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A atividade física e o exercício como benefício na qualidade de vida de indivíduos portadores da doença de Parkinson

Educação Física

Este estudo demonstra que a atividade física pode auxiliar no tratamento de indivíduos com doença de Parkinson.

índice

1. INTRODUÇÃO

Diante de inúmeros avanços na área da saúde, buscamos apresentar neste estudo como a atividade física pode auxiliar no tratamento de indivíduos com Doença de Parkinson, uma vez que o exercício físico estimula a coordenação motora.

De maneira a delinear o desenvolvimento deste trabalho será realizada, uma análise de conteúdo, de modo que possamos encontrar respostas, acerca de como o exercício físico e a atividade podem auxiliar no tratamento de indivíduos com Doença de Parkinson.

Objetivando em seu desenvolvimento, verificar os benefícios do exercício físico e da atividade física, em busca de uma melhora na qualidade de vida de indivíduos portadores da Doença de Parkinson.

O primeiro capitulo apresentará a Doença de Parkinson, que vem a ser o objeto alvo deste estudo, com o auxilio de diversos autores, que tratam diretamente sobre a mesma, desde sua descoberta, características, sintomas e terapias usuais em seu tratamento.

No segundo capítulo, serão abordadas as definições de atividade física e exercício, para que possamos entender sobre ambas e conhecer seus benefícios.

O terceiro capítulo vem tratar diretamente acerca da relação entre a atividade física e a Doença de Parkinson, demonstrando seus benefícios, importância e meios a serem utilizados em um tratamento baseado na mesma de forma a promover uma melhora na qualidade de vida do portador.

2. OBJETIVOS

2.1 Objetivo geral

Verificar os benefícios do exercício físico e da atividade física para a melhora na qualidade de vida de indivíduos com Parkinson.

2.2 Objetivos específicos

  1. Conhecer a Doença de Parkinson desde sua descoberta, características, sintomas e terapias usuais em seu tratamento.

  2. Definir atividade física e exercício, buscando entender e conhecer seus benefícios.

  3. Identificar a relação entre a atividade física e a Doença de Parkinson, demonstrando seus benefícios, importância e meios a serem utilizados em um tratamento que vise promover uma melhora na qualidade de vida do portador.

3. HIPÓTESE

O presente projeto antecipa que são inúmeros os benefícios da atividade física, e do exercício físico para melhora na qualidade de vida de indivíduos portadores da Doença de Parkinson. O paciente consegue através destes, obter uma boa relação entre a doença e uma vida com menos limitações e mais ativa.

4. REVISÃO DE LITERATURA

4.1 Doença de Parkinson

Antigamente também conhecida como “paralisia agitante”, a Doença de Parkinson foi descrita pela primeira vez em 1817 pelo médico James Parkinson, seus estudos nos instruem e auxiliam até os dias de hoje quando tratamos sobre a doença (LIMONGI, 2001). Nascido em 1755 na Inglaterra, o mesmo publicou sua primeira obra que tinha como título “Um ensaio sobre a paralisia agitante” tendo como foco as principais características da doença, contribuindo com uma das primeiras definições da enfermidade (AZEVEDO, 2006).

Em meados do século XIX e XX houve novos estudos sobre a doença, o “considerado pioneiro da neurologia moderna” nascido em 1825, Jean Martin Charcot deu início aos mesmos, que atraíram diversos seguidores. Charcot discordava do nome intitulado para a mesma, dizendo que de fato os pacientes não estavam paralisados e nem todos apresentavam tremor. Dessa forma um novo nome foi dado à doença, nome este que foi aceito unanimemente pela comunidade científica. Naquele instante, como homenagem ao seu primeiro observador, a enfermidade que era denominada paralisia agitante foi rebatizada por doença de Parkinson (LIMONGI, 2001).

O primeiro tratamento mesmo não sendo de eficácia ilimitada foi também proposto por Charcot, tal tratamento era composto à base de alcalóides, extratos de plantas que quase dez décadas juntamente com produtos sintéticos criados a partir destas, perduraram por muito tempo como sendo a única forma de tratamento (id, 2001).

Posposto aos dois estudiosos citados anteriormente, Kennier Wilson foi também um nome muito importante para a história da doença, descrevendo e distinguindo a acinesia, sintoma parkinsoniano confundido com a rigidez (ibid, 2001).

Para que possamos descrever os sintomas precisamos entender sobre o Parkinson uma vez que se trata de uma doença degenerativa, crônica e progressiva detectada principalmente em indivíduos com mais idade (CARVALHO, 2011). Segundo Azevedo (2006) é em torno dos 60 anos, não havendo distinção de sexo ou raça, que a doença começa a se manifestar. Não podemos esquecer que existem casos em que a manifestação pode ocorrer antes dos 40 anos sendo chamada de “Parkinsonismo de início precoce”, e antes dos 21 anos denominada “Doença de Parkinson Juvenil”.

Sendo uma doença neurológica, o Parkinson se da porque algumas células nervosas que se encontram em uma parte do cérebro conhecida como substância negra (anexo 1) começam a se desfalecer antes do esperado. Tais células produzem dopamina, substância esta que é responsável por enviar mensagens à coluna vertebral e ao cérebro que são responsáveis pelo controle dos movimentos (OXTOBY, WILLIAMS, 2001). Com a ausência dessas células, mas precisamente 80% o indivíduo começa a apresentar dificuldades em controlar seus movimentos, não se sabe especificamente o porquê da falência destas, mais existem possíveis indícios que sejam por vírus, envenenamento do meio ambiente e alterações químicas do cérebro (AZEVEDO et al, 2006).

Segundo Hauser & Zesiewicz, (2001, apud AZEVEDO et al, 2006) a Doença de Parkinson de acordo com seu nível de gravidade é classificada dentro da escala de Hoehn e Yahr criada na dec. de 60 em 5 estágios, são eles:

Estágio I: manifestações unilaterais da DP, incluindo as principais características: tremor, rigidez e bradicinesia.

Estágio II: manifestações bilaterais acima mencionadas, possíveis anormalidades da fala, postura fletida e marcha anormal.

Estágio III: agravamento bilateral das manifestações da DP, somadas aos distúrbios de equilíbrio.

Estágio IV: agravamento dos estágios anteriores; neste estágio os pacientes são incapazes de viverem de forma independente.

Estágio V: pacientes necessitam do auxílio de cadeira de rodas, ou estão confinados ao leito.

De acordo com Hofmann (2005) apesar de já se conhecer alguns genes que tem relação com o aparecimento da doença, na maioria dos casos o Parkinson não é hereditário. Tem-se que quando a enfermidade é detectada em indivíduos mais jovens, esta sim pode ser considerada hereditária.

Caracterizada essencialmente por sintomas motores (FERRAZ, BORGES, 2012), os indivíduos que possuem a enfermidade apresentam alguns sinais principais também conhecidos como síndrome parkinsoniana, são eles: tremor de repouso, bradicinesia ou hiposinesia (lentidão e diminuição dos movimentos voluntários), rigidez muscular principalmente nas articulações, e instabilidade postural levando a freqüentes . Outros sintomas também se fazem presente na Doença de Parkinson, mesmo os não motores, alguns deles são: depressão, distúrbios do sono, mudanças emocionais, distúrbios da fala, constipação intestinal, continência urinaria, dificuldade de mastigação e deglutição e problemas de pele (HOFMANN, 2005).

De acordo com Ferraz, Borges (2012) é preciso ter cautela ao relacionar a síndrome parkinsoniana somente a Doença de Parkinson, pois alguns sintomas da mesma podem aparecer em indivíduos com outras enfermidades, confundindo, levando ao falso diagnóstico e ao tratamento sem eficácia.

A bradicinesia é um fator forte para a diferenciação desta em relação às outras moléstias (HAASE et all, 2008). Precisa-se então diferenciar a Doença de Parkinson do chamado Parkinsonismo ou Síndrome Parkinsoniana, que se caracteriza pelo conjunto dos sinais e sintomas que podem ser detectado em situações diversas nas quais se incluem a Doença de Parkinson (FERRAZ, BORGES 2012). Dois sintomas já são o bastante para que haja o diagnóstico da síndrome, sem a necessidade de todos os mesmos aparecerem (LIMONGI, 2001). Sendo a forma mais freqüente de Parkinsonismo, também conhecido como parkinsonismo primário, a Doença de Parkinson não tem suas causas identificadas, sendo alguma causa identificada este denomina-se Parkinsonismo secundário (FERRAZ, BORGES, 2012).

Segundo Limongi (2001) a enfermidade se manifesta de forma progressiva e lenta, seus sintomas se iniciam de um lado do corpo, tendo como mais freqüente o tremor que se minimiza quando o membro afetado está em movimento e volta a aumentar quando está em repouso.

Os portadores da doença começam a perceber que os movimentos estão mais lentos, os membros afetados estão mais difíceis de movimentar, as tarefas habituais como escrever, se vestir, e segurar talheres já possuem sua dificuldade, o lado afetado está enrijecido e mais pesado. Estes e outros sintomas com o passar do tempo ganham maior intensidade chegando ao passar dos anos a atingir o outro lado do corpo, a progressão varia e se difere entre os pacientes, o processo é vagaroso se comparado a outras enfermidades (id, 2001).

Segundo Massano (2011) nos dias de hoje não existem testes nem biomarcadores específicos para detectar a Doença de Parkinson, sendo assim seu diagnóstico é basicamente clínico, tendo o tremor como o sintoma mais forte para a identificação. Sua causa é desconhecida (HAASE et all, 2008). A tomografia cerebral e a ressonância magnética são utilizadas para a diferenciação de diagnóstico. Exames como a tomografia por emissão de pósitrons (PET-Scan) podem ser um mecanismo para a confirmação da doença. Vindo a ser na maioria das ocasiões, desnecessário diante do quadro clínico e evolutivo apresentado pelo paciente (MASSANO, 2011). O mesmo é encontrado apenas em grandes hospitais no exterior e utilizados em pesquisas cientificas, dificultando assim, a acessibilidade para realizá-lo (BRAGA, XAVIER, MACHADO, 2002).

De acordo com Azevedo et al (2006) por não possuir cura, a Doença de Parkinson deve ser tratada com a finalidade de retardar e combater os sintomas. Existem alguns métodos de tratamento como as cirurgias, os fármacos, a fisioterapia, terapia ocupacional, estimulação cerebral profunda e fonoaudiologia.

Segundo Massano (2011) Um dos fármacos mais utilizado é a Levodopa que minimiza os sintomas da doença. No cérebro ela se transforma em dopamina suprindo de forma parcial a ausência do neurotransmissor. O uso contínuo do medicamento pode causar fortes reações como movimentos involuntários denominados discinésias de pico de dose, além deste ainda existem outros medicamentos utilizados.

Além das opções citadas acima, de acordo com Bravo e Nassif (2006) estudiosos que descobriram por volta do sec. XX através da cirurgia, que destruindo uma quantidade pequena de sistemas motores do cérebro diminuiria os tremores. Causando uma lentidão nos movimentos há uma maior resposta dos medicamentos, mas nem todos estão aptos a realizarem esse procedimento, devendo estar sujeito à avaliação medica previa.

A cirurgia não proporciona a cura da doença mais sim uma melhora nos sintomas. Ela é dividida em: Técnicas Lesionais: destruição de determinada área cerebral usando como técnica a talamotomia que reduz o tremor,suas complicações são o distúrbio da fala e linguagem e a Palidotomiaestereotática que introduzidas por levodopa, é um procedimento cirúrgico que promove melhora da discinesia. Estimulação Cerebral Profunda: Já existentes no Brasil, se caracteriza pela introdução de um eletrodo no cérebro, a mesmo envia eletricidade melhorando os sintomas da doença e os efeitos medicamentosos, podendo minimizar também o tremor, a rigidez e a velocidade dos movimentos (id, 2006).

O tratamento fisioterápico e a terapia ocupacional segundo Ferraz e Borges (2012) são fundamentais no tratamento da Doença de Parkinson. Haase et al (2008) diz que assim como os remédios a fisioterapia tem um papel importante no tratamento, pois os exercícios aplicados mantêm vivos os movimentos e a mobilidade, devendo ser baseados no funcional de modo a envolver as partes do corpo. Sem movimentos, os músculos se atrofiam, perdem sua força e se contraem com a atividade o individuo consegue preservar os movimentos musculares e a flexibilidade articular. Deve-se, sobretudo entender qual exercício será melhor para determinado tratamento, sabendo que os mesmos auxiliam no estado psicológico e no êxito do processo.

Segundo Lopes e Silva (2007) o terapeuta ocupacional tem a principal função de orientar os pacientes, de forma que possam retornar as atividades diárias, e adquirir independência pessoal e reintegração na vida profissional.

Na Doença de Parkinson, são afetados os órgãos que produzem os sons da fala, isso ocorre uma vez que os músculos responsáveis por tal sofrem com falta de coordenação e movimento. O tratamento fonoaudiólogo ajuda o paciente a desenvolver uma fala compreensível auxiliando na comunicação com os demais (GASPARINI, Diaféria, Behlau, 2003).

Todas essas possibilidades de tratamento reunidas se apresentam como ferramenta que ajudam o paciente a ter uma melhor qualidade de vida e, sobretudo uma melhor convivência com a presença da doença.

4.2 Atividade Física e Exercício

Para que possamos analisar a participação da atividade Física como possível aliado no tratamento da Doença de Parkinson, é preciso entender um pouco sobre as mesmas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a atividade física se caracteriza como qualquer movimento do músculo esquelético que resultem num gasto energético, traduzido em Kilo-Joule ou Kilo-calorias (GONÇALVES et al, 1992 apud VITTA, 2001).

Segundo Caspersen, Powell e Christensen (1985, apud GONÇALVES, 2008, p. 17), a atividade física é “todo movimento corporal produzido pela musculatura esquelética que resulte em gasto energético maior do que os níveis de repouso”. Caspersen et al (1985, apud ARAÚJO; ARAÚJO 2000) definem atividade física como:

qualquer movimento corporal com gasto energético acima dos níveis de repouso, incluindo as atividades diárias, como se banhar, vestir-se; as atividades de trabalho, como andar, carregar; e as atividades de lazer, como se exercitar, praticar esportes, dançar, etc.

Vieira (1996, apud VITTA, 2001) destaca a atividade física como um aglomerado de ações corporais que auxiliam na manutenção e no normal funcionamento biológico, social e psicológico.

Classificado com um subgrupo da atividade física, o exercício por sua vez é destacado por Caspersen et al. (1985), Shephard e Balady (1999, apud ARAÚJO; ARAÚJO, 2000) como uma atividade física estruturada, planejada, sistematizada, repetitiva ou não, com intuito de manter ou acrescentar o desempenho físico. De acordo com Pate et al (1995), Caspersen et al. (1985, apud ARAÚJO; ARAÚJO 2000) o objetivo do exercício é melhorar um ou mais componentes da aptidão como a condição aeróbica, a força e a flexibilidade.

Para TUBINO (1984), a resistência anaeróbica é a qualidade física que permite a um indivíduo sustentar, o maior tempo possível, uma atividade física, uma situação em débito de oxigênio. E a resistência aeróbica é a qualidade física que permite a um indivíduo sustentar por um período longo de tempo uma atividade. Ou seja, “o treinamento aeróbico deve proporcionar uma sobrecarga cardiovascular suficiente capaz de estimular aumentos no volume de ejeção e no débito cardíaco” (MACARDLE; KATCH; KATCH, 1998, p. 388).

Além do exercício, dentro das “subcategorias” da atividade física está a aptidão física, que tem como característica a capacidade de exercer com eficácia e atenção as atividades do dia a dia, sem cansaço, mantendo uma reserva que faz com que o individuo leve uma vida normal (Barbanti, Guiselini, 1985 apud CARVALHO, TUMELERO 2005).

Em geral considera-se que a atividade física é um grupo de ações realizadas individualmente ou coletivamente e que envolva gastos energéticos e alterações orgânicas, através de exercícios referentes a movimento corporal, e que apliquem uma ou mais capacidades físicas, ligados à atividade mental e social, acarretando uma melhora na aptidão física, na capacidade cardíaca e pulmonar, seu nível de força, equilíbrio, tônus muscular, tempo de reação e consequentemente na saúde em si, levando em consideração o tipo, a intensidade, a frequência e a duração das atividades (Bouchard; Shepard, 1994 apud ARAUJO, araujo 2000).

4.3 Atividade Física e Doença de Parkinson

A Atividade Física contribui imensamente para a qualidade de vida e é bastante reconhecida quando orientadas corretamente. Os exercícios propostos ao Parkinson são de grande importância não só no aspecto motor, mas também no psicológico e social (ROMÃO, SILVA, VAZ, 2010).

É de grande importância que os portadores da Doença de Parkinson possam levar uma vida saudável, realizando suas tarefas e atividades diárias, mantendo-se sempre ativos (AZEVEDO, 2006). De acordo com estudos a pratica de Atividade Física proporciona grandes benefícios aos indivíduos com doença de Parkinson. As Atividades devem ser regulares, pois a melhora tende a desaparecer se o mesmo para de realizar os exercícios (COMELLA et al, 1994 apud AZEVEDO et al, 2006).

Piemonte (2002) relata que além de auxiliar no controle da progressão da Doença existem outros benefícios encontrados quando se realiza atividade física diária. São eles: aumento da massa muscular; redução do peso corporal; controle da pressão arterial em repouso; melhora do equilíbrio e da marcha; menor dependência para realização de atividades diárias; melhora da auto-estima e da autoconfiança e significativa melhora da qualidade de vida; melhora no sono; etc.

Smith (2003); Sasco et al (1992, apud AZEVEDO et al, 2006) dizem que a Atividade Física auxilia em varias doenças neurodegenerativas por ter um efeito neuroprotetor sobre o cérebro. Em estudos realizados com ratos, pôde-se observar que com a pratica de exercícios a dopamina ficaria menos vulnerável a agentes agressores. A Atividade Física também melhora a plasticidade e o poder de regeneração do cérebro.

Tecnicamente os exercícios induzem a maior secreção de fatores neurotroficos ligados a glia, que influencia de forma positiva e tem ação neuroprotetora na sobrevivência e na neuroplasticidade de neurônios dopamiergicos. Reduz a relação entre transporte de dopamina e vesiculares de monoamina, diminuindo a neurointoxicação e oxidação citosolica de dopamina. Aumentando também a secreção de dopamina no núcleo estriado (TRINDADE, 2005).

Segundo Hauser & Zesiewicz (2001); Shepard, (1998); Kuroda et al., (1992, apud AZEVEDO, 2006) a Atividade Física não faz com que a doença desapareça, ela auxilia para que haja um retardo no seu avanço, principalmente na rigidez muscular e na lentidão dos movimentos. Shankar (2002) diz que há uma melhora no estado funcional do paciente e na sensação de bem estar.

Sendo indispensáveis, os exercícios melhoram a flexibilidade e preservam a atividade muscular. Os músculos inativos tendem a se atrofiar e contrair aumentando a rigidez e limitando a amplitude dos gestos. Alguns portadores da enfermidade assumem já ter sentido algum tipo desconforto físico e sintomas dolorosos como rigidez, formigamento, e dormências ao decorrer da doença (KURODA et al, 1992 apud AZEVEDO et al, 2006).

Quanto mais avançado o estagio da doença maior será a inatividade. Com o avanço da doença há um maior comprometimento da coordenação motora, tornando o individuo com Doença de Parkinson limitado a suas atividades diárias (LIMONGI, 2000).

Segundo Marins e Giannichi (2003, p. 240) a flexibilidade pode ser definida como “a qualidade física que expressa a capacidade de utilizar o máximo de amplitude de movimento, sem, contudo, promover risco de desenvolver lesões no aparelho locomotor”. Os exercícios de flexibilidade são importantes, pois promovem a redução de acometimentos musculares, melhora a coordenação e proporciona um corpo menos rígido (ROMÃO, SILVA, VAZ, 2010). O aumento da mobilidade impede ou minimiza grandes contraturas impedindo que ocorram grandes traumas parecendo modificar a progressão do Parkinson (Braga, Xavier E MachadO, 2002).

De acordo com Teive (2000) os exercícios praticados regularmente são tão importantes quanto os medicamentos e são de extrema importância para que o portador da doença se mantenha forte e flexível. Não importa qual exercício ou atividade será escolhido, o que importa é que o parkinsoniano faça seus músculos se moverem e o coração trabalhar. Sem esquecer de medir o nível de atividade para que seja realizada por qualquer idade.

Os programas de exercícios físicos aliado aos medicamentos ajudam a minimizar os sintomas da doença. Não podemos esquecer que os efeitos dos medicamentos são momentâneos podendo ocasionar oscilações no decorrer do dia. Por isso deve-se ficar bastante atento nesses eventos para não haja expectativas dos resultados esperados e façam um diagnostico errado (CHARCOT apud TEIVE, 1998).

A união dos medicamentosos e do programa de exercício físico juntamente com uma dieta equilibrada, pode ser a chave para o controle da doença. (WILLIAMS; OXTOBY, 2000; REIS, 2004; GOULART et al., 2004; CHRISTOFOLETTI et al., 2006). Shankar (2002) demonstra que há uma melhora no estado funcional e no bem estar independente do tipo de programa de exercício realizado pelo paciente, sendo os movimentos de maior amplitude e atividades de tronco os mais estimulados.

Existem Parkinsonianos que praticam várias modalidades desportivas, no entanto escolher uma modalidade segura e adequada seria a melhor opção. Jogos muito energéticos podem desencadear alguns problemas. Os portadores de Parkinson que praticam alguma atividade não precisam parar com as mesmas, pelo contrario, todo exercício praticado com moderação e que proporciona bem estar ao praticante é benéfico (Oxtoby & Williams, 2000).

A pratica de atividade física também é aconselhada por Hauser & Zesiewicz (2001), mas os mesmos reforçam que a prática diária deve ser de acordo com a tolerância do paciente. Segundo Azevedo (2006) não se pode deixar de analisar também, ao aconselhar exercícios, o nível da doença observando a condição motora afetada, desenvolvendo atividades que possam se adaptar a cada nível, esse fator é importante, pois dependendo do nível e intensidade a atividade pode desenvolver riscos.

Para que os resultados das atividades apareçam é preciso que o paciente goste da mesma, assim há uma possibilidade menor de desistência da pratica dos exercícios fazendo aparecer os benefícios (id, 2006). Alguns exemplos de esporte a serem praticados são: tênis, squash, tênis de mesa, natação, caminhadas, entre outras (Oxtoby & Williams, 2000). Para Oxtoby e Williams (2000) a caminhada é uma excelente atividade, uma forma de independência na qual conserva os interesses e atividades do individuo com Doença de Parkinson.

Na Doença de Parkinson diferentes graus de dificuldade para deambular são encontrados. Mesmo no começo da enfermidade já são encontrados indivíduos com ritmo e tamanho dos passos menores mesmo tendo a força, postura, flexibilidade e equilíbrio preservados (AZEVEDO et al, 2006). Isto ocorre segundo Piemonte (2002), pois os núcleos de base são afetados prejudicando a execução de atividades automáticas como o andar. Retrata que a caminhada feita em ambiente tranqüilo será mais eficaz, pois terá maior atenção nos passos e garante um maior equilíbrio.

Os autores sugerem que secções de 45 min três vezes por semana de caminhadas com a sustentação parcial do peso do corpo, além de ser um trabalho aeróbico para essas pessoas, apresentam melhoras significativas para a amplitude e velocidades da passada, qualidades essas que agem na melhoria e estabilidade da marcha (RUBERT, REIS, ESTEVES, 2006, pág. 143).

A capacidade cardiovascular apesar do déficit neurológico se mantém normal ao realizarem exercícios aeróbicos regulares, o que é de extrema importância visto que o principal para as pessoas com Parkinson é a manutenção da qualidade de vida (id, 2006). Em um treino de caminhada de acordo com Miyai et al (2000) apud Azevedo et al (2006) constatou-se uma melhora nas atividades da vida diária, na marcha e na melhora da performance motora, melhora essa maior que a alcançada somente com a fisioterapia isoladamente.

Scandalis et al, (2001, apud ROMÃO, SILVA, VAZ, 2010) o treinamento de força, atividades posturais e flexibilidade são necessários devido à diminuição da força em pacientes com Parkinson. A fraqueza causada pela doença causa insegurança na realização das atividades se limitando as atividades estritamente necessárias ocasionando atrofia muscular e por conseqüência a perda da força.

Os exercícios físicos que trabalham principalmente força e equilíbrio contribuem para a diminuição das quedas em indivíduos com a Doença de Parkinson, pois, as quedas são um grande problema na vida de pessoas com distúrbios do movimento como os doentes de Parkinson (CANNING et al, 1997 apud SOARES, TARTARUGA, 2010). Gallahue (2003) diz que o ganho de força de membros inferiores realizado por um programa de treinamento é efetivo no condicionamento e manutenção do equilíbrio prevenindo as quedas, que são agravadas pelos distúrbios de equilíbrio.

Segundo Hauser & Zesiewicz (2001) mesmo com o desenvolvimento da bradicinesia e rigidez os indivíduos com a Doença de Parkinson através dos exercícios de alongamento, mobilidade e fortalecimento ganham uma melhora na capacidade de caminhar, aumento da flexibilidade, prevenção de uma postura encurvada e mantém a mobilidade e a função. Exercícios de Flexibilidade devem sem aplicados aos portadores da doença. Eles podem ajudar a diminuir a rigidez muscular auxiliando na melhora da postura encurvada comum nesses pacientes (HAUSER, 2000; NOBREGA et al, 1999).

 Mohr (1996, apud AZEVEDO et al, 2006) diz que a terapia física e esportiva especialmente exercícios de resistência realizados em pacientes deprimidos e portadores da Doença de Parkinson causam uma importante melhora no humor. Azevedo (2006) explica que como a depressão é um sintoma não motor da Doença de Parkinson, o doente vai sempre procurar o isolamento. Segundo Piemonte (2002) praticada em grupo a atividade pode agir de forma geral trazendo grandes benefícios, se integrando socialmente, voltando a realizar atividades interrompidas por causa da enfermidade ou dos sintomas, ou simplesmente “voltar a viver” e a conviver de uma forma mais agradável com a doença. A redução da ansiedade e do sentimento de isolamento quando os portadores da doença são incluídos em grupos para realização das atividades físicas e esportivas segundo Goetz et al. (1993); Szekely et al. (1982, apud AZEVEDO et al, 2006) são visíveis.

Um exercício muito eficaz para ser trabalhado com os Parkinsonianos é o xadrez, pois estimula e trabalha a atenção, a memorização, e o controle motor através das estratégias traçadas, mas a concentração é o melhor beneficio sendo indispensável para todos os movimentos precisos realizados (AZEVEDO, 2006).

As atividades no meio líquido são muito importantes para qualquer tipo de deficiência, possibilita um maior relaxamento, e através da diminuição da gravidade proporciona uma melhora no equilíbrio e na mobilidade (id, 2006). Segundo Bonachela (1994) ocasionando uma boa forma física, melhora da saúde e bem estar físico e mental a hidroginástica é uma forma ideal de exercícios de condicionamento. Etchepare et al (2003) através de um estudo pode verificar uma significativa melhora na flexibilidade, agilidade e equilíbrio estático, tendo o equilíbrio como principal conseqüência da Doença de Parkinson sua melhora é muito importante.

De acordo com Azevedo (2006) não foram encontrados trabalhos específicos sobre profissionais de Educação Física com portadores do Parkinson, poucos são os que trabalham nessa área, o que influencia no trabalho corporal realizado ficando voltada apenas a experiências corporais a partir de processos terapêuticos tendo uma visão limitada e visada nas seqüelas referentes à doença mesmo sendo indiscutível o ganho funcional. Por isso não podemos negar a importância desse profissional nos cuidados dessa população, os aspectos lúdicos, expressivos e de auto conhecimento são alguns exemplos fundamentais destes que são excluídos quando não temos um profissional de Educação Física neste trabalho.

Contudo segundo Soares e Tartaruga (2010) para que os profissionais de Educação Física e áreas correlatas através do exercício físico e das atividades ajudem os portadores da Doença de Parkinson é preciso primeiramente entende-la, assim como a necessidade individual. Em geral ainda precisa-se de mais estudos que apontem à relação direta da atividade e da doença, assim como os exercícios físicos específicos que amenizem os sintomas.

Os exercícios juntamente com os medicamentos mostram um beneficio maior que o uso somente dos medicamentos. Eles não trazem a cura mais evitam o agravamento dos sintomas motores que causam dificuldade na vida diária dos portadores da doença. Os aeróbicos ajudam significativamente na melhora da marcha, mantém a capacidade cardiovascular apesar do déficit neurológico, diminuindo o estresse oxidativo e fazendo com que o efeito dos medicamentos tenha uma maior duração. Exercícios de força quanto aeróbicos atuam como neuroprotetores elevando o nível de dopamina no cérebro (id, 2010).

5. METODOLOGIA

Como metodologia optou-se pela pesquisa de natureza descritiva com delineamento em estudo unicamente bibliográfico. A pesquisa bibliográfica indireta está relacionada à dimensão puramente teórica, que consiste no entendimento da realidade a partir de investigações e reflexões literárias de estudos já realizados e comprovados (MATTOS, ROSSETO JÚNIOR E BLECHER, 2008).

Os instrumentos que serão utilizados se pautarão em informações descritivas investigadas em livros e trabalhos acadêmicos retirados de fontes eletrônicas, através de consulta a dados e informativos, de modo que se possam encontrar respostas acerca de como o exercício físico pode auxiliar no tratamento de indivíduos com Doença de Parkinson.

Num primeiro momento será feita a leitura e seleção das contribuições mais relevantes e posteriormente a análise e descrição do texto final. Que de acordo Severino (2003) devem observar uma sequencia lógica de pensamento e compreensão. A análise dos dados será realizada de forma interpretativa (LAKATOS e MARCONI, 2001), na qual serão verificadas as relações entre as diferentes contribuições bibliográficas selecionadas (apud MATTOS, ROSSETO JÚNIOR E BLECHER, 2008).

6. ASPECTOS ÉTICOS

A pesquisa em questão, por se tratar de uma Revisão de Literatura, não será submetida ao Comitê em Pesquisa da Universidade Salgado de Oliveira.

7. CRONOGRAMA

8. ORÇAMENTO

A pesquisa não prevê gastos, pois o trabalho será apenas uma Revisão de Literatura que poderão ser encontradas em bibliotecas e por meio eletrônico.

9. REFERÊNCIAS

ARAUJO, Denise Sardinha Mendes Soares de; ARAUJO, Cláudio Gil Soares de: Aptidão física, saúde e qualidade de vida relacionada à saúde em adultos. Revista Brasileira Medicina do Esporte _ Vol. 6, Nº. 5 – Set/Out., 2000. Disponível em: . Acesso em: Outubro/2012.

AZEVEDO, Rafael de. Atividade Física e Doença de Parkinson: Uma Revisão de Literatura. Campinas, SP, 2006 arquivo PDF. Disponível em: . Acesso em: Outubro/2012.

AZEVEDO, Rafael de; et al. Atividade Física e Doença de Parkinson. Revista Digital - Buenos Aires - Ano 11 - N° 101 - Outubro de 2006. Disponível em: . Acesso em: Outubro/2012.

BONACHELA, Vicente. Manual básico de hidroginástica. São Paulo: Sprint Ltda, 1994.

BRAGA, Almerinda; XAVIER, Ana Lucia I. de Lima; MACHADO, Rosana Patrícia de O. Benefícios do Treinamento Resistido na Reabilitação da Marcha e Equilíbrio nos Portadores da Doença de Parkinson. Universidade Gama Filho 2002. Disponível em: . Acesso em: Outubro/2012.

BRAVO, Patrício Andrés Funtes; NASSIF, Melissa Calegaro. Doença de Parkinson: Terapêutica Atual e Avançada. Infarma, v.18, nº 9/10, 2006. Disponível em: . Acesso em: Out./2012.

9.1 CAMPOS, S. Exercícios Básicos na Doença de Parkinson. Medicina Avançada: medicina esportiva – atividade física. Maio, 2003. Disponível em: . Acesso em: Outubro/2012.

9.2 CARVALHO, Allan Carlos; TUMELERO, Sérgio. Condição Física dos Guardas Civis Municipais da cidade de Birigui. Revista Digital - Buenos Aires - Ano 10 - N° 82 - Março de 2005. Disponível em: . Acesso em: Outubro/2012.

CARVALHO, Paula Cristina R. Costa. Doença de Parkinson: Informação dos alunos do 4° ano do curso de licenciatura em Enfermagem da UFP. Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Fernando Pessoa, Porto, 2011. Disponível em:. Acesso em: Out./2012.

CHRISTOFOLETTI, G. et al. Risco de quedas em idosos com doença de Parkinson e demência de Alzheimer: um estudo transversal. Revista Brasileira de Fisioterapia, 2006. Disponível em: . Acesso em: Out./2012.

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10. ANEXO

Anexo 1 - Localização da substância negra.

* Pesquisadores: Aline Vasques de Melo e Thayara de Oliveira Almeida


Publicado por: Thayara de Olievira Almeida

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