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DESCRIMINAÇÃO NA FAMÍLIA; A MAIS DOLOROSA DAS HOMOFOBIAS

Psicologia

Assumindo para a família, Aceitação dos pais, Quando expulsos, Doenças causadas por homofóbicos, o suicídio e o direito e segurança.

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1. RESUMO

A homofobia na família, são as principais causas que levam as diversas consequências aos homossexuais. Ainda existe muitas famílias homofônicas, gerando transtornos psicológicos e físicos. Colocando os homossexuais a forma de inferioridade e anormalidade, que são palavras e agressões que causam series de danos à saúde. Traumas que os homossexuais enfrentam todos dias acabam fragilizando-os, podendo levar a um suicídio. São pesquisas que mostram que existem várias formas de torturas para o filho(a) homossexual. Todo o preconceito vivido por homossexuais, causa perigos de vida desses, que traz consequências, que pode atrapalhar na convivência com a sociedade. Em um ambiente que tem agressões psicológicas e físicas pode causar series distúrbios psíquicos.

Palavras-chaves: danos aos homossexuais, distúrbios psicológicos e físicos, doenças citadas pelo preconceito, homofobia, família.

Abstract

Homophobia in the family are the main causes that bring the various consequences to homosexuals. There are still many homophonic families, generating psychological and physical disorders. Placing homosexuals the form of inferiority and abnormality, which are words and aggressions that cause series of damage to health. Traumas that homosexuals face every day end up debilitating them, leading to suicide. These are surveys that show that there are various forms of torture for the homosexual child. All the prejudice lived by homosexuals, causes dangers of life of these, which brings consequences, which can disrupt in the coexistence with the society. In an environment that has psychological and physical aggressions can cause series psychic disorders.

Keywords: Damage to homosexuals, psychological and physical disorders, diseases cited by prejudice, homophobia, family.

2. INTRODUÇÃO

A homofobia é o conjunto de práticas e discursos negativos em conta de aspectos sócias, morais e jurídicos que venha afetar com palavras ou atos físicos contra um homossexual. Assim são vítimas da homofobia gays, lésbica, bissexuais, travestir, transexuais e transgêneros. A descriminação na família dos LGBT, é a pior homofobia sofrida por essas pessoas, onde é, no convívio familiar, que se deve encontrar o amor, o respeito e confiança. É uma base social fundamental para conviver na sociedade, é aonde a ajuda dos pais é fundamental para o crescimento do filho, mas na maioria dos casos, a maioria das famílias não aceitam o filho, e tratam como se fosse um doente, humilhando, tendo como violência física ou psicológica e em outros casos a expulsão.

Com tudo isso as pessoas LGBT sofrem muito, suas autoestimas caem, muitos perdem a vontade e a disposição para a vida e caem em uma tremenda depressão. Sem fala dos que vivem no “armário” presos, sufocados pelo preconceito da família, os que os levam alguns a cometerem suicídios. Por não querer decepcionar os pais que vive a todo instante soltando piadas ou palavras ofensivas aos LGBT, preferem estes ficarem dentro do “armário”, reprimindo seus prazeres, ou buscando uma fachada, para maquiar para sua família aquilo que não é.

Alguns pais até aceita o vizinho, o sobrinho, mas o seu filho para eles é muito difícil, para outros pais, eles se preocupam com a “reputação”, na qual aceitar um filho homossexual é motivo de fracasso na educação dada para este.

Muitos destes pais tratam como homossexualismo um filho gay, forçando muitos deles a procurar uma ajudar psicológica. Entre outra força os filhos a frequentarem a igreja, tendo esta como a libertadora de quaisquer doenças.

É preciso que tenha outro olhar, que não trate os homossexuais como doenças, ou como “discaração”, mas que se possa procurar a entender. O objetivo desta pesquisa é mostrar que a sociedade contemporânea ainda vive em series de preconceitos sociais dentro da família, na qual, se tem o homossexual. Mostrando que estes sofrem uma serie de barreiras, que leva a diversos fatores que atrapalham os LGBTQ em suas vidas, e, em subsequente as consequências psíquicas, físicas e sociais.

3. ASSUMINDO PARA A FAMÍLIA

Alguns gays tem um grande problema de auto aceitação, as vezes pelo fato de seus pais também não aceitarem a homossexualidade, esse fator tem levado muitos gays a entrarem na depressão, por que já é difícil lidar com a sociedade, e ainda ter que lidar com seus pais, quem deveria mas apoiar, dar as costas. De acordo com (Singly,2013, p. 14), "é no espaço onde circula o amor que se constrói uma grande parte da identidade pessoal dos indivíduos". Desse modo é preciso o reconhecimento da família, para que os LGBT possam sentirem acolhido. Embora quando um filho revela ou é descoberto por seus familiares, segundo (Borrillo, 2010) o menos ruim que se ocorre é a homofobia liberal, quando a homossexualidade não é vista como legitima, mas ela pode ser tolerada, desde quando o indivíduo não apareça com comportamentos gays e não apresente nenhuma ação do mesmo. Então muitos preferem ficar escondido, maquiando com um namoro de sexo oposto só para agradar aos pais, também para não perder aquele convívio agradável que tem com sua família. Em uma pesquisa de campo a psicóloga Lívia Gonsalves Toledo entrevistou uma menina chamada Julia, a respeito do texto acima Julia diz:

Eu penso que, se eu contar, eles [irmãos de Júlia] podem muito bem conversar com os meus pais e a situação toda mudar. Ficar muito melhor para mim. Mas, ao mesmo tempo que eu penso, eu falo: 'Putz. Será que eu não posso acabar com tudo isso?'. [...] acabar com todo esse carinho que a gente tem um pelo outro. Posso estragar a família por causa disso (Narrativa de Júlia, 19 anos (Toledo, 2013, p. 232)).

Então nota-se que a questão de "decepcionar" os pais vai muito em conta na vida de muitos homossexuais. Dessa forma os homossexuais são reprimidos por conta de sua família, por já saberem a "reação" de seus pais, na qual pode haver uma forma cruel de preconceitos, já que estes demostram ser preconceituosos. Alguns pais já começam a demostrar formas preconceituosas mesmo não sabendo a orientação do filho, essas formas são xingamentos, agressividade e até ameaças contra os LGBTQ.

4. ACEITAÇÃO DOS PAIS

Quando os pais estão grávidos e vão ao hospital fazer aquelas velhas rotinas de exames para saber o sexo da criança, ao saber de que sexo a criança é, já começa a imaginar o quarto, se for menino será azul, se for menina será rosa, na escola o menino será matriculado no futebol, a menina será matriculada em balé, e assim são muitas as formas de rotular a criança, de acordo com as suas expectativas. Quando chegar a adolescência a criança já começar a ter certeza do que realmente é, quando seus pais ficam sabendo, vem a frustação, a decepção. Eles buscam a própria felicidade, pouco perguntam como é que o filho se sente, se estar feliz com o que é. O órgão sexual é um fator decisivo na vida da criança, é um rotulo. Mas a orientação sexual do filho é algo que foge do controle dos pais e quando eles ficam sabendo é como aponta (Charbonneau, 1973, p.21) que, quando o filho ou a filha causa uma decepção, a frustração se apodera dos pais e das mães, os quais "veem desaparecer todas as esperanças que tinham alimentado cuidadosamente: têm um filho que se revela cada vez mais diferente do que tinham projetado e que nada tem a ver com o seu sonhado que esperavam". Consequentemente, os planos são desfeitos e surge o medo do julgamento social e divino; os pais e as mães procuram a quem culpar, e há aqueles que acreditam ser apenas uma fase passageira. Mas que a frustação e a decepção são sentimentos normal, tudo aquilo que se espera e não acontece, é de natureza o ser humano decepcionar-se, o que não pode é machucar o outro por ser frustrado, o valor dos pais para com os filhos é amar incondicionalmente. Alguns pais que aceitam o filho, passam a sofrerem preconceito dos vizinhos ou dos membros religiosos, na qual nas igrejas se prega a homossexualidade como um pecado que leva ao inferno, segundo os mandamentos evangélicos, na qual os seguidores passam a julgarem os pais pela falta do comportamento cristão, que por certo essa criança, segundos esses seguidores, não teve. Desde então outros pais não aceitam pelo mesmo motivo das críticas que vão ouvir dos seus “irmãos” religiosos. É preciso conhecer os fenômenos para que possa aceitar, embora a homossexualidade seja a orientação sexual mais complexas, é preciso procurar ajuda de um profissional na área da psicologia para que possa entender sobre a orientação do filho, como também conversar mais com eles. A maioria dos pais que não aceitam, tornam-se inimigos dos filhos e mesmo morando no mesmo ambiente, a comunicação se torna algo difícil de acontecer.

5. QUANDO EXPULSOS

Segundo o instituto de pesquisa Data popular, que ouviu 1.264 pessoas com porcentual de 45% pais e 35% mães, não aceita a homossexualidade. Entre esses números estão aqueles pais que chegam a expulsar de casa, em outros casos o filho (a) não aguenta a violência física ou psicológica e saem de casa. Quando isso acontece, sem apoio da família, dos parentes e da sociedade, alguns chegam a se prostituir outros viram moradores de rua, no meio das drogas e violências, perdem a noção de como é viver em uma sociedade. Esse cenário leva a dificuldade de vínculo com a escola, trabalho e o meio social. Estes jovens enfrentam uma situação muito mais arriscada, no qual sofrem descriminação dos outros moradores de rua, da polícia e da sociedade. E uma pesquisa feita em SP por doutor em psicologia da USP (Costa et. al., 2010), nota se que meninos com jeitos feminino e meninas com jeitos masculinos são os que mais sofrem dentro do ambiente familiar assim como os transgêneros e travestis, além de sofrem com a sociedade. Os gays que são mais “comportados” cuja uma tendência maior é de ser "aceito". Ver o filho em com comportamento feminino, segundo Costa (2010), é mais difícil a aceitação dos pais, pelo qual estes filhos, são os que mais sofrem pela expulsão de seus lares.

6. O QUE OS OUTROS VÃO PENSAR ...

São mães e pais que talvez nunca vai permite que o filho seja feliz, porque a vizinha não pode de jeito algum ficar sabendo que tem um filho gay, e as pessoas vão ficar falando, e os parentes vai começar a julgá-la. Talvez essa não tenha preconceito, mas pelo simples fato do que vão falar dela ou de seu filho e de como vão julga-lo, eles (pais) preferem não aceitar seu filho, é como para eles a homossexualidade fossem o homossexualismo (doença). E quando passam isso para seus filhos, é como dissessem que os pensamentos das outras pessoas são mais importantes que a orientação, vontades e intenções deles (homossexuais), seus comportamentos e formas de relacionar-se deve estar sempre alinhada com as opiniões alheias. Então para essas mães a felicidade estar na opinião dos outros, enquanto as pessoas estão falando bem, então estar tudo bem. Edith, que escreveu o livro “Mãe sempre sabe? Mitos e Verdades sobre Pais e seus Filhos Homossexuais” (2008), explica que apesar das mudanças trazidas pelas últimas gerações, uma coisa não mudou: a reação dos pais ao saberem que os filhos são gays, Que na maioria, os pais sempre se preocupam com as opiniões dos outros.

7. DOENÇAS CAUSADAS POR HOMOFOBICOS

A homofobia é o conjunto de negatividade que afeta um homossexual pela descriminação, falta de respeito e desconforto. Geralmente a homofobia estar presente na família dos homossexuais. São xingamentos, agressões físicas e psicológicas, deixando grandes marcas, que talvez nunca serão omitidas, considerando o jornal do fantástico, aonde aborda o tema (preconceito na família dos homossexuais). A depressão é na maioria das vezes a principal doença que afeta os homossexuais, no qual o ambiente pode levar uma pessoa a ficar doente. A depressão também poder ser relacionada com o histórico de traumas emocionais, quando um ser humano é vítima de maus tratos (psíquicos e físicos), pode ocorrer um desequilíbrio fisiológico no cérebro, impedindo que os neurotransmissores trabalhem corretamente, no qual pode levar um indivíduo em vários graus da depressão. Impostos em uma sociedade heterocentrada, desde então os homossexuais reprimem seus desejos e sua orientação, como forma de evitar a rejeição, muitos homossexuais disfarças seus impulsos e controla seus comportamentos, para evitar quaisquer sinais que possa lhe comprometer. Como resultado desses processos internos e externos, segundo os psicólogos americanos Mary Hall e kimeron Hardin. (2008) escritores do livro Queer Blues: The Lesbian and Gay Guide to Overcoming Depression, diz que, o ambiente familiar (se este for um ambiente homofônico), influencia muito para o homossexual desenvolver doenças, ligadas aos transtornos mentais. Entre outros aspectos físicos, os homossexuais sofrem por violência corporal que pode prejudicar a sua saúde e deixa sequelas, que também estas pode levar ao desgosto, traumas e medo, e com a consequências a depressão. Se então não for tratada por terapias, o desamino, desgosto da vida e entre outros fatores biológicos e psicológicos ligadas a depressão, pode levar o homossexual a cometer o suicídio.

8. O FIM DA CARREIRA, O SUICÍDIO

As pessoas que comentem o suicídio, muitas delas ver a morte como a solução de todos problemas ou esquecimentos de traumas da vida, como se fosse uma saída do sofrimento. A depressão e outros transtornos são fatos muito importante, a depressão pode ser causada por várias situações de traumas que um indivíduo pode passar durante sua vida, no qual afetar, as partes fisiológicas internas do cérebro, onde um dos fatores é causada pela falta de comunicação dos neurotransmissores; dopamina, serotonina e outros. Este mal de atrapalhar a comunicação dos neurônios deixa a pessoa com alguns sintomas, que são a falta de ânimo e com pensamentos perturbadores (idealização suicida), no qual, pessoas que sofrem de depressão, tem pensamentos de suicídios. Com traumas, que são pressão e agressões psicológicas ou físicas, deixando marcas de momentos desagradáveis na vida de um homossexual, pois estes fatores levar muita das vezes a depressão, com subsequência a tentativa de um suicídio, idealização suicida ou o ato suicida em alguns casos. Em 2012, a universidade da Columbia, no Estados Unido realizou um estudo aonde aborda homossexuais que cometem suicídios, em conclusão, estar associado que o ambiente familiar contribuir bastante para os suicídios de homossexuais, quando não há aceitação. Com alguns dados, revelam que os jovens que revelam sua orientação sexual mais cedo, são os que levam a enfrentarem mais rapidamente o preconceito da sociedade em geral.

Uma pesquisa feita pelo instituto de ciência medica da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), revela que o Brasil estar no decimo lugar, de maior taxa suicida entre homossexuais. De acordo com outra pesquisa feita por alunos da Universidade Federal de Alagoas, chegaram a registrar 400 casos de tentativas de suicídios, e 61 casos suicidas em apenas 10 messes no estado de Maceió. Portanto feita pesquisa no Brasil, consta que são 3 mortes por dias entre jovens homossexuais.

Em um quadro do fantástico da rede globo, aonde aborda o preconceito no Brasil, aporta dados grandes de agressões. Só em 2015 foram registrados nos direitos humanos 1983 denúncias de agressões aos homossexuais. De janeiro a junho de 2016 foram 132 mortes cometidas pelos homofônicos no Brasil. Estima-se que a cada 28 horas um homossexual morre de forma violenta. Na qual engloba também o ambiente familiar.

Estes fatores injustos causa grandes fobias aos LGBTS, e fobia (medo) gera grandes consequências como: medo de ser o que é, medo de expor o que sente, e entre outros.

9. DIREITO E SEGURANÇA

No mesmo quadro abordado no fantástico sobre o preconceito no Brasil, diz que não há crime subsequente quanto a homofobia, então se um homossexual sofre algum tipo de agressão física ou psicologia, não tem como registrar essa agressão como homofobia, um fator muito preocupante, já que não há penalidades quanto a formas cruéis dos homofônicos.

Quando um homossexual é expulso de casa e se este for ainda de menor, dar-se por crime do Art. 133 – (abandono de incapaz), Abandonar pessoa que está sob o cuidado, guarda, vigilância ou autoridade, e, por qualquer motivo, incapaz de defender-se dos riscos resultantes do abandono. Depois que completa seus 18 anos, se este for expulso, ainda não há lei que possa criminar de homofobia ou por outros aspectos. Mas quando maiores se estes forem expulsos de casa, por lei no qual enquadra-se no mesmo artigo; o pai tem como direito de sustenta-lo, se estes estiver estudando, mesmo sendo de maior dos 18 anos.

Se um menor de idade sofrer de homofobia dentro do lar aonde convive, este com ajuda de parentes, pode procurar uma delegacia, fazer uma queixa de agressões, na qual pode ser determinada a retirada deste menor desse lar, e encaminhado(a) á um abrigo do conselho tutelar, ou, para casa de um parente, se este se possibilitar a moradia. No caso de um maior de 18 anos sofrer alguma agressão física doméstica, este pode fazer um BO na delegacia, onde está agressão será enquadrada na lei Maria da Penha. Na qual a lei agirá em afastar o agressor do lar onde se vive o homossexual. Sabe-se que isso é muito difícil de acontecer. Geralmente os homossexuais não dão nenhuma queixa, pelo qual é preciso que se faça BO, para que as autoridades possam verem que há uma demanda de crimes neste sentido e possa agir conforme as estáticas de crescimentos de crimes a este respeito.

10. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esta pesquisa propôs mostrar como os homossexuais são tratados em seus lares, suas consequências ao que diz ao preconceito vivido, causados pelos pais. Nela, observou-se que na sociedade contemporânea, ainda existe muitos preconceitos dentro da família que tem um homossexual, embora, comparando com tempos antigos, o preconceito está diminuindo. Porem existe ainda na maioria das famílias o preconceito, e nessas famílias os LGBTQ sofrem muito. A consequência do preconceito são, danos psicológicos, físicos, expulsão, vícios a drogas, moradia em ruas, suicídios, entre outros.

Pode se ver que o amor é pouco notável quando um filho se assume ser homossexual, que a importância é a vontade dos pais, e que pouco se pensa nas felicidades dos filhos, ou como se sente em relação a sua orientação.

Deveria tem leis de homofobia, pois só se tem projetos. Estas leis iam ajudar muito, pois o crime ia diminuir, pois haveria consequências para os homofônicos. Existe o projeto para a lei contra a homofobia, da deputada Maria do Rosário (PT-RS), o projeto 7582/2014. Infelizmente este projeto não foi aprovado. A principal causa de não aprovação são dos deputados da "bancada evangelica" ou entre outros homofobicos.

11. REFERÊNCIAS

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Publicado por: Salatiel Araujo Santos

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