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A IMPORTÂNCIA DA LEITURA NA FORMAÇÃO DO LEITOR DESDE OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

Educação

A leitura como ferramenta essencial no processo de aprendizagem, adoção de estratégias diversificadas de leitura e a sua importância na formação do leitor.

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1. RESUMO

O presente trabalho surge de uma problemática que vem sendo discutida há alguns anos por especialistas em educação para responder o seguinte questionamento: Desenvolver hábitos de leitura desde os anos iniciais do ensino fundamental contribui para a formação de leitores? Como a escola pode trabalhar a leitura dentro e fora da sala de aula e quais os meios de utilização desta especialmente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental? Percebe-se que quando a escola oferece suporte para seus alunos, professores e pais, por meio de diferentes estratégias como: grupos de leitura, acervos de livros, bibliotecas, baús de leitura, entre outros benefícios como auxílio e incentivo à leitura, o aluno tem como desenvolver suas habilidades literárias e ampliar sua visão de mundo. A leitura é algo muito amplo, não pode apenas ser considerada como uma interpretação dos signos do alfabeto. Produz sentido, ou seja, surge da vivência de cada um, é posta como prática na compreensão do mundo na qual o sujeito está inserido.

Palavras Chave: Leitura; hábitos de leitura; leitor.

ABSTRACT

The present study comes as an answer for a problem that have been discussed from few years on until now by education expertise  to answer the following question; The development of reading habits since the early years of elementary school can contribute to the formation of readers, as the school can work the process of reading in and out of the classroom and what means to use this, specially in the initial years of fundamental education. Notice that , when the school offers support to the students, teachers and parents by using different strategies such as: Reading groups, book collections, libraries, trunks full of books, among other benefits like aids(helpers) and encourage reading, the student has a way to develop their skills and broaden they're vision of the literary world. Reading is something very big and can't be considered only as an interpretation of the signs of the alphabet. The Senses of sound, arises from the experience of each reader, and how to practice and understand the world in which the subject is inserted.

Keyword: reading. Reading habits, reader.

2. INTRODUÇÃO

A leitura é o caminho para ampliação da percepção do mundo à nossa volta. Quanto mais um indivíduo lê mais integrado com o seu meio estará. A leitura é feita de diversas formas, uma das principais é a utilizada pela escrita, onde pode ser observável por meio de livros, revistas, jornais, entre tantos outros dos quais se utilizam símbolos reconhecíveis por uma determinada sociedade. No mundo globalizado, há uma necessidade de que os indivíduos aprendam desde cedo a compreender amplamente o seu meio e, para tanto, é necessário que estes desfrutem de mecanismos que possibilitem essa façanha. Nesse sentido, faz-se necessário que a escola busque adotar o método de inserção da leitura desde as séries iniciais. Partindo desse pressuposto acredita-se que se pode trabalhar a leitura dentro e fora da sala de aula.

Este trabalho surge para expor a importância da leitura e como se pode melhorar a sua prática desde os Anos Iniciais do Ensino Fundamental por meio da adoção de estratégias diversificadas de leitura, buscando ainda refletir sobre as muitas indagações que se lançam no ar sobre a leitura/letramento e a sua importância na formação do leitor.

Tem como objetivo contribuir para uma melhor utilização da leitura em sala de aula; reconhecer a necessidade do estímulo precoce do hábito de leitura e a sua importância na vida do indivíduo; possibilitar a interação da criança com os mais diversos textos em situações significativas e diferenciadas de leitura.

Percebe-se que quando a escola oferece suporte para seus alunos, professores e pais, por meio da adoção de estratégias diversificadas de leitura como: grupos de leitura, acervos de livros, bibliotecas, baús de leitura, entre outros benefícios como auxílio e incentivo à leitura, o aluno tem como desenvolver, suas habilidades literárias e ampliar sua visão de mundo.

Considerando a leitura uma ferramenta essencial no processo de aprendizagem, buscou-se por meio de pesquisa bibliográfica (análise de teses, artigos científicos, livros) acerca dos teóricos que abordam o tema em questão como: BLOOM (2001), BRÄKLING (2004), BRITTO (2016), LIBÂNEO (2000) e outros, um apoio teórico para esta proposta de trabalho, em seguida fez-se uma análise qualitativa entrelaçada a um diálogo com tais teóricos.

Espera-se que as ideias apresentadas possam ampliar ainda mais os horizontes no mundo da leitura, reconhecendo a necessidade do estímulo precoce do hábito de leitura e a importância deste na vida do indivíduo.

3. DESENVOLVIMENTO

Observa-se que a leitura tem um papel crucial na vida do indivíduo, por meio desta é possível ampliar os horizontes do conhecimento e da cultura letrada. A aquisição da leitura é imprescindível para que o indivíduo possa agir com autonomia nas sociedades, sabe-se que os indivíduos destituídos do ato de ler enfrentam uma desvantagem enorme em comparação com os que a fazem.

Segundo Bamberger saber ler se compara a um passaporte que ajudará o leitor a viajar e conhecer outro mundo, o mundo dos leitores.

Quando uma pessoa sabe ler bem, não existem fronteiras para ela. Ela pode viajar não apenas para outros países, mas também no passado, no futuro, no mundo da tecnologia, na natureza, no espaço cósmico. Descobre também o caminho para a porção mais íntima da alma humana, passando a conhecer melhor a si mesma e aos outros (Bamberger, 1987, p.29).

Para Freire (1989), a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele. A leitura é associada à forma de ver o mundo. É possível dizer que a leitura é um meio de conhecer. O seu conceito passa pela compreensão do mundo. Entender o que é leitura e para o que ela serve, certamente, nos fará melhores professores. Muitos entendem que ler é somente decifrar as palavras, dando sentido às mesmas. É claro que ler é isso, mas não somente uma decifração, uma vez que exige uma interação entre o leitor e o texto.

Segundo Bloom (2001, pág. 65).

A leitura está desaparecendo lenta e decidida dos nossos hábitos e do elenco dos nossos prazeres. Não a leitura de manuais de autoajuda, de informação rápida e digerível e dos mais variados kits de misticismo planificado, para comprovar este fato basta verificar a maioria das listas dos “mais lidos”. A Leitura que está morrendo é a da grande literatura, o produto dos mais ricos momentos de imaginação e criatividade humana. Uma certa melancolia é inevitável diante deste quadro, sobretudo quando se considera o poder da literatura de tornar a vida mais significativa e possibilitar o acesso a uma dimensão mais profunda da existência na qual podemos partilhar, através do Sublime e do Belo, da unidade da natureza humana.

Considerando que a leitura é capaz de transformar a vida do indivíduo, cabe ao professor, principal mediador do conhecimento, instigar o aluno na prática da leitura, levando o mesmo a atribuir significados aos textos lidos e este venha tornar-se um adulto leitor. Nesse contexto, acredita-se que para a formação de bons leitores, o hábito de ler deve-se iniciar ainda nos anos iniciais do ensino fundamental, por meio de atividades variadas que despertem nos alunos, o gosto e o prazer pela leitura. A oportunidade de ler, como já visto, representa um papel decisivo no despertar do interesse pela leitura. Faz-se necessário que o professor estimule no seu aluno esse hábito, procurando conhecer o gosto do aluno de acordo com a sua faixa etária, proporcionando a estes um ambiente onde ele possa ler, não para ser avaliado ou logo em seguida responder questionário com perguntas sobre aquilo que leu, reescrevendo o texto lido, mas procurando por meio de diversas estratégias onde possam ser desenvolvidas a criticidade, oralidade, a interpretação, o pensar, a criatividade e o diálogo ou seja criar e recriar a partir do texto lido.

De acordo com Silva (1987, apud. Gonçalves, 2013), apontam que atividades como “(...) leituras coletivas ou em pequenos grupos, silenciosa ou em voz alta pelo aluno ou professor, apresentar às crianças uma variedade de histórias, ler contos de fadas que apresentem diferentes versões, personagens diferentes ou finais”. são produtivas e de despertamento para o gosto e hábito da leitura.

É importante que o professor escolha material que seja significativo para o aluno, pois só assim desenvolverá o seu interesse em ler textos diferenciados do seu cotidiano. É importante uma aula prazerosa para prática de leitura, em um ambiente onde haja diversidade de texto, deixando o aluno à vontade para fazer sua escolha para a leitura (Borges, 2013).

Percebe-se ainda, que para a formação de bons leitores, o ambiente familiar é de fundamental importância, é neste que a educação se inicia, se os pais são bons leitores, proporcionarão aos filhos o gosto pela leitura e o hábito de ler, tornando o espaço em família facilitador do processo. LIBÂNEO (2000, pág.22) ressalta que: “Educação é o conjunto de ações, processos, influências, estruturas que intervêm no desenvolvimento humano de indivíduos e grupo na relação ativa com o ambiente natural e social, num determinado contexto de relações entre grupos e classes sociais”. Acredita-se que o gosto de ler e a aquisição de hábitos de leitura, por parte das crianças, é um processo contínuo, que começa na família e que deve ser reforçado assim que a criança faz a sua entrada na educação pré-escolar e ao longo de toda a sua escolaridade, e essa parceria entre escola e família pode e muito favorecer esse processo. “O ingresso na escola não significa que as tarefas educativas tenham sido transferidas dos pais para a instituição. A participação dos pais na escola se faz sempre necessária”. 1

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Desde cedo, ainda bem pequena, instintivamente, a criança percebe e estabelece uma relação entre seus sentimentos e o meio. Aos poucos, vai se apropriando desse instrumento de expressão e vai percebendo a sonoridade e ritmo das palavras por meio da significação afetiva e imaginativa (KRETZMANN; RODRIGUES, 2006).

A criança chega à escola dominando uma gama de textos aprendidos no contexto familiar. Nesse sentido, nos anos inciais do ensino fundamental, faz-se necessário o estímulo constante.

Quanto mais cedo se iniciar o processo de aprendizagem de leitura, mais chances se terá de formar um cidadão crítico que não abandonará o hábito de ler. A criança que sempre tiver em seu alcance livros e souber lê-los e manuseá-los corretamente, dificilmente irá procurar resumos de obras literárias. E quando crescer saberá distinguir uma leitura boa de uma de má qualidade, e consequentemente aprimorará seu desenvolvimento na escrita.

IN:http://www.uniesp.edu.br/finan/pitagoras/downloads/numero1/a-importancia-da-leitura-nos-anos-iniciais-para-a-formacao.pdf

A oportunidade de ler, como já visto, representa um papel decisivo no despertar do interesse pela leitura. Por isso, é importante desenvolver um trabalho que garanta ao aluno leitor, situações de aprendizagem voltadas para o caráter libertador do ato de ler, uma vez que tão importante quanto aprender a compreender é utilizar essa compreensão para se tornar uma pessoa apta a exercer sua cidadania, capaz de agir, interagir e a fazer parte de uma sociedade letrada.

Segundo GRAMMONT (2013)

Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.

De acordo com a autora acima mencionada, se o trabalho com a leitura em sala de aula for ancorado em uma concepção bem definida de leitura, ou seja, se o professor e a escola não tiverem embasamento suficiente acerca do que se pretende por meio desse trabalho, o mesmo corre o risco de não se configurar em si, e também pode tomar outros rumos, distanciando-se da sua proposta que é utilizar a leitura para formar cidadãos cada vez mais críticos e reflexivos. A leitura está presente nas mais diversas situações da vida do ser humano e cada vez mais se faz necessário explorá-la em sala de aula, utilizando mecanismos que desperte o senso crítico do aluno e deixe de ser encarada como atividade sem significado para o aprendizado dos estudantes.

A qualidade da leitura está relacionada com a competência leitora, o que, por sua vez, decorre do nível de alfabetismo e do tipo de atividade intelectual em que as pessoas se engajam. E o desenvolvimento dessa capacidade como demonstram os estudos sobre letramento depende muito da escolarização; mais tempo de permanência em escolas bem estruturadas é condição necessária para a melhoria da qualidade e da intensidade da leitura. BRITO (2016, pág.23)

Para a escola o grande desafio é articular os objetivos didáticos com os comunicativos que sejam significativos para os alunos e estejam em consonância com os que orientam a leitura e a escrita fora da escola. Percebe-se que essa articulação se torna possível quando o professor procura desenvolver o trabalho em conjunto com o Especialista – EEB Supervisor Pedagógico, com o professor Mediador de Leitura – biblioteca, fazendo o diagnóstico a partir das dificuldades que o aluno apresenta, elaborando Plano de Intervenção Pedagógica – PIP a ser trabalhado envolvendo toda a equipe pedagógica, para tanto, faz-se importante conhecer a realidade do seu aluno, o contexto social em que este está inserido, norteado pelo tripé: Ação-Reflexão-Ação.

BARBOSA (2006, pág. 25) afirma que:

A escola brasileira, instituição responsável pelo ensino da leitura e da escrita, tem fracassado em sua tarefa primeira, porque ainda não consegue ensinar efetivamente todos os alunos a ler e escrever, especialmente quando provêm de grupos sociais pouco letrados. O ensino de leitura baseado no treino da habilidade de decodificação do código escrito, tão criticado nas duas últimas décadas do século XX, tanto nos textos acadêmicos quanto nos oficiais, é uma prática antiga específica, criada e desenvolvida em um meio também específico: a escola. Ela se distancia das práticas sociais de leitura vivenciadas por diferentes grupos, em diferentes contextos e épocas.

Para enfrentar o desafio de tornar os atos da leitura e da escrita algo significativo para o aluno, todos os educadores deverão estar compromissados com a melhoria da qualidade de ensino, buscando estar sempre atualizado, ser bom leitor, proporcionando a construção de um ambiente acolhedor em contato com os livros, onde todos se sintam estimulados e confiantes em ler e escrever da melhor forma que sabem, ainda que não seja convencionalmente.

4. CONCLUSÃO

Diante do trabalho realizado constatou-se que, desenvolver o hábito da leitura é um processo que deve ser incentivado desde cedo, em casa e aperfeiçoado na escola, continuando pela vida toda. A criança que é estimulada desde cedo e que tem contato com os livros, consequentemente terá um vocabulário mais amplo, bem como habilidade para interpretar. A leitura segue sendo a principal forma de se construir opiniões próprias, de ter- se embasamento necessário para toda e qualquer atividade ou área.

É conveniente ressaltar também a leitura como lazer, um hábito que dá prazer ao ser Humano. O acréscimo de conhecimento está intrinsecamente ligado à construção do senso crítico, do modo de se portar perante o mundo, e tal atitude leva à personalidade original de cada um, forte, marcante, única.

Ressalta-se que um ambiente motivador e o uso de materiais adequados contribuem para desenvolver o gosto pela leitura. Portanto, esta pesquisa chama atenção para a leitura significativa, possibilitando ao leitor atribuir sentido ao texto, refletir sobre ele e ser capaz de usá-lo em sua prática social. Sendo assim, o ato de ler é imprescindível para que o indivíduo exerça sua cidadania, compreenda criticamente as realidades sociais e nela atue efetivamente.

5. REFERÊNCIAS

BAMBERGER, Richard. Como incentivar o hábito de leitura. São Paulo: Ática, 1988.

BARBOSA, Maria Lúcia Ferreira de Figueiredo Práticas de leitura no ensino fundamental / organizado por Maria Lúcia Ferreira de Figueiredo Barbosa e Ivane Pedrosa de Souza. — Belo Horizonte: Autêntica, 2006. 144 p.ISBN 85-7526-200-9 1. Educação. 2. Alfabetização. I.Souza, Ivane Pedrosa de. II.Título.

BLOOM, Harold. COMO E POR QUE LER. Editoração Eletrônica Abreu’s System Ltda. 2001

FRANCO, Fátima. Leitura e Escrita na Escola: http://leituraescola.blogspot.com.br/2006/02/o-que-ler.html: Acesso em 25/mai./2016.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. 23ª Ed. São Paulo: Cortez, 1989.

GONÇALVES, Neves Souza Débora – 2013. A importância da leitura nos anos iniciais escolares. Monografia (Licenciatura em Pedagogia) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Faculdade de Formação de Professores. Disponível em: http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/58167/a-importancia-da-leitura-nas-series-iniciais#ixzz4A4PVNqmH. Acesso em 25/mai./2016.

GRAMMON, GUIOMAR. Prado, J. & Condini, P. (Orgs.). A formação do leitor: Pontos de vista. Rio de Janeiro: Argus, 1999. pp.71-3. Disponível em:

http://www.saobernardo.ea.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=473:qler-devia-serproibidoq& catid=59:professores&Itemid=184. Acesso em: 20 nov. 2016).

LIBÂNEO, J. C. Produção de saberes na escola: suspeitas e apostas. In: CANDAU, V. M. (Org.). Didática, currículo e saberes escolares. Rio de Janeiro: DP & A, 2000.

LOMBA, Bräkling Katia. Sobre Leitura e a Formação de Leitores: Qual é a Chave que se Espera? Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/EscrevendoFuturo/arquivos/912/040720121E-_Leitura__Formacao_de_Leitores.pdf. Acesso em 16/mai/2017.

KLEIMAN. A. Oficina de Leitura: teoria & prática. Campinas, SP: Pontes, 2008.

KRETZMANN, Caroline. A leitura do professor novamente em discussão. 2006 - Monografias apresentada ao curso de Especialização e Língua Portuguesa e Literatura Brasileira da PUCPR, sob orientação da Prof° Drª Maria Morais da Costa.

SILVA, Sílvio Profirio da, Concepções de Linguagem e fazer docente: um olhar sobre as práticas pedagógicas do ensino da leitura. Disponível em: http://www.webartigos.com/artigos/a-importancia-da-leitura-nos-anos-iniciais-do-ensino-fundamental-uma-analise-do-programa-alem-das-palavras/116405/#ixzz4A0by49m2. Acesso em 28/mai/2016.

1 In: https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/atuacao-dos-pais-na-escola.htm.Acesso em 28/05/2016 

Por Zeilzia Santos da Silva.


Publicado por: Zeilzia santos da Silva

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