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Procedimentos úteis a um bom aprendizado

Regras da ABNT

Para que haja um bom aprendizado, em se tratando da rotina acadêmica, torna-se viável adotar alguns procedimentos úteis a um bom aprendizado.

 

Remetendo-nos à ideia de aprender, aqui, de forma específica, tal procedimento se insere no universo acadêmico propriamente dito. Assim, novidade não é para ninguém que se encontra permeado nesse contexto, que a rotina de estudos, as buscas por material, por suporte bibliográfico, o deslocamento para o campo de observação, enfim, a dedicação como um todo representa um dos passos a ser trilhado.

Nada de sensacional também não se atribui ao fato de que o cumprimento efetivo dessa jornada mantém uma estreita e íntima ligação com o bom funcionamento do organismo de quem quer que seja. Sabemos que o cansaço, o desgaste físico interfere de forma negativa no bom desempenho das atividades mentais – razão suficiente para reservarmos um pouco de tempo para pôr em prática algumas questões passíveis de serem discutidas, repensadas, acima de tudo.

De nada adianta passarmos horas e horas debruçados sobre as fontes de pesquisas se o que é mais importante apresenta sinais de alteração, de cansaço: nossa máquina física que, por assim se conceituar (máquina), acaba precisando de alguns ajustes, algumas “revisões”, realizadas de forma periódica. Nesse sentido, equivale afirmar que um procedimento tão bem se ajusta a todas essas questões, a tão conhecida disciplina.   No entanto, ser disciplinado (a), ao menos para algumas pessoas, parece não ser uma fácil missão, então, nada que algumas dicas não denotem relevância, de forma a contribuir com você, caro (a) usuário (a).

Para início de conversa, a atividade física representa a eficácia sobre a qual falamos, haja vista que praticar exercícios faz aumentar a pressão sanguínea, consequentemente o sangue é bombeado para todo o corpo, atingindo, inclusive, o cérebro. Outro benefício conquistado mediante tal prática é a liberação das cargas de estresse e ansiedade, sintomas esses que, sem nenhuma dúvida, contribuem para a perda do foco. Isso sem falar na reposição dos neurônios.

Dormir bem não faz mal a ninguém, concorda? O sono, responsável pela reposição das energias gastas durante o dia, pode ter sua importância ainda mais comprovada ao acessarmos o texto “Importância do sono”, o que vale a pena ser conferido mais de perto.
Quando dormimos, as células nervosas repetem as informações apreendidas durante todo o dia, o que faz com que elas sejam depositadas na área de armazenamento do cérebro.

Somados a esses pressupostos, tem-se que o alimento de que precisamos para nos manter enérgicos, assim se assemelha à mesma necessidade que o cérebro apresenta, pois os neurônios consomem boa parte da energia do nosso corpo, por isso precisamos de glicose para que essa energia seja sempre renovada, cuja conquista se obtém por meio da ingestão de determinados alimentos, abundantes em proteínas e carboidratos. Em meio à realização dessas atividades benéficas, não podemos nos esquecer de que o cérebro se constitui de uma parte denominada de sistema de recompensa que, como nos aponta o próprio nome, representa o fato de o organismo buscar sempre aquelas experiências prazerosas, isto é, aqueles fatos que proporcionam bem-estar. Quando fazemos algo de que gostamos muito, obviamente que o cérebro antecipará essa recompensa – o que irá resultar na obtenção de elementos essenciais a uma aprendizagem, a uma efetiva fixação de informações: foco e atenção.


Publicado por: Vânia Maria do Nascimento Duarte

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