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Avaliação da Qualidade de Vida de Cuidadores Informais

Saúde

Análise e avaliação sobre a qualidade de vida do cuidador informal.

índice

1. RESUMO

Objetivo: avaliar a qualidade de vida do cuidador informal. Metodologia: tratou se de um estudo qualitativo de natureza subjetiva, valoriza a percepção individual.  O estudo foi composto por 20 cuidadores informais de 25 a 45 anos de idade de  ambos os sexos e 40 voluntários não cuidadores. Foi aplicado o questionário de  qualidade de vida WHOQOL-bref para verifica a de qualidade de vida dos  cuidadores informais, os escores encontrados foram descritos e comparados.  Resultado: Houve uma diferença entre o grupo cuidador e não cuidador, porém  não foi suficiente para afirmar o desgaste na qualidade de vida de ambos os  grupos. Conclusão: Os resultados aqui mostrados não foram os esperados, o  estudo confirma que o domínio do WHOQOL-bref mais afetado negativamente no  grupo dos cuidadores informais foi o domínio meio ambiente, diante do exposto  observa-se a necessidade e importância de políticas públicas voltadas para os cuidadores informais, além de novos estudos para aumentar o conhecimento  sobre esse novo perfil de pessoas.

Descritores: Qualidade Vida; cuidador informal.

ABSTRACT

Objective: To evaluate the quality of life of the informal caregiver. Methodology: This was a qualitative study of a subjective nature that values individual perception.  The study consisted of 20 informal 25- to 45-year-old caregivers of both sexes and  40 non-caregiving volunteers. The WHOQOL-bref quality of life questionnaire was  applied to verify the quality of life of informal caregivers, the scores found were  described and compared. Result: There was a difference between the caregiver  and non-caregiver groups, but it was not enough to affirm the deterioration in the  quality of life of both groups. Conclusion: The results shown here were not as  expected, the study confirms that the domain of WHOQOL-bref most negatively  affected in the group of informal caregivers was the environment domain, in view  of the above it is noted the need and importance of public policies aimed at informal  caregivers, as well as new studies to increase knowledge about this new profile of  people.

Descriptors: Quality of Life; informal caregiver.

2. INTRODUÇÃO

O cuidado não é somente um ato, mas é algo que envolve responsabilidade,  envolvimento afetivo entre o cuidador e a pessoa que está sendo cuidada. Quando  a família se depara com um de seus membros que precise de cuidados, seja por  envelhecimento ou por patologias adquiridas, surge o cuidador informal que é a  pessoa que presta esse cuidado sem receber nenhum tipo de remuneração  financeira.1,2,3,4

Essa tarefa não é bem dividida entre os familiares, são levados em  consideração para a escolha do cuidador quem tem um melhor relacionamento  com a pessoa que está precisando de cuidado, sendo assim a responsabilidade  recai sobre um só membro da família, que pode não estar preparado física e

emocionalmente para desempenhar tal função. ², ³

Geralmente essa tarefa é desempenhada por uma mulher que possui outras  funções sejam elas domésticas ou profissionais, além de não ser capacitada  profissionalmente, pois quando a família possui uma boa condição financeira esse  cuidado é prestado por um profissional de enfermagem.1,2,3,4,6,7,10

No decorrer desse cuidado, os cuidadores informais passam por situações  de restrições em suas vidas pessoais, esses cuidados são prestados de forma  contínua, o que ocasiona em desgastes físicos, cansaço, estresse, depressão,  afastamentos do convívio social, afetivo, e lazer gerando uma sobrecarga no  cuidador, essa sobrecarga está ligada ao nível de dependência da pessoa que  está sendo cuidada, ou seja, quando mais cuidado mais desgastante é para o  cuidador.2,3,4,5,10,11

São inúmeras as tarefas desempenhadas pelo cuidador como higienização,  passeios diários, administração de medicamentos, alimentação tudo a fim de  proporcionar bem-estar e melhora da qualidade de vida da pessoa que necessita,  essas tarefas acabam por sobrecarregar o cuidador o impedindo de ter um  equilíbrio entre a tarefa de cuidar e a sua vida pessoal.6,7,8,11

É um trabalho difícil, complexo e que sofre variações de acordo com as  necessidades da pessoa que está sendo cuidada, é imensamente desgastante  gera estresse, sobrecarga física e psicológica. 5,8,9

Nesse contexto o presente estudo teve como objetivo avaliar a qualidade  de vida de cuidadores informais.

3. METODOLOGIA

Tratou-se de um estudo qualitativo de natureza subjetiva, aprovado pelo  comitê de ética em pesquisa com seres humanos, sob o parecer consubstanciado  de número 3.425.608, realizado durante os meses de agosto e outubro de 2019.  Foram administrados dois instrumentos, para a coleta de dados um formulário para  aquisição de perguntas sobre dados sociodemográficos e o questionário  WHOQOL - Bref.12

A amostra foi composta por 20 cuidadores informais e 40 não cuidadores, foi utilizado como critério de inclusão cuidadores informais com no mínimo um ano  de cuidados prestados de ambos os sexos de 25 a 45 anos de idade e 40 não  cuidadores. Já os critérios e exclusão foram pessoas com algum deficit cognitivo  e cuidadores informais com menos de um ano de atuação. Os participantes foram  divididos em 2 grupos: Grupo cuidador e grupo não cuidador.

A aplicação dos questionários foi realizada na clínica escola de fisioterapia  da universidade paulista - UNIP, campus Brasília, após a leitura e assinatura do  Termo de consentimento Livre e Esclarecido pelo voluntário. Após a entrevista, os  participantes foram orientados por meio de cartilhas elaboradas pelo sistema do  conselho federal e conselhos regionais de fisioterapia e terapia ocupacional de  como manter ou proporcionar uma boa qualidade de vida.

Gráfico 1. Comparação dos domínios do grupo cuidadores informais e do grupo não cuidadores.

As questões que avaliam a qualidade de vida de modo geral 06 cuidadores  informais avaliaram a sua qualidade de vida como nem ruim nem boa e 06  avaliaram como boa, 09 entrevistados relataram estarem nem satisfeitos nem  insatisfeitos com sua saúde. Já os entrevistados do grupo não cuidador 06  pessoas avaliaram ter a qualidade de vida nem ruim nem boa e 19 afirmaram ter  boa, 15 disseram terem uma qualidade de vida muito boa. Na faceta de satisfação  com a saúde 8 pessoas relataram estarem nem satisfeito nem insatisfeito com a  saúde e 26 disseram que estão satisfeitos. O domínio físico teve maior evidência  nas facetas em que medida a sua dor física impede você de fazer o que precisa  acredita-se que esse quesito possa ser justificado pelo fato de ser necessário o  uso da força física para cuidados com transferências, banhos onde 3 pessoas  responderam que impede bastante e 3 cuidadores informais disseram que a dor  impede extremamente, ainda no domínio físico 08 entrevistados afirmaram não ter  energia suficiente para o seu dia a dia podendo esse quesito ser justificado pelo  fato do quanto maior é o grau de dependência mais desgastante e cansativo é  para o cuidador o que confirmam outros estudo.4,10

Já no grupo dos não cuidadores 8 pessoas disseram que a dor física os  impede bastante e 2 pessoas disseram que a dor impede extremamente. Ainda no domínio físico a faceta de satisfação com sono na qual 7  cuidadores informais disseram que não estão satisfeito com o sono 03 revelaram  está com o sono ruim e 2 avaliaram como nem ruim nem bom, acredita-se que  esse quesito possa ser explicado pelo fato de alguns cuidados serem prestados  no horário noturno como administração de medicamentos. Os entrevistados do  grupo não cuidador 27 pessoas disseram ter o sono nem ruim nem bom, 5  avaliaram ter o sono bom e 4 pessoas revelaram terem o sono muito bom. No domínio psicológico se sobressaiu a faceta sobre a frequência de  sentimentos negativos como mau humor, depressão, ansiedade onde 8  entrevistados relataram ter um desses sentimentos algumas vezes, 2 pessoas  frequentemente e 3 entrevistados disseram terem muito frequentemente e 4  sempre, acredita-se esta relacionado com o desgaste psicológico, oriundos das  preocupações adquiridas com quem está sendo cuidado, ao se comparar com o  grupo não cuidador 16 pessoas disseram sentir algumas vezes, 7 frequentemente,  8 muito frequentemente e 6 pessoas disseram sentir algum desses sentimentos.  Continuando no domínio psicológico 3 cuidadores informais relataram não  aproveitar nada aproveitar a vida, 2 muito pouco, 7 pessoas mais ou menos e 05  revelaram que tem aproveitado a vida bastante e 3 extremamente, sendo  justificado pela dificuldade na distribuição da tarefa de cuidar recair em um só  membro da família.1

Fazendo uma comparativa com o grupo oposto 3 entrevistados disseram  aproveitar a vida muito pouco, 18 mais ou menos, 15 bastante e 04 extremamente.  Permanecendo no domínio psicológico 10 cuidadores informais disseram acham  que a vida tem extremamente sentido e 10 acham que a vida tem bastante sentido,  crê-se na religiosidade para explicar esse quesito, já no grupo não cuidador não  houve diferença nessa faceta onde 27 não cuidadores revelaram que a vida tem  bastante sentido e 13 extremamente sentido.

No domínio relações sociais as facetas quão satisfeito você está com suas  relações sociais com conhecidos e a satisfação com o apoio que recebe dos  amigos e colegas, onde 3 cuidadores informais disseram estarem insatisfeitos, 5  nem satisfeito nem insatisfeito, 10 estão satisfeitos e 2 estão muito satisfeito, no  grupo não cuidadores 10 revelaram estarem muito insatisfeitos, 4 estão  insatisfeito, 11 nem insatisfeito nem satisfeito, 6 estão satisfeitos e 9 muito  satisfeitos. 

O domínio meio ambiente foi o que teve maior implicação na qualidade de  vida dos cuidadores informais as facetas você tem dinheiro suficiente para  satisfazer suas necessidades e em que medida os cuidadores informais têm  oportunidades de atividades de lazer, onde 4 pessoas relataram não ter nada de  dinheiro, 6 muito pouco, 7 médio e 3 muito e 7 cuidadores informais alegaram não  ter oportunidade de lazer 3 muito pouco, 3 médio, 6 muito e 1 completamente  pode-se acreditar o fato de cuidar também afetar a questão financeira, onde se

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tem um maior gasto com locomoção, medicação entre outros não restando  dinheiro para outras atividades de lazer e nem tempo, pois o ato de cuidar está  associado a outras tarefas domésticas como cuidar dos filhos.1,10

O grupo dos não cuidadores, 03 disseram ter muito pouco dinheiro, 29  médio e 8 muito, já nas oportunidades de lazer 22 entrevistados revelaram ter  média, 10 muito e 8 completamente.

Também foi observado a insatisfação dos cuidadores informais com o  serviço de saúde, no qual 9 relataram estarem muito insatisfeitos, 4 insatisfeitos,  2 nem insatisfeito nem satisfeito e 5 disseram estarem satisfeitos, já os não  cuidadores 16 disseram estarem muito insatisfeitos, 12 estão insatisfeitos, 6 nem  insatisfeitos nem satisfeitos, 4 satisfeitos e 12 estão muito satisfeitos.

Os entrevistados mostraram insatisfação com o transporte, onde o grupo  dos cuidadores informais 10 estão muito insatisfeitos, 2 estão insatisfeitos, 1 nem  insatisfeito nem satisfeito, 4 revelaram estarem satisfeito e 3 muito satisfeitos no  outro grupo 2 pessoas disseram estarem muito insatisfeito, 3 insatisfeitos, 4 estão  nem insatisfeito nem satisfeito, 19 disseram estarem satisfeitos e 12 não  cuidadores revelaram estarem muito satisfeitos com o transporte.

Embora pode-se observar uma distinção entre os dados do grupo cuidador  com o grupo não cuidador, essa diferença não foi suficiente para afirmar que a  qualidade de vida de ambos é desgastada.

4. DISCUSSÃO

A Patologia adquirida ou o processo do envelhecimento traz consequências  não só para a vida do indivíduo, mas também na estrutura da família que ainda é  fonte primaria no apoio de cuidado entre seus membros sendo a maior parte do  perfil sociodemográfico encontrada no estudo uma superioridade do sexo feminino  no ato de cuidar, não sendo excluída a participação do homem nessa função,  porém sendo encontrada em menor quantidade. 10,13

No perfil sociodemográfico deste estudo, dos 20 cuidadores informais 18  eram do sexo feminino e grau de parentesco na sua maioria era de primeiro grau  pai, mãe, filho ª, o que confirma com literatura. 6,13

O expressivo número de mulheres como cuidadoras se justifica pelo fato da  mulher exercer o papel da maternidade, sendo colocada como um ser que agrega  e sendo indispensável para a organização da família. 10,13

Acredita-se que o fato do estudo constatar um número alto de mulheres  exercendo o papel de cuidadoras se dê pelo fato das diferenças que existem entre  os gêneros, onde as mulheres são ensinadas a cuidar da casa, filhos, maridos e  o homem a trabalhar manter financeiramente a família, o que pode contribui para  que as mulheres encontrem dificuldades no acesso à escola e a qualificação  profissional, o que leva a crê na informalidade de um modo geral com menor  remuneração ou a privação de emprego.

No quesito qualidade de vida dos cuidadores informais, as questões que  avaliam a qualidade de vida de modo geral, os domínios físicos, psicológico,  relações sociais e meio ambiente do questionário WHOQOL-Bref, algumas facetas  tiveram destaques entre ambos os grupos.

Foi verificado que a qualidade de vida do grupo dos não cuidadores é  regular, igual à encontrada no grupo dos cuidadores informais, exceto no domínio  meio ambiente, o que nos faz acreditar que o cuidar de alguém não afeta a  qualidade de vida de um modo geral, pois a qualidade de vida de quem cuida é  igual à de quem não cuida.

No presente estudo não foi analisado o grau de dependência das pessoas  que necessitam de cuidados, acredita-se que esse fato possa ser um fator de  suma relevância para esse resultado, pois quanto maior o grau de dependência  mais desgastante é para o cuidador, o que confirma outros estudos. 2,3,4,5,10,11

Em relação ao resultado mostrado pelo questionário de qualidade de vida  WHOQOL-bref, o domínio meio ambiente teve menor escore, o valor demonstrado  nesse domínio mostra uma maior sobrecarga em aspectos que abrange  segurança física e proteção, ambiente no lar, recursos financeiros, cuidados de  saúde e sociais a disponibilidade e qualidade, oportunidades de adquirir novas  informações e habilidades, participação em oportunidades de recreação, lazer,  ambiente físico como poluição, ruído, trânsito, clima e transporte. 12

Acredita-se que o fato do cuidador ficar impossibilitado de trabalhar, esse  domínio pode ficar diretamente acometido, pela perda financeira ou por  sobrecarregar apenas um trabalhador da casa, pois além das despesas do lar há  ainda de se considerar os gastos gerados por quem está sendo cuidado.

De acordo com a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, os fatores ambientais constituem o ambiente  físico, social e de atitudes em que as pessoas vivem e conduzem suas  vidas. Estes fatores referem-se a todos os aspectos do mundo externo ou extrínseco que formam o contexto de vida de um indivíduo e, como tal, tem um impacto sobre a funcionalidade dessa pessoa .

(ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, 2003). 

Assim, todos estes fatores podem influenciar na qualidade de vida dos  cuidadores.14

É importante pensar em modos que possam melhorar a qualidade de vida  dos cuidadores informais no domínio ambiental, o baixo valor encontrado nesse  domínio quando comparado ao grupo dos não cuidadores, mostra a necessidade  de políticas públicas específicas para esse grupo de pessoas.

Estudos mostram que cuidadores informais que praticam algum tipo de  atividade física apresentam uma melhor qualidade de vida nesse domínio.14  Porém nesse estudo a maioria dos entrevistados relatou não praticar  nenhum tipo de atividade física, acredita-se que a prática de exercício físico pode  ser benéfica para os cuidadores informais, pois entre os benefícios da realização  de atividade física estão uma melhora da resistência física, uma maior disposição  para realizar as atividades de vida diária, elevação de autoestima, controle da  depressão e da ansiedade o que nos leva a acreditar que práticas regulares de  atividade física contribuem para uma melhor qualidade de vida.

5. CONCLUSÃO

Os resultados aqui mostrados não foram os esperados, esperava-se  encontrar no grupo dos cuidadores informais uma qualidade de vida ruim ou  desgastada, porém o estudo confirma que o domínio do WHOQOL-bref mais  afetado negativamente no grupo dos cuidadores informais foi o domínio meio  ambiente, diante do exposto observa-se a necessidade e importância de políticas  públicas voltadas para os cuidadores informais, além de novos estudos para  aumentar o conhecimento sobre esse novo perfil de pessoas que só cresce. 

Os scores encontrados nos demais domínios foram analisados e  comparados e foi verificado que não há impacto negativo na qualidade de vida de  ambos os grupos.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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11.Flesch L.D, Bastintoni S.T, Neri A.L, Cachioni M. Psychological aspects  of the quality of life of caregivers of the elderly: an integrative review.  Geriatr Gerontol Aging. 2017;11(3):138-49

12. Kluthcovsky ACGC, Kluthcovsky FA, Artigo de revisão - O WHOQOL bref, um instrumento para avaliar qualidade de vida: uma revisão  sistemática.

13. SANTOS CF, GUTIERREZ BAO. Revista mineira de enfermagem.  Avaliação da qualidade de vida de cuidadores informais de idosos  portadores da doença de Alzheimer.

14.Padilha BW, Carrasco AC, Binda AC, Fréz AR, Bim CR. Revista brasileira  de qualidade de visa: Qualidade de vida e sobrecarga de cuidadores  de deficientes físicos.

28 de novembro de 2019

Campus Brasília – Distrito Federal ISSN 2 

Por Tâmara Lourdes da Silva Oliveira; Andressa Andrade Teymeny.


Publicado por: Tâmara Lourdes da Silva Oliveira

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