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A INSERÇÃO DOS ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO MEIO DIGITAL

Computação

Investigação do uso de tecnologias educacionais na educação de jovens e adultos, diagnóstico e avaliação do uso de TICs na escola e aplicação das ferramentas.

índice

1. RESUMO

Neste trabalho enfatizam-se as tecnologias de informação dentro do ensino em turma da Educação de Jovens e Adultos – EJA com intuito de inserir os alunos no meio digital. Com a pandemia do novo coronavírus, vieram consigo grandes problemas também na educação, as escolas tiveram que paralisar suas atividades presenciais, adotando assim o ensino remoto por meios tecnológicos para continuidade das aulas. Com intuito de diagnosticar se o uso das tecnologias está sendo feito de forma adequada com os alunos da EJA da escola de ensino fundamental Zefinha Cartaxo no município de Mauriti, Ceará, foi aplicado um questionário eletrônico criado a partir da plataforma do Google forms com questões objetivas e enviadas por meio de links via Whatsapp, visando avaliar o conhecimento dos alunos em relação ao uso das tecnologias, a participação nas aulas remotas, se existe um espaço adequado para resolução das tarefas, assim conhecendo a situação dos discentes. Durante esse período foi possível analisar e descrever a aprendizagem dos alunos e acompanhar os avanços de cada educando em seu processo de aprendizagem, utilizando tecnologias em sala de modo remoto. Conduzidos pela certeza de que existem diferenças digitais entre professores e alunos, mas que estas não são estagnadas pelo tempo. Para inclusão digital precisamos buscar métodos inovadores no meio digital, mesmo que tenhamos dificuldades, vale à pena tentar mostrarmos que somos capazes de nos reinventar com a tecnologia.

Palavras-chave: Educação de Jovens e Adultos. Inclusão Digital. Tecnologia da Informação. Pandemia covid-19.

ABSTRACT

In this work, information technologies areemphasized within the Youth and Adult Education (EJA) classroom teaching in order to insert students in the digital environment. With the pandemic of the new coronavirus, it also has major problems in education, schools have to paralyze their face-to-face activities, thus adopting remote teaching by technological means to continue classes. In order to diagnose whether the use of technologies is being done properly with the students of the EJA of the elementary school Zefinha Cartaxo in the municipality of Mauriti, Ceará, an electronic questionnaire was created created from the Google Forms platform with objective questions and encript through links via Whatsapp, to evaluate students' knowledge regarding the use of technologies, participation in remote classes, if there is an adequate space for solving tasks, thus knowing the situation of students. During this period it was possible to analyze and analyze students' learning and follow the progress of each student in their learning process, using technologies in the classroom remotely. Driven by the certainty that there are digital differences between teachers and students, but that these are not stagnant over time. For digital inclusion we need to look for innovative methods in the digital environment, even if we have difficulties, it is worth trying to show that we are capable of reinventing ourselves with technology.

Keywords: Youth and Adult Education. Digital Inclusion. Information Technology. Pandemic covid-19.

2. INTRODUÇÃO

A educação de jovens e adultos - EJA é uma modalidade das etapas do Ensino Fundamental e Médio da rede pública e privada, destinada aos jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso à educação na escola convencional na idade apropriada, ou que não completaram os anos da educação básica ou ainda por necessidade de trabalhar. Assim observa-se ainda que muitos desses jovens, adultos e idosos que pararam há anos de estudar não acompanharam os avanços tecnológicos e sentem dificuldade de manusear essas ferramentas.

Com os avanços tecnológicos acontecendo diariamente, destaque especial na educação, e gerando impacto positivo, pode-se considerar que incluir jovens e adultos no mundo digital é de suma importância para um futuro promissor sabendo que as tecnologias aguçam e despertam o interesse dessas pessoas.

Segundo Nunciato (2009, p. 09):

O computador, então, pode passar a contribuir não apenas para a inclusão digital e social desses indivíduos, como também, no que se refere a uma classe de EJA, um recurso extra para apropriação de leitura e escrita, uma motivação ao conhecimento e oportunidade de investigar diferentes aspectos do processo de aprendizagem na educação de adultos, numa mistura de realização e prazer, elevando a autoestima desses indivíduos.

É importante motivar mais a utilização do laboratório nas escolas, mesmo que alguns professores não se sintam à vontade em trabalhar informática com os alunos, muitas vezes pelo simples fato de não terem formação ou prática com o uso do computador e isso dificulta ainda mais essa realidade, também vale a pena lembrar, o quão é importante o profissional em informática presente no laboratório, de especial nas turmas do EJA, por ter alunos de diversas idades, etnias e convívio social, essas dificuldades são ainda maiores pelo fato de algumas salas serem em localidades diferentes do comum ou em locais que nem se quer apresentam condições físicas para a execução das práticas de informática com os alunos. Com isso devem-se trazer meios que façam esta inserção como: o uso de ferramentas móveis que visa trazer uma aproximação Aluno-Professor

2.1. Problemática

O problema inicial da EJA é que muitos alunos não tiveram oportunidade e nem acesso às tecnologias no tempo certo. Modificar a percepção dos discentes neste contexto é de suma importância, deve-se fazer uma investigação com intuito de inserir os mesmos no meio digital.

2.2. Objetivos

2.2.1. Geral

Investigar o uso de tecnologias educacionais na Educação de Jovens e Adultos da escola Zefinha Cartaxo durante o período da pandemia.

2.3. Específicos

  1. Diagnosticar o uso das tecnologias nos processos de ensino e aprendizagem;
  2. Avaliar o uso de TICs na escola;
  3. Avaliar a inclusão digital dos alunos;
  4. Aplicar as ferramentas tecnológicas com alunos da EJA;

3. DESENVOLVIMENTO

3.1. Referencial teórico

3.1.1. Inclusão digital no Brasil

Por muito tempo vem se discutindo a inclusão digital. As renovações das mídias sociais estão sempre a todo vapor e quase todos têm acesso a essas mídias, Inclusão digital é o processo de garantir a todas as pessoas o acesso às tecnologias de informação e comunicação (TICs), ou seja, acesso ao que existe no quesito tecnologia seja ela mídias e redes sociais.

A inclusão digital no Brasil vem desde a década de 1930 quando apareceu o rádio uma das mídias mais utilizada daquela época trazendo experiências inovadoras para nossa população, apesar de o acesso não habitar entre todos, com o passar do tempo foi implantado as escolas radiofônicas atrelando o ensino a distância deixando um marco no ensino e dando ênfase a inclusão digital.

De acordo com Nazareno et al. (2006, p. 13)

Inclusão digital é o processo de alfabetização tecnológica e acesso a recursos tecnológicos, no qual estão inclusas as iniciativas para a divulgação da Sociedade da Informação entre as classes menos favorecidas, impulsionadas tanto pelo governo como por iniciativas de caráter não governamental.

Com isso percebe-se que o uso das TICs nos dias atuais só vem deixando um legado positivo no âmbito escolar, apesar de todas as dificuldades são experiências que norteiam todos os lados.

3.1.2. Educação de Jovens e Adultos

Apesar de todos seus desafios que enfrenta a EJA nesta modalidade de ensino, deve-se trabalhar para contornar as dificuldades.

O artigo 37 da LDB diz que “A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou oportunidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria”. Assim fala na EJA, pode-se averiguar o quanto é importante mencionar o potencial que tem a educação inclusiva e quando ela favorece na modalidade de ensino uma oportunidade para todos.

Portanto, o inciso 1º retrata que os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames.

Tal argumentação propõe que fica assegurado o ensino de qualidade, ficando claro que esses indivíduos precisam de uma assistência qualificada, pois como não tiveram oportunidade de se alfabetizar no tempo certo. Diante dos fatos os mesmos também não tiveram oportunidade e acesso ao meio digital, deixando ainda mais frustrados por não fazer parte de uma sociedade tecnológica. Com isso entende-se que:

... educação reflete as transformações da base material da sociedade e, por isso, não está acima da sociedade, mas consiste em uma dimensão concreta da vida material e que se modela em consonância com as condições de existência dessa mesma sociedade (BUENO; GOMES, 2011, p. 54).

Se fazendo uma reflexão referente ao assunto é evidente que uma educação inclusiva pode sim, proporcionar valores que agregam diante da nossa sociedade. Então trabalhar tecnologias digitais com pessoas que não tiveram oportunidade é dar um novo sentido para uma educação igualitária.

3.1.3. Incluir alunos da EJA no meio digital

Pensando como é dificultosa a inclusão digital para os alunos da EJA, é importante tratar essa problemática como um desafio no que condiz trabalhar métodos flexíveis, tratando esse viés aspectos metodológicos que é a fusão da EJA com tecnologias digitais, agregando valores para os mesmos.

Para Amparo e Furlanetti (2011) apud Franco (2003, p. 219),

é na modalidade de ensino de Educação de Jovens e adultos, que se tem mais dificuldade em implantar a inclusão digital e também onde mais deveria ter atenção, o que gera muitos desafios e discussões. Estes indivíduos já estão excluídos da sociedade por não saberem ler e escrever e com o advento das tecnologias, estes sujeitos se tornam também excluídos digitalmente. Com isso, fazer com que eles tenham acesso às TIC’s permitirá a adesão à atualidade e também desenvolverem competências para a sua utilização como um auxílio na alfabetização.

Inserir tecnologias digitais nesse grupo de alunos que o tempo não lhe deu oportunidade, os tornam mais dignos de se conviver com pessoas que tiveram tais proveitos alargando em vários aspectos, seja dignidade pessoal ou profissional, que ao adquirirem conhecimentos esses indivíduos quebram o paradigma de que não são capazes.

Segundo Santos (2016, p. 27):

A função qualificadora visualiza a educação como uma chave indispensável para o exercício da cidadania. E, nesse contexto, a Educação de Jovens e Adultos corresponde a um direito frente à sociedade da informação e do conhecimento, caracterizando um componente da condição plena para uma participação ativa na sociedade.

A EJA proporciona um leque de possibilidades entende-se que se deve incluir tecnologia e trabalhar com elas, mas para isso o profissional da educação deve buscar meios que conduzam os mesmos de forma assertiva.

As educações de Jovens e Adultos se devem transmitir o conhecimento de ambos os métodos. Para isso a inclusão digital é vital para uma aprendizagem de qualidade e satisfatória, introduzindo as TICs no contexto escolar. Segundo Silva e Yabuta (2015, p. 11)

Quando pensamos em Jovens e Adultos, percebemos que a tecnologia é um viés para a inclusão social na educação dos mesmos. Através dela, o acesso a ações e informações torna-se possível, assim como possibilita a atualização voltada ao mercado de trabalho, seja qual for a área de atuação.

Contudo trabalhar educação tecnológica com alunos da EJA é proporcionar a eles um novo conceito de vida, seja profissional ou pessoal, somando aspectos que estimulam o convívio social tornando-o ascendente.

A tecnologia modifica uma sociedade, essas ferramentas vêm se tornando mais versáteis na vida cotidiana ou até mesmo na educação, apesar de ainda existir um receio por parte de alguns professores no qual boa parte deles se utilizam de tecnologias simples como quadro branco e pincel têm avançado significativamente, é notório que o uso de ferramentas portáteis vem dinamizando o envolvimento Aluno-Professor.

3.1.4. Educação e tecnologia em tempos de pandemia

No país já víamos passando por vários problemas financeiros, para que não bastasse ainda chega à pandemia que iniciou no final de 2019 na China, disseminando o vírus do novo coronavírus (COVID-19) por todo o mundo. No começo de 2020 chegou ao Brasil deixando a população amedrontada com o caos, atingindo não somente o setor econômico, mas também o educacional. 

Devido ao acontecido, o MEC (Ministério da Educação) também precisou se adaptar-se. Através da portaria n° 343, de 17 de março de 2020, no qual autoriza instituições de ensino a substituírem suas aulas presenciais por meios digitais, enquanto durar a situação de pandemia do novo coronavirus.

Com a pandemia do novo coronavírus vieram consigo grandes problemas também na educação, escolas tiveram que paralisar suas atividades presenciais, adotando assim o ensino remoto por meio de meios tecnológicos para continuidade das aulas. Mas os desafios são grandes, tanto para os professores que não tiveram formação prévia para utilizar esses novos métodos, quanto para os alunos que não tiveram essa tecnologia na escola.

O Decreto 9.057/2017 define no seu primeiro artigo que:

“Considera-se educação à distância a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorra com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com pessoal qualificado, com políticas de acesso, com acompanhamento e avaliação compatíveis, entre outros, e desenvolva atividades educativas por estudantes e profissionais da educação que estejam em lugares e tempos diversos.”

Modificando toda a rotina das escolas que tiveram de se adaptar-se às pressas para oferecer um ensino de qualidade para seus alunos. Com isso, foram criadas formações de professores voltadas ao uso das ferramentas tecnológicas e digitais.

Os professores tiveram que modificar seus planos de aula e se adequar frente a essa nova realidade para que pudessem ter essa comunicação com os alunos. Para Pasini et al, (2020). A educação está sendo modificada pela adaptação docente e discente, acerca de diversos programas, aplicativos, ferramentas que passaram a ser utilizadas na educação.

Com toda essa modificação nos instrumentos de ensino as aulas passaram a ser realizada de forma remota para que não tivéssemos um atraso educacional de nossos discentes, esses alunos tiveram experiências únicas com o surgimento do novo coronavírus deixando de lado um ensino tradicional para o tecnológico com o uso de mídias digitais.

 Sabe-se que é desafiador encarar uma rotina de sala de aula com diversas turmas e alunos com suas diferenças, assim de forma repentina como é o caso das turmas da EJA. Além de ser pego de surpresa e ainda surgem algumas dificuldades para os professores, e existindo o lado do aluno que na maior parte não dispõe de certos recursos tecnológico como smartphone nem acesso à internet.

Segundo Machado (2020, p. 3):

Essas novas formas de “levar” a escola até o aluno, estão sendo desafiadoras para todos os envolvidos. Para os professores que em tempo recorde tiveram que reinventar o seu plano de aula, se aventurando em um universo desconhecido para muitos, o ensino à distância e novas tecnologias. Para os responsáveis, que em meio a um turbilhão de atividades e preocupações, estão assumindo o papel de tutores e educadores de seus filhos.

O ensino remoto emprega a tecnologia para mediar à relação pedagógica, através das redes sociais e das plataformas digitais. A educação é um processo que envolve toda a sociedade e constitui-se em um direito de todos os cidadãos. Mas o que fazer e como fazer com aqueles que não têm acesso a internet, acesso a aparelhos essenciais para que o uso das tecnologias aconteça de direito a todos? Há um prejuízo irreparável na educação nesse tempo de pandemia. Quantos alunos ficaram sem adquirir conhecimentos esse ano por problemas de acesso à internet de equipamentos e conhecimentos para manusear as tecnologias, pois não basta apenas ter o acesso precisa-se saber utilizar. Existem outros problemas relacionados à pandemia: falta de local adequado para estudo em casa, problemas de saúde familiar, dificuldade de adaptação ao novo meio, etc.

Para Junior et al, (2020). A pandemia revelou o quanto é evidente a fragilidade por parte das instituições de ensino, sejam elas públicas ou privadas, demandando uma reflexão crítica sobre a inclusão dos discentes e a formação dos professores, uma vez que, o ensinar e aprender é uma tarefa complexa (MARTINS, 2020a; ROMANOWSKI, 2007).

O processo de ensino e aprendizagem com o ensino remoto em alguns aspectos deixa a desejar para algumas classes estudantis pelo fato dos alunos não o dispuserem de acesso à internet em suas residências deixando-os de lado no contexto educacional a inclusão digital dos discentes.

3.2. Metodologia

Na fundamentação deste estudo foram realizados dois tipos de metodologias: a revisão de bibliografia revisando livros da específica área, artigos científicos e acessando a internet, em seguida, pesquisa ação no final pesquisa de natureza qualitativa. E visando diagnosticar se já ocorria o uso das tecnologias na escola com intuito de analisar a deficiência dos discentes no tocante às TICs e propor melhorias, sendo que é de suma importância estar trabalhando constantemente com o intuito de melhorar o método de ensino com a tecnologia para a inserção dos mesmos no dia a dia.

Para diagnosticar se o uso das tecnologias está sendo feito de forma adequada com os alunos da EJA da escola de ensino fundamental Zefinha Cartaxo no município de Mauriti, Ceará, foi aplicado um questionário criado em formulário eletrônico na plataforma do Google forms com 10 questões objetivas e enviadas por meio de link via Whatsapp, visando avaliar o conhecimento dos alunos em relação ao uso das tecnologias, a participação nas aulas remotas, se existe um espaço adequado para resolução das tarefas, assim conhecendo a situação dos discentes. Ressalta-se que em momentos de pandemia deve-se dar mais atenção a esses alunos pelo fato de não terem domínio pleno com tecnologia.

Disponibilizando o uso de ferramentas digitais tais como o Whatsapp no qual foi a ferramenta de mais fácil acesso por todos, foi disposto um grupo envolvendo os alunos das duas turmas de ensino fundamental I e II sendo trabalhado com eles vídeos aulas na plataforma de vídeos Youtube e criando atividades das disciplinas da base no Google forms foram a melhor forma de fazer os alunos se envolver no mundo digital e com os vídeos explicativos de como utilizar de forma correta outras ferramentas digitais tais como o acesso a internet de forma segura, o Gmail do Google para uma melhor comunicação com os professores para envio de trabalhos escolares e documentos a partir desse momento também foram apresentados a plataforma Google Meet no qual foi umas das mais utilizada nesse momento de pandemia quebrando essa barreira que os impossibilita de conhecer o novo.

Outro ponto relevante no questionário foi como e se eles utilizavam o laboratório no ambiente escolar. Deste modo, foi possível analisar o andamento dos discentes da EJA sobre o uso das tecnologias.

Também se realizou outro questionário direcionado aos professores com 10 perguntas objetivas no Google forms, visando analisar as dificuldades enfrentadas com o uso das tecnologias em tempos de pandemia buscando melhor entender a situação.

Em momentos críticos de pandemia, por não ter acesso constante ao uso das tecnologias, alguns alunos sentem dificuldades no uso dessas ferramentas para uma aprendizagem satisfatória.

Para este tipo de intervenção consistirá em aulas on-line e periódicas com o grupo de alunos da EJA, tomando como foco o uso das tecnologias para que os mesmos se insiram no meio digital.

Após a intervenção para avaliar o aprendizado da turma da EJA da Escola de Ensino Fundamental Zefinha Cartaxo foi aplicado um questionário com 10 perguntas objetivas no Google forms, visando analisar a aprendizagem dos alunos dentro da tecnologia.

3.3. Análise de questionários antes da intervenção

Para melhor entender a situação dos alunos foi perguntada qual o envolvimento com o uso das tecnologias no meio acadêmico e no lar e foram obtidos os dados apresentados na Figura 1.

Figura 1 - Antes da pandemia como era sua rotina em relação com as tecnologias digitais

Totalmente não habituado com as tecnologias                                         Totalmente habituado com as tecnologias

Fonte: Elaborado pelo autor.

Ao analisar os resultados da figura 1 consta-se que a maioria utilizava com moderação as ferramentas digitais, mesmo com o fácil acesso a tecnologia hoje em dia muita ainda tem o receio de utilizar tais ferramentas, trabalhar tecnologia em sala de aula não torna difícil basta os envolvidos estarem atentos com a facilidade que se inserir no meio digital pelo fda internet está em todo lugar.

Visando tomar conhecimento no aspecto das dificuldades enfrentadas por esse público varias perguntas foram feitas no que se diz a respeito ao uso de tecnologia.

Tabela 1 - Relação com as tecnologias digitais

Quais são suas maiores dificuldades com relação a tecnologias digitais e os recursos disponíveis (celular, computador, tablete, etc.)? Assinale abaixo.

 

RESPOSTAS POR PERGUNTA

 

Nunca tive celular, mas sei utilizar;

0

 

Não tenho celular, nem computador e não sei utilizar;

Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)

0

Meu (minha) filho (a) tem acesso e sempre me ajuda;

4

Tenho celular, e uso sempre, sem dificuldades;

6

Tenho computador, e uso sempre, sem dificuldades.

0

Possuo internet banda larga na minha residência

2

Possuo internet móvel no meu dispositivo (smartphone/tablet)

1

Fonte: Elaborado pelo autor.

Após aplicar o questionário foi verificado que a maioria tem acesso a um celular e computador e dizem utilizar o celular sem complicação, mas porquê de tanta deficiência no tocante a tecnologia? Outras perguntas foram feitas a eles, mas não souberam interpretar ou não dispõe de internet em suas casas. Perguntado se eles tinham acesso à internet no celular obteve apenas uma resposta.

Tentando conhecer sua situação no seu ambiente do lar foi realizada a pergunta se eles tinham um local adequado para execução dos trabalhos escolares.

Figura 2 - ambiente adequado em casa

Discordo totalmente                                         Concordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Ao verificara figura 2 foi constatado que 72% dos discentes dispõem de um local adequado para seus estudos, dispor de um local propício para executar suas tarefas também é fundamental para uma melhor aprendizagem trabalhado em conjunto com novas tecnologias podem-se obter resultados favoráveis.

Outro questionamento feito aos discentes foi se eles participam das aulas remotas e foram obtidos os dados apresentados na Figura 3.

Figura 3 - Aulas remotas

Discordo totalmente                                Concordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Analisando os dados da figura 3 foi constatada que boa parte dos alunos participa das aulas remotas mesmo que outros tenham respondido que não participava. O uso de novas tecnologias só vem garantindo o acesso a essas ferramentas.

Buscando melhor entender a situação dos alunos no que se refere ao auxílio de um profissional da área e foram obtidos os dados apresentados na Figura 4.

Figura 4 - Auxilio de um profissional

Concordo totalmente                                          Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Ao verificar os dados da figura 4 entende-se que boa parte necessita de um profissional qualificado na área da tecnologia, sabe-se com o auxílio os resultados seria bastante satisfatório pelo fato de ter o domínio pleno do assunto, trabalhando em conjunto com os professores.

Outra pergunta direcionada aos alunos foi se as aulas remotas eram de qualidade e foram obtidos os dados apresentados na Figura 5.

Figura 5: Qualidade das aulas remotas

Concordo totalmente                             Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Analisando os dados da figura 5 acima se percebe que os discentes consideram as aulas de boa qualidade, deixando evidente que a utilização de novas tecnologias pode sim agregar valores aos discentes.

Outra pergunta direcionada aos alunos foi se os professores lecionam as aulas a distância com qualidade e foram obtidos os dados apresentados na Figura 6.

Figura 6 - Os professores demonstram facilidade com o uso de tecnologias digitais

Concordo totalmente                                  Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Analisando a figura 6 foi verificada que boa parte dos alunos acha que os professores têm o domínio pleno das ferramentas digitais, sabemos o quão é difícil esse momento para ambos os lados no qual todos foram pegos de surpresa, com a falta de uma formação direcionada ao uso das novas tecnologias em sala de aula fica a desejar no que se refere a uma educação de qualidade. Mesmo sabendo que uma boa parte dos docentes não busca por qualificação pelo fato de estarem a muito tempo em sala de aula com métodos de ensino ultrapassado.

Sabe-se que maior parte dos docentes não adota o uso das tecnologias em sala de aula deixando a desejar nesse momento ao qual estamos passando.

Sabe-se que os alunos não têm muito conhecimento de uso de novas tecnologias foi perguntado se as ferramentas tecnológicas trouxeram uma melhor aprendizagem e foram obtidos os dados apresentados na Figura 7.

Figura 7 - As aulas ficaram mais fáceis de aprender com a pandemia

Discordo totalmente                                  Concordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Sem o devido suporte 80% dos alunos da EJA da escola de ensino fundamental Zefinha Cartaxo, não considera que com auxílio das tecnologias digitais podem trazer melhorias no aprendizado.

Outra pergunta foi se as ferramentas digitais aproximam o aluno do professor e foram obtidos os dados apresentados na Figura 8.

Figura 8 - As ferramentas digitais aproximam você aluno do professor

Discordo totalmente                                   Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Ao fazer uso da pergunta mencionada na figura 8 demonstra que mais da metade dos alunos não consideram que a tecnologia pode trazer benefícios para eles, deixando evidente que a escola não foi preparada adequadamente para transmitir aos discentes o quão importante seria o uso das novas tecnologias em sala de aula, com base nisso podemos propor melhorias no que se refere ao assunto em sala de aula.

3.4. Análise dos questionários direcionados aos professores

Quando questionado aos professores se tinham uma boa relação com o uso das tecnologias e foram obtidos os dados apresentados na Figura 9.

Figura 9 - Rotina em relação a tecnologia digitais

Totalmente não habituado com as tecnologias                             Totalmente habituado com as tecnologias

Fonte: Elaborado pelo autor.

A figura 9 mostra que boa parte dos professores tem alguma familiaridade com o uso das ferramentas digitais. Sabe-se que parte dos professores tem algum receio de utilizar as novas tecnologias em sala de aula com medo de não se adaptar, os docentes se impõe a fazer formações voltadas a o uso tecnológico.

Outra pergunta foi se eles tiveram dificuldade em aprender utilizar novas ferramentas no ambiente escolar e foram obtidos os dados apresentados na Figura 10.

Figura 10 - Dificuldade em aprender a utilizar novas tecnologias

Concordo totalmente                                Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Analisando as respostas obtidas percebe-se que mais da metade responderam que tiveram dificuldade em aprender novas ferramentas digitais, evidentemente não tiveram uma formação para a utilização das TICs em sala de aula.

Interrogados se eles vêem vantagem em aprender usar novas tecnologias e foram obtidos os dados apresentados na Figura 11.

Figura 11 - Vantagem em aprender novas tecnologias

Concordo totalmente                                  Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Analisando a figura 11 deixa evidente que mais de 80% dos professores vêem vantagem em aprender novas tecnologias com isto, deixa evidente que uso o de novas tecnologias são aceitas por boa parte dos docentes.

Trabalhar novas tecnologias deve-se modificar sua utilização adaptando-se com a realidade na sala de aula para que os alunos tenham um melhor proveito de tais recursos.

Outra pergunta feita aos professores foi à seguinte se a tecnologia aproximou aluno professor em sala de aula e foram obtidos os dados apresentados na Figura 12.

Figura 12 - Inclusão digital aproximou aluno professor

Discordo totalmente                              Concordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Analisando a figura 12 pode-se verificar que mais da metade confirmam que a tecnologia pode aproximar o aluno do professor deixando evidente que utilizando a tecnologia em favor da educação pode-se chegar a resultados positivos para um melhor aproveitamento educacional.

Uma pergunta foi direcionada aos professores com o intuito de saber se eles acham necessário um profissional qualificado na área e foram obtidos os dados apresentados na Figura 13.

Figura 13 - Auxilio de um profissional de informática

Concordo totalmente                                  Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

A figura 13 demonstra que mais da metade dos professores responderam ter dúvida em relação a existir um profissional de computação disponível na escola, o resultado pode ter acarretado devido alguns professores acharem que podem ser substituído pelo tal, mas na realidade isto não influencia em nada no que diz a respeito sabe-se que esse profissional vai apenas dar suporte aos docentes no que se refere ao uso de tecnologia em sala de aula.

Outra pergunta necessária foi à seguinte você acha necessário se reinventar em sala de aula e foram obtidos os dados apresentados na Figura 14.

Figura 14 - Necessário reinventar sua forma de lecionar

Concordo totalmente                                          Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Analisando a figura 14 percebe-se que quase todos os docentes confirmam que é necessário se reinventar, mas para isso é preciso buscar novo métodos através de formação voltada ao uso de novas tecnologias em sala e deixar de lado o método retrógado de ensino.

Indagados pela pergunta se já tivessem usados métodos com ferramentas digitais em sala de aula teria mais proveito foram obtidos os dados apresentados na Figura 15.

Figura 15 - Métodos com ferramentas digitais

Concordo totalmente                                     Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

As respostas foram bem claras que sim, deixando evidente que o uso de tecnologias em sala de aula só vem crescendo e tornando mais proveitoso para que possamos tornar a vida dos discentes e docentes com bem mais qualidade.

Outra pergunta foi se eles concordam que o processo tecnológico deveria ter mais atenção na escola e foram obtidos os dados apresentados na Figura 16.

Figura 16 - Processo tecnológico

Concordo totalmente                                          Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Ao analisar a figura 16 percebe-se que todos concordam que deveria ter uma atenção a mais na escola no que se diz o processo tecnológico, para que isso aconteça devemos reivindicar em conjunto a população para as autoridades competentes indagando que a escola não é mais a mesma e devemos avançar junto com as novas tecnologias.

Tentando buscar respostas no que se refere à inclusão digital foi perguntado aos docentes se acham que a inclusão digital pode acontecer em pouco tempo e foram obtidos os dados apresentados na Figura 17.

Figura 17 - Inclusão digital nas escolas

Concordo totalmente                                 Discordo totalmente

Fonte: Elaborado pelo autor.

Com análise dos dados pode-se perceber que mais de 80% docentes concordam que vai acontecer a inclusão digital em pouco tempo, mas o que está sendo feito para que isso aconteça quais medidas estão sendo tomado pelas as autoridades competentes, acompanhar as novas tecnologias na educação pública é difícil porque existem vários fatores envolvidos como interesses políticos no meio que é uma das causas.

3.5. Propostas para a escola

Após os levantamentos de dados com os questionários, foi obtido que metade dos discentes necessita de apoio tecnológico em sala de aula como também alguns professores, pensando em melhor preparar os docentes propõe-se uma intervenção com os professores com intuito de melhorar seu envolvimento com o uso das novas tecnologias.

Tendo em vista a paralisação das escolas por conta da pandemia do novo coronavírus, os próprios professores se viram obrigados a utilizar as tecnologias, pois muitos destes professores não têm sequer conhecimento básico sobre a utilização destas ferramentas. A intenção era preparar os professores por conta própria, através de aulas no contra turno com os professores das duas disciplinas, inicialmente, prepará-los para utilizar o Google Classroom e o Meet para que os professores pudessem aprender a utilizar essas ferramentas inicialmente seguindo o cronograma de disponibilidade dos professores.

3.6. Resultados

Após a pesquisa consegui-se entender melhor as dificuldades dos alunos da EJA com o meio digital, sendo que é de suma importância estar trabalhando constantemente com o intuito de melhorar o método de ensino com a tecnologia para a inserção dos mesmos no dia a dia.

Como já destacou Santos (2016) Apud José Valente (2003), por meio das TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação) é possível criar um ambiente de aprendizagem baseado na confirmação de conhecimentos similares ao que acontece presencial, quando se utiliza de software online e que propiciam a interação do professor-aluno constante, de forma que o professor seja mediador e que os alunos solicitem de suas orientações sempre que necessário para realizações de atividades.

De acordo com a pesquisa feita já imaginava obter números positivos referentes ao uso das novas tecnologias em sala de aula com os alunos, foi observado que eles levam muito a sério quando falamos em tecnologia, as perguntas eram simples de ser respondidas quebrando esse tabu. O assunto também é comum no vivenciar deles apesar da escola não ter um profissional qualificado para dar apoio aos docentes por isso que não usam com frequência e nem ao menos há incentivos para a utilização.

Na escola foram obtidas as seguintes respostas de acordo com a tabela abaixo:

Tabela 2 - Qualidade de ensino

PERGUNTAS SOBRE A QUALIDADE DE ENSINO

 

SIM

NÃO

TALVEZ

Vocês acham que deveria ter mais aula de tecnologia?

100%

   

Vocês tiveram dificuldade em utilizar os aplicativos no computador/celular?

43%

43%

14%

Com as aulas vocês tiveram dificuldade de utilizar o questionário do Google forms?

57%

29%

14%

Vocês acham que aprenderam os conteúdos com as aulas?

86%

14%

 

O professor sabe o que esta fazendo referente às aulas?

100%

   

Você gostou do que o professor ensinou com as aulas de informática?

86%

14%

 

Com as aulas de tecnologia você acha que ficaria melhor em aprender?

100%

   

Se fosse trabalhado mais tecnologia em sala de aula você acha que estariam mais avançados?

57%

29%

14%

Você acha que a escola deveria ofertar mais aulas de tecnologia/informática?

100%

   

Fonte: Elaborado pelo autor.

Ao analisar os resultados obtidos nesta pesquisa, foi observado que a maioria dos alunos gostou das aulas apesar de alguns terem respondido que tinha dificuldade, não deixa dúvida que ter inserido esses alunos no meio digital foi de suma importância para o aprendizado dos mesmos. Usando metodologias e conceitos de análise da pesquisa quantitativa, foi possível agregar índices que variam, obtendo como resultado final um índice de qualidade favorável para a presente pesquisa.

A figura 18 foi anexada a questão em meio ao questionário referindo-se a aprendizagem dos alunos com o intuito de formar opinião a esses níveis.

Figura 18 - Qualidade de aprendizagem

Fonte: Elaborado pelo autor.

Sendo assim, ao analisar os dados da referida pesquisa ao qual falava dos níveis de aprendizagem pode-se deparar em um resultado satisfatório, isso mostra que o conteúdo e método repassado em sala de aula foram de suma importância para eles levando a considerar que para se chegar ao êxito do sucesso trabalhando de forma correta e adaptando os materiais traem-se resultados positivos com eles.

Para Amparo e Furlanetti (2011) apud Franco (2003, p. 219), é na modalidade de ensino de Educação de Jovens e Adultos, que se tem mais dificuldade em implantar a inclusão digital e também onde mais deveria ter atenção, o que gera muitos desafios e discussões. Estes indivíduos já estão excluídos da sociedade por não saberem ler e escrever e com o advento das tecnologias, estes sujeitos se tornam também excluídos digitalmente. Com isso, fazer com que eles tenham acesso às TIC’s (Tecnologia da Informação e Comunicação) permitirá a adesão à atualidade e também desenvolverem competências para a sua utilização como um auxílio na alfabetização.

4. CONCLUSÃO

O uso de ferramentas digitais como o Whatsapp e o Youtube foram às ferramentas de mais fácil acesso pelos alunos da EJA, disponibilizando grupos de estudos com vídeo aulas, os vídeos foram à melhor forma de fazer com que os alunos se envolvam no mundo digital. Utilizando de forma correta o acesso à internet pode trazer vários benefícios para os alunos, tornando uma melhor comunicação com os professores para sanar dúvidas, enviar trabalhos escolares e documentos quebrando essa barreira que os impossibilita de conhecer o novo.

Embora haja muito a se fazer, no que se profere sobre educação do EJA no meio digital, podemos trabalhar novos recursos viáveis neste contexto, buscando uma expectativa positiva com os alunos, acredita-se que incluir a tecnologia no convívio do aluno, e trabalhar em conjunto com a escola podemos chegar em resultados excelentes.

Para inclusão digital precisam-se buscar métodos inovadores no meio digital, mesmo que tenhamos dificuldades, ao tentar-se mostrar que somos capazes de se reinventar com a tecnologia.

Segundo Santos (2016), para atuar com as TICs é fundamental um professor mediador, que venha facilitar, incentivar e motivar a aprendizagem do aluno, dar a liberdade aos Jovens e adultos para buscarem seu próprio conhecimento e assim poder intervir na sociedade. Desta feita, é necessária uma prática docente em que o planejamento esteja bem definido, mas isso não quer dizer que os alunos irão prender mais. Pois como afirma Magda (2001) o computador como qualquer outra ferramenta precisa do/a professor/a no processo de ensino-aprendizagem, pois ele sozinho não vai garantir o ensino do aluno.

Contudo relatar as experiências que tive foi indispensável para refletir sobre a prática docente, foi possível ficar claro as dificuldades enfrentadas diariamente pelos professores da EJA, ao desenvolver as atividades práticas nota que aprendizagem do professor é contínua e que a sua identidade está em construção, às reavaliações das práticas permitam a mudanças de atitudes para beneficiar o desenvolvimento da aprendizagem.

Precisa-se pregar a inclusão digital nos ensinos da EJA, é fundamental esta trabalhando com o uso das novas tecnologias em sala e agregando valores para os discentes, a presente pesquisa foi direcionada ao ensino fundamental, assim sendo para pesquisa futura pode-se avançar inserindo o ensino médio com propostas de inclusão ao meio digital.

5. REFERÊNCIAS

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Publicado por: Ronildo Sousa

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