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Consequências da insatisfação com a imagem corporal em adolescentes

Saúde

A adolescência é um período caracterizado pelo rápido crescimento físico e grandes mudanças na imagem corporal o que acaba gerando bastante insatisfação.

índice

1. INTRODUÇÃO

A adolescência caracteriza-se pelo rápido crescimento físico, aliada a grandes mudanças na imagem corporal, causada pela ação hormonal no seu organismo e também tendências para deficiências nutricionais e desenvolvimento de doenças crônicas na fase adulta.

As mudanças físicas nesta fase são bem visíveis e, mesmo sendo um processo que tem início na fase infantil, quando a criança ainda não tem a noção de compreender o seu corpo, a imagem corporal desenvolve-se ao longo de toda a vida do indivíduo, envolvendo também os aspectos fisiológicos, afetivos e sociais (TAVARES, 2003).

A busca da idealização do “corpo perfeito”, como padrão de beleza, imposta pelos meios de comunicação, amizades e a nossa própria cultura, faz com que o mercado de consumo se mobilize para satisfazer as necessidades dos consumidores. Produtos alimentícios calóricos e engordativos, vinculados a promessas de saúde, beleza, juventude, energia e prazer, são idealizados por crianças e adolescentes, que muitas das vezes se tornam fiéis consumidores (TARDIDO; FALCÃO, 2006).

Os descontentamentos dos adolescentes nesta fase são bem visíveis. A valorização da magreza surge como insatisfação e distorção da imagem, principalmente para as meninas, que sofrem mais cobranças sociais. Essa insatisfação pode afetar o seu comportamento alimentar, sua auto-estima, desempenhos psicológicos, físicos e sociais (CORSEUIL et al., 2009).

A obesidade, outro fator de causa patológica, genética, sócio-cultural e ambiental, devido aos hábitos alimentares inadequados e sedentarismo, expõem o indivíduo a fatores de risco como doenças cardiovasculares, diabetes mellitus e outros (ISOSAKI; CARDOSO, 2004; WANNMACHER, 2004).

O desenvolvimento de transtornos alimentares ocorre devido a problemas e insatisfação com a imagem corporal (FREITAS et al., 2009). A anorexia nervosa e a bulimia nervosa são as de mais relevância.

A Anorexia Nervosa, um tipo de transtorno mental, tem como característica a busca doentia pela magreza, auto-imposta de uma restrição dietética rígida, onde o comer se torna tortura para a pessoa. O temor intenso de engordar e a distorção da imagem corporal, vão se intensificando ao ponto da pessoa não mais se alimentar.

A Bulimia Nervosa, também considerada com transtorno mental, possui uma característica um pouco diferente, faz-se uma ingestão exagerada de alimentos e de maneira rápida, meio sem controle. Após a ingestão utilizam-se métodos inadequados, tais como a indução ao vômito, uso de medicamentos diuréticos, laxativos, inibidores de apetite, exercícios físicos e dietas, visando controlar o peso (FAIRBURN, 1995).

2. OBJETIVOS

2.1 Objetivo Geral

Avaliar a conseqüência da insatisfação dos adolescentes, principalmente as meninas, diante da sua imagem corporal.

2.2 Objetivo Específico

Relacionar as causas, efeitos e conseqüências desta insatisfação com a imagem corporal.

3. METODOLOGIA

A definição de imagem corporal (IC) se dá através da idéia que cada indivíduo tem do próprio corpo. É tão forte a ponto de modificar a imagem frente ao espelho. Envolve aspectos conscientes e inconscientes e se estrutura a partir não só da percepção subjetiva que cada um tem de sua aparência, mas também de fatores psicológicos e sociológicos. A imagem corporal sofre influência tanto das experiências passadas e presentes, reais ou fantasiosas, que cada ser humano tem ou teve com seu corpo, como dos papéis que a cultura atual atribui a este corpo, num determinado momento (FREITAS, 2009).

Em relação aos fatores externos, sabe-se que a socialização (processo em que o ser humano interioriza valores, crenças, atitudes e normas de conduta) ocorre durante toda a vida, principalmente na adolescência, quando é fundamental para que o jovem se transforme em adulto. No entanto, na última década, os casos de transtornos alimentares aumentaram, principalmente, os quadros de bulimia, anorexia nervosa e obesidade. Nos últimos anos a valorização excessiva da forma e do peso do corpo tem levado muitas pessoas principalmente mulheres, a sacrifícios que podem comprometer a saúde, como dietas radicais e exercícios físicos em excesso, com o objetivo de chegar ao corpo ideal (FREITAS, 2009).

À medida que o corpo vai se transformando e adquirindo contornos de adulto, o indivíduo vai formando sua auto-imagem definitiva. Ao mesmo tempo, a percepção dessas constantes mudanças é a principal responsável pelo sentimento de insatisfação que o adolescente apresenta em relação à sua imagem corporal, sendo essas mudanças a principal razão pelo descontentamento que a maioria absoluta deles se refere, no que diz respeito à sua aparência física. Como mentalmente há uma espécie de "protótipo idealizado" da imagem corporal (formado a partir dos valores estéticos transmitidos), ocorre um conflito entre a imagem fantasiada e a imagem real do corpo em transformação (TARDIDO; FALCÃO, 2006).

A partir disso, concluiu-se que as preocupações com peso e auto-imagem são comuns, e numerosos estudos têm documentado que a maior parte das adolescentes não estão satisfeita com sua imagem corporal, embora apenas a minoria esteja com sobrepeso. As jovens que fazem dieta geralmente começaram esta prática na adolescência e apresentam como características comuns, raça branca, nível socioeconômico elevado, má imagem corporal e baixa auto-estima.

Quanto aos meninos, os mais insatisfeitos com sua imagem corporal são aqueles que apresentam peso baixo em relação à estatura ou os que estão dentro dos padrões normais, porém desejam aumentá-lo por influência externa (mídia/moda). Dietas e comportamentos purgativos são menos freqüentes, como medidas de controle de peso, do que os exercícios, no sexo masculino. Daí a importância de uma orientação adequada. Os adolescentes devem ser esclarecidos sobre suas dúvidas e eventuais idéias distorcidas sobre o corpo.

Os adolescentes têm como característica comportamentos de contestação que o tornam vulnerável, volúvel, seguidor de líderes, grupos e modas, desenvolvendo preocupações ligadas ao corpo e à aparência (GAMBARDELLA, 1995; MANTOANELLI et al.,1997).

Antigamente, o modelo de beleza era caracterizado por um corpo feminino obeso. Porém, nos últimos anos, a figura humana ideal passou a ser um corpo magro, esguio e atlético. Mas, esse padrão de beleza despreza os aspectos de saúde e as diferentes constituições físicas da população, causando, muitas vezes, uma Imagem Corporal negativa, indicada por insatisfação com o corpo.

Há uma forte tendência social e cultural em considerar a magreza como uma situação ideal de aceitação e sucesso. Todo adolescente tem em sua mente um corpo idealizado, e quanto mais este corpo se distanciar do real, maior será a possibilidade de conflito, comprometendo sua auto-estima (CHIPKEVITCH, 1987).

As adolescentes, mesmo quando estão no peso adequado ou abaixo do peso ideal, costumam se sentir gordas ou desproporcionais, o que se denomina de distorção da imagem corporal (FLEITLICH et al., 2000). No sexo feminino, com o aumento da idade, há a tendência em querer perder peso. Já no sexo masculino, essa vontade diminui, prevalecendo o desejo de ganhar peso num porte atlético (VILELA et al., 2001).

Pesquisas recentes têm revelado um grau elevado de insatisfação com a IC em adolescentes do sexo feminino, sendo relatados valores de 85%. Esse quadro tem sido identificado como o principal causador de transtornos alimentares (TA), como a anorexia e a bulimia.

O número de casos desses transtornos na adolescência tem aumentado nos últimos anos, ocorrendo em idades cada vez mais precoces, tornando-se um sério problema de saúde pública. A relação entre insatisfação com a IC e sintomas de TA tem sido constatada em adolescentes de diversos países inclusive no Brasil. Outro fator que pode estar associado à insatisfação com a IC em adolescentes é a ocorrência da menarca, uma vez que ela provoca aumento nos depósitos de gordura corporal (VILELA et al., 2001).

Atualmente, como parte desse contexto, tem-se destacado o papel dos meios de comunicação. A mídia e a imaginação coletiva dos adolescentes parecem estabelecer uma relação entre a forma do corpo e a saúde, como se todos os regimes, dietas, exercícios físicos pudessem ser utilizados no sentido do indivíduo cuidar-se melhor, tornando-se mais saudável (GAMBARDELLA, 1995; MANTOANELLI et al.,1997).

3.1 Obesidade

A obesidade é considerada um importante problema de saúde pública da atualidade e vem ganhando destaque no cenário epidemiológico mundial. Sua prevalência aumentou nas últimas décadas em todo o mundo, inclusive nos países em desenvolvimento, como o Brasil, onde antigamente predominavam os problemas relacionados à desnutrição (WANNMACHER, 20004).

O sobrepeso e a obesidade, em idade cada vez mais precoce tem aumentando a preocupação de pesquisadores e profissionais da área de saúde, em razão aos danos à saúde provocados pelo excesso de peso, como hipertensão arterial, cardiopatias, diabetes, hiperlipidemias, entre outras (JOHNSON et al, 2006).

Além das transformações fisiológicas, o indivíduo sofre importantes mudanças psicossociais durante a adolescência, o que contribui para a susceptibilidade característica desse grupo populacional. Os adolescentes podem ser considerados um grupo de risco nutricional, devido à dieta inadequada decorrente do aumento das necessidades energéticas e de nutrientes para atender à demanda do crescimento (FISBERG, 1993).

Embora sejam visíveis as causas que identificam a obesidade, sua etiologia não é de fácil identificação. Determinantes, como excesso de peso, fatores biológicos, comportamentais e ambientais compõem um complexo de conjunto que se inter-relacionam e se potencializam mutuamente.

Entre os fatores relacionados ao sobrepeso e à obesidade destacam-se algumas características presentes na gestação e no início da vida, como o fumo durante a gestação, o peso pré-gestacional e o estado nutricional na infância. Porém, as mudanças no padrão de alimentação e atividade física, ocorridas em diversas sociedades, são os fatores que mais contribuem para o aumento do excesso de peso (NELSON et al, 2006).

O papel do desenvolvimento econômico e do processo de urbanização sobre as modificações no estilo de vida da população, traduzidas por uma alimentação inadequada e modelos de ocupação sedentários. As comodidades oferecidas pelo mundo moderno, como aparelhos de televisão, telefones sem fio, computadores, controle remoto, entre outros, têm aumentado a redução do gasto energético.

Entre os adolescentes, o hábito alimentar rico em gorduras, principalmente de origem animal, açúcar refinado e a redução da ingestão de carboidratos complexos e fibras, tem sido apontada como principal condição favorecedora para o estoque energético. Além disso, a falta de informação associada à ausência de políticas de saúde que atendam adequadamente a população torna ainda mais grave e preocupante a epidemia de obesidade instalada no país. A redução dos níveis de atividade física também exerce papel fundamental nesse processo (ABRANTES et al, 2006).

As intervenções nos hábitos de vida devem ser iniciadas o mais precocemente possível, pois na adolescência ocorrem mudanças importantes na personalidade do indivíduo e por isso é considerada uma fase favorável para a consolidação de hábitos que poderão trazer implicações diretas para a saúde na vida adulta (FEIJÓ, 1997).

3.2 Anorexia Nervosa

A anorexia nervosa é um problema psiquiátrico, onde os sintomas surgem com mais freqüência na adolescência. Segundo o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV), a anorexia nervosa é um transtorno alimentar caracterizado pela recusa do indivíduo em manter um peso adequado para a sua estatura, medo intenso de ganhar peso e uma distorção da imagem corporal, além de negação da própria condição patológica.

O medo de engordar e o desejo insistente de emagrecer desencadeiam uma preocupação excessiva com os alimentos e, conseqüentemente, uma alteração do comportamento alimentar. A primeira manifestação dessa alteração é uma restrição de comer, acompanhada de exercícios físicos planejados para redução do peso e que muitas vezes não é percebido pelos familiares. Com a restrição alimentar e a eliminação de certos tipos de alimentos que aumentam o ganho de peso (carboidratos simples e gorduras), o emagrecimento se acentua e é mais perceptível (ÁVILA, 2004).

A anorexia nervosa geralmente tem início na adolescência, devido às preocupações com a nova forma e peso, exigindo uma readaptação à imagem corporal. Cerca de 90% das pessoas atingidas são do sexo feminino. Conclui-se, que a pressão social, catalogada no ideal de beleza feminina conduzido pela magreza, tenha participação na anorexia nervosa (FIGUEIRA et al 2003).

As adolescentes na maioria das vezes adotam comportamentos alimentares atípicos e práticas inadequadas de controle de peso, como uso de diuréticos, laxantes, indução de vômitos e realização de atividades físicas exaustivas.

Antigamente buscava-se uma única causa para a anorexia nervosa, o que atualmente mostrou que são várias as prováveis características que interagem na determinação da manifestação da doença, como biológicas, psicológicas, familiares e socioculturais (FLEITLICH, 2000).

Os fatores de risco socioculturais interagem e atuam como fatores predisponentes, precipitantes e mantenedores da anorexia nervosa, quando associados as características biológicas, psicológicas e familiares (BACY et al 2000).

3.3 Bulimia Nervosa

A bulimia nervosa, considerada um transtorno mental, é uma doença que consiste na ingestão exagerada de alimentos, seguida da utilização de estratégias para eliminar as calorias ingeridas, podendo ocorrer por métodos de auto-indução de vômitos, ou uso indiscriminado de laxantes e diuréticos, ou por jejuns e exercícios físicos excessivos. A pessoa que desenvolve o quadro de bulimia nervosa valoriza a forma do corpo e o peso, tendo uma percepção física distorcida e dificuldade em identificar as emoções. Geralmente esse indivíduo apresenta uma baixa auto- estima, ansiedade e dificuldade no controle dos impulsos. Em sua insegurança, elege padrões de beleza muito altos, praticamente inatingíveis, na tentativa de obedecer à tendência da sociedade em eleger a magreza como símbolo de sucesso e beleza. Quando não atinge suas metas, a pessoa sente-se deprimida, fracassada e retorna à compulsão, com bastante culpa e depressão (ALVARENGA, 1997).

Comumente sente vergonha do transtorno e tenta negar, depois ocultar, disfarçar os sintomas, apresentando dificuldades marcadas no campo dos relacionamentos interpessoais. Pode apresentar tendências perfeccionistas, dificuldade em assumir compromissos e responsabilidades e uma organização sexual, em geral, conturbada e confusa, sendo comum a promiscuidade (DE CONTI, MORENO & CORDAS, 1995).

Por todos estes fatores expostos, o presente trabalho propôs-se a identificar adolescentes do sexo feminino insatisfeitas com sua imagem corporal. A pesquisa foi realizada em uma população de 50 adolescentes do sexo feminino, com idade entre 12 a 16 anos na região leste de Goiânia, em escolas municipais e estaduais, onde foram avaliadas as questões sobre: peso, atitudes relacionadas à manutenção do peso e automedicação.

A identificação dos indivíduos insatisfeitos foi feita a partir de um questionário, contendo perguntas de fácil entendimento e diretas, conforme anexo A.

4. RESULTADOS

Na adolescência, a imagem corporal torna-se uma marca feminina, pois é nessa fase que o corpo está estabelecendo seu formato. É provável que as meninas sejam mais críticas com sua imagem corporal do que os meninos, uma vez que elas se sentem mais em sobrepeso e obesidade, escolhendo as figuras com silhuetas referentes a essas condições.

A mídia pode ter profunda influência na formação da imagem corporal perfeita. Os adultos possuem dificuldade em lidar com essas imposições estéticas, as quais para adolescentes tornam-se padrões e exemplos a serem seguidos. Muitos deles começam ainda na pré adolescência a busca pela estética corporal.

No presente trabalho foram entrevistadas 50 alunas da rede municipal e estadual de Goiânia, onde obteve os seguintes resultados:

Referente à primeira pergunta, Como você descreve seu peso?, 08 (oito) alunas disseram que estão abaixo do peso, 03 (três) alunas estão pouco abaixo do peso, 23 (vinte e três) alunas estão em torno do peso certo, 12 (doze) alunas estão um pouco acima do peso, e 02 (duas) estão bem acima do peso.

Referente à segunda pergunta, O que você está fazendo em relação a seu peso?, 20 (vinte) alunas não estão fazendo nada, 15 (quinze) alunas estão tentando perder peso, 06 (seis) alunas tentando ganhar, e 08 (oito) alunas estão tentando manter o peso.

Referente à terceira pergunta, Nos últimos 30 dias, você vomitou ou tomou laxantes para perder peso ou evitar ganhar peso?, 03 (três) alunas responderam sim (correspondendo a 6%) e 47 (quarenta e sete) alunas responderam que não ( correspondendo a 94%).

Referente à quarta pergunta, Nos últimos 30 dias, você tomou algum remédio, fórmula ou outro produto para perder ou manter seu peso sem acompanhamento médico?, 03 (três) alunas responderam sim (correspondendo a 6%) e 47 (quarenta e sete) alunas responderam que não (correspondendo a 94%).

5. CONCLUSÃO

A partir desses dados pode-se afirmar que a amostra utilizada mostrou um resultado, onde seguindo padrões próprios, mais da metade - 54% - das entrevistadas julgaram-se fora do seu peso ideal, e 60% delas realizando de alguma forma o controle de peso. Considerando a faixa etária das pesquisadas, é preocupante que 6% delas tenham tomado medidas drásticas para repararem sua forma física, tomando laxantes, provocando vômitos ou fazendo uso indiscriminado de medicamentos.

Este trabalho possibilitou a verificação de um considerável volume de jovens que poderiam desenvolver, possivelmente, doenças como anorexia e/ou bulimia nervosa.

Os pais, os profissionais de educação e de saúde tem papel primordial para que os adolescentes possam lidar com as mudanças normais do seu corpo e as influências externas. O diálogo, os estímulos positivos e principalmente o apoio, são fundamentais para que os adolescentes, sejam eles acima ou abaixo do peso, ou com peso normal, possam lidar com suas características pessoais aceitando as diferenças e buscando em vez da estática padronizada, objetivem a atividade física e a saúde.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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ALVARENGA, M.S. Anorexia nervosa e bulimia nervosa: aspectos nutricionais. São Paulo, 1997.

ÁVILA, A.L. Obesidade. In:ISOSAKI, M; CARDOSO, E. Manual de Dioterapia e Avaliação Nutricional do Serviço de Nutrição e Dietética do Instituto do Coração. São Paulo: Atheneu, 2004.

BACY, W., FLEITLICH, MARIA A. L., ALÍCIA C., TÁKI A. C. Jornal de Pediatria Rio de Janeiro, 2000, 76, Supl.3, s 323-s9.

BEHAR, V. S. (1994). Abordagem psicoterápica do paciente com bulimia nervosa. Insight-psicoterapia, 43, 11-14. 

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CHIPKEVITCH, E. - O adolescente e o corpo. Pediatria moderna 22: 231-237, 2003.

CORSEUIL, M. W.; PELEGRINI, A.; BECK, C.; PETROSKI, E. L. Prevalência de insatisfação com a imagem corporal e sua associação com a inadequação nutricional em adolescentes. Revista da Educação Física, Maringá, n.1, v. 20, p. 25-31, jan./mar. 2009.

DE CONTI, F. N. B., MORENO, R. A. & CORDAS, T. A. (1995). Avaliação da bulimia em pacientes com transtorno do humor através da escala BITE: Resultados preliminares. Revista ABP-APAL, 17(2), 72-74.

FAIRBURN, C.G.; Psychological and Social Problems Associated with Binge Eating. In: FAIRBURN, C.G.; ed. Overcoming Binge Eating. The Guilford Press, New York, p. 42-66, 1995.

FEIJÓ,R.B.,SUKSTER,E.B.,FRIEDRICH,L.FIALHO,L.DZIEKANIAK,K.S., CHRISTINI,P.W., MACHADO,L.R.,GOMES, K.V., CARDOSO, IH. Estudos de hábitos alimentares em uma amostra de estudantes secundaristas. Pediatria (São Paulo), v.19, n.4, p.257-262,1997.

FIGUEIRA, I., MENDLOWICZ, M., NARDI, A.E., MARQUES, C., et al. O sofrimento da feiúra imaginária – transtorno dismórfico do corpo. J Bras Psiquiatr 1993; 42:303-12. 

FISBERG, A. M. Obesidade na infância e adolescênciaRevista Ped. Moderna, São Paulo, v.29, n.2, pg. 102-09, abril, 1993.

FLEITLICH, B.W., Anorexia nervosa na adolescência. Jornal de Pediatria, Rio de Janeiro, Vol. 76, n.3, p.323-329, 2000.

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GAMBARDELLA, A.M.D. - Adolescentes, estudantes de período noturno: como se alimentam e gastam suas energias. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da USP, 1995.

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MANTOANELLI, G.; BITTENCOURT, V.B.; PENTEADO, R.Z.; PEREIRA, I.M.T.B.; ALAVAREZ, M.C.A. - Educação nutricional: uma resposta ao problema da obesidade em adolescentes. Rev Bras Cresc Desenv Hum 7: 85-93, 1997.

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TARDIDO, A. P.; FALCÃO, M. C. O impacto da modernização na transformação na transição nutricional e obesidade. Rev. Bras. Nutr. Clin., São Paulo, v. 21, n. 2, p. 117-24, 2006.

TAVARES, M. C. G. C. F. Imagem Corporal: conceito e desenvolvimento, Barueri, SP, Manole, 2003.

VILELA, J.E.M. Prevalência dos transtornos e comportamentos alimentares. Belo Horizonte: Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, 2000, 126p.

WANNMACHER, L. Obesidade: Evidencias e fantasias. Revista Uso Racional, Brasília, v.1, n.3, p.01-06, 2004.

7. ANEXO A

QUESTIONÁRIO

Questão: 01. Como você descreve seu peso?

a. Estou bem abaixo do peso

b. Estou um pouco abaixo do peso

c. Estou em torno do peso certo

d. Estou um pouco acima do peso

e. Estou bem acima do peso

Resposta:

Questão: 02. O que você está fazendo em relação a seu peso?

a. Não estou fazendo nada

b. Estou tentando perder peso

c. Estou tentando ganhar peso

d. Estou tentando manter o mesmo peso

Resposta:

Questão: 03. Nos últimos trinta dias, você vomitou ou tomou laxantes para perder peso ou evitar ganhar peso?

a. Sim b. Não

Resposta:

Questão: 04. NOS ÚLTIMOS 30 DIAS, você tomou algum remédio, fórmula ou outro produto para perder ou manter seu peso sem acompanhamento médico?

a. Sim b. Não

Resposta:


Publicado por: Marcelle Cavalcante

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