveira Lisboa et al. Apoio social à família do paciente com câncer: identificando caminhos e direções. 2010. Disponível em: <http://www.redalyc.org/html/2670/267019594019/>. Acesso em: 10 abr. 2018.

WATERKEMPER, Roberta; REIBNITZ, Kenya Schmidt ; MONTICELLI, Marisa. Dialogando com enfermeiras sobre a avaliação da dor oncológica do paciente sob cuidados paliativos. 2010. Disponível em: <http://www.redalyc.org/html/2670/267019594026/>. Acesso em: 09 abr. 2018.

SILVA, Alecsandro Da. Actuación Del Enfermero En El Dolor Oncológico: 2018. 34. Trabalho de Conclusão de Curso Enfermagem – Faculdade Anhanguera Guarulhos Campus IV, Guarulhos, 2018.


Publicado por: Alecsandro Silva

  • SIGA O BRASIL ESCOLA
Monografias Brasil Escola