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A estatística na educação do ensino fundamental e médio

Educação

Pesquisa sobre os objetivos do ensino e aprendizagem de estatística e probabilidade na educação básica

índice

1. RESUMO

Este artigo discute a relevância e os objetivos do ensino e aprendizagem de estatística e probabilidade na educação básica. Com base nos resultados de pesquisas realizadas em educação estatística e educação matemática nas últimas décadas, considera o processo de ensino aleatório em crianças e adolescentes. Faz recomendações para cursos de matemática relacionados ao estudo da teoria da probabilidade e estatística. Enfoca questões relacionadas à formação inicial e contínua de professores, ao desenvolvimento profissional e ao conhecimento profissional de professores que ensinam matemática na primeira infância, ensino fundamental e médio. As estatísticas têm uma influência crescente na vida das pessoas e instituições. Mais obviamente, isso significa que todos os cidadãos devem ter conhecimento estatístico. Ser capaz de se integrar na sociedade atual. Agora em a sociedade teve um impacto no aumento do ensino escolar, e o ensino escolar não é mais. Pesquisa sobre essas dimensões da educação estatística com base em algumas pesquisas A atividade em Portugal é considerada uma situação a considerar, qual a melhor alternativa Refletir nossa realidade, permitindo com base na pesquisa realizada Em outros países, desafio para o futuro.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Matemática. Educação estatística. Probabilidade. Formação de professores. A Estatística nos programas escolares; aprendizagem da Estatística; ensino da Estatística; futuras investigações em Educação Estatística.

ABSTRACT- This article discusses the relevance and objectives of teaching and learning statistics and probability in basic education. Based on the results of research carried out in statistical education and mathematical education in the last decades, it considers the process of random teaching in children and adolescents. Makes recommendations for mathematics courses related to the study of probability theory and statistics. It focuses on issues related to initial and continuing teacher education, professional development and professional knowledge of teachers who teach mathematics in early childhood, elementary and high school. Statistics have an increasing influence on the lives of people and institutions. Most obviously, this means that all citizens must have statistical knowledge. Being able to integrate into today's society. Now society has had an impact on the increase in school education, and school education is no longer. Research on these dimensions of statistical education based on some research Activity in Portugal is considered a situation to consider, which is the best alternative to reflect our reality, allowing, based on research carried out in other countries, a challenge for the future.

KEYWORDS: Mathematical Education. Statistical education. Probability. Teacher training. Statistics in school programs; learning of Statistics; teaching Statistics; future research in Statistical Education.

2. INTRODUÇÃO

O objetivo deste artigo é facilitar a discussão sobre a inserção estatística e da probabilidade no currículo de Matemática, a possíveis relações e / ou implicações entre os anos iniciais do ensino básico e a formação dos professores que atuam neste nível de ensino. Sugestão de currículo de matemática tenta provar sua racionalidade a importância e relevância desses tópicos no treinamento de alunos, Pontuando o que eles deveriam saber e os procedimentos que deveriam seguir. Desenvolva para uma aprendizagem significativa. Pesquisa sobre esses tópicos para ser uma coisa indispensável para os cidadãos de hoje e amanhã, delegar o ensino da matemática aos alunos o campo dos números, mas também a organização dos dados, a leitura análise gráfica e estatística.

Nesta visão, percebemos que se estocástico1 for incluído em um ano ou ano do ensino fundamental, como outra disciplina a ser estudada, apenas uma parte da estatística ganha destaque. Descritivo, seus cálculos e fórmulas não orientarão os alunos no desenvolvimento do pensamento estatístico e do pensamento probabilístico.

Envolvem desde estratégias de resolução de problemas até a análise dos resultados obtidos. Para a formação dos nossos alunos, o desenvolvimento de atividades estatísticas parece sempre essencial, pois as atividades estatísticas partem sempre da problemática, pois além dos conceitos matemáticos Um estatístico também deve ser inserido no contexto de sua vida diária. Portanto, esta pesquisa irá ajudá-los a realizar seu futuro trabalho em diferentes campos das atividades humanas irá contribuir para sua cultura geral (Lopes, 1998).

Acreditamos que é necessário desenvolver uma prática pedagógica, neste caso, propõe-se permitir aos alunos a realização de atividades através de experiências específicas, recolha e organização de dados, devendo estas atividades considerarem a sua situação e poder observar e construir acontecimentos possíveis. Aprenda apenas aleatoriamente se fizer sentido, você pode complementar o treinamento dos alunos contextualize, investigue e análise.

Por este motivo, acreditamos que para matemática diferente de linearidade. A linearidade domina o currículo da disciplina, e sempre há motivos para provar que, para ensinar um conteúdo, é necessário estudar seu antecessor. Segundo D’Ambrosio (1998), este é um mito linear que implica abnegado e desinteressante, sem inspiração, desnecessário, não crítico e, na maioria dos casos, prática educacional errada. O ensino aleatório pode ajudar a quebrar esta situação prática linear, considerando que os conceitos que podem ser manipulados podem ser extraídos de diferentes problemas sem que seja necessário apegar-se a ano escolar.

Presente artigo aborda a importância do ensino da estática nos anos iniciais da educação base, em poucas palavras no ensino fundamental e médio. As estatísticas têm um impacto crescente na vida das pessoas e instituições mais obviamente, isso significa que todos os cidadãos devem ter conhecimento estatístico ser capaz de se integrar na sociedade atual.

3. Estatistica no curriculo escolar

Primeira introdução de tópicos estatísticos nos currículos escolares matemática do ensino médio na década de 1960 reforma do ensino da matemática, denominado matemática moderna. Posteriormente, em como resultado da reforma do sistema educacional em 1986, no início dos anos 1990, o tema era também incluída no segundo e terceiro ciclos do ensino básico, e finalmente introduzida em 2007 está claramente no primeiro ciclo do ensino básico.

Atualmente, na área de educação básica (Ministério da Educação, 2007), estatísticas Desenvolvido com o tema “organização e processamento de dados”, incluindo os seguintes temas Conforme mostrado na Tabela 1.

Tabela 1 - Tópicos do tema “Organização e tratamento de dados” do ensino básico
Tabela 1 - Tópicos do tema “Organização e tratamento de dados” do ensino básico

No ensino secundário, no programa de Matemática A (Ministério da Educação, 2002a), a Estatística, incluindo as Probabilidades e a Combinatória, desenvolve-se pelos temas que constam da Tabela 2.

Tabela 2 - Temas de Estatística do programa de Matemática A do ensino secundário
Tabela 2 - Temas de Estatística do programa de Matemática A do ensino secundário

Em termos de Projeto de Matemática B (Ministério da Educação, 2002b), a estatística mostra o mesmo desenvolvimento da Matemática A, mas com uma magnitude menor, o desenvolvimento da probabilidade - não inclui a definição do axioma de probabilidade. Também não há probabilidades condicionais - e os tópicos combinados não estão incluídos. No programa a aplicação da matemática nas ciências sociais (Ministério da Educação, 2001), e no programa de Matemática B, o tópico "estatística" fornece métodos menos teóricos e não inclui o tópico "combinação". Neste programa, em comparação com outros programas, partindo do conceito de probabilidade total, destaca-se a pesquisa sobre a relação entre variáveis ​​qualitativas, introdução ao tema das regras bayesianas e inferência estatística. Além desses cursos, a estatística também é estudada por muitos cursos profissionais.

Sugestões de cursos de matemática tentam justificar a importância e relevância desses tópicos no treinamento de alunos, avalie o que eles devem saber e os procedimentos que devem seguir desenvolva para uma aprendizagem significativa. Pesquisa sobre esses tópicos para ser uma coisa indispensável para os cidadãos de hoje e de amanhã, o compromisso delegado ao ensino da matemática vai além do ensino o campo dos números, mas também a organização dos dados, a leitura análise gráfica e estatística.

Nesta visão, percebemos que se apenas estocástico, for incluído como outra matéria a ser estudada em um ano ou um ano de estudo. A natureza básica da educação básica, apenas uma parte das estatísticas é enfatizada descritivo, seus cálculos e fórmulas não levarão ao desenvolvimento do aluno o desenvolvimento do pensamento estatístico e do pensamento probabilístico, da estratégia de resolução de problemas à análise analise os resultados obtidos. Parece ser crucial para a nossa formação desenvolvimento contínuo de atividades estatísticas pelos alunos problemáticos, porque e conceitos matemáticos, o estatístico também deve ser inserido nas circunstâncias relacionadas a sua vida diária. Portanto, esta pesquisa irá ajudá-los a realizar seu trabalho futuro em diferentes ramos da atividade e comportamento humano contribuirá para a sua cultura geral (Lopes, 1998).

Achamos necessário desenvolver a prática pedagógica em que circunstâncias aconselham os alunos a realizar atividades que consideram seu contexto e pode ser observadas e construídas por meio de experimentos específicos, coleta de dados e organização para construção de eventos possíveis. A aprendizagem aleatória só pode ser se fizer sentido, você pode complementar o treinamento dos alunos contextualize, investigue e análise.

Por este motivo, acreditamos que para diferente da matemática linear. Linear domina no decorrer da matéria, isso é sempre demonstrado a fim de encontrar sem conteúdo, seus precedentes devem ser tratados com antecedência. Segundo D’Ambrosio (1998), este é um mito linear, implica prática educacional abnegada e abnegada, sem inspiração, privada de direitos necessários, não estritos e, na maioria dos casos, errado.

O ensino da estocástica talvez possa auxiliar na ruptura dessa prática linear, considerando que os conceitos a serem trabalhados podem ser extraídos de problemáticas diversas, sem se prenderem a um determinado ano da escolaridade.

3.1. A relevância do ensino da probabilidade e da estatística

O desenvolvimento de estatísticas escolares e probabilidade o serviço se tornou um tópico de pesquisa em certas partes do mundo, e muitos pesquisadores publicaram artigos sobre o assunto, tentando justificar esse ponto. A relevância do assunto. De acordo com Shaughnessy (1992, 2007), as pessoas a pesquisa aleatória é verdadeiramente uma pesquisa interdisciplinar. Educação por fim, a dor em matemática e estatística é o principal motivo dessa situação. Dez anos, estágio de pesquisa eclética. A síntese é possível. Com base nos resultados dessas investigações, propomos apresentaremos considerações e ou sugestões sobre ensino e aprendizagem voz aleatória.

No início dos anos 1980, Mendoza e Swift (1981) se destacaram quais estatísticas e probabilidades devem ser ensinadas para que todos os indivíduos podem dominar o conhecimento básico dos seguintes aspectos e a possibilidade de atuar em sociedade. Atualmente, as sugestões de cursos de matemática em todo o mundo estão comprometidas com preste atenção especial a esses tópicos e enfatize que a pesquisa deles não é importante. É essencial que as pessoas sejam capazes de analisar custos realizar pesquisas, selecionar amostras e tomar várias decisões situação diária.

Habilidade nessas coisas permite que os alunos tenham uma sólida a base para desenvolver pesquisas futuras e desempenhar um papel no campo científico, por exemplo, biologia e ciências sociais. Além disso, considerando o mundo em rápida mudança, assim como o mundo em nossas vidas compreenda a possibilidade de um incidente acelere a tomada de decisões e faça previsões.

Devido a alguma pesquisa e orientação professores sobre estatística e ensino do período experimental na educação infantil, educação básica e educação e ensino médio, consideramos a contribuição desses estudos o tema da educação do aluno. Verificamos os objetivos de desenvolvimento o aluno exerce plenamente as habilidades-chave e a autonomia de suas habilidades sua cidadania expande suas chances de vida bem-sucedida pessoal e profissional. Não estamos dizendo que apenas todos esses tópicos são suficientes, mas, sem dúvida, permitem que o aluno desenvolva habilidades básicas, como análise crítica e tempo. Essas matérias são tão importantes em cursos universitários de matemática educação básica e pesquisa em geometria, álgebra ou aritmética fez uma grande contribuição e também contribuiu para isso formação.

Não basta ao cidadão entender as porcentagens expostas em índices estatísticos, como o crescimento populacional, taxas de inflação, desemprego... É preciso analisar relacionar criticamente os dados apresentados, questionando ponderando até mesmo sua veracidade. Assim como não é suficiente ao aluno desenvolver a capacidade de organizar e representar uma coleção de dados, faz-se necessário interpretar e com parar esses dados para tirar conclusões.

No mundo da informação em que somos colocados, torna-se acesso cada vez mais "precoce" dos cidadãos aos assuntos sociais e econômicos mica, em que tabelas e gráficos sintetizam pesquisas; os índices são comparados e analisados ​​para defender ideias. Por isso é necessário para que a escola forneça ao aluno desde tenra idade escola primário, criando conceitos que auxiliem na prática cidadania. Entendemos que a cidadania também é uma capacidade desempenho reflexivo, atencioso e crítico do indivíduo em seu grupo social. Portanto, é urgente que a escola cumpra seu papel educativo, à cidadania. De acordo com Machado (1997, p. 48),

(...) educar para a cidadania deve significar também, pois, semear um conjunto de valores universais, que se realizam com o tom e a cor de cada cultura, sem pressupor um relativismo ético radical francamente inaceitável; deve significar ainda a negociação de uma compreensão adequada dos valores acordados, sem o que as mais legítimas bandeiras podem reduzir-se a meros slogans e o remédio pode transformar-se em veneno. Essa tarefa de negociação, sem dúvida, é bastante complexa; enfrentá-la, no entanto, não é uma opção a ser considerada, é o único caminho que se oferece para as ações educacionais.

Para o ensino de estatística e probabilidade de contribuir para a compreensão deste fato, é importante que os alunos possam confrontado com problemas variados no mundo real e que têm possibilidades para escolher suas próprias estratégias para resolvê-los. Eu acredito precisamos encorajar os professores a se socializar suas soluções diferenciadas, aprendendo a ouvir críticas, a valorizar seu trabalho próprio e de terceiros. Neste contexto, trabalhe com estes temas podem ser de grande contribuição, considerando sua natureza problematizar que possibilite o enriquecimento do processo reflexivo. Dessa forma, defendemos que os conceitos probabilísticos e estatísticos devam ser trabalhados desde os anos iniciais da educação básica para não privar o estudante de um entendimento mais amplo dos problemas ocorrentes em sua realidade social.

3.2. Aprendizagem da Estatística

Na aprendizagem estatística e em outros campos da matemática, é  importante considerar a natureza do seu conhecimento, o tipo e a dificuldade da tarefa pesquisas empíricas com alunos mostram isso.

Para Garfield e Ahlgren (1988), os alunos podem ver as "estatísticas" na imagem da "matemática", isso significa que eles estão tentando encontrar soluções exclusivas em situações estatísticas, absolutamente certo ou errado, sem qualquer ambiguidade ou erro, para estes o autor é a fonte da dificuldade. Moore (1992) considera combinar estatísticas com no contexto da ciência digital, é um longo caminho a percorrer para demonstrar que a estatística é um longo caminho ciências matemáticas, mas não é um ramo da matemática, tornou-se um assunto têm os seus próprios direitos e têm uma forma única de pensar, o que é melhor do que métodos específicos ou teorias matemáticas. Para o autor, As duas disciplinas são:

• em Estatística, o contexto motiva os procedimentos e é fonte de significado e a base para a interpretação;

• a indeterminação desordenará ou limitação de contexto na Estatística é marcadamente diferente da natureza mais precisa e finita que caracteriza a aprendizagem tradicional de outros domínios matemáticos;

• a necessidade de aplicação de cálculos precisos ou a execução de procedimentos está rapidamente a ser substituída pela necessidade do uso seletivo, ponderado e preciso de instrumentos tecnológicos e de software cada vez mais sofisticado;

• a natureza fundamental de muitos (mas não todos) problemas estatísticos é não terem uma solução matemática única. Antes, os problemas estatísticos. Realistas usualmente começam com uma questão e culminam com a apresentação de uma opinião que pode ter diferentes graus de razoabilidade;

• a principal meta da educação estatística é capacitar os alunos para apresentarem descrições, julgamentos, inferências e opiniões pensadas acerca de dados ou argumentar sobre as interpretações de dados, usando várias ferramentas matemáticas apenas na medida em que forem necessárias.

3.3. Meta geral inter-relacionada a ensino da estatística

Esta meta geral desdobra-se em oito submetas básicas inter-relacionadas:

1. Compreender o propósito e a lógica das investigações estatísticas;

2. Compreender o processo das investigações estatísticas;

3. Dominar os skills procedimentais;

4. Compreender as relações matemáticas;

5. Compreender a probabilidade e o acaso;

6. Desenvolver skills interpretativos e a literacia estatística;

7. Desenvolver a capacidade para comunicar estatisticamente;

8. Desenvolver disposições estatísticas úteis.

Analisando o conteúdo dessas submissões, podemos verificar o conteúdo das seis primeiras submissões, o mais importante é "fazer" estatísticas, e as três últimas devem estar relacionadas a habilidades significativas e comunicação, bem como reflexão e questionamento. Esses dois assuntos orientam o ensino e a aprendizagem em diferentes direções, geralmente a primeira o professor e o livro didático enfatizaram mais seis. Agora, o fato é que é mais provável a maioria dos alunos se torna consumidores de informação, não produtores de informação (Gal, 2002) também enfatiza a relevância da interpretação, senão mais, comunicação e atitude crítica em relação às informações que enfrentam.

Para que os alunos obtenham essas opiniões, é necessário criar um ambiente através da aprendizagem, a dupla perspectiva produtor-consumidor da informação estatística pode ser desenvolvida ao mesmo tempo, ou seja, em termos de comunicação, compreender tarefas que são difíceis de aprender.

A forma de comunicação adequada para os resultados apresentados deve e dada prioridade à participação de alunos e professores, sendo estes últimos quem procura ajuda entenda as ideias dos alunos e ajude-os a progredir, isso não é comunicação apenas unilateral (do professor para o aluno) ou contribuição, mas também reflexivo e construtivo (Brendefur & Frykholm, 2000; Menezes, 2004), o modo interativo não pode ser limitada a modos de recitação, funil, extração ou foco, mas atribuída uma posição enfatize os critérios para discussão (Menezes, 2004) e levante questões.

Os alunos se transformam em produtores e consumidores de informação a estatística nos faz prestar atenção aos projetos de pesquisa estatística (Balachowski, 1998). E tarefas que enfatizam o raciocínio e o pensamento estatístico, a interpretação e as habilidades críticas e reflexivas. Por outro lado, a abordagem do assunto deve ser ao contrário do professor e do ensino centrado no professor, a fim de melhorar o significado, a motivação e o interesse do aluno, a situação de vida real do aluno ou do aluno a ele relacionado atividades rotineiras, onde o foco principal é a aplicação de fórmulas e procedimentos, enquanto a explicação é colocada em segundo plano (Batanero, 2000). Resumidamente, Usando a classificação de tarefas de Ponte (2005), podemos dizer que tarefas privilegiadas devem ser tarefas abertas e muito desafiadoras.

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3.4. O ensino da Estatística

O ensino de estatística, assim como em sala de aula, foi o tema da segunda parte o estudo Barros (2004) e os estudos de Ribeiro (2005) e Nunes (2008). Em uma pesquisa Barros contará com a presença de três futuros professores que lecionaram o tema estatístico do sexto ano como parte do estágio de docência, e três nos estúdios Ribeiro e Nunesa, professores que ensinavam estatística de sexta e sétima série, respectivamente, todos estes estudos utilizaram a observação da unidade de Estatística e ensino entrevistas como principais métodos de coleta de dados. No caso do estudo Ribeiro (2005) seguido por Fernandes, Carvalho e Ribeiro (2007) conduziu a análise conhecimento profundo das tarefas de ensino utilizadas pelos professores.

Em um estudo mais recente envolvendo quatro professores, dois dos quais têm experiência predominante no terceiro ciclo do ensino fundamental, e os outros dois com experiência predominante no ensino secundário, com recurso a entrevistas, Fernandes, Alves, Machado, Correia e Rosário (2009) revisaram algumas evoluções nas práticas de ensino e avaliação desses professores. Em relação aos estudos apresentados anteriormente. Trabalho no ensino de estatística um grupo que é mais sistemático e abrangente no tópico de Estatística, Recurso vida prática, contextual e real e atribuições de recursos em  maior ou menor grau às novas tecnologias no ensino de estatística, com ênfase na aplicabilidade planilhas e calculadoras gráficas.

Na avaliação em Estatística, diferentemente dos outros temas da Matemática, evidencia-se o trabalho de grupo, a que atribuem maior peso, ambas as professoras do 3.o ciclo não fazem um teste apenas sobre Estatística, admitindo colocar algumas questões de Estatística nos outros testes escritos, e a avaliação formativa centra-se no questionamento realizado ao longo da realização do trabalho de grupo ou é desvalorizada pelo facto de os alunos não sentirem dificuldades neste tema. Finalmente, em termos de auto e avaliação, em geral esporádica, a sua influência na classificação dos alunos é variável, desde a sua consideração explícita até à não produção de qualquer efeito. Neste último caso, para professora em questão, a auto avaliação, efetuada no final dos períodos escolares, constitui uma oportunidade para o aluno tomar consciência do trabalho por si realizado e conhecer a opinião da professora.

Os resultados desses estudos mostram que, em geral, os professores reconhecem e preste atenção a algumas das recomendações atuais de estatísticas de ensino, mas não programa-los sistematicamente na prática de ensino. Esta observação obviamente, os professores precisam ter experiência na formação inicial, e no trabalho colaborativo contínuo entre pares, situações instrutivas podem ajudá-los a implementação dessas normas, ou seja, a situação que revela o significado, Interpretação e argumentação em estatística (Ponte, Galvão, Trigo-Santos e Oliveira, 2001). Caso contrário, é improvável que os professores discutam essa situação em sala de aula. Estar com seus alunos (Contreras & Blanco, 2001). Algumas intervenções de ensino estão em nosso país. Estas intervenções, pelos resultados muito positivos obtidos, assumem-se como fonte de ideias e propostas tendo em vista a melhoria do ensino da Estatística nas escolas.

3.5. Intervenções de ensino em Estatística

Carvalho (2001), no âmbito da sua tese de doutoramento, realizou uma investigação para estudar e compreender o papel das interações entre pares no desenvolvimento lógico e no desempenho estatístico de alunos do 7.o ano de escolaridade, que frequentavam duas escolas da grande Lisboa. Para tal, conduziu um estudo quais experimental, administrando um pré-teste, seguido de uma intervenção no grupo experimental (três sessões de trabalho colaborativo em díadas e uma discussão geral entre toda a turma e a investigadora) e, finalmente, um pós-teste. No trabalho colaborativo foram trabalhadas tarefas não habituas de estatística, enquanto no pré-teste e pós-teste os alunos foram avaliados através de tarefas habituais de Estatística.

Dos resultados de toda a investigação, salienta-se o papel facilitador que o trabalho colaborativo nas díades teve na promoção dos desempenhos dos sujeitos, quer quanto ao seu desenvolvimento lógico quer quanto aos conteúdos estatísticos abordados neste ano de escolaridade.

O facto de [os alunos] terem trabalhado em díade durante as três sessões de trabalho colaborativo facilitou a apropriação de conhecimentos e a mobilização de competências estatísticas, nomeadamente porque há estratégias que são descobertas através de uma colaboração e que os alunos se revelam capazes de continuar a utilizar quando voltam a trabalhar individualmente, em tarefas de tipo habitual, como acontece no pós-teste. (Carvalho, 2001, p. 472).

Também Sousa (2002) relata um estudo, realizado no âmbito da sua dissertação de mestrado, sobre o ensino e a aprendizagem da unidade de Estatística numa turma do 6.o ano de escolaridade através da realização da investigação estatística: “Como são os alunos da minha turma?”.

Trabalho em alinhamento de ensino (professor de turma e pesquisador), fazer com que os resultados do trabalho dos alunos do ensino fundamental produzam dinâmicas de sala de aula o grupo, acompanhado pela professora, e intercalado com momentos de debate, envolvendo ao longo da aula, a pesquisa estatística conduziu seis reuniões, com foco em etapas do trabalho: a primeira sessão, questões de preparação pesquisa; a segunda sessão, coleta de dados; a terceira sessão, processamento de dados; quarta na reunião foi elaborada o equilíbrio do trabalho; na quinta reunião, foi elaborado o relatório; era sexta-feira conferência, apresentação de artigo.

Em termos de resultados, o autor destacou as vantagens de se trabalhar com ele. Ensino e aprendizagem dos alunos. No primeiro caso, destaca o fato de que os alunos pode obter um suporte mais eficaz em termos de tempo e oportunidade, e fortalecer a colaboração de professores na preparação e treinamento realizado. Conduzir pesquisas estatísticas sobre a aprendizagem dos alunos promova a interdisciplinaridade e combine o conhecimento estatístico com outros conhecimentos conhecimento (não apenas matemática), compreendendo o próprio processo habilidades de pesquisa, comunicação e debate, e permitir que eles leiam e explique a realidade de uma perspectiva menos egocêntrica.

Finalmente, Pimenta (2006) apresenta um estudo sobre a avaliação do raciocínio estatístico desenvolvido num trabalho de projeto, realizado por estudantes de uma escola superior de Saúde no âmbito do trabalho final de graduação. Para tal, recorreu aos cinco componentes básicos do raciocínio estatístico de Wild e Pfannkuch (1999): um. Reconhecimento da necessidade de dados — muitas situações da vida real só podem compreendidas através de análises adequadas de dados previamente recolhidos; dois. Transnominação — refere-se à compreensão que surge quando é alterada a representação dos dados; três. Percepção de variação — compreensão da variação que existe e é transmitida aos dados, assim como da incerteza com origem na variação não explicada; quatro. Raciocínio com modelos estatísticos — um gráfico simples, uma regressão linear ou medidas estatísticas constituem modelos usados para representar a realidade; e cinco. Integração da Estatística no contexto — o pensamento estatístico apenas é significativo quando se integra num contexto.

Os resultados obtidos mostram que os alunos alcançaram um bom nível de raciocínio. Estatísticas no âmbito da pesquisa descritiva. No entanto, os alunos não alcançaram os mesmos resultados o nível de raciocínio estatístico ao usar métodos estatísticos, especialmente no nível de inferência. Em vista desse resultado, o autor admite "hipócrita" muito otimista. Transformar esses futuros profissionais em estatísticos amadores “(página 4), não só porque, por um lado, não precisamos aprofundar a preparação desses profissionais em cálculos e cálculos”. Representação gráfica, porque os computadores de hoje resolvem esses problemas, por outro lado, devemos nos livrar de uma aprendizagem mais ou menos centrada na comunicação com conhecimento menos passivo, você pode aprender ativamente a alfabetização estatística (Gal,2002; Batanero, 2003).

3.6. Desafios para futuras investigações em Educação Estatística

Resumindo, no decorrer das sucessivas reformas do programa, podemos ver que o estudo da matéria de Estatística na escola está se tornando cada vez mais profundo, tornando agora faz parte de todos os programas da escola de matemática em vários níveis treinamento. No que diz respeito à sua ciência, vale a pena mencionar os diversos estudos realizados em Portugal, o que nos permite ter um conhecimento razoável das dificuldades e erros associados a alunos de diferentes níveis de ensino. Finalmente, quando se trata de ensino estatístico, estudos revisados ​​permitem conclusões sobre a prática de ensino, bem como professores programar em suas aulas que não cumpram integralmente as diretrizes e recomendações informações sobre seu ensino enquanto pesquisas sobre intervenções pedagógicas são reveladas experiências de sucesso que podem ser de grande interesse nas práticas de orientação ensino em sala de aula.

Em cada uma dessas áreas de formação, além do aprofundamento necessário conhecimento estatístico, também é importante conhecer e ampliar o conhecimento didático dos futuros professores e alunos. Portanto a abordagem Ontosemiótica, desenvolvida por Godino e seus colegas, afirma uma perspectiva promissora de análise de processos de pesquisa, que começa a ser utilizada em ambos formação inicial e desenvolvimento profissional.

A introdução de novos temas e a intensificação de outros temas no  Programa de Matemática para a Educação Básica (Ministério da Educação, 2007) também comprovou e preciso fazer um melhor entendimento aprenda e ensine esses tópicos. Neste caso, o tema variante é destacado, Incorporado ao currículo escolar pela primeira vez, com associação estatística como tema.

No que diz respeito à escolaridade, ao nível do terceiro ciclo, o estudo da associação estatístico de representações tabulares e gráficas (dispersão). Numericamente, usando diagrama de dispersão, Kader e Franklin (2008) Recomendam-se usar a "proporção de pontos no quadrante" (o número de pontos no primeiro ponto quadrante, mais o valor no terceiro quadrante, subtrai o valor no segundo quadrante e subtrai o valor no quarto quadrante, divida tudo pelo número total de pontos) como a primeira medida visual da associação entre duas variáveis ​​quantitativas, três níveis de nível de desenvolvimento são propostos conceito de associação: primeiro, construa e explique o diagrama de dispersão, depois procure tendências gerais de dados e, em seguida, expanda a interpretação do gráfico e dispersar “razão de pontos dos quadrantes”; e, por último, explorar as limitações do “razão de pontos dos quadrantes” e introduzir o coeficiente de correlação de Pearson para ultrapassá-las.

4. CONCLUSÃO

Acreditamos que um dos principais impedimentos ao ensino eficaz probabilidade e estatísticas na educação básica referem-se à formação de professores que ensinam matemática nestes níveis de ensino educação infantil, ensino fundamental e médio. Ao visualizar um ensino e aprendizagem de estocástico envolvendo a construção de modelos de fenômenos físicos, e uso de estratégias de simulação e a comparação e avaliação de diversos problemas, precisamos considerar que esta abordagem também ser eficaz na formação de professores. Deste ponto de vista, o estudo para sintetizar estatísticas e probabilidade torna-se sinônimo de ensino problemas.

Um dos aspectos importantes na formação estatística durante a educação básica refere-se à capacidade em perceber a existência da variação, à necessidade de descrever populações, a partir de uma coleta de dados, e à necessidade de reduzir dados primitivos, percebendo tendências e características através de sínteses e apresentação de dados. Conforme os estudantes forem progredindo em lidar com investigações estatísticas, seria importante que eles entendessem a necessidade de estudar amostras, ao invés de populações, e fazer inferências de amostras para populações.

É importante que os alunos comecem a compreender a natureza, o processo envolvido em uma pesquisa estatística, considere interferência com a declaração do modelo do plano de coleta de dados. Isso inclui como, quando e por que identificar ferramentas estatísticas pode ser usado para auxiliar no processo de investigação. Isto é precisa estar familiarizado com o estágio específico de questionamento estatísticos, incluindo fazer perguntas, planejar pesquisas, colete, organize e analise dados, explique as descobertas e discuta conclusão, significado da descoberta, assunto da pesquisa de acompanhamento parte da frente.

É necessário ter uma compreensão intuitiva e formal das principais ideias matemáticas implicadas na representação estatísticas, procedimentos ou conceitos. Isso inclui entender o relacionamento síntese estatística, entre representação gráfica e dada original.

Ao estudar probabilidade e oportunidade, os alunos precisam entender conceitos e palavras relacionados ao acaso, incerteza e aleatoriedade entre eles aparecem em nosso dia a dia, principalmente na mídia, ou outras ideias importantes incluem entender quais são as possibilidades medidas de incerteza, quais modelos podem ser usados ​​para simular eventos estime a probabilidade, às vezes nossa intuição é informações erradas podem nos levar a tirar conclusões erradas sobre a probabilidade e habilidade e contingências.

Ao conduzir uma investigação estatística, os estudantes aprendem a interpretar resultados e a estar cientes sobre as tendências possíveis ou limitações nas generalizações que podem ser obtidas dos dados. Ao conduzir este processo, os estudantes precisam aprender como interpretar resultados de uma investigação estatística e colocar questões críticas e reflexivas sobre argumentações que se referem aos dados ou sínteses estatísticas.

Para educar uma pessoa em estatística, ela deve pode comunicar eficazmente os resultados da discussão pesquisa estatística, crítica estatística ou argumentação probabilística pessoas que afirmam se basear em certas informações. Isso envolve ser capaz de use a terminologia estatística e de probabilidade apropriada para fazer resulta de forma convincente e estabelece um argumento razoável com base em informações e observações (Lopes, 2004). De acordo com antes de obterem mais conhecimento estatístico, eles também podem pode questionar a validade da interpretação dos dados, e representações gráficas e generalizações de outro baseado em um único estudo ou uma pequena amostra.

A formação dos professores, atualmente, não incorpora um trabalho sistemático sobre estocástica, dificultando a possibilidade de esses profissionais desenvolverem um trabalho significativo com essa temática nas salas de aula da educação básica.

A probabilidade proporciona um modo de medir a incerteza e de mostrar aos estudantes como matematizar, como aplicar a matemática para resolver problemas reais. Para isso, recomenda-se um ensino das noções probabilísticas a partir de uma metodologia heurística e ativa, por meio da proposição de problemas concretos e da realização de experimentos reais ou simulados.

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Publicado por: Wanderson Damaceno Gomes

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