TEORIA E PRÁTICA DA TRADUÇÃO E METODOLOGIA DE APLICAÇÃO

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1. RESUMO

O Presente trabalho com o título ``a teoria e prática da tradução e a metodologia de aplicação´´, vem trabalhar as maneiras de aplicação de conteúdos em língua inglesa e suas formas se eficazes ou não,com objetivo de elucidar questões levantadas por alunos, usuários da língua e teóricos ,que divergem em sua aplicação linguísticas e em forma de pesquisa e entrevista virtual e real, com moradores de países onde possuem mais de um idioma,  e através da  prática vamos abortar e levantar qu estões acerca do certame.Também serão trabalhados através de situações problema técnicas, propostas de práticas atribuindo  com as nescessidades que o professor de L.E.vivência em seu cotidiano em um país onde o idioma é não é utilizado como segunda -língua.

Palavra-chave:Teoria ,linguística, tradução.

2. INTRODUÇÃO

O estudo linguístico da  língua inglesa no Brasil,  não enfoca apenas no estudo aprofundado do uso da língua para fluência ,embora seja este o resultado que os matriculados em escola de idiomas visar buscar ao pagarem suas mensalidades de valores caros. Para trabalhar a tradução segundo Rónai (1990, p.110), de fato, “traduzir se aprende traduzindo”, porém, sem uma teoria não existiria uma aliança na produção de traduções e a quantidade de traduções infiéis seria, provavelmente, bem maior.O que causaria uma grando confusão e iria gerar uma infidelidade ao valor do signo.

A maioria dos matriculados em Licenciaturas  tendem a pensar que também ao pegar o diploma nas mãos estarão fluentes,quando na realidade o curso irá fazer com que o aluno seja estimulado a ser crítico e questionador .Pois há uma diferença entre o inglês como língua estrangeira e o inglês como segunda língua .

Como língua estrangeira o aluno teria de aprofundar no conhecimento já adquirido para evoluir na fluência tendo como base o diálogo do outro, quando o país já fala o inglês como um idioma oficial, mas como segunda língua o estudo linguístico precisa tarbalhar métodos para se obter resultados de forma gramatical porque a língua não será utilizada a não ser por questões específicas de uso como em um trabalho ou palavras isoladas.

Segundo Furlan (2001, p.16), a prática da tradução, entre os romanos, estava presente no aprendizado da gramática e da retórica.Isto nos faz repensar sobre os métodos utilizados se teóricos ou prático taxando pela data de uso já se trabalhava a gramática  como aplicação e também alguns métodos que ainda hoje são utilizados. A tradução, ainda de cordo com seu pensamento,

“é concebida como a produção de uma réplica através da diferença, do deslocamento, da substituição e da apropriação cultural ou canônica.” (Furlan, 2001, p.16.       

Tendo como alvo os métodos de tradução, as teorias atreladas a prática  traremos esta  pesquisa abordando duas questões: Qual a relação dos métodos de tradução aplicados nas escolas de idiomas e a metodologia das escolas públicas ,e qual a contribuição da língua materna para tradução linguística. No entanto, nota-se, hoje, um retorno da tradução como um componente importante no ensino de línguas estrangeiras, sendo, inclusive, considerada por Welker (2004) como uma quinta habilidade, conjuntamente com as habilidades de ler, ouvir, falar e escrever. Isso significa que a tradução na contemporaneidade deve ser trabalhada em sala de aula de forma adequada a realidade complexa.

Traçando a proposta elencada iremos realizar uma breve entrevista em uma comunidade no Brasil de povos que utilizam a língua inglesa como segunda língua oficial no país de origem apresentando resultados obtidos e contribuições adquiridas .

3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Entrar no mundo da tradução de um texto, poema, diálogo é uma difícil missão sabendo que o tradutor não é o autor , sendo necessário ao tradutor enorme discrição para manter a verdade nos conteúdos mas levando em conta , o contexto da aplicação, a fidelidade e o melhor método.

Friedrich  Schleremacher (2001,p27), afirmou que mesmo não separados pelos dialetos ,mesmo se expressando igual ao outro ,existe uma diferença quando as palavras são pronunciadas por outra boca ,o som não seria o mesmo,segundo o autor quando sentimos aquilo que estamos traduzindo , parece que traduzimos.

A tradução está totalmente ligada ao contexto, pois direta ou indiretamente ,fatores ao redor deverão ser analizados ,não se pode apenas traduzir ou supor aquilo que está escrito.Se houver aplicação da dicotomia (técnica palavra por palavra )de que maneira seriamos concisosna interpretação, se as palavras inglesas também possuem dialetos regionais. De acordo com Greuel,

Assim como o conhecimento humano, enquanto ato, precede a teoria do conhecimento, o ato da tradução precede à teoria da tradução. Porém, é apenas através da reflexão teórica sobre a tradução que se pode identificar um ato como ato de tradução, como também somente no âmbito da teoria do conhecimento se identifica o que é conhecimento. (Greuel, 1996, p.30)

O ato de tradução precisa ser bem desenvolvido pelo tradutor ,ele precisa ter completo  domínio da segunda língua,como bem aponta Coracini (2005/2, p.12) “pesquisar não só a parte linguística, mas também sociedade, literatura, história, política, etc.” Através dessa prática, é possível, ainda, adquirir competências linguísticas tanto da Língua Materna quanto da LE – fonética, fonologia, léxico, morfossintaxe, semântica e, de acordo com Gonçalves (2006), competências pragmáticas e sociolinguísticas em ambas as línguas envolvidas no processo.

Podemos citar algumas traduções de teóricos que abordaram o estudo como  Dolet (1509-1546), que no século XVI escreveu sobre

“A maneira de bem traduzir de uma língua para outra”,

Também contamos com contribuições  de Dryden (1631- 1700) que, no seu “Prefácio às Cartas de Ovídio” (1680), propõe três tipos de tradução: (1) Metáfrase: verter palavra por palavra; (2) Paráfrase: tradução do sentido; (3) Imitação: recriação.Tiveram ainda, as reflexões de Tytler (1747–1813), que escreveu em 1791, The principles of translation [Os princípios da tradução], estabelecendo três princípios: (1) a tradução deve fazer uma transcrição completa da idéia da obra original; (2) o estilo e o modo da escrita devem ser os mesmos do original; (3) a tradução deve conservar toda a naturalidade do original.

Não ficamos isentos dessas técnicas e formas de tradução pois ainda são utilizadas a maneira dialética, retórica,paráfrase, palavra por palavra e outras teorias que foram utilizadas pelos povos antigos e diante das circunstanciasdo momento tiveram êxito.

Como a maioria das questões relacionadas à língua, o processo tradutório exigido ao comunicar conhecimentos de uma língua em termos de outra chega a ser profundamente complexo. A natureza de tal complexidade que envolve o processo de tradução pode ser atribuída aos laços estreitos entre determinada língua e seus usuários na imensa variedade de práticas discursivas em que se envolvem por meio de seu uso.

Assim, teoria e prática do processo de tradução de uma língua para outra estão fundamentalmente relacionadas a uma concepção de língua como uma dimensão inseparável dos falantes de uma sociedade, sua cultura, seus valores, sua política e ideologias. Quanto a tal aspecto, Schleiermacher (2001, p. 37) afirma que:

[...] cada pessoa é dominada pela língua que fala, ela e todo seu pensamento são um produto dela. Uma pessoa não poderia pensar com total clareza nada o que estivesse fora dos limites dessa língua; a configuração de seus conceitos, a forma e os limites de sua combinabilidade lhe são apresentados através da língua na qual nasceu e foi educada, inteligência e fantasia são delimitadas através dela.

Mas sabemos afinal que em seu todo todas tem seu lado eficiente assim como escreveu Roman Jakobson, em seu artigo “On linguistic aspects of translation” [Os aspectos lingüísticos da tradução] (1959/ 1988), que estabeleceu a distinção entre os três tipos possíveis de tradução, lembrando, tradução intra-lingual, tradução inter-lingual e tradução intersemiótica.Que também ainda estão bem presentes nos livros de linguística e metodologias de tradução, ainda faz se lembrar que em Torre de Babel houve a confusão das línguas que foram todas espalhadas pelo mundo .Não se sabe quando cada idioma realmente foi traduzido e compreendido mas sabe -se que as escolas de idiomas tem um importante papel nos incentivos ao estudo dos idiomas ,tendo em vista que no Brasil a maior procura ainda é pela língua inglesa, mas encontra-se a oferta de aulas de Espanhol,Alemão,Francês e poucas outras variedades.

Oliveira (2006) afirma que o aumento das instituições que ofertam cursos de tradução acaba por exigir que se pense nas relações de ensino e aprendizagem de teoria e prática de tradução, sendo a sala de aula um espaço importante para pesquisas. Para a alguns estudiosos da língua , a prática de tradução em sala de aula não é atividade autônoma e independente do ambiente cultural em que está inserida, uma vez que se desenvolve da forma permitida por essas crenças e pelos papéis assumidos pelas pessoas envolvidas. Crenças e concepções do tradutor em formação Tradução em Revista 14, 2013/1, p. 147 (professor e alunos), os quais são definidos, novamente, pelas expectativas desses mesmos indivíduos.

No decorrer da pesquisa científica aconteceu o período de Pandemia no Brasil onde alunos necessitaram estudar de forma remota e professores precisaram apresentar suas metodologias de forma virtual, e foi dentro desta possibilidade que foram realizadas aulas de língua Inglesa pelo aplicativo meet(plataforma virtual), onde alunos de diferentes lugares puderam interagir e trabalhar a prática da língua com outros colegas e professores.

Dentro desta expectativa alguns professores da Escola Pública  E..B.R.V.E, puderam realizar algumas aulas virtuais onde reuniram participantes da Itália(fluente em língua Italiana), e Colômbia(fluente em Espanhol e inglês) e do Brasil, sendo assim puderam aplicar algumas aulas práticas e teóricas refletindo sobre as melhores técnicas de se aprender uma segunda língua e os pontos positivos e negativos de se falar um idioma materno sendo ele estrangeiro.

O gráfico abaixo faz parte de uma pesquisa realizada exclusivamente pela Escola de Idiomas British Council (organização internacional Britânica para educação e relações culturais) em 2014 realizou uma  pesquisas de coeficiente  que mostrou que  47% dos brasileiros possuem conhecimento básico em inglês, 32% , tem nível Intermediário,11% declaram possuir nível avançado e 5% não sabem.

Figura 1

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Observando o gráfico ,notamos que o nível de conhecimento apresentado pelos brasileiros vem das decorrências diretas das oportunidades educacionais que eles tem tido acesso,por diversos meios.Mesmo assim ainda existem expeculações sobre o porquê do ensino apresentado no Brasil seja de cunho gramatical, voltados a lançar muitos conteúdos aos alunos ,transformando os em dicionários ambulantes, quando deveriam ser falantes vivos e críticos.

Nas escolas de educação regular os professores pouco preparados e sem recursos para viajarem a outro país para praticarem o idioma,  limitam o ganho de conhecimento ,segundo representantes do próprio governo afirmam que os professores atuantes nas escolas muitos chegam a possuir bacharelado mas mesmo assim não possuindo nenhum nível de fluência tornando mais difícil as aulas aplicadas em sala de aula.

O segundo gráfico foi extraído de uma pesquisa,  realizada pela escola Prof° Gabriel A.C.no interior do Amapá onde os alunos puderam opinar sobre a satisfação com as aulas virtuais de L.E,observe o resultado obtido:

Figura 2

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Nota-se que grande porcentagem mesmo tendo acesso ao meio virtual onde pode testar possibilidades de aprendizagem de um forma diferente ainda não estão satisfeitos,embora saibam da necessidade e das possibilidades em poder trabalhar com um App de tradução,que trabalha com repetição das palavras como forma de prática do idioma (Duolingo),ainda acham desinteressante o conteúdo assimilado.

4. METODOLOGIA

A principal base da pesquisa foi realizada por alunos e professores da Escola de Educação Básica de um bairro Rural ,Rio Vermelho Estação na cidade de São Bento do Sul, que em  meio a Pandemia gerada pela Covid19, os alunos do mundo inteiro tiveram de assistir suas aulas em casa . Resolveu-se então, um grupo de professores de diferentes Licenciaturas de Linguagens,  reunir alunos da educação fundamental de 6 a 9 anos para algumas aulas remotas , com participantes que falassem fluentemente outros idiomas e morassem em outro país, e fossem nascidos no Brasil.

Dentro da pesquisa foram abordados aspectos concernentes a forma de aprendizado adquiridos pelos participantes,curiosidades culturais, e conteúdos gramaticais e aspectos sociais.

Também houve comunicação e participação da Coordenadoria da escola que apoiou a idéia e participou das aulas distanciais.A plataforma utilizada foi o Google Meet baixado nos aparelhos pessoais de cada participante.A aula foi agendada com antecedência e os alunos tiveram a oportunidade de formular perguntas referentes a tradução dos idiomas.Os alunos puderam interagir com perguntas e respostas na língua inglesa e puderam conhecer técnicas utilizadas para facilitar a aprendizagem da fluência dos idiomas,também aprenderam que quando se conhece outro idioma sendo ele materno e de origem estrangeira a coerencia entre eles faz com que conversem entre si, gerando uma cadeia alimentada todo dia com novas palavras adquiridas.

Os alunos puderam participar de forma ativa e trabalhando o lado cultural de duas nações distintas e que possuem o inglês como segunda língua ( Itália e Colômbia), onde o idioma é ensinado em escolas particulares e públicas,mostrando aos alunos que não é apenas no Brasil que o idioma esta presente na vida dos alunos.

Figura 3

Learn by speaking - Criado por: pdemetrio8@gmail.com · Sua resposta: Sim, eu vou Horário 6pm‎ - ‎7pm‎ (Horário Padrão de Brasília - São Paulo) Data ter. 21 jul. 2020 Onde

Rua Emílio Engel, R. Emílio Engel - Rio Vermelho Estação, São Bento do Sul - SC, Brasil Descrição Olá pessoal estou passando por aqui para convidá los para uma vídeo aula hoje as 18:00 hs da noite , conto com vcs, se programe antes,carregue o celular,faça um lanchinho antes,arrume o cabelo....e vamos lá. Quem receber o email ´precisa dar ok . Minhas anotações Convidados andrirank200512@gmail.com mateusdziedicz@gmail.com Professora Ana Paula dolorestascheck@gmail.com pscheidt.felipe@gmail.com adrielefietz@gmail.com adrielepiekarske@gmail.com amanda.flenik19@gmail.com amandakobus22@gmail.com anhaiadiego9@gmail.com arisanocki@gmail.com beckerdesouzacaroline@gmail.com camileneves67@gmail.com cris.janesch@hotmail.com diegorodrigueskolter@gmail.com dossantoscamilli@gmail.com eduardakarolinesm@gmail.com eduardodzie@gmail.com elisabelandrino@gmail.com eriktelma39@gmail.com fabianebarros95@gmail.com felipealexandrebelandrino@gmail. com flaviaurbainski72@gmail.com gabrielptaszek@gmail.com geanrank@gmail.com gustavohilebrant1@gmail.com habbokelvin45@gmail.com heliomuller50@gmail.com hionaratelma25@gmail.com icarorank@gmail.com jacqueap8924@gmail.com jessicadolivramento70@gmail.com kamilamareth24@gmail.com karlysesbs@gmail.com karunschka@gmail.com kaszubowskicamila98@gmail.com kaua7774@gmail.com limaalupeskety@gmail.com mateusmalinowsky28@gmail.com matheushenrique2005hsp@gmail. com mischkafelipeeduardo@gmail.com mokwaclaudia054@gmail.com nadererfamilia@gmail.com nadiareborba@gmail.com po582999@gmail.com ribeirowalter@gmail.com

O registro acima mostra como o aplicativo do google foi um auxiliar para agendamento das aulas on-line,para aulas remotas com alunos participante de suas casas e interagindo com os colegas e professores.

5. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Na teoria ,o ensino da L.I.a estudantes brasileiros das escolas spublicas e particulares,vem sido ,ministrados no Brasil há bastante tempo,mas são raros os alunos que finalizam o segundo grau com alguma bagagem nesta disciplina.Até mesmo a aquisição vocabular quase inexiste , como se o aluno brasileiro fosse incapaz de memorizar simples palavras soltas do contexto estrangeiro.

Segundo os estudiosos da língua não  existe fluência sem tradução ,somente seria possível falar o vocabulário de que se tem conhecimento.A língua Inglesa no contexto de aquisição se parece bastante com a língua portuguesa ,pois da mesma maneira há uma necessidade de conhecer as estruturas gramaticais ,contextos , terminologias,  lexicografia e estrutura oral.

Embora exista muitas crenças em cima do trabalho realizado pelo tradutor,há de se compreender que o peso da responsabilidade pesa sobre si como que ele tivesse de ser dotado de várias habilidades.

Na prática tudo acontece diferente do planejado , pois existe uma diferença em tentar uma conversa formal com um nativo ou com um estrangeiro com dialetos locais, dependendo da região quase se é impossível compreender muitas palavras do vocabulário.Os nativos assim como os brasileiros falam com sotaques e regionalismos,quando de maneira informal não se utilizam de gírias,assim como o estrangeiro de outras regiões terá uma variedade de palavras que serão apenas do seu país dificultando a compreensão.

Através do encontro realizado pelos educadores , foi ofertado aos alunos um verdadeiro encontro com suas dificuldades e suas possibilidades sociais e culturais ,abrindo um grande leque crítico ao conhecimento de maneira empírica e sátira ,abrangendo as áreas de conversação e tradução literal.

6. CONCLUSÃO

O ensino de inglês de qualidade em escolas de educação básica enfrenta muitos desafios. No processo de melhoria do ensino, muitas discussões tem nos levado a refletir o que realmente pode ser útil para auxiliar a escola a promover um processo de educação com qualidade,voltada para aquilo que realmente esperamos.

Mas com avanço da tecnologia acreditamos que será necessário movimentar acerca daquilo que ainda não foi testado,nas escolas.Hoje os alunos tem aplicativos de tradução como o duolindo, aplicativos como o Abllo onde ele poderá conversar com pessoas nativas em tempo real, a tendência será que a cada dia os alunos cobrarão ainda mais dos professores, principalmente das escolas de idiomas.Já existem professores modernos aplicando uma nova técnica ;a tradução apenas daquilo que será útil dentro da área ,ou seja eu aprendo aquilo que vou utilizar.Desta maneira alega-se não perder tempo com algo desnecessário.

Dentro da contribuição desta pesquisa gostaríamos de externar algo que nos veio em meio a pesquisa ,a proposta de que os professores poderiam ser participantes .Jé existe um projeto em algimas regiões do Brasil chamado( Fullbright), que trabalha em parceria com o Capes e disponibiliza a alguns professores efetivos uma Bolsa para estudar de 30 a 90 dias em países onde a língua oficial é o inglêsno meu ver o projeto poderia ser estendido a mais professores, custeado pelo governo em alguns momentos no decorrer do ano,não apenas a professores como também a alunos de baixa renda que atingissem melhores médias e demonstrassem interesse pela área.

Aos alunos e professores traria grande incentivo assim como abririam oportunidades para outrs áreas também de uso da L.I.Ao nosso ver ainda existem grandes rejeiçoes culturais dentro da área de Línguas.

Os governantes ainda precisam rever discussões ,promover debates e se necessário trazer investimentos visto que a língua esta em constante expansão aliada a globalização mundial  e aos novos empregos que tem surgido no mercado de trabalho.Os alunos não se limitam a ter contato apenas com o idioma dentro das paredes escolares ,a língua é de uso universal e a cada passo eles tem se deparado com algo de necessária tradução,até mesmo os jogos de computadores e celulares.

Há também uma preocupação de pesquisadores a respeito da adesão dos pesquisadores da área de Estudos da Tradução em contribuir para a área de ensino-aprendizagem de línguas, na tentativa de desmitificar o conceito de tradução que ainda soa sob o senso comum, bem como propor atividades tradutórias condizentes com a visão de linguagem vigente no ensino de línguas. Diante disso, mostramos algumas contribuições, por exemplo, de Welker (2004), Romanelli (2006; 2009), Bohunovsky, (2011); Carvalho Neto & Bohunovsky (2011) e do Quadro Europeu Comum (2010).

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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RÓNAI, P. Escola de Tradutores. São Paulo: EDUSC, 2002.

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Escrito por Ana Paula Fernandes Demétrio de Carvalho e Maria Seni de Albuquerque


Publicado por: Ana Paula Demétrio

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