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Importância do Bottom Up e Top Down para o Ensino do Listening

Educação

O professor pode unir as duas abordagens Bottom Up e Top Down, com a abordagem tradicional a fim de enriquecer o seu ensino e atingir os diversos tipos de aprendizagem dos alunos considerando a heterogeneidade que existe nas salas de aula.

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1. RESUMO

Esse trabalho tem como objetivo investigar a contribuição e a importância da abordagem Bottom Up e Top Down para o ensino de compreensão auditiva da língua inglesa (listening). Para isso é mostrado suas importâncias e como seus exercícios são aplicados. Esse artigo também pretende contribuir para o desenvolvimento da prática docente de professores da língua inglesa, no que se refere ao ensino de compreensão auditiva dessa língua ao refletir sobre como essas abordagens de ensino podem melhorar o aprendizado do aluno, além de dar sugestões de atividades para direcionar o docente em como proceder com a aplicabilidade em suas aulas das abordagens de ensino do listening Bottom Up e Top Down. O objetivo não é influenciar esses professores a mudarem radicalmente sua metodologia de ensino, mas sim guia-los para saber como complementá-la com o uso das abordagens sugeridas nesse artigo, visto que não há uma metodologia certa ou errada e nem mesmo melhor que a outra, pois elas se complementam. Assim, ao fazer o uso de uma mistura de abordagens em seu ensino, o docente poderá atingir diversos tipos de aprendizagem, já que cada aluno aprende de um modo, enriquecendo assim o ensino e aprendizagem do listening da língua inglesa.

Palavras chaves: Ensino de compreensão auditiva da língua inglesa; abordagens de ensino; Bottom Up; Top Down.

ABSTRACT

This paper aims at investigating the contribution and importance of Bottom up and Top down approach to teach English language listening skill. In order to do that, it is showed the importance of these approaches and how their exercises are applied . This article also intends to improve teacher’s teaching practice concerning listening comprehension of this language by leading them to reflect how these approaches can improve student's learning. Besides, this work shows activities to guide the teachers how to apply teaching approaches Top Down and Bottom Up in their classes. It is not aimed making teachers change their teaching methodology drastically, but to show them how to complement it with the suggested approaches from this article. Seeing that, there is no a wrong and neither a better approach, as they complement themselves. So, by mixing these approaches in their teaching, the teacher will be able to target several kinds of learning, as each student learns in a different way, thus it enriches the listening teaching learning.

Key words: English language listening teaching; teaching approaches; Bottom Up; Top Down.

2. INTRODUÇÃO

Ter uma boa habilidade de compreensão auditiva é essencial para aprender qualquer língua de fato, visto que há muitos estudos alegando que a habilidade de escuta é o componente mais importante do aprendizado da linguagem. (KHUZIAKMETOV. PORSHESKU,1998).

É preciso ter uma compreensão do que escuta para poder aprender as outras habilidades lingüísticas como conversação e a escrita, visto que para ter capacidade de ter uma boa conversação é necessário entender bem o que o falante diz para respondê-lo corretamente. Além disso, quando alguém é solicitado para fazer anotações sobre o que ouve, é crucial que tenha boa compreensão auditiva para desenvolver a habilidade da escrita. Sendo assim, a habilidade de escuta não desenvolve apenas a compreensão auditiva, como também as outras 3 habilidades linguísticas (reading,speaking e writing). Além disso, o conhecimento de vocabulário, gramática e pronúncia também é trabalhado conforme consta nas abordagens de ensino que está logo após o término dessa seção.

É importante que o professor tenha conhecimento de outros tipos de abordagens de ensino para oferecer um ensino com mais qualidade. O professor pode unir as duas abordagens Bottom Up e Top Down, caso já não faça isso, com a abordagem tradicional a fim de enriquecer o seu ensino e atingir os diversos tipos de aprendizagem dos alunos considerando a heterogeneidade que existe nas salas de aula, em relação ao nível de proficiência do idioma, condição social, experiências de vida, cultura e idade (dependendo do tipo de instituição), considerando que em uma universidade é muito mais suscetível de haver essa variação de faixa etária do que em uma escola, por exemplo.

Cabe ao professor não se limitar em não contar apenas com o uso do livro didático, devido ao fato de que a maioria das atividades consideram o que o aluno entendeu, ao invés do que aprendeu (KHUZIAKMETOV. PORSHESKU,1998).

Além do mais, o professor não deveria utilizar somente a abordagem tradicional, visto que isso limita também a aprendizagem dos alunos ao considerar que nem todos aprendem da mesma forma. Ao incluir o uso das abordagens Bottom Up e Top Down o docente desenvolverá além da compreensão auditiva, muitas outras habilidades no discente contribuindo para atingir os vários tipos de aprendizagem.

Para isso, o presente artigo trata dos benefícios de se variar os métodos de ensino do listening e sugere algumas atividades de Bottom up e Top Down através de uma pesquisa bibliográfica. A fim de melhorar o trabalho de professores da língua inglesa com o ensino do listening ao complementarem a abordagem tradicional de ensino com as abordagens Bottom Up e Top Down para o ensino de compreensão audititiva de língua inglesa.

3. A ABORDAGEM DE ENSINO TRADICIONAL DA COMPREENSÃO ORAL DA LÍNGUA INGLESA.

Na abordagem de ensino tradicional o professor é o detentor do conhecimento e o aluno é o receptor. Ele instrui os alunos sobre o que devem fazer e passivamente os alunos obedecem. O docente é quem decide como será tudo, desde a metodologia, a seqüência das atividades e até a avaliação.

As atividades consistem em testar a compreensão do aluno. Um tipo de atividade dessa abordagem de ensino seria o fill the gaps, onde devem completar os espaços em branco com as palavras que ouvem dos diálogos, de noticiários, seriados e músicas.

Essa abordagem é útil para servir de base em como trabalhar a compreensão oral dos alunos, mas não pode ser usada isoladamente sendo o centro das aulas, pois, de acordo com TESOL International Association (2013) essa abordagem é limitada para ensinar os alunos como ouvir, considerando que não fica claro aonde é que eles erraram e não se preocupam em como resolver isso.

Para Gondim (2008) não é preciso que o professor tenha fluência do idioma para ensinar a língua inglesa com a abordagem tradicional. Isso justifica a razão pela qual a maioria dos professores especialmente em rede pública de ensino optam por trabalhar com essa abordagem, visto que grande parte desses docentes não têm domínio do idioma.

O problema da abordagem tradicional conforme TESOL International Associoation (2013) é que o foco está na memorização e em entender frases soltas. isso torna os alunos perdidos quanto ao significado das idéias do diálogo, nesse caso os estudantes devem aprender com várias estratégias.

Por isso, é importante mesclar as abordagens de ensino a fim de fazer com que o aprendizado seja realmente significativo para o aluno através de uma contextualização do conteúdo para ensinar o listening de modo que faça sentido para o aluno, algo que não ocorre somente com o uso da abordagem tradicional de ensino do idioma.

Nesse sentido, o professor não deve se limitar ao uso do livro didático, considerando que conforme TESOL International Association (2013, p. 17) ’’há apenas falas de diálogos gravados. Sendo assim, os alunos não podem contar com expressões faciais e linguagem corporal para ter dicas valiosas do significado, e eles estão perdendo a oportunidade de se comunicar também’’. Além disso, segundo Gondim ( 2008) os livros didáticos não trazem conteúdo autêntico, algo que permite apenas prever, compreender dos significados e entender a idéia principal da conversação gravada, impedindo que o aluno utilize a língua de fato para se comunicar eficientemente.

Portanto, o aluno deve ser estimulado a produzir seus próprios diálogos para praticarem a fala e até se interessarem mais pela aula, visto que um aprendizado sem estar relacionado com a realidade deles por ser algo abstrato, torna se algo desmotivante, visto que, os alunos podem pensar que nunca precisarão usar o conteúdo ensinado em suas vidas.

Ainda de acordo com TESOL International Association (2013), os alunos deveriam ser unidos em grupos para questionar e demonstrar se compreenderam ou não o que está sendo mostrado, além de demonstrar o que pensam sobre o que o outro está falando. E na abordagem Top Down que será explicada mais adiante, será visto que é possível tornar o aluno ativo dessa forma no processo do seu aprendizado.

3.1 IMPORTÂNCIA E ATIVIDADES DA ABORDAGEM DE ENSINO DO LISTENING BOTTOM UP

A abordagem de ensino Bottom Up está relacionada não somente ao desenvolvimento da compreensão auditiva, mas também ao da pronúncia, gramática e vocabulário. Nesse tipo de abordagem o estudante deve reconhecer características lexicais e de pronúncia para interpretar o texto. O papel do professor seria de fazer com que os alunos diferenciem os sons e a entonação das palavras, além conhecer as funções das formas gramaticais presentes no texto, reconhecer as contrações e palavras conectivas.

Conforme Gondim (2008) a abordagem Bottom Up permite que o aluno saiba identificar a distinção de sons, ao ter ciência de que um mesmo som pode ser pronunciado de diversas maneiras que podem variar de acordo com a região que o falante habita.

Uma atividade típica dessa abordagem seria da seguinte forma, conforme Khuziakhmetov; Porchesku (1998, p.1996) exemplifica:

Leia, ouça e repita as palavras que contém vogais curtas: ( i ) think, simple, million; (u ) could, stood, should, (e ) red, help, health. Ouça e escreva as palavras que contém as vogais curtas: (i ) bit, …, (u ) book, ….; ( e) well, …. Ouça as frases, sublinhe a palavra que você escuta: That butter is bitter/better. This cap/cup is too expensive for me.

Esses tipos de atividades desenvolvem a pronúncia o que é importante, pois como afirma Vandergrift & Goh (2012 apud Khuziakhmetov; Porchesku, 1998, p. 1996) os alunos não conseguem reconhecer os sons das palavras porque eles as pronunciam diferentemente ou incorretamente. Essas atividades também desenvolvem a aquisição de vocabulário que é essencial para a habilidade de compreensão auditiva, considerando que segundo os autores o conhecimento de vocabulário é responsável por 50% do sucesso na compreensão auditiva.

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O ensino da compreensão oral na abordagem Bottom Up não se limita em desenvolver a habilidade de entender o que o outro falante diz, pois envolve também o reconhecimento de pronúncia, gramática e vocabulário. Os alunos devem identificar qual sílaba tem entonação, quais palavras possuem vogais curtas, além de diferenciar qual vocabulário está sendo dito, como foi possível observar no último exercício ilustrado em que o aluno tinha que escolher qual das palavras estava ouvindo.

A abordagem Bottom Up é indicada para iniciantes, conforme foi observado por Khuziakhmetov; Porchesku (1998, p.1997) ao explicarem que ''(...) é efetivo quando a habilidade de percepção da L2 (Segunda língua) não está desenvolvida o suficiente’’. Ainda de acordo com os autores, foi feito um experimento com falantes da língua Russa e indicou que essa abordagem os tornou menos ansiosos em relação à dificuldade da compreensão auditiva, além disso, eles não desenvolveram somente a habilidade de escuta, mas também a habilidade de conversação na língua inglesa.

3.2 IMPORTÂNCIA E ATIVIDADES DAS ABORDAGENS DE ENSINO DO LISTENING TOP DOWN

Top Down é uma abordagem que requer o conhecimento prévio do aluno a fim de entender o significado dos textos. Desse modo, o aprendiz precisa conectar o conhecimento que já possui de mundo em relação ao tópico, tema, contexto e tipos de discursos com as novas informações que estão recebendo do texto.

Nesse sentido, Bondim (2008) afirma que é preciso que o aluno tenha um conhecimento sobre o tema tratado para construir os significado e interpretar ó que ouve, onde o aluno relaciona suas hipóteses com seu conhecimento prévio para se chegar na interpretação, tais hipóteses podem ser reformulados caso não tenha interpretado a mensagem do locutor adequadamente.

Desse modo, essa abordagem é indicada para alunos mais velhos e com maior nível de proficiência, nesse sentido Bondim (2008) menciona que os alunos que tem mais habilidade com o idioma se apoiam mais na abordagem Top Down do que na Bottom Up.

Para TESOL International Association (2013) o professor pode pedir aos alunos para adivinhar, inferir, prever, seqüenciar informações e reconhecer as idéias principais do tópico e o cenário do texto Um tipo de atividade para essa abordagem seria realizada de forma prática em que os alunos estão ouvindo um diálogo sobre duas pessoas pedindo e dando informações sobre direção para conseguir andar em uma cidade desconhecida.

Nesse caso, ainda conforme os autores os alunos podem se juntar em grupos e através de um mapa onde poderiam produzir seus próprios diálogos ao pedir e dar as direções com base nos lugares ilustrados). Eles também podem discutir como chegar na escola em que estudam através de vários meios de transporte.

Depois, os alunos escutam o dialogo por 15 minutos a fim de prever do que se tratará o diálogo, em seguida verificarão se estão certas ou não as suas previsões. Além dessa atividade, há outros tipos de atividades while reading para realizarem enquanto estão ouvindo o diálogo, tais como: a escrita de um resumo do diálogo ou colocando as informações do texto em ordem, respondendo perguntas para verificar se estão realmente entendendo o diálogo.

Por fim, as atividades de encerramento poderiam ser a produção de uma história sobre alguém que está pedindo informações sobre como chegar a um lugar ou pode ser feito um role play que possibilita a imaginação dos alunos estarem vivendo a situação do diálogo, ao fingir com seu colega de sala que também está perdido na cidade e daí ambos produzem o diálogo dando e pedindo informações sobre direções (TESOL INTERNATIONAL ASSOCIATION, 2013)

Diferente da abordagem tradicional, o aluno não tem papel apenas receptivo onde ele só obedece as instruções do professor, pois ele pode reproduzir o diálogo e tem autonomia para criá-lo da sua maneira ao se imaginar vivendo a mesma situação apresentada do texto.

Nesse sentido, conforme TESOL International Association (2013, p. 16) “o aluno é responsável pelo seu próprio aprendizado em como ouvir. Ao invés de ficar engolinlinguagem e conteúdo respondendo questões de compreensão, quando são pedidos”.

Porém, não basta o professor fazer o uso das outras abordagens de ensino da compreensão oral, se ele não tiver os devidos cuidados para ensinar essa habilidade da língua, nesse caso conforme Bondim (2008) os docentes devem falar devagar, usar língua nativa, mostrar sobre os falsos cognatos, sempre comentar sobre a performance do aluno, mantê-lo atento para evitar distração e ter uma boa relação afetiva com o aluno.

Assim, o professor deve se atentar não somente com quais métodos de ensino trabalhará, como também a maneira em como irá aplica-los, considerando que a aula deverá atrair o aluno e deve haver uma proximidade com aluno para que que crie um ambiente de confiança e motivante para haver o ensino aprendizado do idioma adequadamente.

Em relação as atividades da abordagem de Top Down, elas desenvolvem a criatividade no aluno, no momento em que ele deve criar o diálogo para reproduzi-lo e a elaboração de histórias e previsões também estimulam essa criatividade. Assim, o aprendiz se desenvolve em vários outros aspectos, pois além da criatividade ele terá também o conhecimento de mundo e suas experiências de vida ativadas para entender o significado dos textos.

Então, ao unir essa abordagem com a Bottom Up o aluno melhorará ainda mais o conhecimento de pronúncia, vocabulário e gramática. Portanto, o uso da junção e não da escolha de uma dessas duas abordagens no ensino de compreensão auditiva tornará o aprendizado do aluno muito mais enriquecedor.

4. CONCLUSÃO

Este artigo abordou como são as atividades, diferenças, importâncias e função que cada uma dessas três abordagens de ensino da compreensão oral da língua inglesa tem, sendo a tradicional, Bottom Up e Top Down. E como elas podem contribuir para o ensino da compreensão oral da língua inglesa.

Além disso, esse trabalho mostrou as atividades dessas abordagens que ficam de sugestão para que os professores possam incluir em suas aulas junto com a abordagem tradicional, caso já não trabalhem com essas abordagens, a fim de enriquecer o seu ensino e a aprendizagem dos alunos em relação á compreensão oral da língua inglesa.

Conforme foi demonstrado sobre as características que essas três abordagens têm, é possível concluir que na abordagem tradicional o professor é o detentor do conhecimento, ele instrui os alunos como fazer e proceder nas atividades e julga se o estudante está correto ou não em relação as suas respostas.

O aluno é passivo, pois apenas ouve as explicações do professor e não interfere. As atividades são baseadas em questões de compreensão que demandam que os alunos preencham as lacunas com as palavras que escutam. Sendo assim essa abordagem é limitada para verificar se o aluno realmente aprendeu, visto que a avaliação é objetiva e não considera como o aluno aprendeu, mas apenas o que entendeu através do número de acertos que obteve nas questões.

Por outro lado, essa abordagem pode servir de base para professores que não tem muita experiência no ensino e precisam aprender a trabalhar do modo mais simples primeiro. Também pode ser útil para alunos que são elementares já que não exige conhecimento de outras habilidades para aprender a habilidade listening , compreensão oral.

Porém, ao passo que os professores e alunos forem avançando no ensino-aprendizagem dessa habilidade, é necessário utilizar as outras abordagens de ensino que é a Bottom Up e Top Down a fim de enriquecer o desenvolvimento da compreensão oral da língua inglesa.

Com relação a abordagem Bottom Up, ela não desenvolve apenas a compreensão auditiva, como também conhecimento de vocabulário, pronúncia e gramática. As atividades trabalham com identificação de qual vocabulário os alunos estão escutando, em qual sílaba está a entonação e qual palavra tem uma vogal curta, ao escolherem a palavra da alternativa adequada para sublinhar. Também trabalha a gramática ao preencher lacunas com o verbo na forma correta. Então, essa abordagem é indicada para iniciantes que precisam desenvolver muito essas outras habilidades.

Depois, há a abordagem Top Down que requer do aluno o conhecimento prévio de mundo relacionado contexto, e tema a ser abordado na aula.

O professor é mediador, ele passa atividade para os alunos que vão decidir como desempenhá-la. Nesse caso, os alunos são ativos e é possível desenvolver suas criatividades, pois eles criam a situação para produzir diálogo ou podem criar uma história que terão que escrevê-la a respeito do tema do diálogo que ouviram.

Nesse caso, essa abordagem é para alunos avançados, pois demanda que o aluno tenha um bom conhecimento da habilidade de escrita e de fala da língua inglesa para desenvolverem as tarefas. Assim, o aluno desenvolverá fala, escrita, autonomia e criatividade para criar as situações que apresentarão em suas atividades.

Conforme pôde ser visto, cada abordagem tem uma diferente função, é direcionada para um tipo de público e tem a sua importância para o ensino-aprendizagem da compreensão oral da língua inglesa. Portanto, esse trabalhou não buscou classificar qual abordagem seria melhor ou pior, mas sim mostrar como as três abordagens podem se complementar para oferecer um ensino com muito mais qualidade ao alcançar os vários tipos de aprendizagem, de inteligências, de proficiência do idioma e das preferências dos alunos.

5. REFERÊNCIAS

GONDIM, Freitas, Souza, Lucilene, Maria. Um Novo Olhar Sobre a Compreensão Oral: Os Mecanismos Subjacentes ao Ensino da Compreensão Oral Segundo o Enfoque da Abordagem Comunicativa. Disssertação de Mestrado (Línguistica Aplicada), Universidade de Brasília, Instituto de Letras. Brasília, p. 113 . 2008.

Khuziakhmetov, N. Anvar; Porshesku, V. Galina. Teaching Listening comprehension Bottom up approach. Revista Internacional de ambiente & ciência da educação. V. 11, N. 8, 1989-2001.

TESOL International Association. How Can Teachers Teach Listening?

Disponível em: www.tesol.org/docs/books/bk_ELTD_Listening_004. Acessado em: 03 de agosto de 2018.


Publicado por: Catia Ulian

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