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Trabalho de Psicologia - Ministério Pastoral

Psicologia

Pesquisa dividida em três partes onde busca informar sobre aspectos importantes da psicologia, sendo um quadro sinótico das escolas de psicologia, o mecanismo de defesa e a depressão.

índice

1. INTRODUÇÃO

Essa pesquisa esta divida basicamente em três partes onde busca informa sobre aspectos importantes da psicologia.

A primeira parte é um quadro sinótico das seguintes escolas de psicologia: Estruturalismo; Funcionalismo; Gestaltismo; Psicanalise. Destacando suas escolas, principais teóricos, o que deveria estudar instrumentos ou métodos de estudo, principais teses ou proposições, limitação da abordagem.

A segunda parte do trabalho faz um link com a escola de Freud, onde é abordado o mecanismo de defesa e suas principais definições, conceitos, formação e os mais comuns. De forma geral é uma abordagem muito importante principalmente para leigos no assunto, já que são elementos presentes em toda a vida do individuo e o estudo em questão é uma peça elementar e porque não chamarmos de um instrumento fundamental para liderança tanto sendo ela eclesiástica como para qualquer outro seguimento.

A terceira e ultima parte do trabalho trata de um problema que ao longo dos tempos é um mal que assola a humanidade e que antes de ser conhecida como a diagnosticamos hoje, as pessoas que a tinham eram até mesmo descriminadas. As cinco escolas que criaram a psicologia moderna (primeira parte do trabalho), trouxeram um grande avanço no tratamento da depressão, principalmente a teoria psicanalítica de Freud que é usada como base para o tratamento da depressão até os dias de hoje.

Além disso, essa parte do trabalho intitularizado como ajudar um ente querido em depressão aborda os conceitos, sintomas, diagnósticos, tratamentos e principalmente conclui essa pesquisa ,ou seja, as três partes com objetivo de esclarecer e informar como um individuo que sofre de depressão pode ser ajudado e ressaltando a importância da família para pessoas depressivas.

2. QUADRO SINÓTICO DOS CINCO MOVIMENTOS DA PSICOLOGIA NO PASSADO

3. MECANISMOS DE DEFESA DO EGO

Como o nome já diz é uma forma consciente ou inconsciente que o ego reage contra determinada situação demostrando sua reação em relação ao mesmo (ROWELL, 2013).

Kline (1998, p.28) define esse mecanismo da seguinte forma:

São procedimentos inconscientes pelos quais o ego tenta apresentar o material inaceitável do id que atinge a consciência.

Para uma melhor compreensão desses mecanismos de defesa é preciso ter o conhecimento de algumas definições essenciais para pesquisa. São elas: id, ego, superego e processos mentais conscientes, inconscientes e pré-conscientes.

3.1 O ID

São os processos mentais, dito como reservatório de energia psíquica, Freud a descreveu como caldeirão de fervente de excitação, segundo Kline (1998, p.24) o id opera pelo principio do prazer, agindo através da logica a procura do alivio.

O id é o reservatório inconsciente das pulsões, as quais estão sempre ativas. Regido pelo princípio do prazer, o id exige satisfação imediata desses impulsos, sem levar em conta a possibilidade de consequências indesejáveis.

3.2 O EGO

Faz parte dos aspectos controladores da mente. Equiparado a razão. Funciona principalmente a nível consciente e pré-consciente, pois evolui do id (PSICOLOUCOS, 2015), isso porque é mais uma ação de processos primários, já o ego é baseado no principio de processo secundário, ou seja, da realidade.

3.3 O SUPEREGO

Basicamente é o aspecto moral da pessoa. Recebido ou internalizado através de ensinos, educação e padrões familiares. Segundo a teoria da psicanálise ela se desenvolve a parti do ego (KLINE, 1988).

3.4 ASPECTOS DINÂMICOS DA AÇÃO DO ID, EGO E SUPEREGO.

Segundo Kline (1998, p.27) enquanto o id que o alívio imediato das tensões, a razão (ego) procura reprimi-la conforme a situação, e o superego através da moralidade julgam se certo ou errado.

Segundo esses conceitos podemos ver que o superego trava um conflito direto com o id, podendo provocar uma série de consequências que podem ser positivas ou negativas.

3.5 CONSCIENTES

Definido como qualquer sensação que possa ser descrita, segundo Bollone (2008), cita Freud dizendo que:

Segundo Freud, o consciente é somente uma pequena parte da mente, incluindo tudo do que estamos ciente num dado momento.

3.6 INCONSCIENTES

Kline (1998, p.23) diz que Freud descreve um ato inconsciente como aquele em a pessoa não tem como controla-lo, ou melhor, inacessível.

Podemos dizer que esta se referindo a artigos, fatos e outros que não estão disponíveis para o indivíduo, mas se apresentam de forma não controlada, como por exemplo, através de sonhos.

3.7 PRÉ-CONSCIENTES

Informações acessíveis à memória, conteúdos que podem ser relembrados com facilidade, esquecidas temporariamente.

3.8 O QUE SÃO MECANISMOS DE DEFESA?

São procedimentos inconscientes pelos quais o ego tenta apresentar o material inaceitável de id que atinge a consciência (KLINE, 1998, p. 28).

Chamado assim por Freud para denominar ações ou manifestações do ego diante de outras ações psíquicas (BRASILESCOLA, 2015).

Helena (2013) define os mecanismos de defesa da seguinte forma:

Mecanismos de defesa são processos psíquicos inconscientes que aliviam o ego do estado de tensão psíquica entre o id intrusivo, o superego ameaçador e as fortes pressões que emanam da realidade externa.

Em outras palavras os recursos de defesa do ego tem uma forma especifica ou particular nas ações ofensivas ao ego.

3.9 MECANISMOS DE DEFESA DO EGO

Aqui estar uma relação dos principais mecanismos de defesa do ego:

Racionalização

Busca de desculpas que justifique seus pensamentos, erros ou comportamentos.

Isolamento

Isola, separa um comportamento ou pensamento dos demais sentimentos ou outras coisas ligadas a ele. É se desconectar das demais coisas.

Negação

É a recusa de um sentimento ou situação real, negar a verdade.

Sublimação

Uma forma de socializar determinado pulso. É uma forma de se satisfazer através da substituição.

Projeção

Atribuir a outros ou a objetos uma culpa ou outro sentimento afim de justificar a culpa.

Repressão

Também chamado de esquecimento motivado, o e fato de reconhecimento de determinada questão ou impulso que lhe provoque certo mal estar.

Formação reativa

É uma reação contrária ao verdadeiro desejo (MARINA, 2015), é um processo psíquico provocado por um impulso indesejável e mantido inconsciente por conta de uma forte adesão ao seu contrário ( WIKIPEDIALIVRE, 2015).

Identificação

Considerada a base da constituição da personalidade, se destaca como forma de modelo a ser seguido a fim de diminuir ou evitar angustia, desta forma se identifica com outros grupos ou pessoas.

Regressão

O individuo passa a se comportar de maneira regressiva, ou seja, reage a determinada situação de maneira anterior ao seu desenvolvimento.

Deslocamento

É transferência de sentimento de uma situação para outra, de um alvo para outro, como também de uma parte para o todo.

4. COMO A FAMÍLIA PODE AJUDAR UM ENTE QUERIDO EM DEPRESSÃO?

Segundo o jornal Estado de São Paulo os casos de morte provocados por depressão aumentaram 705% nos últimos 16 anos (INFONOTICIAS, 2014) esse tem sido um quadro cada vez mais comum na sociedade e principalmente nas famílias brasileiras.

Esse aumento não pode ser visto apenas pelo aspecto negativo que representa, mas como também, pelo fato de se identificar que as mortes foram provocadas por depressão nos mostram que o problema não esta caindo em descaso e principalmente que se há uma conscientização de que precisamos buscar uma solução para que esses números diminuam e mais pessoas possam ser tratadas desse mal.

E para que o tratamento aconteça é preciso que cada vez mais pessoas tenham o conhecimento do assunto. Desta forma, ou seja, com o a ciência do assunto mais rapidamente se identificará o problema e o tratamento se iniciara mais cedo, trazendo melhores resultados para o paciente.

Outro fato sobre a depressão é que seus sintomas são muito similares a outras doenças e até para profissionais o seu diagnostico exige uma investigação mais apurada sobre o assunto em determinados pacientes, o que eleva o grau de importância da família nesse momento afim de que o ente receba o tratamento necessário e diagnóstico seja o mais preciso possível.

é de suma importância que alguns conceitos sobre a doença sejam de conhecimento público, ou melhor, de todos, pois é uma situação fácil mente encontrada em todos os meios sócias e principalmente no seio das famílias onde realmente o problema toma proporções catastróficas se a devida atenção. Adiante trataremos de conceito, sintomas, diagnóstico, tratamento e de como a família pode ajudar um ente em depressão.

4.1 CONCEITO DE DEPRESSÃO?

O ponto de vista sobre os conceitos da depressão são em geral os mesmos mais a diferença de como nos entendemos esses conceitos pode desmistificar nosso olhar quanto a doença e a aceitação de seu tratamento.

Mesmo que eles pareçam muito técnicos a depressão é uma doença, que como qualquer outra exigisse de cuidados e tem cura.

Segundo Minhavida (2015) que é um site de estudo sobre saúde define o assunto da seguinte forma:

A depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. No sentido patológico, há presença de tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si.

Segundo Dr. Varella (2013):

Depressão é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono e do apetite.

Segundo o Dr Lousã Neto (2010):

A depressão é uma doença, como outra doença qualquer, que se caracteriza por uma tristeza profunda e duradoura, além de outros sintomas e que dispõe hoje de tratamentos modernos para alívio do sofrimento que acarreta. A depressão é uma doença bastante comum.

4.2 SINTOMAS

A depressão se manifesta no indivíduo de varias formas e é muito comum a outras doenças. Os sintomas e sinais podem variar muito de pessoa para pessoa e por isso exige que o mais rápido quanto possível a menor desconfiança se procure um especialista. A mudança de hábitos em um dos membros da família e logo notada, pois tais sintomas ultrapassam os costumes diários tornando-se excessivos e não moderados. As características que são observadas com maior frequência são listadas no quadro a seguir.

Quadro de sintomas

SINTOMAS

CARACTERÍSTICA

EXEMPLO

Perda de peso

A perda de peso acontece deforma não intencional. Isso acontece por uma aceleração no metabolismo como resultado de um problema de saúde.

Quando sem fazer dieta se emagrece inevitavelmente.

Distúrbio do sono

Insônia ou sonolência constante: provocado por inquietação, preocupação que não permite relaxar ou então mantendo o corpo esgotado.

Sono precoce acordando com qualquer coisa, ao contrário disso é a sonolência constante.

Problemas psicomotores

Dificuldade de movimento, inquietação e apatia para movimentar-se.

Movimentos involuntários e sem propósito. Andar envolta de um cômodo sem razão.

Fadiga

Cansaço falta de energia, sensação de desgaste.

Cansaço e desanimo constante.

Sentimento de culpa

Um complexo em relação à culpa.

Culpa excessiva, o que pode evoluir para autopunição.

Dificuldade de concentração

Não possui tanta capacidade para concentra-se. Pensamentos confusos.

Não consegue lembrar com facilidade e dificuldade de tomar decisões.

Ideias suicidas

Ideias constantes de suicídio ou morte.

Quando diz que a solução é a morte.

Baixa autoestima

Desvalorização pessoal.

Se sentir diminuído por si mesmo e pouco amor próprio.

Alteração da libido

Falta do apetite sexual.

Impotência.

Dores persistentes

a soma dos sintomas mais o estresse crônico provocam uma série de outras consequências sentidas pelo corpo.

Dores, náuseas, hipersensibilidade.

Perda de interesse

O abandono de hobbies e outras atividades.

Esporte, artesanato, filmes, religião, leituras.

Inquietação

Não consegue relaxar, hiperatividade, ansiedade.

Não consegue ficar parado, não consegue participar de uma atividade onde deve se porta relaxadamente.

4.3 DIAGNÓSTICOS

A depressão é uma doença que é tão terrível que consegue enganar o doente, ou seja, também vitima desse mal, como também seus familiares.

Segundo o Dr Varella (2011), cada dez pessoas que procuram um especialista uma tem depressão, e para se identificar a depressão é preciso ter pelo menos cinco sintomas da doença.

O Dr Dráuzio (2011) cita também duas importantes perguntas retirada da revista  “Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV)”, que são fundamentais para se identificar esse mal :

1) Durante o último mês, você esteve frequentemente chateado por se sentir deprimido e desesperançado?

2) Durante o último mês você esteve frequentemente chateado por sentir falta de interesse nas atividades?

Segundo o site da Veja.com, Saúde (2014), traz-nos uma reflexão sobre o assunto, que além de reafirma o diagnostico acima citado ainda aumenta mais ainda a importância da família para que o especialista que avaliará o paciente tenha mais exatidão em diagnosticar a doença.

Hoje, o método de diagnóstico da depressão é subjetivo, pois se baseia em sintomas não específicos, como fadiga e mudança de apetite, que podem ser aplicados a diversos problemas físicos e mentais. Esse diagnóstico também depende da habilidade do paciente em reportar seus sintomas e a do médico em entendê-las. (SAÚDE, 2014)

Tendo em vista o que a maioria dos especialistas dizem sobre o assunto o diagnóstico continua sendo os sintomas da doença de forma bem aparente e visível principalmente por entes e amigos do paciente por esse motivo quem sofre de depressão não pode esperar muito afim de encontrar uma solução para a doença.

4.4 TRATAMENTO

O tratamento basicamente é através de medicamento. Existem diversos remédios que tratam a depressão. Ao contrário do que se pensa sobre o assunto, o remédio não vai deixar o paciente eufórico ou elétrico, como também não irar deixa-lo sonolento e muito menos dopa-lo ou vicia-lo, pois o especialista irar ajustar o remédio ao paciente.

O tratamento terapêutico também chamado de psicoterapia é um tratamento mais longo e mais amoroso segunda a Drª Moraes (2011), que faz uma comparação entre o antidepressivo e a psicoterapia. Ela afirma que o tratamento é a longo prazo e que é preciso ser persistente para alcançar algum resultado. O ideal seria que diante da situação do paciente e com uma boa avaliação médica o mesmo pudesse aliar a terapia ao uso do medicamento. Mas que em muitos casos a solução se da sem o uso de medicamentos.

Segundo Souza (1999), o tratamento com antidepressivo deve levar em conta os aspectos biológicos, psicológicos e sociais do paciente. Com isso deve se utilizar das terapias para mudar seu estilo de vida para que o mesmo seja conduzido a solução entendendo o processo do meio. Souza (1999) faz a seguinte menção sobre o tratamento:

Não se trata "depressão" de forma abstrata, mas sim pacientes deprimidos, contextualizados em seus meios sociais e culturais e compreendidos nas suas' dimensões biológicas e psicológicas.

O Dr Magalhães (2015) define as causa da depressão da seguinte forma:

As causas podem ser de varias ordens, desde algumas doenças físicas (infecção viral) ou hormonais. A hereditariedade (genética da família) pode ter o seu papel. Mas além das causas biológicas, são fundamentais os fatores sociais, ambientais e relacionais. As crises depressivas estão muito relacionadas com acontecimentos perturbadores 9 falecimento de ente próximo, desemprego, etc.) e com fases criticas do ciclo vital da pessoa (adolescência, maternidade e velhice).

4.5 A FAMÍLIA NO PROCESSO DE AJUDA DE UM ENTE QUERIDO

Como já vimos a depressão é uma doença e que tem sua origem de diversas formas que atingem o individuo através dos fatores ambientais, sociais, genéticos e psicológicos. Sendo a família o grupo mais próximo e que determinada forma exerce alguma influencia sobre a vitima desse mal, logo ela exerce uma grande importância na identificação dos sintomas e na recuperação do paciente.

Para que a família tenha um bom resultado no suporte oferecido a um familiar é realmente se ela tem se empenhado em aprender sobre a questão e não ignorar as consequências de uma pessoa que sofre ou estar sofrendo de depressão.

A conscientização sofre o assunto é fundamental, pois so assim não tratara determinados comportamentos do vitimado como algo desprezível ou como uma atitude de quem so quer chamar atenção, mas sim como alguém quem sem palavras tem um grito silencioso de socorro. É de suma importância que a família saiba que o comportamento de uma pessoa deprimida é o espelho de sua depressão.

Como cita Greist e Jefferson (2015), sobre a importância dos entes no processo de ajuda ao depressivo:

As pessoas deprimidas podem despertar sentimentos de frustração, culpa e até mesmo de raiva nos familiares, os quais podem guardar ressentimento ou ter dificuldade de entender os problemas da pessoa deprimida.

É fundamental o apoio da família em todas as fases do tratamento seja isso com crianças, adolescentes ou adultas.

O apoio ao familiar ou outra pessoa que passe por depressão é sem duvida o melhor remédio

Greist e Jefferson (2015) citam uma relação de procedimentos uteis no apoio ao ente em depressão. São eles:

  • Tente manter um relacionamento o mais normal possível

  • Reconheça que a pessoa está sofrendo

  • Não espere simplesmente que a pessoa “melhore repentinamente”

  • Envie esforços para que a pessoa decida se tratar e melhorar

  • Demonstre afeição, ofereça palavras reconfortantes e faça elogios.

  • Mostre que você respeita e valoriza a pessoa

  • Ajude a pessoa a manter-se ocupada, um membro ativo da família.

  • Não critique, atormente ou censure a pessoa por seu comportamento deprimido.

  • Não diga ou faça qualquer coisa que, em sua opinião, poderia piorar a imagem pouco satisfatória que a pessoa já tem de si mesma.

  • Leve a sério qualquer conversa sobre suicídio e notifique o fato imediatamente ao médico ou ao profissional responsável.

Outro fator preponderante para ajudar alguém que sofre de depressão e principalmente quando esse alguém é uma pessoa da família é exatamente reconhecer que os cuidados, as terapias, o acompanhamento médico-psicológico deve-se ao depressivo, como também a própria família que sofre com todos os transtornos que enfrenta em ver um ente passando e tendo crises constantes de uma doença que não tem compaixão da família.

Chagas (2015) diz o seguinte a respeito da importância que há em relação ao tratamento que a família deve receber afim de melhor compreender o deprimido:

Por isso é importante, quando possível, buscar apoio psicológico também para a família. Isso vai ajudar a todos a enfrentar o problema de maneira menos dolorosa e, consequentemente, refletir positivamente no tratamento do paciente que, além do apoio profissional, contará com o afeto de familiares e amigos esclarecidos sobre a situação.

A ajuda oferecida vai ser quanto mais eficaz a medida que ela conhecer a doença e seu próprio estado emocional para oferecer-lhe o devido cuidado.

5. CONCLUSÃO

Tendo em vista tudo que esse trabalho apresenta, pode-se concluir a importância que há em conhecer a depressão, pois é um mal que não tem um publico alvo e que os mais diversos fatores desencadeiam em um cidadão comum os mais diversos sintomas que levam o individua uma tristeza profunda que se não diagnosticada a tempo levam a morte.

A importância do conhecimento dessa doença é de suma importância, pois é no seio da família que ela pode ser identificada a tempo de se conseguir melhores tratamentos e maiores chances de recuperação individuo.

Assim como quanto mais instruída for a família em relação à depressão menos transtornos ela ira passar e mais facilmente tratara da situação possibilitando a si mesma as chances do retorno a sua rotina normal.

Portanto a depressão mata, mais tem cura, e nessa pesquisa aqui apresentada tem-se um pequeno conteúdo sobre a mesma, contudo é o bastante para ter uma compreensão de como identifica-la, e buscar ajuda ao que sofre desse mal.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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KLINE, Paul. Psicologia e terapia freudiana: uma introdução. Rio de Janeiro, Rj: Imago, 1988. (Coleção psicanalítica).tradução: Nadia Salviano Lamas.

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Publicado por: Tedson Monteiro de Araujo

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