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Estratégias de aprendizagem e rendimento escolar: Uma proposta de intervenção

Educação

As estratégias de aprendizagem e rendimento escolar.

índice

1.  Resumo

O presente trabalho aborda sobre “as estratégias de aprendizagem e rendimento escolar: Uma proposta de intervenção para o colégio Mfumu” o mesmo surge ao fato de ter verificado um baixo rendimento escolar no primeiro trimestre do ano 2020/2021 neste centro educativo, a pesquisa tem como objetivo elaborar uma proposta de intervenção para a melhoria da aprendizagem e rendimento aos alunos deste colégio, pois o autor faz parte da classe docente do colégio em abordagem, porém, o trabalho foi dividido em duas partes. A primeira é o capítulo 1, onde abordou- se a fundamentação teórica referente ao tema em estudo, para isso, para garantir a fiabilidade dos conteúdos referente ao tema, usou- se a técnica de análise documental, onde foram consultados vários artigos científicos através do motor do Google Chrome em diferentes sites acadêmicos, como o Scielo, Dialnet, etc. A segunda parte do trabalho conta com as considerações finais, em que foi possível escrever uma conclusão correlação ao assunto em tratamento, e incorporar a proposta de intervenção para a melhoria da aprendizagem e rendimento aos alunos do colégio Mfumu, nesta perspetiva, a presente proposta de intervenção é dirigida aos seguintes elementos educacionais: A escola, o professor, o aluno e a família/ comunidade educativa. Para o autor, o problema do baixo rendimento escolar verificado no colégio mfumu no primeiro trimestre do ano 2020/2021 só poderá ser melhorado se todos os intervenientes prestar atenção e levar em consideração a presente proposta de intervenção deste estudo.

Palavra- passe: Estratégias; aprendizagem; Rendimento ; Proposta; Intervenção.

2. Introdução

Desde os tempos ídos, o ser humano é curioso, e essa curiosidade levou- lhe a aprender, tanto por imitação, quer por observação como com seu semelhante através do ensino. A aprendizagem através do ensino, pode ser formal ou informal, porém no ensino formal surge as salas de aulas, pois este ensino é clássico, instituicionalizado e padronizado, nesta senda surge o uso de métodos, estratégias e técnicas de avaliações no seio do processo de ensino- aprendizagem. O rendimento escolar neste tipo de ensino torna um assunto preocupante aos agentes da educação pois os alunos esqueceram que eles são os centros das suas aprendizagens, nesta perspetiva, o rendimento escolar hoje em dia é um assunto que envolve muitas pesquisas, pois ele é visível quase em todos centros educativos do mundo. Correlação a essa perspetiva, os professores são convidados a ensinar aos alunos as melhores estratégias da aprendizagem para que os alunos possam aprender com eficácia, assim, o rendimento escolar será isento nos centros educativos. Para isso, o presente trabalho faz menção sobre “as estratégias de aprendizagem e rendimento escolar: Uma proposta de intervenção para o colégio Mfumu”, o mesmo surge ao fato de ter verificado um baixo rendimento escolar no primeiro trimestre do ano 2020/2021 neste centro educativo, a pesquisa tem como objetivo elaborar uma proposta de intervenção para a melhoria da aprendizagem e rendimento aos alunos deste colégio, para o seu desenvolvimento, o trabalho alberga duas partes: capítulo1, onde se enquadra a fundamentação teórica, nesta parte usou- se a técnica de análise documental para garantir a veracidade dos conteúdos referente ao assunto em estudo, para isso, vários autores que foram citados como referências bibliográficas, e na parte seguinte se encontra as considerações finais pelas quais se elaborou a proposta de intervenção que envolveu os seguntes: A escola, o professor, o aluno e a família/comunidade educativa.

3. Fundamento teórico

3.1. A aprendizagem

A aprendizagem é um processo pelo qual o ser humano adquire conhecimentos através do ensino, da observação, da imitação, da leitura, etc. No entanto, no ensino formal, tanto no tradicional como no moderno, a aprendizagem é centrada ao aluno, pois ele quem é considerado como o elemento primordial da aprendizagem, para isso, para que a aprendizagem do aluno ocorra dentro da normalidade, ou seja, para que a aprendizagem possa ser significativa, o aluno deve conhecer um leque das estratégias da aprendizagem que servirão como técnicas ou métodos que este usará para que este possa compreender o que lhe foi ensinado na sala de aula.

A aprendizagem é aquisição de novos conhecimentos, de novos comportamentos que são incorporados ao repetório individual de cada pessoa que deverá apresentar desse modo capacidades e habildades não existentes anteriormente. Aprendizagem pode ser dividida em dois grupos: a aprendizagem Mecânica e Aprendizagem significativa. Com a aprendizagem mecânica, o indivíduo aprende mas a mente não consegue de guardar as informações por um período longo, todavia, na aprenizagem significativa, o individuo aprende e as informações ficam na mente um bom tempo.

Na aprendizagem, deve- se ter em conta os seguintes componentes: os componentes pessoais e não pessoais. Os componentes pessoas são os professores e alunos. Enquanto que, os não pessoais são os métodos, meio, conteúdos, objetivos e formas.

Quando queremos aprender, devemos também ter em conta as formas de aprendizagem que são: forma individual, forma grupal e forma colectivo- individual

A aprendizagem é sustentada por seguintes pilares básicos que são: aprender a conhecer, aprender à conviver, aprender à fazer e aprender à ser. A aprendizagem pode ser influenciada por seguintes factores: fator ambiental, genética e Neurótico

Santos, Ferreira, Silva, Araújo, Vila-Boas e Santos Luizia (2015, p.5) citam Vigotsky (2008) enfatizam o seguinte:

A aprendizagem acontece por meio da internalização, a partir de um processo anterior, de troca, que possui uma dimensão coletiva. O ato do aprender determina vários processos internos de desenvolvimento mental, que tomam corpo somente quando o sujeito que está a aprender interage com objetos em cooperação. Uma vez internalizados, esses processos tornam-se parte das aquisições do desenvolvimento cognitivo, mas esse sistema, na prática, faz-se principalmente na descoberta das rotas eficazes individuais para o aprender e, de estratégias de aprendizagem.

3.1.1. Estratégias de Aprendizagem

As estratégias de aprendizagem são conjuntos de técnicas ou métodos que um aluno ou estudante usa para compreender um determinado conteúdo duma disciplina, para isso, estas dependem do aluno a aluno, pois os alunos aprendem de diferentes maneiras. Nesta perspetiva, as etratégias de aprendizagem, são maneiras que cada aluno ou estudante opta para estudar ou revisar um dos conteúdos ensinados pelos professores, estas estratégias variam de aluno para aluno. Para isso, muitos autores abordaram a respeito, por ênfase os da área da psicologia educacional, nesta consonância, Boruchovitch (1999) cita Dembo (1994); Pozo (1996); Da Silva e Sá (1997) apontando o seguite:

As estratégias de aprendizagem são técnicas ou métodos que os alunos usam para adquirir a informação, as estratégias de aprendizagem vêm sendo definidas como sequências de procedimentos ou atividades que se escolhem com o propósito de facilitar a aquisição, o armazenamento e/ ou a utilização da informação. Em nível mais específico, as estratégias de aprendizagem podem ser consideradas como qualquer procedimento adotado para a realização de uma determinada tarefa.

Nesta consonância, segundo Íbdem (1999) cita Garner & Alexander (1989); Dembo (1994) assinala o seguinte:

Alguns teóricos distinguem as estratégias cognitivas das metacognitivas. Enquanto as estratégias cognitivas se referem a comportamentos e pensamentos que influenciam o processo de aprendizagem de maneira que a informação possa ser armazenada mais eficientemente, as estratégias metacognitivas são procedimentos que o indivíduo usa para planejar, monitorar e regular o seu próprio pensamento.

Íbdem (1999) cita Dansereau e colaboradores (1979) enfatizando o seguinte:

Julgam necessário diferenciar estratégias primárias das estratégias de apoio. Para esses pesquisadores, as estratégias primárias são as destinadas a ajudar o aluno a organizar, elaborar e integrar a informação. As estratégias de apoio, por sua vez, são responsáveis pela manutenção de um estado interno satisfatório que favoreça a aprendizagem. Apesar das distinções mencionadas, o termo estratégias de aprendizagem vem sendo amplamente utilizado num sentido que inclui todos os tipos de estratégias (cognitivas, metacognitivas, primárias e de apoio).

Íbdem (1999) cita Weinstein e Mayer (1985); Good e Brophy (1986) alegando que:

Identificaram cinco tipos de estratégias de aprendizagem que foram posteriormente organizadas em: estratégias de ensaio, elaboração, organização, monitoramento e estratégias afetivas, as estratégias de ensaio envolvem repetir ativamente tanto pela fala como pela escrita o material a ser aprendido. As estratégias de elaboração implicam na realização de conexões entre o material novo a ser aprendido e o material antigo e familiar (por exemplo, reescrever, resumir, criar analogias, tomar notas que vão além da simples repetição, criar e responder perguntas sobre o material a ser aprendido). As estratégias de organização referem-se à imposição de estrutura ao material a ser aprendido, seja subdividindo-o em partes, seja identificando relações subordinadas ou superordinadas (por exemplo, topificar um texto, criar uma hierarquia ou rede de conceitos, elaborar diagramas mostrando relações entre conceitos). As estratégias de monitoramento da compreensão implicam que o indivíduo esteja constantemente com a consciência realista do quanto ele está sendo capaz de captar e absorver do conteúdo que está sendo ensinado (por exemplo, tomar alguma providência quando se percebe que não entendeu, auto-questionamento para investigar se houve compreensão, usar os objetivos a serem aprendidos como uma forma de guia de estudo, estabelecer metas e acompanhar o progresso em direção à realização dos mesmos, modificar estratégia utilizadas, se necessário). As estratégias afetivas referem-se à eliminação de sentimentos desagradáveis, que não condizem com à aprendizagem (por exemplo, estabelecimento e manutenção da motivação, manutenção da atenção e concentração, controle da ansiedade, planejamento apropriado do tempo e do desempenho).

Na perspetiva do Íbdem (1999) cita Zimmerman e Martinez-Pons (1986); alerta que:

Investigando o que os alunos fazem quando aprendem, também encontraram outras estratégias: auto-avaliação, organização e transformação, estabelecimento de metas e planejamento, busca de informação, registro de informação, auto-monitoramento, organização do ambiente, busca de ajuda e revisão. As estratégias de aprendizagem anteriormente mencionadas podem ser organizadas em três grandes grupos: 1. Estratégias cognitivas (estratégias de ensaio, elaboração e organização), 2. Estratégias metacognitivas (estratégias de planejamento, monitoramento e regulação) e 3. Estratégias de administração de recursos (administração do tempo, organização do ambiente de estudo, administração do esforço e busca de apoio a terceiros).

Nesta senda, correlação ao rendimento escolar, a instrução em estratégias de aprendizagem abre novas perspectivas para uma potencialização da aprendizagem permitindo aos estudantes ultrapassar dificuldades pessoais e ambientais de forma a conseguir obter um maior sucesso escolar.

3.1.2. A avaliação

Fejes e Gouv (2012, p. 5) cita Zabala (1998); Moreno (2003); Arceo e Rojas (1999); Burón (1999) apontam que:

Os métodos de avaliação têm papel fundamental no processo de aprendizagem do aluno. Para avaliar é preciso entender a avaliação ou seja saber em cada momento qual é o objeto e o sujeito da avaliação e, deste modo, saber a finalidade da avaliação proposta que, geralmente, tem se centrado exclusivamente nos resultados obtidos pelos alunos. Quando os alunos fazem parte do processo de avaliação, eles têm uma nova oportunidade de aprender e para os professores, este momento, pode ser um novo instrumento de avaliação. A aprendizagem também pode ser melhorada através da “avaliação autêntica”. A avaliação autêntica pretende desenvolver estratégias pedagógicas diferenciadas e reorientar o trabalho escolar para um modelo focado em atividades de exploração, de busca de informações, de construção e comunicação de novos conhecimentos e competências por parte dos alunos. Portanto, um ensino mais participativo, com novas alternativas de avaliação, em que os alunos avaliam seus colegas ou se autoavaliam, resulta em uma aprendizagem mais eficiente, visto que reforça e desenvolve novas habilidades nos alunos.

Para uma melhoria da aprendizagem, é fundamental o desenvolvimento de atividades metacognitivas que permitem usar diversas estratégias de aprendizagem. Uma delas é a capacidade de avaliar a própria execução cognitiva (habilidade metacognitiva) e, portanto, a capacidade de reflexão sobre o modo de aprendizagem e a auto-regulação do próprio processo de aprendizagem. O processo de aprendizagem pode ser melhorado através da metacognição que é o conhecimento dos nossos processos mentais e nossas cognições. Desta forma, a autoavaliação constitui-se como uma estratégia de aprendizagem efetiva, visto que desenvolve a habilidade metacognitiva.

Íbdem (2015) cita Valdés (2002):

A aprendizagem como um fenômeno que ocorre no espaço relacional e dialógico com o outro, é necessário que a avaliação seja suficientemente abrangente considerando aspectos, como: Funções cognitivas e aspectos afetivos (valores, atitudes, emoções) e os níveis de conhecimento (potencial e real). A visão do processo segundo o professor, o que ele deseja ensinar, suas expectativas e aspirações. A interação que ocorre entre o aluno e o professor: modalidades, ritmos, recursos mediadores, a ação sobre as descobertas do estudante e do professor, já que ambos aprendem neste processo. O processo ensino-aprendizagem: como um todo, incluindo o seu “envoltório” sócio-histórico (meta – avaliação). Faz refletir na seguinte ideia: Propõe-se que as novas tecnologias da informação, em conjunto com outras mudanças sociais e culturais estão dando origem à nova cultura de aprendizagem que se caracteriza por encontrar a sociedade de informação, o conhecimento múltiplo e aprendizagem contínua. Isto significa que o fornecimento de informações não é o suficiente, no entanto, é necessário ensinar os alunos a pesquisar, organizar e interpretar. Nessa perspectiva, a avaliação será ponto principal a ser repensado e retrabalhado sob a possibilidade de permitir que em real valor para que aconteça a aprendizagem seja preciso, a transposição dos métodos e técnicas tradicionais para novos prismas de atividades que levem oaprendiz a tomar em suas mãos suas responsabilidadesglobais de aprender com significado, mas sabendo o que aprende, por que aprender, e, para quê, aprende.

3.1.3. O rendimento e o fracaso escolar

O rendimento e o fracasso escolar é um asunto polémico nos últimos anos, pois hoje em dia, os alunos não estudam como era nos tempos passados, isto é, no ensino tradicional, atualmente, com o surgimento das novas tecnologias no seio dos jovens, o rendimento dos alunos em muitas escolas do mundo baixou, pois, estes não se dedicam com os seus estudos, sabendo que quando se trata da aprendizagem, o aluno é mesmo o centro deste processo. O fracasso escolar tem muitos fatores, pois ele depende do contexto em que o aluno está inserido. Nesta perspetiva, Marcondes e Sigolo (S.D ) citam Carvalho (2000); Angelucci et al (2004) enfatizando que:

O objetivo da escolarização é a aquisição de conhecimentos construídos sócio-culturalmente, pensando nas etapas iniciais desse processo os conteúdos seriam as aquisições da leitura, escrita e cálculos elementares. Assim sendo, o baixo rendimento escolar se traduziria como uma resposta inadequada a essa aquisição ou ainda uma apreensão parcial dos conhecimentos esperados para essa fase. Em contraposição aos estudos que responsabilizavam o aluno e a sua família pelo fracasso escolar, havia pesquisas que consideravam os aspectos intraescolares, afirmando que os professores e o sistema educacional não conseguiam dar conta da educação das crianças. No que se refere aos professores, argumentava‐se que eles não estariam preparados tecnicamente para suprir as dificuldades de aprendizagem de seus aluno. Já os trabalhos que discorreram sobre a lógica excludente e a política da escola ponderaram que como uma instituição social inserida numa sociedade de classes, na escola não haveria uma distribuição igualitária de habilidades e conhecimentos, bem como ressaltavam a violência praticada pela escola ao fundamentar‐se na cultura dominante e não valorização da cultura popular.

Íbdem (S.D, p. 5) citam Pinheiro r Weber (2012); Martini e Del Prette (2005); Zago (2011) apontam:

Na atualidade, as tendências relacionadas à culpabilização do aluno, de sua família e dos aspectos intraescolares continuam vigentes. Por outro lado, pesquisas atuais já consideram o contexto social em que o fracasso escolar é produzido e destacam as relações entre os alunos, suas famílias e a escola como tendo nfluência na sua produção. Destacaram a multiplicidade de fatores envolvidos no fracasso escolar, salientando que ele deve ser abordado a partir das relações sociais, de modo a desmistificar as explicações fundadas na falta de interesse dos pais ou na cultura de origem dos alunos.

3.1.4. Motivação e o rendimento escolar

A motivação é algo que faz com que o aluno tenha interesse de aprender, para isso, ela joga um papel fundamental na aprendizagem dos conteúdos na sala de aula. A motivação pode ser:

Motivação intrinseca: aquela apresentada pelo próprio aluno na aprendizagem dos conteúdos. Enquanto que a motivação extrinseca: é aquela motivação vinda ao professor para que o aluno possa ganhar gosto de aprender uma determinada lição.

Em salas de aulas os professores usam a motivação para preparar os alunos psicológicamente, dessa forma, motivar os alunos no princípio duma lição é imprescindível, pois, para Darroz, Travisan e Rosa (2018) citam Assman (1998), Fonseca (2016, p. 366); Abbad et al., (2012) afirmam que:

O conhecimento humano nunca depende apenas de operações mentais, pois toda atividade que envolva a inteligência está conectada às emoções. Sendo assim, é uma estratégia de importância relevante no processo de aprendizagem, pois evidentemente o estudante apresentará grandes dificuldades ao aprender em desequilíbrio psicológico, diferentemente do que ocorreria se estivesse calmo e despreocupado com problemas além dos conteúdos escolares. As emoções no seu aspecto mais abrangente encerram, em paralelo, aspectos comportamentais positivos e negativos, conscientes e inconscientes, e podem equivaler semanticamente as outras expressões, como a afetividade, a inteligência interpessoal, a inteligência emocional; a cognição social; a motivação, a conotação, o temperamento e a personalidade do indivíduo. Com a mesma importância no processo de aprender, tem-se a estratégia de aprendizagem utilizada no estudo, a denominada “Estratégia Autorregulatória”, que está ligada à busca da compreensão do automonitoramento do estudante durante as aulas, à sua motivação para a aprendizagem, aos esforços para compreender e, também, ao controle sobre situações que podem desviar sua atenção.

3.1.5. O aluno e a aprendizagem

Ser aluno não significa ir sempre à escola, ser aluno é preciso ter em conta a interpretação dos conhecimentos e competências para enfrentar uma determinada classe, apontar os conteúdos, fazer as tarefas, participar em trabalhos em grupos e realizar avaliações e provas, para isso, Íbdem (1999, p. 2 ) cita Holt (1982) enfatiza o seguinte:

Para ser um aluno de bom rendimento escolar é preciso, entre outras coisas, que se tenha consciência dos seus próprios processos mentais e do seu próprio grau de compreensão. Um aluno com desempenho escolar satisfatório, além de ser mais eficaz no uso e na seleção de estratégias de aprendizagem, é sempre capaz de dizer que não entendeu algo, pois ele está constantemente monitorando a sua compreensão. Os alunos durante a aprendizagem dos conteúdos, devem procurar sempre os melhores estilos que favorecerá uma aprendizagem significativa, pois, os estilos de aprendizagem são rasgos cognitivos e fisiológicos que servem como indicadores relativamente estáveis para que os alunos possam perceber e responder os seus ambientes de aprendizagem. Um aspeto relevante que os alunos devem ter em conta, são as estratégias de aprendizagem, pois, elas são ações específicas, determinadas pelo aluno, elas servem para apoiar a aprendizagem de forma direta e indireta.

3.1.6. Dificuldades de aprendizagem

De acordo com Ferreira, Buonarotti, Queiroz, Araújo e Batista (218, p. 8) citam Bartholomeu, Sisto e Rueda (2006) alertando que:

O termo dificuldades de aprendizagem engloba um grupo heterogêneo de transtornos que se manifestariam em dificuldades relativas a tarefas cognitivas, podendo ocorrer em pessoas sem problemas visuais, auditivos ou motores. Não se pode perder de vista a presença de distorções inerentes ao próprio sistema educacional e às influências ambientais que funcionam como contexto para as manifestações comportamentais e as peculiaridades do indivíduo, que pode apresentar, no sistema escolar, sintoma de não aprender. Ou seja, é preciso considerar a interação de uma série de fatores, cuja confluência específica determina o nível de rendimento da criança diante da situação de aprendizagem.

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Íbdem (218, p. 8) citam Bock; Furtado e Teixeira (2002) mencionam o seguinte:

Dificuldades de aprendizagem é um assunto vivenciado diariamente por educadores em sala de aula e que desperta a atenção para a existência de crianças que frequentam a escola e apresentam problemas de aprendizagem. Nesse sentido, é preciso fazer uma observação mais criteriosa quanto a esses conceitos.

Oliveira, Santos e Inácio (2017, p. 3) enfatizam:

As dificuldades de aprendizagem no contexto escolar frequentemente se relacionam com a ausência ou o uso inadequado de estratégias que poderiam auxiliar na aquisição de conhecimentos. Assim, torna-se imprescindível que o estudante além de conhecer as estratégias que pode fazer uso no momento da aprendizagem, saiba como e em quais situações deve utilizá-las. Estudantes que conhecem e sabem empregar essas estratégias conseguem lidar com situações de aprendizagem de modo mais eficiente.

Atualmente, muitos alunos apresentam dificuldades de aprendizagem, pois o processo de ensino aprendizagem encontra em transformações, uma vez que, o mundo moderno segue a evolução da ciência e da tecnologia, por exemplo, as TICs revolucionaram a aprendizagem, pois os alunos já contam com as novas tecnologias como ferramentas da aprendizagem, mas por outro lado, essas ferramentas também têm contribuido no baixo rendimento escolar, pois há alunos que ficam mais tempos com dispositivos digitais do que os cadernos e livros. Desta forma, importa salientar que as redes sociais também têm provocado dificuldades de aprendizagem aos alunos.

Íbdem (2015) apontam o seguinte:

Os alunos com problemas de aprendizagem muitas das vezes têm uma história de insucesso escolar. O professor deve ser sensível a isso e valorizar de várias maneiras todo o esforço do aluno, seja com um elogio ou dar um feedback positivo para realizações ainda que modestas. Levar o estudante a ter o domínio de estratégias: Os alunos devem aprender as suas estratégias a um nível que lhes permita o seu uso automático. As investigações indicam que sem este nível de realização, muito pouco será generalizado a uma aplicação real. Deixem os alunos terem os seus próprios quadros para apontar o seu progresso na aprendizagem de uma estratégia. Contudo, o professor deve estabelecer o nível de realização. Com algumas estratégias não será razoável estabelecer os 100% como nível de realização.

Instrução integrada: Embora haja várias etapas na aquisição do domínio de uma estratégia de aprendizagem, elas não são sempre lineares nem sequenciais. Por exemplo: a capacidade de generalizar é geralmente o último passo, mas pode ser introduzida em qualquer altura, especialmente se referida por um aluno. O objetivo último é conseguir que os alunos incorporem as estratégias no seu sistema de informação.

Dar explicações diretas: Os professores devem realçar oprocesso cognitivo envolvido na aplicação de estratégias de aprendizagem. Para que os alunos aprendam as etapas de uma estratégia particular, eles deverão usar imagens visuais, formular hipóteses, ou relacionar a nova informação com conhecimentos anteriores. O professor deve demonstrar e encorajar estes processos cognitivos e metacognitivos.

Promover a generalização: O uso de estratégias terá relevância nas situações de aprendizagem dos alunos somente se estes souberem utiliza-las em várias situações de aprendizagem tendo completo domínio dos seus passos, assim, conseguindo generalizar o seu uso. Os professores devem seguir e reforçar o uso de estratégias de aprendizagem sempre que surja oportunidade para isso. E os pais deveriam ser encorajados a fazer o mesmo em casa.

Encorajar a adaptação e o desenvolvimento: Toda estratégia aprendida e generalizada, tornar-se parte funcional do processo mental do aluno. As modificações, para adaptar fatores temporais, conteúdo, ou situações ambientais, são apropriadas. O objetivo último é conseguir que os alunos compreendam todo o processo de aquisição de estratégias de aprendizagem, sendo capazes de desenvolver as suas próprias.

3.1.7. As causas do fracasso escolar

Para o Pezzi e Marin ( 2014 ) cita Angelucci et al (2004); Asbahr e Lopes (2006); Collares (1992); Patto (1990); Mazzotti (2006) esclarecem o seguinte:

Até o início da década de 70, a busca pelas causas do fracasso escolar concentrouse nos determinantes do baixo rendimento escolar e a ênfase continuava a ser nas variáveis externas ao sistema de ensino. Somente a partir da segunda metade dessa década que algumas pesquisas passaram a investigar temáticas voltadas à burocratização da escola e a sua influência sobre a qualidade do trabalho docente, a distância entre as culturas escolar e popular, a inadequação do material pedagógico e a discriminação das diferenças no contexto escolar. Nesses estudos levava‐se em conta a tese norte americana da carência cultural, que destacava a escola como inadequada às características psíquicas e culturais de crianças e adolescentes carentes. Nos anos que seguiram (década de 80), as pesquisas realizadas foram marcadas tanto pela repetição como pela renovação das temáticas, pois continuaram os estudos que psicologizavam o fracasso escolar, fundamentados na tese da carência cultural, mas as questões sociais também começaram a ser alvo de reflexão, destacando‐se o lugar social da escola inserida em uma sociedade de classes.

Portanto, o fracasso escolar passou a ser entendido não somente como responsabilidade do aluno, mas também como produção da própria escola. Já a partir dos anos 90, as pesquisas que investigavam o fracasso escolar assumiram duas tendências: Na primeira delas, culpabilizava‐se os alunos e suas famílias e, na segunda, ele era entendido como decorrente de causas intraescolares, atribuindo‐se aos professores ou a questões institucionais e políticas da escola a responsabilidade pela reprodução das desigualdades sociais, que acabavam por reforçar as dificuldades escolares. As pesquisas que culpabilizavam os alunos pelo fracasso escolar, pontuavam que ele era decorrente de prejuízos na capacidade intelectual e emocional, destacando a organização psíquica imatura, que poderia causar problemas psicomotores e inibição intelectual, responsáveis pelos prejuízos na aprendizagem. Contudo, essas limitações não estavam relacionadas à tese da carência cultural, mas às relações familiares patologizantes, pois predominava a ideia de que a escola seria o local em que o potencial de cada aluno encontraria condições ideais para se desenvolver. A tarefa da criança seria, portanto, aprender nesta realidade inquestionável. Assim, os professores e os demais profissionais da escola tendiam a buscar por um laudo médico revelador das causas individuais das dificuldades escolares justificando‐as pelas verminoses, desnutrição ou outra condição de saúde física ou mental adversa. A mesma concepção perpassava a visão de psicólogos, pois embora eles considerassem a participação da escola na compreensão das queixas escolares, muitos tendiam a atribuí‐las às condições de saúde psíquica, problemas de alimentação e desestrutura familiar, tendo como foco de intervenção as crianças e seus familiares. No que concerne especificamente à família, alegava‐se que a estrutura familiar não favorecia o desempenho escolar dos alunos, uma vez que os pais tendiam a não valorizar a escola e a terem tempo para dar atenção aos seus filhos. Aspectos como o analfabetismo dos progenitores, violência doméstica, separação conjugal, entre outros, eram utilizados para explicar o fracasso escolar, eximindo a responsabilidade da escola e dos professores.

4. Considerações finais

O presente trabalho tem como objetivos, fazer uma análise documental a volta das estratégias da aprendizagem e ao rendimento escolar, bem como aspetos relacionados ao tema em abordagem, e por fim elaborar uma proposta de intervenção correlação ao colégio Mfumu, pois verificou- se um nível tão elevado do baixo rendimento escolar neste estabelecimento de ensino no final do primeiro trimestre do ano letivo 2020/2021, nesta perspetiva, para inverter o quadro, é imprescindível a mudança de paradigma, paradigma esse que será sustentado pelo uso das boas estratégias da aprendizagem aos alunos deste centro educativo, porém, os professores são convidados também a ensinar os seus educandos as melhores estratégias da aprendizagem, bem como, eles mesmos também devem melhorar as formas de ensinar, usar os métodos, princípios, e técnicas de avaliação adequadas aos seus educandos, pois são elementos essenciais que norteiam o trabalho docente, portanto, nesta perspetiva são as avaliações que terminam o grau de rendimento escolar dos alunos. Porém, nesta consonância a escola, a família e a comunidade educativa também são fundamentais para o melhoramento do baixo rendimento escolar que se verificou no colégio Mfumu. Todavia, a escola deve optar pelas boas políticas educativas para que o aluno possa beneficiar e mudar a sua conduta académica, fiscalizar os professor, aconselhar os alunos, fazer com que os alunos possam compreender que a escola não é um lugar para passar o tempo mas um lugar da vida, um lugar que torna as pessoas pessoas, um lugar que transforma as pessoas inúteis para úteis, um lugar de saber. Nesta senda, tanto a família como a comunidade educativa, estes a partir da casa, devem incentivar, controlar, orientar e ajudar os alunos na execução de trabalhos ou tarefas, ensinar a criança que a escola não é um sítio de diversão, mas um sítio de saber e da vida futura.

Para tornar este projeto uma realidade, muitos documentos foram consultados, pois, o estudo precisa aclarar vários pontos ligados ao tema. Importa salientar que, o aluno como o eixo da sua própria aprendizagem, ele deve procurar a lidar com as etratégias da aprendizagem, pois estas servem para norteiar a aprendizagem do mesmo para que ele possa atingir os seus objetivos, bem como melhorar o seu rendimento escolar em todas as disciplinas. Para isso, elaborou- se uma proposta de intervenção para o colégio Mfumu a fim de mitigar o baixo rendimento verficado neste colégio. Todavia, a presente proposta faz menção à quatro componentes que são: A escola, o professor, o aluno e a família/ comunidade educativa. A inserção destes quatro componentes deve ao fato de que, é sabido que o processo de ensino- aprendizagem conta diretamente ou indiretamente com estes entes, pois eles interferem de maneira significativa neste processo, pois cada um destes serve para suprir o processo de ensino- aprendizagem, bem como no acompanhamento da aprendizagem do aluno.

4.1. Proposta de intervenção para a melhoria da aprendizagem e rendimento aos alunos do colégio Mfumu

4.1.1. Intervenção da escola

A escola é o lugar em que o aluno passa um bom tempo com o objetivo de aprender. Nesta senda, Cortez e Faria (2011 ) citam Novaes (1986); Soares (2006) assinalam que:

O indivíduo ao ingressar na escola já teve experiências relacionadas a diversas situações e irá reagir a esse novo ambiente de acordo com condicionamentos anteriores, sendo, portanto, frequente encontrarmos crianças que não conseguem adaptar-se, sem ter satisfatório rendimento nos estudos por estarem comprometidas por ansiedades e tensões psíquicas. A escola é sim um espaço privilegiado para o bom desenvolvimento da aprendizagem, pois através dela o aluno pode ter um convívio direto com novas perspectivas de conhecimentos e diferentes contatos com indivíduos.

4.1.2. Intervenção dos professores

Os professores são especialistas da educação do alunos, eles servem como orientadores ou facilitadores do processo da aprendizagem do aluno, os professores têm como objetivo: Ensinar os alunos, para isso, estes ensinamentos devem basear- se nas estratégias, nos princípios, nos métodos e técnicas de ensino, a fim de proporcionar a aprendizagem significativa do aluno, bem como o melhorar o rendimento escolar do aluno. Nesta consonância, as relações entre professores e aluno, ou seja aluno e aluno são imprescindíveis para o alcance do êxito escolar, portanto Íbdem (2011 ) citam Morales (2000 p. 10); Soares (2006) alertam que:

As relações humanas, embora complexas, são peças fundamentais na realização comportamental e profissional de um indivíduo. O modo como se dá nossa relação com os alunos pode incidir positivamente tanto no aprendizado, e não só das matérias que damos, como em nossa própria satisfação pessoal e profissional, porque nossa relação com os alunos deve ser considerada uma relação profissional. Desta forma, a análise dos relacionamentos entre professor/aluno envolve interesses e intenções, sendo esta interação o expoente das conseqüências, pois a educação é uma das fontes mais importantes do desenvolvimento comportamental e agregação de valores nos membros da espécie humana. O educador enquanto mediador do processo ensino-aprendizagem, bem como protagonista na resolução e estudo das dificuldades de aprendizagem deve obter orientações específicas para que desenvolva um trabalho consciente e que promova o sucesso de todos os envolvidos no processo. O aprender se torna mais interessante quando o aluno se sente competente pelas atitudes e métodos de motivação em sala de aula. O prazer pelo aprender não é uma atividade que surge espontaneamente nos alunos, pois, não é uma tarefa que cumprem com satisfação, sendo em alguns casos encarada como obrigação. Para que isto possa ser melhor cultivado, o professor deve despertar a curiosidade dos alunos, acompanhando suas ações no desenvolver das atividades. O professor não deve preocupar-se somente com o conhecimento através da absorção de informações, mas também pelo processo de construção da cidadania do aluno. Como somos pessoas diferentes, também podemos ver nosso papel como professores de maneira diferente, muito precisa e limitada a condutas acadêmicas: explicar, esclarecer, corrigir, examinar. O bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma cantiga de ninar.

Os professores são chamados a optar os melhores métodos na sala de aula para que possam garantir a qualidade de ensino e melhorar o rendimento escolar neste centro educativo, hoje em dia, os métodos colaborativos e cooperativos ganharam espaços em salas de aulas, pois, segundo várias pesquisas alegam que, os alunos compreendem melhor quando trabalham em grupos, nesta perspetiva, Piajet num dos seus trabalho alerta que, o que as crianças fazem em grupos conseguem de fazer sozinhos.

4.1.3. Intervenção do próprio aluno

No processo da aprendizagem, o aluno é visto como o elemento fundamental da sua própria formação, pois a escola, o professor e a família são apenas agentes auxiliadores, para isso, o aluno é o ponto de partida da sua própria aprendizagem, porém, o aluno deve fazer com que aprenda, procurar melhores estratégias, métodos e técnicas para uma determinada aprendizagem, os alunos devem reservar os tempos para lerem os livros, jornais, revistas, os cadernos de conteúdos, fazer trabalhos, participar frequentemente nas aulas e nos grupos de trabalhos, realizar pesquisa particulares na internet, procurar os grupos académicos nas redes sociais, tornar amigo da leitura. O aluno não pode considerar a escola como se fosse um lugar de lazer, a escola deve servir para garantir o futuro, e para que isso possa ser possível, o aluno deve fazer com que o seu rendimento seja desejável. Nesta perspetiva, Moreira (2015, p. 5) cita Pozo (1996) esclarece que:

As estratégias de aprendizagem contribuem para que o sujeito selecione dentre algumas informações apenas as relevantes. Memorize-as na memória de longa duração. Acesse os conhecimentos prévios que possui estabelecendo relações com os novos conhecimentos. Assim o conhecimento adquirido recebe influências do anterior e dos novos (carregando elementos velhos e novos) organizando-o.

Os alunos devem saber que ir na escola todos os dias não é sinónimo da aprendizagem, mas o alunos deve ir todos os dias na escola para aprender, pois, há aqueles que vão à escola todos os dias mas não para ir aprender, para isso, os alunos do colégio Mfumu devem ir na escola para apontar os conteúdos, seguir as explicações dos conteúdos, participar nos grupos de trabalhos e fazer as tarefas individuais e coletivas orientadas pelos professores. Assim cada um se sentirá um aluno e verá o seu rendimento escolar melhorado

4.1.4. Intervenção da família ou da comunidade educativa

A família é a base fundamental da educação do aluno, pois toda educação começa na família, para isso, os pais e os responsáveis dos alunos não podem considerar que o colégio Mfumu como um lugar em que oss aluno vão para passar o tempo, para isso, a família e a comunidade educativa devem intervir na educação e ao rendimento escolar destes alunos, nesta perspetiva, Pozzobon, Falcke e Marin (2018, p. 8) enfatizam:

O maior diálogo entre pais e filhos, união familiar e prazer na convivência, além do desenvolvimento de comportamentos relacionados com horários, regras, limites, lazer e autonomia. Ao mesmo tempo, houve aumento significativo do comprometimento de pais e filhos com assuntos relacionados aos estudos, o que influenciou positivamente o desempenho escolar da maioria dos adolescentes ao longo do tempo de avaliação considerado.

Os pais e encarregados da educação dos alunos do colégio Mfumu, devem de acompanhar a evolução dos alunos na escola, pois, há pais que não conhecem a classe que o seu filho estuda e não aparece nas reuniões, estes só aparecem no centro educativo quando o seu filho reprova, porém, para que o rendimento dos alunos do colégio Mfumu seja melhorado, a família também deve participar, ajudar a escola no melhoramento do baixo rendimento aos alunos do colégio Mfumu.

5. Referências bibliográfica

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Fejes, M.e Gouv, M.S. (2012). Avaliação e autoavaliação como estratégias de aprendizagem efetiva: uma experiência do encontro juvenil de investigadores em ciências com alunos de escolas da rede pública de Cubatão (SP). In: Revista Metáfora Educacional (ISSN 1809-2705) – versão on-line, n. 13 (jul. – dez. 2012), Feira de Santana – BA (Brasil), dez./2012. p. 140-154. Disponível em: http://www.valdeci.bio.br/revista.html

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Marcondes, B.H.K., Sigolo, L.R.R.S. (2016). Baixo rendimento escolar e progressão continuada: concepções de alunos, professores e responsáveis.

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Pezzi, S.A.F. e Marin, H.A. (2014). As causas do fracasso escolar na percepção de professores do ensino fundamental. X ANPED SUL, Florianópolis, outubro de 2014.

Pozzobon, M., Falcke, D. e Marin, H.A. (2018). Intervenção com famílias de alunos com baixo desempenho escolar. Ciencias Psicológicas 2018; 12 (1): 87 – 96.

Rocha, S. J. e Vasconcelos, C.T. (2016) Dificuldades de aprendizagem no ensino de química: algumas reflexões. XVIII Encontro Nacional de Ensino de Química (XVIII ENEQ) Florianópolis, SC, Brasil – 25 a 28 de julho de 2016.

Santos, J. et al (2015). Estratégias de aprendizagem e aprendizagem virtual no ensino de Biologia. Revista de estudios e investigación en psicología y educación eISSN: 2386-7418, 2015, Vol. Extr., No. 13. DOI: 10.17979/reipe.2015.0.13.593 


Publicado por: Pedro Muanda Diwavova

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