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Iatrogênias na Administração de Medicamentos pela Enfermagem

Enfermagem

Um dos efeitos maléficos do medicamento é a iatrogênia, no qual é definida como o resultado indesejável da ação prejudicial não intencional dos profissionais de saúde relacionado à observação, monitorização ou intervenção terapêutica.

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1. RESUMO

Trata-se de uma revisão bibliográfica, descritivo-exploratória, com abordagem qualitativa, que teve como objetivo entender porque a iatrogênia na administração de medicamentos ainda é tão presente no ambiente hospitalar e no cotidiano da enfermagem, incluímos artigos publicados no período de 1999 a 2011, disponíveis na base de dados da biblioteca virtual de saúde (BVS), especificamente nas bases do LILACS E BDENF. A amostra foi constituída por 18 publicações que foram analisadas quanto aos fatores das ocorrências iatrogênias de medicamentos na enfermagem. Tem-se um considerável número de estudos recentes em relação a erros de medicação no Brasil. Entre alguns dos fatores que levam a ocorrência de iatrogênia na medicação, foram detectados erros com relação à prescrição, dose, horário, omissões, administração de medicamentos não autorizados, paciente errado e falhas de comunicação. Diante dos estudos realizados, conclui-se que a supervisão direta do enfermeiro e educação continuada, são medidas capazes de reduzir e prevenir as iatrogênias na administração de medicamentos pela enfermagem.

Palavras-chave: Erros de medicação, enfermagem, iatrogênias na enfermagem

ABSTRACT

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This is a literature review, descriptive and exploratory, qualitative approach that aimed to understand why the iatrogenic medication administration is still so present in the hospital and the practice of nursing, indexed articles published between 1999 to 2011.

Available in the database of the Virtual Health Library (VHL), specifically in the LILACS and BDENF bases. The sample consisted of 18 publications were analyzed for factors of iatrogenic drug events in nursing. It has been a considerable number of studies regarding medication errors in Brazil and are relatively recent. Among some of the factors that lead to the occurrence of iatrogenic medication errors were detected regarding the prescription, dose, schedule, omissions, unauthorized medication administration, wrong patient and miscommunication. Before the studies, we conclude that the direct supervision of nursing and continuing education are measures to reduce and prevent iatrogenic medication administration by nursing.

Keywords: medication errors, nursing, nursing iatrogenic

2. INTRODUÇÃO

A racionalização da medicina se desvinculou das superstições e da magia a partir da atuação de Hipócrates de Cós (séc. V a. C.), considerado o pai da medicina, que fundamentou sua prática na teoria dos quatro humores corporais (sangue, fleugma, bílis amarela e bílis negra), segundo ele a quantidade desses fluídos corporais, levariam a estado de equilíbrio (eucrasia) ou doença (discrasia). Hipócrates também referia que o tratamento para muitas doenças poderia ser feita através de dieta alimentar adequada, somente em casos mais graves se empregava o uso de medicamentos secundários (ARANHA; MARTINS, 2003).

Verifica-se então que desde a antiguidade os estudiosos alertavam sobre o risco da utilização de medicamento. Homero em 950 a.C. (na Ilíada), dizia que a mistura de drogas poderia ser fatal. Já o estudioso AL-RAZI em 860 a.C., argumentava que deveria usar os remédios compostos somente quando não existissem remédios simples efetivos. Contudo apesar desses registros a farmacologia existe como atividade institucional há cerca de 160 anos (OLIVEIRA, 2011).

Então, farmacologia que era uma fisiologia aplicada, passou a utilizar técnicas da bioquímica, da biologia molecular, da patologia, da estatística e da matemática, quando ela se especializa no campo médico, a substância química recebe o nome de droga ou fármaco que pode ser medicamento ou tóxico. A resposta ou efeito dessa interação pode apresentar diversas gradações, simplificadas em dois grandes tipos: benéficos ou maléficos. A droga que provoca efeito benéfico passa a chamar-se medicamento e é utilizada na prática médica, sob várias modalidades de aplicação, sempre em benefício do paciente, no segundo caso, a interação produz efeito maléfico para o sistema vivo, a droga se chama tóxico e seu estudo constitui objeto da toxicologia (PENILDON, 2003).

Um dos efeitos maléficos do medicamento é a iatrogênia, uma palavra de origem grega, é composta por “iatro” que significa médico e “gênese”, origem, sendo definida como o resultado indesejável da ação prejudicial não intencional dos profissionais de saúde relacionado à observação, monitorização ou intervenção terapêutica. É um termo complexo, pois admite diferentes conceitos que possibilitam diversas interpretações e uma vasta terminologia, das quais destacam as ocorrências adversas, complicações iatrogênicas e adventos adversos entre outras (PADILHA, 2001).

No entanto apesar do esforço para evitar ocorrências iatrogênicas no cuidado ao paciente, os erros de medicações acontecem exigindo do enfermeiro a adoção de condutas imediatas, visando à correção do problema, para minimizar ou evitar danos ao paciente (PADILHA, 2002).

Apesar de o medicamento ser utilizado não só para aliviar e combater a dor, como também para curar doença, acidentes com medicação ocorrem acarretando adventos adversos e até a morte do cliente, seja pela não administração ou administração equivocada do medicamento (MELO; SILVA 2008).

Sendo o ato de administrar medicamentos um processo multi e interdisciplinar, que exige do profissional responsável pela administração conhecimento variado, habilidade e competência sobre os princípios que envolvem a administração de medicamentos, além do conhecimento em outras áreas como: anatomia, fisiologia, microbiologia e bioquímica, para que haja uma administração segura de medicamentos (TELLES FILHO; CASSIANE, 2004).

Neste contexto, a administração de medicação é uma das responsabilidades cruciais da enfermagem. Para garantir uma terapia medicamentosa segura e eficaz para os seus clientes, o profissional deve conhecer as indicações, dosagens e os efeitos desejados e indesejados do medicamento. Lembrando que o enfermeiro não age sozinho, pois é necessário que aja integração multidisciplinar para potencializar os benefícios ao paciente. Sendo que a responsabilidade da enfermagem em relação à administração de medicamentos traduz numa prática holística (COIMBRA; CASSIANE 2001).

O mercado de trabalho exige do enfermeiro conhecimento técnico-científico quanto à administração de medicamento, pois estudos mostram que o enfermeiro pode estar administrando medicamentos com déficit de conhecimento em questões essenciais para que não ocorram erros (TELLES FILHO; CASSIANE, 2004).

Dentre os tipos de erros de medicação ocorridos com mais frequência estão os erros de dose 24,3%, de horário 22,9%, medicamentos não autorizados 13,5%, erros de técnica 12,2%, de via 8,1%, doses extras 5,4%, erros de prescrição 4,1%, omissões 4,1%, paciente errado 2,7% e erros de apresentação 2,7%. A maioria dos erros, são cometidos pelos auxiliares e técnicos de enfermagem, que deveriam ser supervisionados pelos enfermeiros que por questões administrativas, afastam-se da supervisão direta. Dessa forma, a falta de uma supervisão constitui situações de risco para o paciente, na implementação segura da terapia medicamentosa (TEIXEIRA, CASSIANE 2010).

A enfermagem tem o compromisso ético de assegurar a qualidade do cuidar, durante a internação do paciente. No entanto, mesmo sem a intenção de errar e com toda a tecnologia disponível para atender o paciente, as iatrogênias na administração de medicamentos pela enfermagem ainda continuam presentes no dia a dia das instituições de saúde (MADALOSSO 2000).

Diante disso surgem os seguintes questionamentos: com bases nas publicações científicas, quais as iatrogênias na enfermagem são cometidas com mais freqüência pelos profissionais de enfermagem? E como o profissional de enfermagem pode intervir para evitar ou diminuir as iatrogênias na assistência de enfermagem?

3. OBJETIVOS

Nosso estudo tem como objetivo fazer uma revisão bibliográfica sobre o tema iatrogênias na administração de medicamentos pela enfermagem. Pois, há pouca discussão sobre esse tema no meio acadêmico e embora seja enfatizado em revistas, livros e artigos científicos, ainda existem dificuldades na abordagem inerente aos estudos das ocorrências iatrogênicas. Entender porque a iatrogênia na administração de medicamentos pela enfermagem está presente no ambiente hospitalar e no cotidiano da enfermagem, descrever o significado conceitual desse termo e sua importância, para incentivar o profissional a buscar informações e a desenvolver pesquisas que leve a busca de caminhos para prevenir casos iatrogênias na enfermagem.

4. METODOLOGIA

Trata-se de um estudo do tipo bibliográfico, descritivo-exploratório, com abordagem qualitativa.

A pesquisa bibliográfica abrange toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo. Sua finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo o que foi escrito.

O estudo descritivo-exploratório tem por objetivo descrever completamente determinado fenômeno, como por exemplo, o estudo de um caso para o qual são realizadas análises empíricas e teóricas. Pode ser encontrada tanto em descrições quantitativas e/ou qualitativas, quanto a acumulação de informações detalhadas, como as obtidas por intermédio da observação participante (MARCONI, 2005).

A abordagem qualitativa é um método que se aplica ao estudo da história, das relações, das representações, das crenças, das opiniões, produtos e interpretações que os humanos fazem a respeito de como vivem, sentem e pensam (MINAYO, 2006).

A coleta de dados foi realizada por meio de uma revisão de literatura nacional, utilizando as seguintes palavras chaves: erros de medicação, enfermagem e iatrogênias na enfermagem. A coleta de dados foi realizada através da base de dados da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), especificamente nas bases do LILACS- National Library of Medicine; e BDENF- Bancos de Dados de Enfermagem; no período de 1999 a dezembro de 2011; dentre os artigos encontrados. Caracterizando assim o estudo retrospectivo, em língua portuguesa, buscando as fontes virtuais, os anos, os periódicos, os idiomas, os métodos e os resultados comuns.

Para o resgate histórico, utilizamos livros que abordassem o tema e possibilitassem um breve relato da evolução do assunto.

Separamos 20 artigos para uma leitura analítica e após, selecionamos 12 para uma leitura interpretativa ligando os dados obtidos nas fontes ao problema da pesquisa e ajustando o problema do estudo a possíveis soluções, ressalvando as idéias principais e dados mais importantes.

5. RESULTADO E DISCUSSÃO

Segundo a resolução COFEN Nº 311/2007, que aprova a reformulação do Código de Ética dos Profissionais da Enfermagem, em seu artigo 12, é dever e responsabilidade junto ao paciente, família e coletividade prestar uma assistência de enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência. Ressalta também que é proibido executar prescrições que comprometam a segurança da pessoa.

Conhecer a responsabilidade atribuída ao enfermeiro na terapia medicamentosa necessita de total transparência e conscientização do profissional enfermeiro em todas as facetas que permeiam a relação medicação-responsabilidade. A conscientização da responsabilidade não poderá acontecer isoladamente no contexto técnico-científico, pois há uma interação complexa envolvendo entre o enfermeiro e o indivíduo a ser cuidado. Essa interação imbui à experiência de vida, a responsabilidade ética, moral e profissional do enfermeiro respeitando-se os direitos legais, culturais e os valores do indivíduo a ser assistido. Faz-se necessário que o processo de administrar medicamentos tenha algum significado para o enfermeiro, mais do que simplesmente um procedimento técnico (MIASSO; CASSIANI, 2000).

A administração de medicamentos não pode ser considerada um procedimento simples, pois exige dos profissionais de saúde um vasto conhecimento técnico científico. A terapia medicamentosa é um procedimento que começa com a leitura da prescrição médica, passando pelo preparo, administração do medicamento, manuseio de equipamentos e avaliação da resposta terapêutica. Tornando assim, um amplo campo susceptível a erros (CAMARGO, PADILHA 2003).

Um dos erros mais evidenciados em pesquisas realizadas em hospitais universitários em diferentes regiões brasileiras está relacionado à prescrição / transcrição (PADILHA, 2003).

Em outra pesquisa realizada em uma instituição hospitalar para analisar os erros de medicação, o fato ou a circunstância que levou o profissional ao erro, foi agrupado em quatro categorias: falha no cumprimento de políticas e procedimentos, falha no sistema de distribuição e preparo de medicamento pela farmácia, falha na comunicação e falha no conhecimento. Então, para minimizar erros no preparo de administração do medicamento, foi proposto três estratégias: cumprimento de políticas e procedimentos referentes ao preparo e a administração, educação dos profissionais e melhora na comunicação. Sendo importante ressaltar que os erros evidenciam a carência de conhecimento e compromisso em relação à tarefa de administrar medicamentos pela equipe de enfermagem e esta deve conhecer seu papel na corrente que se forma no desempenho das tarefas para que desenvolva um cuidar com segurança, consciência, responsabilidade e eficiência (CARVALHO, 2000).

Embora a prescrição médica seja o início de uma cadeia de ações que levará o medicamento até o paciente, não pode constituir um fator ou potencial de erro para medicação e a enfermagem por atuar na última etapa do sistema de medicação geralmente, assume o ônus de muitos erros cometidos no início ou no meio do sistema (MIASSO, 2006).

Muitos erros de medicação poderiam ser evitados através da supervisão do enfermeiro de forma periódica e contínua instruindo os profissionais de saúde para um comportamento preventivo frente aos erros (CARVALHO, 1999).

Reafirmando a importância da prevenção de ocorrências de iatrogênias na medicação através de uma orientação adequada e o treinamento dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem realizando capacitação profissional, sejam pela educação continuada, treinamentos, visitas a outras instituições e também através de folhetos informativos, folders, trabalhos científicos, palestras, seminários, dentre muitos outros meios de divulgação do conhecimento, para que assim sejam sanadas as dúvidas antes da administração de medicamentos para prevenção e minimização de ocorrência de erro (COIMBRA, 2006).

Outro fator importante em relação às ocorrências de iatrogênias com medicamentos é a conduta tomada pelas chefias de enfermagem que na maioria das instituições a medida tomada é a punição. Porém estudos relatam que quando a instituição adota medidas administrativas somente com a finalidade de punir o funcionário, tal atitude contribui para a subnotificação dos erros de medicação, diminuindo a qualidade da assistência em saúde e conseqüentemente à segurança do paciente. Em relação ao ensino de enfermagem, constata - se que a orientação mediante um erro de medicação não intencional, constitui-se como oportunidade de aprendizagem, tendo em vista que os alunos podem refletir sobre a experiência em si e também sobre o papel de educador do enfermeiro, devendo desenvolver ações educativas para a equipe, assim como para a comunidade (SILVA; GOBBO. 2007).

Nenhum hospital está isento do mal de iatrogênia, ressaltando que é um indicador da qualidade prestada pela equipe de enfermagem e pelos demais profissionais de saúde de um hospital. Por esse motivo deve-se incentivar a notificação das ocorrências de erro, para tomar medidas de educação continuada para atualizar o profissional e, por conseguinte, diminuir os erros e melhorar a qualidade de assistência prestada ao paciente. Tem-se o relato, como uma responsabilidade profissional, não podendo ser negligenciadas, pois, a informação das ocorrências e a educação continuada colaboram na prevenção de eventuais futuros erros (SANTOS; CEOLIM, 2009).

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O objetivo desse estudo foi analisar a figura da iatrogênia na administração de medicamentos pela enfermagem, mesmo entendendo que administrar medicamentos depende de ações humanas, onde os erros não são descartados, algo deve ser feito para diminuir as iatrogênias na medicação, destacando a importância do enfermeiro neste processo.

Após análise dos estudos foi possível identificar que as iatrogênias na administração de medicamentos, ocorrem por diversos fatores que vai desde a prescrição até a administração do medicamento. Dados epidemiológicos apontam que os erros mais freqüentes estão relacionados à dose, horário, administração de medicamentos não autorizados, doses extras, omissões, paciente errado e erros de comunicação. Sendo que os erros na maioria das vezes são cometidos pelos auxiliares e técnicos de enfermagem, sem supervisão direta do enfermeiro.

Concluímos que o enfermeiro necessita buscar teorizar suas práticas, identificando as iatrogênias na administração de medicamentos, criando um sistema que incentive os profissionais de enfermagem a não praticar a subnotificação das iatrogênias, mantendo uma supervisão constante do enfermeiro, realizando capacitação profissional com freqüência através da educação continuada, objetivando prestar uma assistência de qualidade prevenindo danos e potencializar a segurança do paciente.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Ana Carolina Andrade de Oliveira, Ana Paula Vilela Monteiro, Carla Dafinis Ferraz de Carvalho, Cristilene Conceição Silva , Lainamar Rita da Luz , Vânia Jesus da Costa Chagas - Graduandas de Enfermagem pela Faculdade Estácio de Sá de Goiás.
Lourena, Milena Sales Costa - Orientadores na matéria TCC do curso de enfermagem da faculdade Estácio de Sá de Goiás.


Publicado por: Carla Dafinis Ferraz de Carvalho

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